Holding de investimentos Quattuor anuncia a aquisição da Rentalog Global Logistics

Holding de investimentos Quattuor anuncia a aquisição da Rentalog Global Logistics

Operação aumenta o market share e serviços na área de logística internacional

A Quattuor Holding, que já controlava a DC Logistics Brasil e a AMTrans Logistics, acaba de anunciar a aquisição da Rentalog Global Logistics. A empresa vem para somar e manterá as operações em caráter individual, embora todas com foco em oferecer os melhores serviços em comércio exterior, ampliando a presença em território nacional e melhores práticas em nível global.

Essa chegada da Rentalog Global Logistics aponta os rumos que a Quattuor Holding almeja para o futuro: aumento de market share com o crescimento no número de clientes de forma sustentável. “Honrando a história de cada uma delas, alinhando os objetivos, expandindo a rede de atuação e construindo juntos a melhor forma de trabalhar com foco nas pessoas”, pondera o empresário Ivo Mafra, shareholder da Quattuor Holding.

Criada em 2012, em Itajaí (SC), a Rentalog tem como missão a promoção de um serviço seguro, rentável, competitivo, de satisfação total do cliente, promovendo uma parceria transparente e lucrativa, tornando-se referência no mercado. A Quattuor percebeu esta oportunidade e fomenta aumentar o market share na busca pelo 7-27. Ao passo que a Rentalog analisou a tendência do mercado e viu que a melhor forma de crescer seria através da sinergia com a Quattuor. Foi uma oportunidade para os sócios que tiveram como cuidado a preocupação pela perenidade da empresa e das pessoas.

Mafra acredita muito na integração dos negócios aliando a expertise e ferramentas de cada uma das empresas para trazer serviços eficientes, com atendimento customizado e com uma carteira mais ampla de possibilidades. “Este é um passo que vínhamos desenhando ao observar no mercado empresas com potencial para serem agregadas. Essa consolidação reforça nosso desejo de atender a demanda do Comex, priorizando os clientes e mantendo a cultura organizacional de cada uma das empresas controladas pela holding”, destaca.

As empresas da Quattuor Holding

DC Logistics Brasil

Criada em 1994, para atuar no gerenciamento logístico do transporte internacional, a DC Logistics Brasil propõe soluções diferenciadas ao mercado. Tem operações com 12 escritórios próprios espalhados pelo Brasil e influi em importantes ligações entre os principais polos logísticos nacionais e internacionais. Ao longo das décadas, vem realizando trabalhos primorosos que garantiram importante reconhecimento tanto no Brasil quanto no Exterior, a exemplo do Prêmio Infraero de Eficiência Logística 2018 e Best Partner Worldwide WCA World, em que foi eleita por oito vezes a melhor parceira mundial. Mais detalhes sobre a DC Logistics Brasil no site www.dclogisticsbrasil.com.

AMTrans Logistics

A AMTrans atua desde 2001 no gerenciamento logístico do transporte internacional, conquistando a importante marca de estar entre os maiores agentes independentes em movimentação de contêineres do país. São três escritórios próprios espalhados pelo Brasil, o que proporciona agilidade nas operações.  Mais sobre a AMTrans Logistics no site www.amtrans.com.br.

Rentalog Global Logistics

A mais jovem das empresas traz a experiência e profissionalismo técnico aliados à jovialidade. A Rentalog Global Logistics foi fundada em 2 de abril de 2012 e tem uma equipe focada em resultados e qualidade de atendimento aos clientes. E reforça sua competitividade no mercado graças à alicerçada rede de agentes próprios em toda a Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul. Traz em sua origem o que a Quattuor Holding tem como foco: proporcionar soluções diferenciadas e adequada a cada cliente. Mais sobre a empresa em www.rentalog.com.br.

 

Comércio Exterior Brasileiro: principais insights do primeiro semestre de 2021!

Comércio Exterior Brasileiro: principais insights do primeiro semestre de 2021!

Se manter sempre atualizado acerca do mercado é fundamental para todo negócio que almeja elevar seu patamar e melhorar seus processos e entregas continuamente. 

Deste modo, será que você anda, por exemplo, a par dos acontecimentos referentes ao Comércio Exterior Brasileiro?

Pois, saiba que, se você lida com operações de importação e exportação, cujas execuções apresentam diversas burocracias, se manter por dentro dos assuntos é mais que necessário. Isso fará com que você evite problemas, otimize questões e ainda agilize determinadas etapas.

Vale mencionar que hoje o Brasil exporta diversos produtos industrializados e semimanufaturados, dos quais podem ser citados: calçados, frutas tropicais, produtos têxteis, bebidas, alimentos industrializados, aparelhos mecânicos, produtos químicos, entre outros.

Neste conteúdo, você terá acesso aos principais insights do primeiro semestre de 2021 no que tange ao Comércio Exterior Brasileiro. 

Como foi seu desempenho? Quais foram os produtos mais importados e exportados? E os principais desafios enfrentados nas operações? Continue a leitura e confira!

Primeiro semestre de 2021 e o Comércio Exterior Brasileiro

O Ministério da Economia é responsável por no início de cada mês, divulgar os números da Balança Comercial Brasileira registrados no mês anterior. Deste modo, é possível visualizar informações relevantes e ter um maior entendimento quanto aos passos que foram dados.

Nesse sentido, a divulgação serve como um termômetro útil para visualizar ações dentro do seu negócio, rever certos pontos e até prever cenários, pois é viável saber o valor exportado e importado no período, o volume, os principais produtos negociados, o destino das exportações, as origens dos produtos importados, etc.

Se tratando desse primeiro semestre do ano, a Balança registrou, somente em janeiro, déficit, enquanto nos outros 5 meses, as exportações foram maiores que as importações, configurando assim um superávit comercial.

Em 2020, os 10 produtos mais exportados pelo Brasil foram:

  • Soja;
  • Óleos brutos de petróleo;
  • Minério de ferro;
  • Celulose;
  • Milho;
  • Carne de frango;
  • Produtos manufaturados;
  • Carne bovina;
  • Farelo de soja;
  • Açúcares e melaços.

Essa lista é bem semelhante ao até então contexto de 2021, que têm como itens mais registrados nas negociações a soja, o café, a carne bovina, e o algodão, que se une à lista anterior.

Nas importações, os bens intermediários se destacaram na Balança, com foco para os produtos químicos, insumos eletroeletrônicos, adubos e fertilizantes. 

Para os próximos meses, a expectativa de aumento nas importações é de quase 30%, e nas exportações é de 46,5%, com a possibilidade de recorde histórico de US$307,5 bilhões exportados no ano.

Apesar dos impactos gerados pela pandemia na economia, com fatores ainda a serem trabalhados para a recuperação do país, a situação se mostra positiva, já que a grande maioria dos parceiros comerciais do Brasil como, China, Estados Unidos e União Europeia, já se encontram em boas condições.

Inclusive, é importante observar que o superávit da Balança Comercial do primeiro semestre desse ano, foi o maior desde 1989, registrando o valor de US$ 37,5 bilhões, o que é quase 70% superior ao que foi registrado no primeiro semestre do ano 2020, cujo superávit foi de US$ 22,3 bilhões.

Obviamente, não é possível desconsiderar o momento que, não somente o Brasil, mas também o mundo enfrentava, em decorrência da Covid-19. As restrições, com até mesmo interrupções de voos e fechamentos de fronteiras, contribuíram substancialmente para a baixa dos números no setor.

Deste modo, a atual análise dos dados nos direciona ao entendimento de que mesmo com todos os desafios, aos poucos o país se ergue em meio ao caos.

O que esperar do Comex brasileiro no próximo ano?

Com a abertura comercial, a previsão é de que haja uma expansão econômica, fundamental para o equilíbrio da conjuntura geral. Quanto a isso, uma alternativa a ser vislumbrada diz respeito ao aumento de parceiros comerciais, que podem agregar vantagens estratégicas e de inovação, contribuindo para uma maior competitividade de mercado.

Já quando o assunto é sobre os segmentos com maior potencial, o nome agronegócio logo aparece. Apenas nesses primeiros seis meses de 2021, o desempenho do setor agropecuário foi quase 30% superior em relação ao primeiro semestre de 2020, o que mostra a força de tais atividades em campo.

Em termos de atenção, é imprescindível não ignorar os novos surtos de Covid-19, propagados pelas novas variantes, ao passo de que o mundo avança na aplicação de vacinas.

Ademais, a falta de matéria-prima ainda pode gerar problemas para as operações no setor, podendo elevar preços e aumentar o tempo das entregas. 

Conforme levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), 52,4% das empresas do setor industrial passaram por dificuldades devido à falta de matéria-prima em junho deste ano. 

Em suma, como já foi dito, é preciso se manter atualizado em torno dos relatórios e informativos para agir estrategicamente perante ao cenário.

E então?

Como vimos neste conteúdo, o Comércio Exterior Brasileiro se aponta como um eixo importante na economia, muito em função da qualidade dos produtos de exportação. 

Mesmo com os impactos vivenciados em todo o globo desde o ano passado, vale comemorar os pequenos voos, e aguardar o possível recorde histórico de US$307,5 bilhões exportados no ano.

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Regimes aduaneiros especiais: saiba quais são e o que você precisa ficar atento

Regimes aduaneiros especiais: saiba quais são e o que você precisa ficar atento

O que você sabe sobre Regimes aduaneiros especiais? Será que está atento aos seus principais pontos nos processos de importação e exportação do negócio em que atua? 

Pois saiba que esse é um ponto que requer atenção, sobretudo para quem almeja expandir seu lugar no exterior, se destacando em outros países e otimizando a gestão, na prática.

Ademais, com a elevada carga tributária nacional, maiores são os desafios a serem enfrentados no campo da economia, impactando diretamente a logística internacional. 

Com o objetivo de contribuir para o favorecimento desse cenário e viabilizar o desenvolvimento em questão, o governo criou diferentes tipos de regimes aduaneiros especiais, previstos no Regulamento Aduaneiro (RA), que garantem benefícios fiscais às atividades de importação e exportação.

Ao todo, são 17 opções para escolha, sendo 5 as mais usadas, e é importante que essa escolha seja feita de forma consciente e eficiente. 

Para te ajudar quanto a isso, neste conteúdo você verá quais são os tipos e o que você precisa, essencialmente, saber para considerar em suas escolhas. E também, saberá o que acontece em caso de descumprimento. Ficou interessado? Continue a leitura e confira!

O que você deve considerar ao optar por determinados regimes aduaneiros especiais?

Como tudo o que se refere a questões mais burocráticas, não há outro caminho a não ser se informar bastante visando dispor de clareza para se inserir em um contexto de maneira assertiva.

Com os regimes aduaneiros especiais, a regra é a mesma. É preciso saber exatamente do que se trata e quais são seus tipos para evitar problemas e ainda tentar usufruir de certas vantagens, tais como o tratamento diferenciado nos controles aduaneiros.

A seguir, veja os 5 principais regimes aduaneiros especiais e o que considerar ao optar por cada um!

Admissão temporária

A modalidade de admissão temporária é uma das mais utilizadas pelas empresas, pois permite, entre outras coisas, a entrada de produtos em um país com um objetivo específico com tempo pré-determinado. 

Isso faz com que haja um prazo para a reexportação, podendo ter suspensão total ou parcial dos tributos aduaneiros. 

Aqui, vale refletir acerca da sua finalidade, por exemplo, se a ideia é escolher esse tipo de regime para ocasiões como eventos em que a mercadoria se direciona ao destino e depois retorna ao local de origem, essa é, de fato, uma ótima alternativa.  

Exportação temporária

Se o foco é liberar a saída de mercadorias do país, com suspensão do pagamento do Imposto de Exportação, esse regime vem a agregar, contanto que os produtos retornem ao destino no estado que partiram. 

Ao retornar ao local de origem, não há a exigência do recolhimento dos tributos que normalmente vigoram em um processo de nacionalização. 

Tal escolha de regime é fundamental para viabilizar a presença de determinadas instituições em eventos promocionais no exterior.

Drawback

Dos regimes aduaneiros especiais, este é o que possibilita a importação com suspensão total dos tributos, tanto federais quanto estaduais, isenção ou restituição dos tributos federais, de bens ou insumos voltados à produção ou à industrialização de bens a serem exportados ou que já foram exportados. 

Quanto à aplicação, vale mencionar que qualquer empresa exportadora ou importadora que produza e exporte diretamente, através de um exportador industrial, ou faça venda semelhante à exportação, está apta a aderir ao regime.

Entreposto aduaneiro

Útil na importação ou exportação que necessita armazenar mercadorias em recintos alfandegados específicos, sem precisar pagar os tributos. 

Entretanto, a movimentação e o uso dos bens passam a ser de controle da Receita Federal do Brasil por meio virtual ou presencial.

Trânsito aduaneiro

Autorizado para empresas de transporte exclusivamente habilitadas, esse tipo de modalidade é vantajoso para quem quer realizar movimentações de mercadorias. 

Ademais, conforme o art. 317 do Regulamento Aduaneiro, é considerado:

  1. local de origem, aquele que, sob controle aduaneiro, constitua o ponto inicial do itinerário de trânsito;
  2. local de destino, aquele que, sob controle aduaneiro, constitua o ponto final do itinerário de trânsito;
  3. unidade de origem, aquela que tenha jurisdição sobre o local de origem e na qual se processe o despacho para trânsito aduaneiro; e
  4. unidade de destino, aquela que tenha jurisdição sobre o local de destino e na qual se processe a conclusão do trânsito aduaneiro.

O que acontece em caso de descumprimento?

Para situações em que há o descumprimento ou irregularidades relativas aos regimes aduaneiros especiais, não há outra alternativa a não ser pagar os tributos incidentes com acréscimo de juros e multas.

Como se trata de algo atrativo para diversos negócios, a orientação é para realmente prestar atenção às especificidades dos modelos, suas regras e prazos, assim se evita penalidades particulares do RA.

E então?

Como vimos neste conteúdo, os regimes aduaneiros especiais foram criados no intuito de auxiliar os processos de importação e exportação. 

Além de viabilizem o desenvolvimento do setor, como um todo, contribuem para a evolução dos negócios, devido às suas muitas vantagens. 

Na leitura, conhecemos algumas das principais modalidades — admissão temporária, exportação temporária, drawback, entreposto aduaneiro e trânsito aduaneiro.

Agora, se você sente que ainda não sabe, ao certo, como escolher o melhor modal para a logística de produtos, a dica é baixar gratuitamente o e-book que preparamos para você! 

Com esse material, temos certeza de que você estará preparado para tomar decisões assertivas referentes aos modais de transporte utilizados.

Você sabe como aconteceu a primeira importação aérea no Brasil?

Você sabe como aconteceu a primeira importação aérea no Brasil?

A história da aviação no Brasil se iniciou e atravessou inúmeros processos até chegar no que é hoje. A primeira importação aérea no Brasil ocorreu na década de 1920, com a fundação da Viação Aérea Rio Grandense, a Varig. Quanto a isso, eram transportadas caixas de madeira, documentos postais, roupas, entre outros.

Nesse início, a logística ainda era muito simplista e, somente com o passar dos anos houve um avanço no setor fomentado pela tecnologia. Esse fator, certamente, foi um grande ponto para a mudança que seria operada continuamente, gerando rupturas com o passado.

Neste conteúdo, você verá mais detalhes dessa história presente nas memórias do país, o que é importante para agregar ainda mais conhecimento para quem lida diariamente com o assunto. Continue a leitura e confira!

Como foi a primeira importação aérea no Brasil?

A primeira importação aérea no Brasil foi realizada pela Varig, a primeira companhia aérea nacional, se tornando, inclusive, a maior do país, reconhecida mundialmente pela sua qualidade. A operação era da Linha da Lagoa, que ligava Porto Alegre a Pelotas e Rio Grande.

O primeiro passageiro foi o senhor Guilherme Gastal, no experimental primeiro voo, feito a uma altitude de 20 a 50 metros da água, a uma velocidade de 160 km/h.

No que se refere ao tempo da viagem, entre Porto Alegre e Pelotas, ela levou uma média de duas horas, e o voo entre Pelotas e Rio Grande, 20 minutos. Nessa época, as limitações da tecnologia eram altas, sobretudo pelo fato de o capital brasileiro ainda ser muito recente, com poucas habilidades no quesito financeiro.

Na prática, isso fazia com que as empresas brasileiras não tivessem tanta visibilidade, dando um maior destaque para a atuação de companhias estrangeiras entre os anos de 1920 e 1930. Neste ano, era inaugurado o Aeroporto Santos Dumont, localizado no município do Rio de Janeiro, sendo ele um dos mais movimentados do Brasil. Um dos fatores para isso, se deve à sua localização bem estruturada, próxima ao centro da cidade.

Não obstante, entre 1943 e 1945, mais precisamente, se iniciava uma expansão no setor aéreo, havendo a criação de diversas empresas de transporte. Vale mencionar que isso só foi possível devido à facilidade de adquirir aviões que haviam sido usados durante a Segunda Guerra Mundial para transportar tropas.

Ademais, como tais aviões não apresentavam tantos recursos, isso contribuía para que os seus preços fossem consideravelmente reduzidos. Com isso, muitas aeronaves, sobretudo, norte-americanas, foram compradas por valores acessíveis, em bom estado e com boas condições de financiamento. Deste modo, até a década de 1960, várias empresas foram criadas.

Movimentação de cargas no país

Na lista dos principais aeroportos de movimentação de carga no Brasil, temos: Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Galeão (RJ), Eduardo Gomes (AM) e Afonso Pena (PR). No que se refere ao Santos Dumont, ele foi o primeiro aeroporto totalmente de caráter civil inaugurado em terras brasileiras.

Enquanto isso, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, em proporção, é o maior não só do país, mas também da América do Sul, e o segundo mais movimentado da América Latina em número de passageiros transportados, perdendo apenas para o Aeroporto Internacional da Cidade do México. 

É utilizado, principalmente, aeronaves de passageiros, já que há um elevado número de companhias. Por isso, mesmo havendo voos específicos para o transporte de cargas, é comum ver produtos sendo despachados em aeronaves de passageiros.

É válido também citar que o mercado de carga aérea possui dois tipos de segmentos: o de remessas expressas, que abrigam pequenas encomendas, tais como documentos, e o de cargas, útil para transportar pesos maiores e com objetivos comerciais.

Para não haver necessidade de desembaraço alfandegário, assim como estar apta a se enquadrar no regime em questão, é fundamental que as mercadorias não ultrapassem o valor máximo de US$ 5 mil na exportação e de US$ 3 mil na importação.

Como ocorre a importação aérea hoje?

Décadas e mais décadas se passaram desde a primeira importação aérea, o que, obviamente significa a evolução em muitos aspectos, agregando uma maior experiência ao consumidor, sendo possível oferecer melhores serviços, com mais opções e preços cabíveis para diferentes públicos.

Hoje, o processo de importação permite o rápido recebimento de mercadorias, com agilidade e eficiência, além de muito mais segurança. 

Outro ponto marcado pelos avanços diz respeito à capacidade de rastreio das encomendas, que pode ser feita de forma virtual.

A seguir, veja alguns procedimentos necessários referentes à apresentação de documentos para concretizar a importação aérea:

  • Declaração de Importação (DI);
  • Packing List ou Romaneio de Carga;
  • Fatura Comercial ou Commercial Invoice;
  • Conhecimento de Embarque

E então?

Como vimos neste conteúdo, desde a primeira importação aérea, muitas mudanças ocorreram, inclusive, no campo tecnológico, o que impactou diretamente a logística do setor. O resultado disso foram operações mais eficientes, ágeis, diversas, baratas e seguras.

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Exportação de madeira: confira um passo a passo

Exportação de madeira: confira um passo a passo

Realizar exportação de madeira é uma atividade totalmente possível, mas que precisa de atenção para que tudo seja feito da maneira correta. É importante ter clareza dos passos a serem seguidos para que o produto chegue ao seu destino sem problemas, com qualidade e segurança.

Vale dizer que o processo em questão envolve aspectos comerciais, referentes à prática de atingir clientes, como também alguns pontos mais complexos, tais como a união de informações acerca do país a ser feito o envio, separação de documentos, entendimento da legislação, regras específicas e planejamento logístico.

Neste conteúdo, você terá acesso a um passo a passo essencial para que a exportação de madeira seja feita conforme indicado, evitando dores de cabeça. Continue a leitura e confira!

Passo a passo de como realizar a exportação de madeira

Antes de caminhar em terras desconhecidas é importante entender algumas questões para garantir maior eficiência nesta operação.

Algo interessante é analisar os concorrentes que já atuam com exportação de madeira, seja participando de feiras, eventos específicos ou fazendo buscas pela internet. Isso poderá ser útil em termos de aprendizado e até mesmo poderá ajudá-lo a se sentir mais preparado.

Outra informação que pode te auxiliar é saber da existência de condições para a exportação de madeira em bruto, aquela vendida sem passar por acabamentos.

Segundo as regras ambientais, apenas as madeiras naturais estão aptas a serem exportadas do país, denominadas, também, de madeiras exóticas. Portanto, para este caso, é necessário obter uma autorização estadual.

Documentos necessários

Dedicar tempo para separar toda a documentação necessária é outro passo imprescindível que exige cautela. Inclusive, desde 2020, o Ibama ampliou seu rigor quanto ao controle da exportação de madeira

Com isso, foi adotado como obrigatório o uso do número do Documento de Origem Florestal (DOF) no Documento Único de Exportação (DUE), que se trata de uma integração lançada no Portal Único de Comércio Exterior – Siscomex.

Ademais, certas particularidades reforçam a relevância de atenção nessa etapa mais burocrática, pois, a documentação pode variar conforme o destino da carga.

Porém, em linhas gerais, os requisitos são: 

  • Fatura Comercial;
  • Romaneio de Carga;
  • Certificado de Fumigação;
  • Certificado de origem;
  • Certificado Fitossanitário de Origem;
  • Conhecimento de Embarque;
  • Registro de Operação de Crédito (RC);
  • Registro de Vendas (RV);
  • Documento RADAR;
  • Liberações da FATMA e IBAMA;
  • Registro de Exportação do Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior).

Adequação e atendimento à legislação e regras do mercado importador 

Ter ciência sobre as leis e regras do mercado importador é fundamental para você fazer a devida adequação. Problemas nos envios e produtos danificados podem gerar implicações que você provavelmente vai preferir evitar.

Ainda nesse sentido, é essencial focar na redução de riscos e no controle de quantidade para a exportação de madeira, visando o cumprimento das normas regulamentares. Em outras palavras, cada cuidado distancia o seu negócio de gastos imprevistos.

Não esqueça também de se informar quanto às barreiras tarifárias e não tarifárias dos países para onde será encaminhada a madeira. Essa parte deve constar no seu plano de execução.

Planejamento da logística para o embarque de madeira

Pouco adianta ser ágil na união de itens para a exportação de madeira sem um planejamento logístico. Ele serve, justamente, para reduzir os erros que podem aparecer durante o percurso. 

Imagine emitir documentos de maneira incorreta, impedindo o cumprimento dos prazos das entregas? Melhor não, certo? Por isso, nada de negligenciar essa etapa!

Se precisar de suporte, vale buscar por empresas que realizam o envio ou a supervisão desse processo. Lembre-se que será necessário realizar o carregamento do contêiner, verificar a embalagem e etiqueta e monitorar a temperatura e o consumo de madeira, como também fiscalizar a carga e descarga. 

Somente através da verificação de fatores relevantes será certo obter sucesso na  exportação da carga de madeira.

E então?

Como vimos neste conteúdo, a exportação de madeira requer alguns cuidados fundamentais, como a clareza de informações sobre o país em que será destinada, separação dos documentos, adequação e atendimento à legislação e regras do mercado importador e um bom planejamento logístico.

A DC Logistics Brasil atua com uma entrega logística eficiente e diferenciada que se adapta às suas necessidades. Contamos com uma rede de agentes que nos permite oferecer um serviço global, com follow-up proativo, flexibilidade e ferramentas online de acompanhamento de cargas. Tudo pensado para proporcionar a melhor experiência ao cliente.

Há mais de 25 anos, nos dedicamos a trabalhar com cargas e assim atender diversos mercados verticais. Somos criteriosos na análise de carga e rota, além de termos uma estrutura totalmente preparada, orientando cada fase essencial. 

Não perca mais tempo com incertezas e burocracias. Evolua as operações logísticas da sua empresa com o nosso apoio! Preencha o formulário que preparamos e receba uma cotação personalizada para a sua operação!

Cotação DC Logistics Brasil

O que você precisa saber para realizar uma importação aérea segura e eficiente

O que você precisa saber para realizar uma importação aérea segura e eficiente

Realizar uma importação aérea segura e eficiente é fundamental e precisa ser uma preocupação de quem atua no segmento. 

Isso porque, apesar de o modal marítimo ainda ser o responsável pela maior locomoção de cargas no mundo, os aviões também têm expressivo valor, por inúmeros motivos como, por exemplo, a segurança envolvida no processo.

Sobretudo para quem lida com cargas altamente frágeis, este se torna um modal relevante para que não hajam danos com as mercadorias, fazendo com que elas cheguem ao seu destino em perfeito estado. Esse certamente é o seu desejo, certo?

Portanto, você precisa prestar bastante atenção em cada item indispensável para que a sua importação ocorra como esperado. De todo modo, na lista de vantagens do modal aéreo, é possível encontrar agilidade, capacidade de rastreio e algumas variações de serviços, que devem se adequar às suas necessidades.

Neste conteúdo, você verá tudo o que é imprescindível para realizar uma importação área segura e eficiente, incluindo tópicos cruciais que não podem passar despercebidos na operação. Continue a leitura e confira!

Pontos essenciais para ter uma importação aérea segura

O que você precisa saber para realizar uma importação aérea segura e eficiente

Atenção à legislação

Após decidir qual será a forma de transporte para o seu negócio, é hora de garantir clareza acerca da legislação que viabilizará a viagem. Essa é a maneira mais assertiva de evitar problemas que apenas trarão dor de cabeça.

Para quem embarca cargas perigosas, o foco deve estar na IATA – Associação Internacional de Transportes Aéreos, que faz a regulamentação. Ela observa aspectos como peso e limite de altura permitido, além de embalagens. Por isso, trate de averiguar se cada passo está sendo devidamente cumprido antes de encaminhar as mercadorias à triagem.

Já em um âmbito geral, saiba que a lei voltada para a certificação e detalhamento de importação é a IN SRF nº 102/1994. Assim, vale a pena ler o artigo que “disciplina os procedimentos de controle aduaneiro de carga aérea procedente do exterior e de carga em trânsito pelo território aduaneiro”, no intuito de conferir se tudo se enquadra na lei.

Tenha a documentação necessária em mãos

Outro ponto que requer máxima atenção se refere aos documentos necessários para uma importação área segura. Os principais são:

Quanto ao Licenciamento de Importação, ele pode ou não ser uma exigência, basta consultar o Simulador de Tratamento Administrativo de Importação do Sistema do Siscomex.

O que você precisa saber para realizar uma importação aérea segura e eficiente

Caso você descubra que ele é uma exigência, deverá realizar a emissão sob a anuência do órgão brasileiro competente, que você identifica no próprio simulador.

Agora, se o licenciamento não for uma necessidade, basta fazer o registro da Declaração de Importação (DI) e verificar se a operação almejada se alinha aos termos dos artigos 14 e 15 da Portaria Secex nº 23/2011.

Avalie a urgência da carga e as especificações das mercadorias

Para a escolha do serviço de frete, você deve ter em mente que ele varia conforme a urgência da carga e as especificações das mercadorias.

Nesse sentido, é útil estabelecer um tempo para chegar ao destino pretendido com base no seu modelo de negócio e atual momento. 

Após essa etapa, é importante ter clareza quanto ao que será locomovido no transporte, pois isso auxilia em uma escolha realmente inteligente.

Geralmente, as importações e exportações são executadas em voos comerciais, no compartimento de cargas da aeronave, através do serviço PAX (Passenger Aircraft). Entretanto, a utilização dele exige que a mercadoria respeite diversos requisitos impostos pelo IATA.

O que você precisa saber para realizar uma importação aérea segura e eficiente

Ao optar por determinado contrato, você pode escolher o serviço com o prazo de entrega que mais faça sentido para você, tendo em vista aquela já conhecida regra de que os títulos “express” são mais caros, mas também mais rápidos e os títulos “standard”, mais procurados. Nesta opção, as mercadorias são abrigadas no próximo voo com espaço hábil.

Fique atento aos procedimentos logísticos de importação área

Além de tudo que você viu até aqui, para uma importação aérea segura, não se esqueça de se informar a respeito dos procedimentos logísticos necessários.

Com isso, é de grande valor ter em mãos, no ato do processo, o documento de Conhecimento de Embarque, já mencionado anteriormente, pois ele comprova o recebimento da mercadoria na origem.

Outro procedimento necessário é a execução do Termo de Entrada pela Receita Federal, que funciona como uma afirmação da chegada da carga no recinto alfandegado sob a jurisdição da URF (Unidade da Receita Federal) de despacho.  

Ao concretizar a viagem, a carga é direcionada para o Terminal TECA (Terminal de Cargas) do aeroporto em questão para ao fim haver a etiquetagem com o código de barras.

Nesse ínterim, antes do armazenamento da carga, é feita a verificação da quantidade de volumes, peso, embalagem, natureza, etc, com o objetivo de confirmar se está alinhada ao disposto no Conhecimento de Embarque. 

Somente assim, há a liberação para que a companhia aérea faça o tratamento específico das mercadorias e coloque-as nos locais corretos.

E então?

Como vimos neste conteúdo, conseguir realizar uma  importação aérea segura é uma prática totalmente possível, tendo como norte essencial o cumprimento das medidas cabíveis.

Entretanto, ficou claro que muitos processos e documentos são necessários para que toda a operação ocorra dentro do planejado. 

Caso você a sua empresa não tenha tempo hábil para dedicar a esses pontos tão essenciais para uma logística de qualidade, saiba que um agente de carga pode viabilizar o processo, mantendo você informado sobre as etapas em tempo real.

Por fim, pensando em ajudar você ainda mais, preparamos um guia totalmente gratuito com o passo a passo que vai garantir que a sua mercadoria chegue ao país de forma segura e dentro das leis

Principais dúvidas sobre a Norma de Fiscalização e Certificação das Embalagens de Madeira

Principais dúvidas sobre a Norma de Fiscalização e Certificação das Embalagens de Madeira

Apesar da Norma de Fiscalização e Certificação das Embalagens de Madeira ter sido divulgada em 2015, ela ainda gera muitas dúvidas e, talvez você mesmo tenha as suas. 

A questão é que embalagens desse tipo de material exigem cuidados especiais, sobretudo, quando importadas, necessitando do comprovante de fumigação ou certificado fitossanitário.

Isso é válido tendo em vista a possibilidade de haver vestígios de pragas ao não passar por processos de saneamento necessários. Por isso, é relevante que o responsável pelo setor de logística tome as devidas precauções, seguindo as medidas impostas por lei, no intuito de evitar maiores problemas.

Afinal, imagina ter que ver, por exemplo, sua mercadoria voltar para o local de origem por não estar adequada aos padrões normativos? Seria, no mínimo, frustrante, não? Mas saiba que isso não precisa ser uma realidade vivenciada por você, e este conteúdo está aqui justamente para te ajudar.

Ao longo da leitura, você verá os pontos mais relevantes acerca da IN 32 do MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Com isso, poderá esclarecer questionamentos cruciais. Confira!

Embalagens de Madeira: o que você precisa saber sobre a norma?

Se você lida com embalagens de madeira, sabe o quão valorosas elas são, muito utilizadas para a proteção de mercadorias a serem transportadas tanto no mercado interno como no mercado externo.

Através da sua estrutura resistente, que permite que as partes se encaixem formando caixas e outros fins, é viável armazenar diversos produtos, tais como alimentos, peças de automóveis, produtos de beleza e limpeza, etc.

Entretanto, não basta apenas adquirir as embalagens, é importante estar atento às regras que devem ser tomadas quanto a elas. Assim, você se desvia, inclusive, de riscos ao importar itens, como caixas, pallets, caixotes, madeiras de estiva e suportes.

 

A seguir, veja quais são os principais pontos dispostos em artigo!

  • Conforme publicação, todas as embalagens, suportes ou peças de madeira, em bruto, que forem destinadas ao acondicionamento de mercadorias importadas ou exportadas pelo Brasil, necessitam passar por procedimentos de fiscalização e certificação fitossanitária.
  • Tal fiscalização e certificação é de responsabilidade do MAPA, seguindo as Normas Internacionais para Medidas Fitossanitárias nº 15 (NIMF 15), voltada à Regulamentação de Material de Embalagem de Madeira no Comércio Internacional, da Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais, da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura – CIPV/FAO.
  • Para as madeiras com baixo risco de pragas, não há a necessidade de certificação fitossanitária. Porém, atenção, elas precisam ser descascadas, livre de pragas em qualquer estágio evolutivo e de sinais de infestação ativa de pragas. A partir desses cuidados, é possível fazer a destinação de mercadoria em trânsito internacional. Nesse sentido, vale ter em mente que embalagens e suportes de madeira feitos totalmente com madeira de espessura menor ou igual a seis milímetros, embalagens e suportes de madeira feitos inteiramente de madeira processada, tais como compensados, aglomerados, chapas de lascas de madeira e laminados de madeira, assim como alguns outros produtos advindos da madeira, são considerados de baixo risco.
  • Ao realizar o corte de pequenos pedaços de madeira para tornar firmes as mercadorias transportadas para outro país, é preciso que tais cortes apresentem a marca IPPC de forma integral. Do contrário, a utilização fica proibida.
  • Ademais, visando verificar o cumprimento da Instrução Normativa em questão, a fiscalização federal agropecuária terá livre acesso aos locais de realização de tratamentos fitossanitários com fins quarentenários, de fabricação, reciclagem, refabricação, reparo, conserto, recuperação, montagem e remontagem de embalagens e suportes de madeira, aplicação da marca IPPC e utilização das embalagens e suportes de madeira destinados ao acondicionamento de mercadorias no trânsito internacional.

Como a DC Logistics Brasil pode contribuir através de uma logística integrada?

Ao longo de uma trajetória consolidada e sempre com foco em proporcionar soluções eficientes, a DC foi otimizando dia após dia os seus serviços. Através das nossas opções de logística integrada, você pode contar com profissionais aptos a gerenciar, transportar, armazenar e distribuir sua carga com a plena certeza de segurança e agilidade.

Acreditamos na melhoria contínua e fazemos questão de atender a cada nova exigência surgida no âmbito de armazenagem e cumprimento da cadeia de transporte. Também somos atentos às inovações do mundo e, por isso aplicamos tecnologia aos nossos processos, afinal, evoluir é um ato contínuo que abraçamos.

Além disso, a nossa distribuição de cargas é feita com máxima eficiência e segurança, de modo a atender aos seus objetivos com todo o comprometimento presente em nosso DNA.

E então?

Como vimos neste conteúdo, a Norma de Fiscalização e Certificação das Embalagens de Madeira, divulgada em 2015, gerou dúvidas que atravessaram o tempo, mas cuja clareza é essencial para o seu devido cumprimento.

Dito isto, buscamos neste texto esclarecer as maiores dúvidas para que os negócios possam prosperar sem ter que lidar com problemas inoportunos.

Queremos que você conte conosco para elevar o patamar do seu empreendimento e, para isso, fazemos questão de te entregar as melhores experiências com soluções. Faça agora mesmo uma cotação!

Cotação DC Logistics Brasil

Você sabe qual é o impacto das práticas ESG no Comércio Exterior?

Você sabe qual é o impacto das práticas ESG no Comércio Exterior?

A rotina atarefada de muitos setores pode impedir a atualização acerca de debates essenciais, inclusive, para o crescimento dos negócios. É o caso das práticas ESG — Ambiental, Social e Governança, em português, que ganham dia após dia força, movimentando ações.

Se pensarmos, por exemplo, na ocorrência de desmatamentos e diversos desastres ambientais nas últimas décadas, veremos ainda mais a relevância de se adotar medidas em prol de um mundo mais sustentável

Aqui, observamos que o sustentável está ligado não apenas ao que tange o ecológico, mas também ao financeiro, já que impactos como os mencionados, contribuem para expandir o risco da abertura de mercados externos para exportações brasileiras.

Nesse sentido, vale prestar bastante atenção nesse debate e refletir sobre o papel exercido pela sua empresa. Será que ela age de modo positivo ou coopera com atitudes inviáveis, principalmente, a longo prazo?

Neste conteúdo, você poderá se inteirar mais sobre esta pauta tão necessária em termos sociais, de visibilidade e investimento para o seu empreendimento, além de conferir qual é o impacto das práticas ESG no Comércio Exterior. Continue a leitura e confira!

A importância das práticas ESG

A união de indivíduos e empresas dispostos a aprofundar as discussões em torno de práticas ESG demonstra o quanto nossa sociedade tem avanço no intuito de promover causas verdes. Não é mais um achismo, já ficou claro que o modo como uma cadeia produtiva opera tem impacto nas relações externas às indústrias, afetando a vida de todos.

Assim, por maior que seja a demanda de atividades de um negócio, é preciso que ele esteja atento para se alinhar às progressivas expectativas em curso. Aliás, o quão ágil o seu setor é hoje em se adaptar e buscar soluções que acompanhem as mudanças de mercado? Vale a reflexão.

O fato é que ao aderir aos princípios de sustentabilidade, é gerado um aumento de nível no status das instituições, no olhar dos investidores e na percepção da sociedade. Outro ponto a ser citado é que com uma gestão eficaz relativa ao Meio Ambiente, Social e Governança, há uma melhora no clima e nas operações, promovendo resultados muito mais satisfatórios para quem adota tais práticas.

No Comércio Exterior, os benefícios não deixam de existir, basta observar a alta exigência dos mercados europeu e norte-americano quanto ao controle do processo produtivo e nas trocas comerciais. 

O que ocorre é que com a inclusão de agendas sustentáveis, há um aumento no rigor da fiscalização, sendo imprescindível implementar, não apenas boas práticas comerciais, como também atitudes sustentáveis em todo o ciclo de operação.

Vale mencionar ainda que, os conceitos e as definições referentes às práticas ESG são os mesmos em qualquer país, o que faz com que haja uma coerência na agenda internacional. 

Consegue perceber agora o poder desse conceito? Já há sinais dele no seu empreendimento? O que você acha de agir para isso?

Como se beneficiar com práticas sustentáveis no Comércio Exterior?

Você sabe qual é o impacto das práticas ESG no Comércio Exterior?

Como já podemos perceber, diversas são as vantagens da adoção de medidas sustentáveis em distintos contextos. Agora, chegou a vez de entender como elas recaem dentro do Comex. 

Nesse quesito, é indicado que os termos sejam claros, isto é, toda a equipe de uma instituição deve ter acesso transparente às regras para que o objetivo seja alcançado.

Em outras palavras, é preciso que haja a promoção de uma comunicação que dialogue com todas as partes, visando focar precisamente nas ações voltadas ao Ambiental, Social e Governança – pilares das práticas ESG.

Deste modo, a partir de um plano inteligente e consistente, é possível usufruir de benefícios no Comércio Exterior, tais como a inserção nos mercados mais exigentes, com maior número de barreiras impostas. 

Um bom caminho quanto a isso é investir em um modelo corporativo sustentável, que seja capaz de equilibrar o advento tecnológico com inovação, presença de certificações fitossanitárias e esforços para manter a saúde física e mental dos colaboradores.

Algo essencial, ainda nesse aspecto, é a conformidade com legislações para exportar e importar. Portanto, não deixe de verificar isso e sobre como proceder para obter certificações exigidas para o seu setor de atuação. Isso demonstra que há um engajamento interno no que se refere às adequações.

Por fim, um dos impactos das práticas ESG no Comex diz respeito à melhora da imagem internacional da empresa, pois ela passa a ser vista com mais valor na adoção correta de ações. 

Ou seja, esse é outro motivo para trabalhar essas práticas em todos os níveis da sua corporação, afinal, as principais agências classificadoras do rating ESG – responsável por medir o quanto uma empresa adota boas práticas Ambientais, Sociais e de Governança – são internacionais.

E então?

Como vimos neste conteúdo, se alinhar as práticas ESG tem alto valor tanto para os integrantes de uma empresa, quanto para o meio ambiente e para a sociedade em geral. 

Assim, vale estar por dentro dos debates relacionados ao tema, no intuito de inserir medidas que concordem com as mais recentes demandas de mercado. Desse modo, você terá mais chances, inclusive, de aumentar sua competitividade nas importações e exportações.

Para contribuir com os avanços no seu setor, temos uma newsletter que vai te manter atualizado sobre o mercado de Comex! Cadastre-se agora mesmo!

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Entenda a importância da segurança de dados no Comex

Entenda a importância da segurança de dados no Comex

Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. E, na logística internacional, não é diferente. Nesta realidade cada vez mais on-line, os negócios de importação e exportação precisam pensar além da proteção das cargas, priorizando também a segurança de dados.

Isso porque, quanto mais ferramentas digitais são utilizadas nas movimentações, mais informações são disponibilizadas nestas plataformas. 

E, apesar destes recursos contribuírem com a agilidade e praticidade ao importar e exportar, os riscos de vazamentos de dados são altos durante esta troca. 

Por isso, todo cuidado é pouco quanto são realizadas operações com suporte da internet. Sendo assim, para aproveitar os benefícios que a conectividade tem a oferecer ao comércio exterior, é importante investir na proteção.

Então, se quer manter os negócios de importação e exportação alinhados com as demandas da transformação digital sem medo, confira as informações que listamos sobre a importância da segurança de dados no Comex.

A importância da segurança de dados

Muito se fala sobre a importância da segurança de dados, mas ainda existem muitas dúvidas sobre o porquê de investir neste tipo de proteção. Afinal, o mundo digital, à primeira vista, parece muito seguro. 

Porém, existem muitos riscos navegando pelas redes aos quais você precisa se atentar ao importar e exportar também.

Segundo matéria do Jornal Nacional, por exemplo, somente em 2021, milhões de brasileiros registraram que tiveram dados vazados ilegalmente, por meio de ataques cibernéticos.

E, quando pessoas de má-fé acessam estas informações dos negócios, não só desorganizam as operações e geram atrasos e perdas de documentos, como também trazem muitos prejuízos, principalmente financeiros. 

Muitos criminosos utilizam as informações para acessar contas bancárias e realizar saques indevidos, ou ainda captam dados de cartões de crédito para compras indevidas. 

Também existe o risco de sequestro dos dados, quando eles exigem recompensa para devolverem as informações das empresas por valores muito altos.

Entenda a importância da segurança de dados no Comex DC Logistics BrasilNo comércio exterior, a importância da segurança de dados também deve ser uma prioridade. Isso porque as informações são valiosas para as tomadas de decisões, conforme já explicamos aqui, quando abordamos o uso do Data Mining na logística internacional.

Com o uso assertivo das ferramentas digitais nas negociações, é possível reduzir custos logísticos que, por sua vez, refletem em vantagens aos consumidores finais, contribuindo para a fidelização.

Além disso, os recursos que proporcionam o monitoramento de cargas on-line proporcionam uma melhor experiência para importadores e exportadores, porque contribuem com a identificação de problemas na rota e possibilitam a resolução imediata de cada situação específica.

3 dicas para a proteção digital na importação e exportação

A melhor forma de garantir a segurança de dados no Comex é investindo em soluções de proteção e no suporte de profissionais de confiança.

Mas, além disso, você pode adotar alguns cuidados no dia a dia da importação e exportação que contribuem com a proteção dos negócios. Nós listamos alguns deles aqui, confira!

Dica 1: atualize seus softwares

Esta é uma medida fundamental para a segurança dos dados. Porque os recursos digitais estão sempre passando por atualizações, para que sejam cada vez mais eficientes. Se você é do time que prefere “deixar para mais tarde” e está sempre adiando este procedimento, saiba que está mantendo as portas abertas para que os ataques cibernéticos aconteçam.

Dica 2: automatize o backup das informações

Quanto mais backups você realizar, mais chances têm de garantir que as informações estejam disponíveis e protegidas nas nuvens. E ao automatizar este procedimento, você evita erros humanos. Já pensou esquecer de copiar um documento importante para a importação ou exportação e, quando precisar acessá-lo, não encontrar? E, assim, se algum criminoso acessar seu sistema, você terá tudo salvo em outro lugar para acessar assim que precisar.

Dica 3: atenção às senhas

Para começar, precisamos lembrar uma dica básica para a segurança de dados: não utilize a mesma senha em diferentes plataformas. Continuando, outra forma de aumentar esta proteção é por meio de ferramentas de criptografia para senhas. Isso impede o acesso por hackers ou softwares com más intenções.

LGPD e o comércio exterior

A LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados, entrou em vigor em agosto de 2020 e tem transformado a conectividade brasileira. Isso porque ela visa proporcionar mais segurança e transparência nas relações entre empresas e usuários on-line, como já explicamos aqui no blog.

E, no comércio exterior, a LGPD também tem grande impacto. Isso porque a preocupação com a segurança de dados transmite mais confiança e transparência às operações, seja ao importar, ou exportar.

Entenda a importância da segurança de dados no Comex DC Logistics Brasil

Além disso, nas negociações de comércio exterior, deve-se considerar que as obrigações aduaneiras exigem muitos dados para ocorrerem.

São desde dados sobre a carga, como do consignatário, como nome, documentos, informações residenciais, valores, entre outros. Ou seja, com a LGPD, você não só impede que os dados da empresa sejam vazados, como também dos clientes!

Logo, os negócios de comércio exterior que aplicam corretamente a LGPD ganham pontos junto às empresas estrangeiras que também têm como prioridade a segurança de dados, bem como aumentam a confiança no mercado brasileiro, incentivando novas relações comerciais.

Na DC Logistics Brasil, suas informações estão seguras

A transformação digital já é realidade na DC Logistics Brasil, por isso, a segurança de dados é nossa prioridade. Isso porque sabemos da importância das ferramentas digitais para a eficiência da logística internacional.

Logo, sabemos como usar com segurança as informações disponibilizadas, para criar as melhores estratégias de movimentação de cargas, sem riscos cibernéticos. 

O preparo da nossa equipe neste sentido, bem como a alta confiança, reflete na forma como agregamos valor aos negócios com ferramentas inovadoras e otimizadas, como o Follow Up em Real Time, por exemplo.

Então, confie nas tecnológicas soluções da DC Logistics Brasil ao importar e exportar. Acesse e solicite uma cotação de frete sem compromisso!

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Entreposto Aduaneiro o que você precisa saber sobre ele

Entreposto Aduaneiro: o que você precisa saber sobre ele

Você sabia que o entreposto aduaneiro é uma boa solução para quem busca de mais agilidade no desembaraço alfandegário? Como também para quem quer trabalhar com um valor competitivo de armazenagem nas zonas secundárias?

Ele ainda atende a quem procura possibilidades de desdobramento dos produtos em lotes para desembaraços correspondentes a nacionalização das mercadorias, de forma fracionada.

E tudo o que você precisa saber sobre este regime aduaneiro especial, para importar e exportar, está neste conteúdo que preparamos para você.

Pois, em um momento desafiador para a logística internacional, como o que vivemos hoje, saber sobre o entreposto aduaneiro pode ser uma forma de solucionar muitas questões do comércio exterior.

Acompanhe nesta leitura as principais informações que listamos sobre o armazenamento de mercadorias em recintos alfandegados, para se beneficiar com isso em suas movimentações.

Para começar, o que é entreposto aduaneiro?

Em definição compartilhada pela Receita Federal, o regime especial de entreposto aduaneiro permite o armazenamento de mercadorias importadas e exportadas em recintos alfandegados, seja de uso público ou privado. 

Ele é utilizado em determinados benefícios tributários, considerando a suspensão dos tributos federais incidentes sobre o comércio exterior ou benefícios inerentes à exportação, que variam a cada caso específico.

Desta forma, o entreposto aduaneiro admite que as mercadorias estrangeiras (desnacionalizadas também) ou nacionais permaneçam no país. 

Antes de seguirmos em frente, entenda melhor o que significa o conceito de nacionalização:

Entreposto Aduaneiro o que você precisa saber sobre ele

Vale ressaltar que os beneficiários do regime devem providenciar o pagamento dos tributos após a nacionalização, como também a Declaração de Nacionalização de Entreposto Aduaneiro no Siscomex.

Entretanto, existem diferenças entre o entreposto aduaneiro na importação e exportação, que vamos apresentar a você agora.

Na importação

Nas importações, o entreposto aduaneiro permite a armazenagem de mercadorias internacionais em recintos alfandegados públicos, sem a necessidade de pagamento de impostos federais, ou da contribuição para o PIS/PASEP-Importação e da COFINS-Importação incidentes na importação, como também explica a Receita Federal.

Na exportação

Nesta condição, ainda segundo a Receita Federal, este regime aduaneiro possibilita a armazenagem de mercadorias destinadas à exportação também nos recintos alfandegados. Vale reforçar que o entreposto aduaneiro na exportação pode ser definido entre as modalidades de regime comum ou extraordinário. Aprenda as diferenças:

  • Regime comum: permite a armazenagem de mercadorias nos recintos alfandegados públicos e os pagamentos de impostos federais são suspensos.
  • Regime extraordinário: já nesta modalidade, é permitida a armazenagem de mercadorias nos recintos privativos, com direito aos benefícios fiscais previstos para incentivo à exportação, antes do seu efetivo envio para o exterior.

Apresentamos os principais conceitos e definições sobre o entreposto aduaneiro, mas este ainda é só o começo. 

Portanto, para melhor compreensão, não deixe de verificar a legislação referente ao assunto, disponível para leitura no site da Receita Federal

Entreposto Aduaneiro o que você precisa saber sobre ele

O entreposto aduaneiro permite vantagens como, por exemplo, a redução do congestionamento entre portos.

 

Entenda como o entreposto aduaneiro influencia a sua importação e exportação

Da teoria, vamos à prática: você sabe como o entreposto aduaneiro contribui com suas movimentações ao importar e exportar? 

Pois saiba que este regime pode ajudar você a resolver muitas questões do comércio exterior, principalmente no cenário desafiador que vivemos atualmente. Trouxemos aqui alguns dos benefícios do entreposto aduaneiro. Confira!

Redução de custos e melhores negociações

Para começar, pela suspensão dos tributos, o entreposto aduaneiro ajuda a reduzir custos das operações. Além disso, é uma excelente opção para a flexibilização de negociações do comércio exterior, pois ao gerar crédito rotativo imediato ao importador, acaba garantindo descontos aos negócios. E ainda possibilita prazos maiores de pagamentos aos exportadores.

Estoque

Ao contar com um local apropriado para a armazenagem provisória à disposição, com suspensão dos tributos, é possível manter um estoque de exportação sempre próximo, para retirada assim que necessário e nas quantidades que precisar, como explica o portal ComexBlog.

Sendo assim, esta se torna uma escolha assertiva para a gestão de estoque de produtos importados, pois ainda possibilita a nacionalização das cargas em lotes, de acordo com cada necessidade comercial.

Agilidade

Os entrepostos aduaneiros permitem a armazenagem pelos beneficiários em recintos de uso público ou privado, ou ainda em portos secos, instalações portuárias de uso privativo misto, como também nas plataformas marítimas de pesquisa e de lavra de jazidas de petróleo. 

Existem também trading companies que têm permissão para esta armazenagem, porém somente de forma temporária, como nos casos de cargas de eventos, exposições de arte, entre outros objetos.

Assim, esta vasta possibilidade de armazenagem permite, por exemplo, redução do congestionamento entre portos. E ainda ajuda a melhorar os prazos de entregas de produtos da importação e exportação, já que não é necessário aguardar a chegada da mercadoria para realização dos processos. E, com a agilidade deste desembaraço e possibilidade de armazenagem sempre à disposição, as cargas são enviadas com mais agilidade aos destinos.

E então?

Concluindo, o entreposto aduaneiro é um regime que contribui com quem busca mais agilidade nas operações. 

Ele beneficia muitas operações de importação e exportação brasileiras, principalmente nos setores de peças de máquinas e componentes elétricos, como também na movimentação de materiais de reposição, e soluções de informática e eletromecânicas.

É importante destacar que cargas naturais só podem permanecer no entreposto aduaneiro para pesquisas ou no caso de uso para gás natural, ou hidrocarbonetos. 

E que também não são permitidas mercadorias proibidas para importação, como ainda produtos usados ou importados com cobertura cambial, ou cujos beneficiários forem administradores dos recintos de armazenagem.

Estamos vivendo em um momento de peak season no universo da importação a exportação, que não tem data para terminar, devido à pandemia.

Neste cenário, saber mais sobre o entreposto aduaneiro pode contribuir com a forma como você agilizar suas operações e, ainda, aprimora as negociações.

Porque este sistema ajuda a manter a eficiência da gestão logística, assim como nossas soluções completas para importação e exportação!

Nossa equipe está à disposição para te orientar em todos os casos e promover a alta performance das movimentações de cargas com o melhor prazo, custo-benefício e superando desafios específicos de várias verticais. 

Quer saber mais sobre como podemos ajudar você a contar com todos os benefícios do entreposto aduaneiro no seu dia a dia do comércio exterior? Então solicite agora a sua cotação sem compromisso!

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