Veja quais são as principais feiras de logística em 2022

O ano de 2022 promete! Em vários sentidos Inclusive, há uma grande expectativa para que ele retome as atividades em várias indústrias. Um bom exemplo são as feiras de logística em 2022, que devem ganhar força. E como você verá abaixo, o calendário está recheado de opções.

E para terminar essa introdução e irmos logo ao calendário de eventos, leve em conta que são muitas as vantagens de participar de feira de logística, como o fato de ser uma forma de fazer networking e negócios. Essa conexão gera oportunidades e conexões com parceiros.

Vamos ao que interessa!

NT Expo 2022 (10 de março a 12 de março)

Chamada também de Negócios nos Trilhos, a NT Expo é uma exposição de fabricantes de material ferroviário no Brasil e de mais de uma dezena de países. A ideia é unir operadores e empresas ligadas às ferrovias, metrôs e trens.

A área de exposição é de mais de 14 mil metros quadrados, sendo que esse é considerado o maior evento do segmento, com seminários que permitem a atualização dos profissionais. O último evento foi em 2019 e a pausa foi devido à pandemia.

Para saber tudo da NT Expo, acesse o site.

Intermodal South America 2022 (15 de março a 17 de março)

A 26ª edição da Intermodal South America é um evento híbrido, sendo considerado o segundo maior do mundo e o primeiro da América Latina com o foco em logística, intralogística, transporte de carga e comércio exterior.

A expectativa é a de reunir 38 mil profissionais de mais de 65 países e expor mais de 400 marcas. O evento tem duração de 3 dias e é híbrido porque vai unir a edição física com as atividades digitais. Vai acontecer a partir de 15 de março no São Paulo Expo (SP).

Outras informações estão disponíveis no site da Intermodal South America 2022.

Fruit Logistica 2022 (5 de abril a 7 de abril)

A feira comercial líder mundial do comércio de frutas frescas está agendada para abril de 2022. Depois de várias mudanças por conta da pandemia, as autoridades decidiram marcar para o quarto mês deste ano o evento, que é muito aguardado pelos representantes do setor.

A feira contará com mais de 80 países representados por seus expositores. As inscrições vão até 15 de fevereiro para os expositores e os ingressos para visitantes são vendidos online, a partir de 45 euros. O evento acontecerá em Berlim, na Alemanha, na Messe Berlin.

Todas as informações, como cadastro, estão disponíveis no site da Fruit Logistica.

TransRussia 2022 (12 de abril a 14 de abril)

Mais uma feira de logística internacional é a TransRussia, que acontece em Moscou todos os anos. Esse é um evento que reúne serviços de transporte e logística, além de informações sobre equipamentos de armazenamento e tecnologias russas.

Ao todo, são mais de 200 empresas de mais de 20 países que participaram da última edição, que foi em 2021. A exposição, naquele ano, teve mais de 13,9 mil especialistas de empresas, indústrias e do comércio ligados aos temas abordados.

Você pode saber tudo do TransRussia 2022 no site.

Feira de Transporte Intermodal e Logística 2022 (11 de maio a 14 de maio)

A FTL, como é chamada a feira, vai acontecer no Centro de Convenções de Goiânia (GO). O objetivo é apoiar as principais entidades do segmento, gerando oportunidades e negócios. A programação inclui abordagens de temas que apresentem novas soluções para o setor.

Também haverá exposição, com a mostra de equipamentos, produtos e serviços. O foco maior será no agronegócio e no varejo. Entre os destaques é possível notar a participação de palestrantes que são respeitados no mercado.

Para saber como participar ou como expor, os interessados devem acessar o site da FTL 2022.

Logismed 2022 (24 de maio a 26 de maio)

No Marrocos vai acontecer a 9ª edição do Logismed. Um tipo de feira que reúne profissionais do transporte, da logística e de toda a cadeia de abastecimento. A última edição foi em 2019 e houve a pausa por dois anos devido à pandemia, suficiente para se criar um cronograma novo.

Para esse ano, os organizadores prometem conferências de alto nível, uma vila de startups e o famoso networking, o que acaba sendo uma oportunidade e tanto para empresas e profissionais brasileiros que pensam em internacionalizar os seus negócios.

O cronograma e as informações detalhadas estão no site da Logismed 2022.

Expo Logística Paraguay 2022 (8 de junho a 9 de junho)

Lá no Paraguai também é possível encontrar uma grande feira de logística, que é a Expo Logística Paraguay. Todos os anos, o Brasil participa com seus representantes comerciais. Há agentes de cargas, seguradoras e mais um monte de marcas ligadas à indústria do transporte.

Nesse ano de 2022, o evento será em Asunción e tem o objetivo de oferecer informações de qualidade aos visitantes e congressistas. No site do governo paraguaio você pode encontrar mais informações e até mesmo outros eventos que acontecem por lá. Acesse.

Por exemplo, outro evento de logística no Paraguai que tem destaque em toda a América do Sul é o Navegistic, que acontecerá em Asunción.

Transpo Sul 2022 (13 de junho a 16 de junho)

Essa vai ser a 22ª edição da Feira e Congresso de Transporte e Logística, a Transpo Sul. Ela é considerada a maior feira de inovação do transporte e acontecerá na FIERGS, em Porto Alegre (RS). Na última edição, de 2019, o evento teve 14 mil visitantes e congressistas.

Para a nova edição, a expectativa é ter ainda mais público. Para isso, serão 4 dias de evento, com exposições e palestras, trazendo inovações do setor e aproximando as pessoas de grandes marcas. As inscrições são gratuitas.

Mais informações sobre o evento, no site da Transpo Sul 2022.

Logistique 2022 (30 de agosto a 10 de setembro)

Sem dúvidas, essa é uma das maiores feiras de logística em 2022 que você poderá visitar. Na edição foram mais de 15 mil visitantes, mais de 170 expositores e mais de 1.700 congressistas. A expectativa é que os números aumentem em 2022.

O evento envolve toda a cadeia logística levando em conta os principais players do mercado. Assim, possui uma ampla variedade de produtos, serviços e soluções, o que inclui tecnologias e novidades para a melhoria do setor. O evento será híbrido, entre a parte física e as atividades digitais.

Vai acontecer nos Pavilhões da Expoville, em Joinville (SC). Saiba mais no site da Logistique 2022.

Brasil Log 2022 (11 de setembro a 13 de setembro)

Chamada de Feira Internacional de Logística, a Brasil Log acontece em Jundiaí (SP), perto da capital paulista. Essa vai ser a 8ª edição do evento que vai acontecer em setembro. Os visitantes poderão acessar experiências únicas, além de palestras e workshops.

Os diretores do evento esperam atrair mais do que 7 mil pessoas de todo o país em um espaço de mais de 50 mil metros quadrados dividido entre 3 pavilhões. Há ainda uma área externa que será ocupada pelos stands. A entrada é gratuita.

Você poderá descobrir mais sobre o evento no site da Brasil Log 2022.

Movimat 2022 (7 de novembro a 11 de novembro)

Agora temos um evento que reúne produtos, serviços, soluções e conteúdo de qualidade para todos os processos logísticos do país. A última edição foi em 2019 e foi um sucesso. Em 2021, estava agendado, mas a data foi alterada para 2022, em novembro, no São Paulo Expo.

Se o assunto é sobre intralogística e supply chain, sem dúvidas, o Movimat é uma ideia interessante para os participantes, inclusive, recebe gente de toda a América Latina. É realizada juntamente com a Fenatran, que você vai ver abaixo.

Saiba tudo da Movimat 2022 aqui.

Fenatran 2022 (7 de novembro a 11 de novembro)

A Fenatran está entre as maiores feiras do Brasil que são focadas na área de transporte e logística. O conceito por trás é o de interagir com o público e gerar negócios durante o ano todo. Por isso, tem a missão de conectar marcas com a comunidade.

O evento está marcado para o fim do ano e vai acontecer na São Paulo Expo (SP). Como a maioria das feiras de logística do ano, ela vai ser em formato híbrido, com a parte da exposição física e mais os encontros que vão acontecer de modo online, por meios virtuais.

Todas as informações estão divulgadas no site da Fenatran 2022.

Para saber mais sobre o setor de transporte e logística e o que prometem as feiras de logística em 2022

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Cadeia de suprimentos | Como prevenir ou contornar problemas nos processos

Um dos principais conceitos do universo dos negócios é a cadeia de suprimentos. Ela é a corrente que consegue unir as empresas com os seus respectivos destinos finais na hora de entregar produtos ou serviços.  

Sem ela essa imensa máquina que é o mundo corporativo perde uma engrenagem importante. Por isso, é importante ficar atento aos problemas que podem acometer essa peça.

Nesse artigo você vai ficar a par de algumas soluções que visam evitar ou sanar os problemas que afetam essa cadeia, prejudicando as vendas e a gestão dos negócios. Confira! 

Problemas na cadeia de suprimentos

A cadeia de suprimentos é um elo importante no cenário empresarial e, por essa razão, merece ser estruturada e planejada da melhor forma possível.

Ainda que o atual cenário traga os efeitos de uma pandemia no mercado econômico, não há motivos para pânico. Com um bom planejamento e os recursos adequados, a cadeia de suprimentos sempre contou com maneiras para superar os mais diversos problemas.

Dificuldades com o uso das tecnologias digitais, congestionamento portuário, baixo investimento no transporte aéreo e estradas precárias são apenas alguns dos itens que fazem parte dos problemas que normalmente afetam a cadeia.

Além do mais, muitos gestores não contam com informações relacionadas a cada um dos elos da cadeia. Este empecilho atrapalha o gerenciamento adequado nos processos produtivos, especialmente quando se trata da gestão de estoque, por exemplo.

No entanto, apesar das evidentes dificuldades, não há a necessidade de sustos. É importante ter em mente que hoje em dia é possível contar com práticas capazes de prevenir ou contornar esses e outros problemas.

Redução dos gastos

A redução de custos é um dos principais objetivos dos gestores. Felizmente, nos dias de hoje, temos à disposição recursos que viabilizam essa empreitada. 

Isso pode ser feito diante de uma análise eficiente do histórico de vendas, de uma identificação precisa dos períodos de sazonalidade e também de uma eficiente projeção de futuras demandas.

Entretanto, é importante também levar em conta a otimização do fluxo de comunicação com a área comercial, permitindo, desse modo, uma melhor compreensão das necessidades dos clientes.

Monitoramento dos fornecedores

Esse procedimento permite obter os preços mais acessíveis e condições de pagamentos, além também de garantir qualidade dos produtos e serviços.

Para viabilizar esse monitoramento é necessário adotar políticas de desenvolvimento para esses prestadores de serviços, como, por exemplo, exigir certificações de qualidade, constante aperfeiçoamento e medidas ecologicamente sustentáveis.

Contudo, é importante destacar sempre que as atitudes do fornecedor influenciam diretamente no bom funcionamento da cadeia de suprimentos, por isso o monitoramento é sempre bem-vindo.

Vale salientar ainda que a escolha correta do agente de logística ou da empresa também é uma maneira importante para trazer melhorias.

Otimização dos processos internos na cadeia de suprimentos

Além do monitoramento dos fornecedores, é importante também contar com soluções que proporcionem uma boa redução de custos, elimine procedimentos desnecessários e aumente a produtividade, ou seja, que otimize os processos internos.

Nesse contexto, a utilização de ferramentas digitais capazes de trazer benefícios para a gestão da logística é essencial.

Elas servem para modernizar e agilizar os processos que envolvem o gerenciamento da cadeia. É importante que os gestores conheçam e pesquisem a respeito delas.

Uso de um sistema integrado de gerenciamento

A adoção da tecnologia digital nesse caso é fundamental, visto que ela estabelece uma série de vantagens. Uma delas é facilitar o controle de estoque por meio de lista e mapeamentos com informações precisas acerca dos produtos, evitando o desperdício e a falta deles.

Outro benefício é o melhor gerenciamento das compras, que proporciona uma eficiente comparação dos dados e avaliar com mais precisão qual é a melhor hora para repor os produtos.

Além do mais, vale salientar ainda o acompanhamento mais qualificado dos colaboradores, trazendo informações acerca de horários e funções estabelecidas.

Padronizar e integrar os procedimentos na cadeia de suprimentos

Com o auxílio das ferramentas digitais adequadas, os procedimentos adotados na cadeia de suprimentos se tornam mais produtivos e escaláveis, proporcionando mais segurança, controle e integração dos processos.

Graças a essa padronização e integração se torna possível estruturar a cadeia e, consequentemente, otimizando a gestão e reduzindo ao máximo o surgimento dos mais diversos problemas.

Não há razão para pânico

Sabemos que o atual momento a economia ainda sente os impactos, com o mundo aos poucos se recuperando do golpe que foi a pandemia. Isso afeta de forma significativa o mercado de um modo bastante amplo, inclusive a cadeia de suprimentos.

Porém, diante de uma gestão devidamente estruturada e planejada, com base nas ferramentas digitais atuais, é possível prevenir e contornar vários problemas que afetam esse segmento.

Portanto, com o intuito de proporcionar uma boa gestão da cadeia, vale seguir as dicas mencionadas, otimizando ao máximo os processos e evitando o aparecimento dos problemas que atrapalham a cadeia de suprimentos.

O agronegócio no mercado de exportação brasileiro e a escolha da logística certa [é mais fácil do que você pensa]

O Brasil é imenso em vários sentidos. Somos um dos maiores no mercado de exportação mundial e no agronegócio. Ao mesmo tempo, existem vários produtores que ainda não ganham dinheiro com isso.

Aqui na introdução seremos breves: o que queremos é que você veja como entrar no mercado de exportação pode ser uma escolha inteligente. Depois, queremos que entenda o porquê escolher o modal logístico certo pode ser o seu diferencial para chegar a outros países.

E para que você não se perca na leitura, dividimos esse conteúdo em tópicos.

Em um primeiro momento, vamos mencionar a teoria, com o tópico sobre o que é exportação. Depois, as pesquisas de mercado internacional (o que inclui o agronegócio como mercado em potencial). Por fim, dicas sobre como entrar no mercado de exportação e como fazer a escolha da logística. Vamos nessa?

O que é o mercado de exportação

O conceito por trás do mercado de exportação diz que é uma atividade de comércio, entre bens e serviços, de um país para outro. Além do mais, a explicação cita que o objetivo para a empresa está voltado para a diversificação do mercado consumidor, diminuindo os riscos de ficar condicionado a uma única economia nacional.

Ah, é bem simples entender a importância do mercado externo se avaliarmos que estar em vários mercados pode contrabalançar alguns resultados ruins de um país ou outro. Sabe aquela ideia de não colocar todos os ovos na mesma cesta, que usam nos investimentos? É isso. Diversificar!

Sem contar que temos uma valorização do dólar, ou seja, essa moeda é mais forte que a nossa e isso é bom para quem vai ganhar dinheiro com a exportação. Bem, não vamos alongar o tópico porque deve ter ficado claro o que é a exportação, correto?

O que o Brasil exporta

Para complementar esse tópico inicial, também vamos falar sobre o que o Brasil exporta. Ou seja, o mercado de exportação brasileiro é formado por quais tipos de produtos? Se for citarmos uma ordem dos “campeões das exportações”, você verá o agronegócio em alta.

Por exemplo, somos líderes em exportar soja, celulose, milho, café, carne bovina e de frango. Ainda vem o petróleo, o minério de ferro e outros. Ah, vamos deixar para falar mais disso nos próximos tópicos, já que pesquisas de mercado internacional foram feitas recentemente.

O que nos importa para esse primeiro momento é considerar que as exportações brasileiras bateram recordes até a metade do ano de 2021, conforme dados do Governo Federal. Então, se você quer saber como anda as exportações brasileiras, saiba que anda muito bem.

As pesquisas de mercado internacional

Recentemente, a Apex-Brasil fez duas pesquisas de mercado internacional sobre o mercado de exportação brasileiro. Em uma delas cita os principais mercados que possuem alto potencial para o Brasil. A outra fala sobre as oportunidades para o futuro.

Veja um trecho de cada uma delas!

Apex-Brasil identifica oportunidades no mercado agro. Nessa matéria, o que se vê é que alguns países estão se mostrando interessados em mercados “diferentes” do que era tradicional. México gera oportunidades para insumos para calçados e móveis, por exemplo. O Reino Unido é uma ótima chance para quem exporta frutas.

Apex-Brasil mapeia mercados com alto potencial para exportações. Nessa próxima matéria não dá para não dar atenção para o fato de que o país chegou a 150 mercados externos para produtos agropecuários. Por isso, em 2021, o agronegócio representou 21,8% de todas as exportações nacionais.

De um modo resumido, vemos algo que é bem comum de ser comentado entre os especialistas do mercado internacional: o Brasil tem ótimo potencial para o agronegócio, que já é um mercado muito interessante do ponto de vista financeiro.

Ao mesmo tempo, existem ainda algumas pessoas que se perguntam: por que exportar? Bom, a verdade é que há mil e um motivos para isso, inclusive, a questão de diversificar o mercado e conseguir alavancar as vendas. Veja como isso pode ser mais simples do que parece.

Como entrar no mercado de exportação

Essa é uma dúvida que muita gente tem. Especialmente, os empreendedores ousados, que querem ver seus negócios decolarem mundo afora. Mas, a dúvida que paira no ar é: como entrar no mercado de exportação?

A verdade é que esse tópico pode não ter uma resposta certeira para você. E sabe por quê? Porque os requisitos, condições e até mesmo as estratégias vão depender muito do mercado. Ah, e não estamos falando sobre o mercado do agronegócio, mas algo mais detalhado.

Para você entender melhor isso, vamos citar o exemplo da exportação da madeira. Já falamos disso aqui no blog, você lembra? (Se não leu ainda, leia aqui).

As indústrias madeireiras que querem chegar a outros países vão precisar apresentar documentos como fatura comercial, romaneio de carga, certificados, registros e muito mais. Depois, tem que conhecer as regras do mercado que vai importar os produtos.

E aí vem também um dos requisitos mais importantes de todos: o planejamento da logística. Mais do que saber como andam as exportações brasileiras, você precisará ter a sabedoria de saber como fazer esse “envio” de madeiras para qualquer lugar do mundo.

A exportação brasileira no agronegócio atualmente

Com certeza, o que você já deve ter ouvido falar é que o Brasil é um centro de distribuição para o setor agrícola, não é verdade? Afinal, exportamos carnes para mais de 130 países, sem falar das frutas, cafés, produtos orgânicos e muito mais.

E vimos acima, no último tópico que existem vários pontos a serem abordados nessa hora. No caso da logística, você sabia que existem empresas especializadas nesse assunto? Por exemplo, vamos voltar a falar do exemplo da madeira para você entender isso.

Ela exige o carregamento de contêiner, verificação das embalagens, etiquetas de monitoramento, temperatura da madeira, fiscalização de carga e descarga, além de outros detalhes. Aí, muita gente se desespera. Mas, não precisa desesperar!

A DC Logistics Brasil é uma das mais conceituadas empresas de logística do país e faz todo planejamento para a exportação, especialmente, para quem atua no agronegócio brasileiro.

Se você ficou interessado nisso e quer decolar nas suas vendas chegando a outros países, uma boa ideia é fazer uma cotação online deste frete. Esse primeiro contato pode ser decisivo para você se tornar uma empresa internacional.

Cotação de frete com a DC Logistics Brasil

 

Por que exportar com a logística certa?

Talvez esse tópico não precisasse estar aqui, é verdade. Só que ao chegar ao fim do texto pode ser que você ainda não esteja convencido sobre o assunto. Então, criamos algumas linhas finais para que você entenda a importância da logística para exportação.

Falamos da madeira e agora vamos falar da manga, ok? O exemplo é a melhor forma de compreender alguns temas. Em 2020, a receita com as exportações de manga no nosso país foi de US$ 214 milhões até novembro. O volume foi de 211 toneladas.

Ou seja, quem é um produtor de mangas tem muitos motivos para pensar na exportação, além do mercado interno, você não acha? Aí é que vem aquele detalhe da logística: você sabe qual é a melhor forma de exportar mangas?

A sua resposta pode ser o modal aéreo. Mas, lembre-se que em 2020 tivemos “problemas” devido ao cancelamento de voos com a pandemia. Como consequência, hoje em dia a melhor opção é o modal marítimo, que faz o carregamento de contêineres.

Como a gente sabe disso tudo? Ah, aqui chegamos ao fim do texto: A DC Logistics é uma companhia muito dedicada, que faz estudos, pesquisas do mercado internacional e consegue oferecer todo tipo de modal para o transporte do agronegócio. Vale a pena conhecer!

4 dicas para ser um consultor de comércio exterior

O profissional que atua como consultor de comércio exterior está apto a encontrar soluções para que as empresas realizem importações e exportações de forma ágil, sem ter problemas com a burocracia.

Na prática, esse consultor é o responsável por ficar atento a assuntos de importação e exportação, sempre levando em consideração o segmento de atuação da empresa em que ele atua. Também é possível trabalhar com Comex de forma autônoma

Para cumprir tal função, esse profissional deve contar com uma série de conhecimentos na área, bem como ser capacitado com uma graduação para compreender como ocorrem os procedimentos relacionados com a logística, as leis e tudo que envolve as relações de comércio internacional.

Com o objetivo de ingressar no mercado e atuar nessa profissão, confira nos tópicos a seguir algumas dicas básicas para ser um consultor de comércio exterior com mais chances de sucesso. 

Entendendo a formação do Consultor de Comércio Exterior

O profissional que atua como consultor de comércio exterior deve contar com as habilidades e os conhecimentos necessários para tal. Sendo assim, é necessário investir em um curso de graduação voltado para essa formação. O curso pode ser ofertado de dois modos distintos: 

Graduação Tecnológica

Nesse caso, o curso tem nível tecnológico e, de uma forma geral, costuma apresentar uma duração média de dois anos para ser finalizado. Ele é mais direcionado na ingressão rápida do aluno ao mercado como um consultor ou áreas correlatas. 

Por essa razão, ele traz disciplinas voltadas em sua maioria para as atividades do dia a dia da carreira de Comércio Exterior.

Bacharelado

Por contar com mais disciplinas, nesse caso o aluno leva quatro anos em média para se formar. O bacharelado conta com mais disciplinas e tenta equilibrar a prática com as principais teorias relacionadas ao trabalho de Comércio Exterior.

Dicas para se dar bem como consultor de comércio exterior

Independente do tipo de curso escolhido, os conhecimentos que abrangem essa área normalmente são: contabilidade, matemática financeira, estatística, logística, economia, línguas estrangeiras e gestão de negócios.

A área do Direito também traz algumas disciplinas relevantes para a atuação dos futuros profissionais. Sendo assim, direito privado, direito comercial, direito internacional são alguns exemplos disso.

Além do mais, é importante também seguir outras dicas pertinentes sobre esse tema. 

1-Invista no conhecimento de outros idiomas

O profissional que trabalha como consultor de comércio exterior vai se deparar no seu dia a dia com situações que implicam em conversar e interagir com pessoas dos mais variados países.   

Posto isso, é importante nunca deixar de lado a prática e o estudo de outros idiomas. Sendo assim, vale pesquisar quais línguas estrangeiras estão em alta no momento, pois são elas que guiam as interações entre empresários, lojistas, consultores e demais envolvidos nessa área.

Nesse caso, inglês, espanhol e mandarim são alguns desses idiomas considerados fundamentais para melhorar a atuação de um consultor de comércio exterior.

2-Interaja e tenha um bom network

Nos dias de hoje é fundamental construir um bom network em qualquer profissão. E isso vale ainda mais no segmento de Comércio Exterior. É nesse contexto que a internet é uma grande aliada, especialmente por causa das redes sociais.

O LinkedIn, nessa situação, é uma das mais adequadas para os profissionais que querem divulgar portfólio e conteúdo relevante a respeito da profissão. 

Com isso, é possível entrar em contato com empresas, comunidades relacionadas ao tema e assim mostrar a sua cara no mercado. Essa mesma rede social também é um meio bastante adequado para criar e divulgar conteúdo, ajudando a estabelecer a sua autoridade no assunto.

Ter um grupo no WhatsApp sobre essa profissão também apresenta algumas vantagens, pois consiste em um meio rápido e fácil de interação.  

3-Procure conteúdos além dos ofertados nos cursos de graduação

De modo geral, os cursos de graduação ainda obedecem a processos e métodos convencionais e, por isso, vale ir atrás de conteúdos mais diversos.

Hoje em dia é possível se deparar com conteúdos diversificados a respeito de consultorias e os conceitos de comércio exterior como este panorama sobre Comex Brasileiro que preparamos. 

4-Atualize-se sobre os principais conceitos da área para consultor de comércio exterior

Assim como em várias áreas de trabalho, o Comércio Exterior é um assunto bastante amplo, ainda mais pelo fato de contemplar vários tipos de conhecimento, que vão desde gestão de negócios, passando por contabilidade e noções sobre logística e cadeia de suprimentos.

Diante disso, é importante sempre pesquisar sobre as novidades na área e procurar conteúdos relacionados com o tema.

Atuar como um consultor de comércio exterior é um grande desafio 

Além de ter a possibilidade de viajar e interagir com diferentes culturas e pessoas, essa profissão conta com bastante prestígio no mercado.

Nesse cenário cada vez mais digitalizado e globalizado, os conhecimentos que o consultor possui são de grande relevância para a gestão de negócios, estratégias de Marketing e Logística.

Portanto, vale investir em um curso voltado para essa área e se especializar no tema. As possibilidades de ganhos financeiros e desenvolvimento pessoal são enormes para quem decide ser um consultor de comércio exterior.

 

Aeroportos de cargas | Um panorama da logística aérea do Brasil

A infraestrutura para a logística do comércio exterior depende muito dos aeroportos de cargas do país para funcionar de forma adequada. 

Por isso, é interessante que o profissional de Comex conheça os detalhes da logística aérea do Brasil para entender mais sobre o mercado e a capacidade de movimentação de carga de cada aeroporto.

Para ser um bom profissional de Comex, é preciso estar sempre atualizado sobre o mercado e isso inclui saber desde informações mais básicas, como o que é transporte aéreo até a capacidade atualizada dos aeroportos de cargas do Brasil. 

Pensando nisso, trouxemos um pequeno panorama da logística aérea brasileira para que você esteja bem informado sobre os principais dados dos aeroportos de cargas brasileiros. Vamos lá?

O que é importante saber sobre os aeroportos do Brasil

Primeiramente, é importante saber quais são os aeroportos disponíveis no Brasil. A Infraero disponibiliza uma lista de todos os aeroportos para que você tenha uma noção de todas as localizações para estratégia de logística, mas nem todos são de responsabilidade do Governo Federal. 

Inclusive, alguns dos maiores aeroportos de cargas também são privados e podem possuir regras diferentes daquelas praticadas dentro da Infraero. No entanto, a lista dos maiores também conta com aeroportos do Governo Federal. Vamos conhecer quais são eles?

Os 5 principais aeroportos de cargas do Brasil

Segundo dados da Agência Nacional de Aviação, a ANAC, esses são os principais aeroportos de cargas do país.

Aeroporto de Guarulhos (GRU) – São Paulo

O Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos é o maior aeroporto do Brasil e da América do Sul. Ele também é um dos aeroportos mais movimentados da América Latina, perdendo apenas para o Aeroporto Internacional da Cidade do México. 

Ele está localizado em Guarulhos/SP e por isso tem uma localização estratégica para atender todo o país, uma vez que a região é um grande centro comercial que conta com uma grande estrutura logística.

O aeroporto de Guarulhos não é somente grande em volume de transporte de cargas, como também de passageiros e por isso é um dos principais do país. 

Aeroporto de Viracopos (VCP) – Campinas

Também localizado no Estado de São Paulo e perto da capital, o aeroporto de Viracopos é um dos principais aeroportos de cargas do país. 

Este é um importante centro de tráfego aéreo tanto para carga quanto para passageiros, uma vez que o aeroporto de Guarulhos opera em plena capacidade e não há condições para ampliação.

Como a região necessita de uma maior infraestrutura de logística, o aeroporto de Viracopos é uma ótima opção e se encontra em uma região excelente, com unidades de distribuição de Correios estratégicas e outras opções de logística para aumentar ainda mais a qualidade do serviço.

Aeroporto do Galeão (GIG) – Rio de Janeiro

O Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim é um dos principais do Brasil também localizados na região Sudeste do país. Ele foi administrado pela Infraero até o ano de 2014 e depois passou a ser gerido pela RioGaleão. 

Atualmente o Galeão conta com 26 linhas aéreas operantes e oferece rotas internacionais ligadas a diversos continentes.

Embora o aeroporto do Galeão conte com um elevado número de tráfego aéreo de passageiros, principalmente pela região turística do Rio de Janeiro, sua capacidade e importância logística é altamente relevante para o Brasil no comércio exterior.

Aeroporto Internacional de Manaus (MAO)

O aeroporto de Manaus é o principal aeroporto da região norte do país e um dos principais do Brasil. Ele possui três terminais de carga aérea destinados a atender a grande demanda criada pela movimentação de mercadorias produzidas no polo industrial de Manaus, mercados de importação e exportação. 

Este aeroporto é um dos principais pontos estratégicos da região norte e ajuda a formar uma estrutura logística de distribuição que aumenta a qualidade dos serviços. 

Ainda assim, em um país continental como o Brasil, é importante que haja aeroportos como este para suprir as necessidades de regiões mais afastadas dos grandes centros comerciais.

Aeroporto Afonso Pena (CWB) – Curitiba 

O aeroporto Afonso Pena de Curitiba é também outro ponto estratégico para a logística aérea do Brasil, uma vez que fica localizado na região sul do país. 

Ele fica localizado em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, próximo a duas rodovias importantes que ligam o sul do estado e fronteiras como o Paraguai e a Argentina.

Esse é um dos poucos aeroportos da lista dos principais que ainda é administrado pela Infraero, ou seja, está sob gestão do Governo Federal. Nos anos de 2016, 2017 e 2018, o aeroporto Afonso Pena foi eleito o melhor do Brasil 

Movimentação dos aeroportos de cargas 

Por fim, vale destacar o impacto sofrido na pandemia pelos aeroportos. Com a impossibilidade de trânsito entre países e regras específicas para entrada e saída de mercadorias e passageiros, o movimento nos terminais tende a diminuir, como em qualquer circunstância anormal de condições extremas.

Felizmente, com o reaquecimento da economia e a volta das atividades normais, o mercado se recupera e abre espaço para que o comércio exterior e o turismo voltem a movimentar os aeroportos de cargas em todo o país.

O que é transporte aéreo?

Se hoje você recebe as suas compras em casa, as lojas recebem as mercadorias e as atividades rotineiras do nosso dia a dia se tornam mais fáceis, a logística tem uma grande responsabilidade nisso tudo, incluindo a logística de transporte aéreo.

A logística aérea se consolidou como um elemento indispensável na gestão de um negócio, proporcionando a rapidez e a eficiência da entrega dos mais variados produtos.

O transporte aéreo se torna a alternativa mais viável e fundamental para mercadorias perecíveis ou de valor elevado, que demandam um reabastecimento rápido, bem como para aqueles produtos cujos compradores necessitam de entrega rápida.

Sendo assim, nesse artigo você vai ficar por dentro das principais características desse tipo de transporte, bem como das vantagens e das características que ele representa para os serviços de logística. Confira!

O que é o Transporte Aéreo?

O transporte aéreo é basicamente o ato de transportar pessoas ou vários tipos de carga utilizando o espaço aéreo como meio de locomoção. Nesse contexto, ele pode ser realizado por meio de aviões, helicópteros e, em alguns casos, os drones.

Além do mais, vale salientar também os diferentes tipos de carga que podem ser transportadas por essa modalidade. 

Cargas restritas

São cargas que demandam procedimentos específicos para serem transportadas. Nesse caso, as cargas que se enquadram nesse tipo são: 

  • produtos químicos de uso controlado; 
  • materiais explosivos;
  • isótopos radioativos; 
  • e substâncias inflamáveis.

Cargas Urgentes

Há situações em que determinados tipos de carga exigem ser deslocados de forma rápida. Diante disso, devida a agilidade e a velocidade do transporte aéreo, há a categoria de cargas urgentes. Entre elas estão:

  • remédios;
  • equipamentos médicos;
  • alimentos perecíveis;
  • cargas resfriadas;
  • itens para exposições e apresentações em feiras.

Cargas valiosas

Elas compreendem:

  • pedras preciosas;
  • artefatos raros;
  • joias;
  • obras de arte; 
  • equipamentos eletrônicos de alta tecnologia.

Benefícios do transporte aéreo

As vantagens que o transporte aéreo estabelece para os serviços de logística são várias. Entre elas é possível destacar algumas a seguir. 

O transporte aéreo viabiliza o e-commerce

Diante do avanço da pandemia, especialmente em 2021, as compras por meio do comércio eletrônico aumentaram de forma significativa.

Diante das facilidades proporcionadas pelas compras via online, os consumidores, de uma forma geral, se tornaram cada vez mais exigentes quanto a rapidez no prazo de entrega dos produtos.

Facilidade na documentação

Em comparação com o transporte marítimo, por exemplo, o aéreo não exige tantas complicações na entrega dos documentos.

Rapidez 

O transporte aéreo é sinônimo de rapidez. E por essa razão, ao passar menos tempo sendo transportado, permite que a carga corra menos riscos de danos.

A rapidez também traz bons frutos quanto aos custos da empresa, pois assegura que os produtos mais caros permaneçam um curto período de tempo em trânsito e você recupere o seu investimento o quanto antes.

Aumenta a qualidade percebida

Esse é um benefício que afeta diretamente uma das principais exigências dos consumidores quando se fala em logística. A entrega no prazo estipulado representa qualidade no atendimento.

Maior cobertura e expansão de mercado

O transporte aéreo conta com uma ampla cobertura de entregas, tanto no país quanto no exterior. Tudo isso feito de forma ágil e segura.

Como funciona a cadeia de logística para o transporte aéreo 

O transporte aéreo conta com alguns procedimentos fundamentais para a sua realização, entre eles estão envolvidos os clientes, que podem ser os fornecedores ou os destinatários, as agências de cargas, as companhias aéreas que realizam o traslado e as alfândegas.

De uma forma geral, o transporte aéreo passa por fases no processo logístico antes de ser efetuada a entrega. Tais etapas consistem na contratação e emissão de documentação, conferência e carregamento, monitoramento do trajeto e a entrega final.

Os desafios do setor 

Apesar das evidentes vantagens, o transporte aéreo ainda luta para superar algumas dificuldades, como os backlogs. E logo abaixo vamos falar um pouco dos principais desafios desse modal. 

Custo elevado

De acordo com a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), há uma baixa capacidade de aeronaves com fins de transporte logístico. E o motivo para isso é o custo. Portanto, essa alternativa é utilizada apenas para produtos muito caros ou de caráter perecível.

Dificuldade na gestão de informações

Nem todas as empresas adotam procedimentos digitalizados para o gerenciamento de todas as informações, utilizando para isso ainda planilhas e documentos impressos.

O resultado disso é mais lentidão e até imprecisão para administrar os pedidos, controle de estoque, monitoramento das entregas e os cálculos de custos.

Dependência do transporte rodoviário

No Brasil, o modal rodoviário ainda é muito forte e cerca de boa parte das entregas dependem de veículos. Isso representa ainda uma barreira para o transporte aéreo se consolidar.

Tendências do transporte aéreo para 2022 

Apesar das dificuldades, o setor ainda tem chances para se desenvolver ainda mais, inclusive vale destacar algumas tendências para o próximo ano. 

Digitalização do setor

Não há mais como escapar. A automação e a digitalização dos processos chegam para todos os tipos de empresas e negócios. E para o setor de logística a situação não é diferente.

Graças ao uso de softwares e sistemas automatizados, será possível contar com recursos mais modernos para agilizar as atividades. 

Sendo assim, solicitação de pedidos, gerenciamento de estoque, envio de documentos, rastreamento e a cotação de aeronaves, por exemplo, podem ser feitas de modo rápido e digitalizado.

Presença do mercado internacional

Com o enfraquecimento gradual da pandemia, a economia aos poucos vai se estabilizar e a economia mundial estará mais aberta para transações comerciais. Isso favorece o transporte com melhor custo-benefício entre as nações.

Atuação do segmento Low Cost

Esse conceito, que pode ser traduzido como “Custo Baixo”, está aos poucos entrando em nosso mercado. Ele consiste em companhias aéreas que oferecem tarifas mais baratas, se tornando uma oportunidade interessante para as empresas investirem no transporte aéreo. 

Pelo ar também é um bom caminho

O transporte aéreo é uma solução logística de transporte eficiente que leva em consideração os custos da operação.

Além disso, ele também é caracterizado pela segurança e a agilidade, se tornando um dos recursos mais eficientes quando se trata de efetuar entregas de forma segura e rápida, dentro do prazo estabelecido.

Portanto, as empresas que necessitam de agilidade e segurança para os serviços de logística, podem se beneficiar muito com o transporte aéreo.

 

Trabalhar com Comex de forma autônoma | Quer saber por onde começar?

Se você deseja trabalhar com Comex e não sabe por onde começar, é preciso entender alguns detalhes importantes deste mercado que farão toda diferença na carreira que você deseja construir. 

O comércio exterior oferece muitas oportunidades e é preciso que o profissional esteja bem preparado para saber aproveitar todas elas.

Pensando nisso, trouxemos algumas informações gerais que podem te ajudar a ter uma perspectiva melhor de como funciona a carreira no comércio exterior para que você possa começar a trilhar seus primeiros passos e ter a oportunidade de aprender e trabalhar com profissionais que estão há anos vivendo de Comex.

Preparado para aprender sobre este mercado? Então vamos lá!

Quais são os cargos para trabalhar com Comex?

Primeiramente, é preciso entender que existem cargos diferentes para profissionais de diversos perfis dentro do Comex. Por isso, é importante que você reconheça suas habilidades para saber quais cargos são mais adequados ao seu perfil. 

Abaixo separamos uma lista de cargos divulgados pela Abracomex (Associação Brasileira de Consultoria e Assessoria em Comércio Exterior) que também divulgou uma relação de valores referente a média de salários de cada um destes cargos.

  • Agente de Comércio Exterior
  • Agente de Carga Internacional
  • Analista de Comércio Exterior
  • International Trader
  • Despachante Aduaneiro
  • Analista de Logística em Comércio Exterior
  • Chefe de Operações Portuárias
  • Gerente de Negócios Internacionais
  • Gerente de Trade Marketing
  • Gerente de Comércio Exterior
  • Analista Internacional
  • Advogado Internacionalista
  • Consultor de Comércio Exterior

Muitas oportunidades, não é mesmo? Mas como o nosso foco é o profissional autônomo, podemos dar uma atenção maior aos cargos relacionados à vendas, como o de consultor de comércio exterior. 

Segundo a própria Abracomex, o salário deste profissional “começa com R$3.555,00, indo até 6.716,00 e uma média nacional de R$5.201,00. Isso, como profissional CLT, naturalmente, um autônomo pode vir a ganhar muito mais”.

Mas o que faz o profissional consultor de comércio exterior?

Este profissional é capacitado para intermediar negociações e transações do Comex. Ele vai buscar oportunidades de negócios, fazer análises, prospecção de clientes, mercados e estabelecer as relações necessárias para que os negócios sejam fechados.

Seu papel é fundamental dentro do Comex, uma vez que participa do processo do início ao fim e é responsável pelos bons resultados do mercado. Como sua tarefa principal é a negociação e venda, ele vai ser remunerado por comissão, que pode ser muito alta a depender de seus resultados.

Ainda assim, os agentes comerciais autônomos têm ainda mais liberdade e vantagens ao trabalhar com Comex. Vamos ver algumas delas?

As vantagens de trabalhar com Comex de forma autônoma 

Quem trabalha como autônomo em qualquer área sabe das vantagens desse regime. E no Comex, não é muito diferente. 

Abaixo nós discutimos um pouco sobre esses benefícios para que você entenda que essa pode ser uma carreira que você pode iniciar até mesmo enquanto se desconecta de outras obrigações profissionais, caso o seu objetivo seja a troca de carreira, por exemplo.

Liberdade de tempo

Quando você trabalha como autônomo no Comex, tem a liberdade de fazer o seu próprio horário, de acordo com a sua agenda pessoal. Com isso, você pode trabalhar nas horas vagas que tiver no dia, podendo este ser um trabalho paralelo ou algo que pode ser feito fora das 8 horas comerciais. 

Vale a pena lembrar que todos os seus resultados vão depender do seu esforço e performance. Pode ser que você trabalhe pouco, mas tenha uma boa performance ou demore um pouco mais para conseguir ter bons números. Em qualquer caso, o importante é persistir, continuar estudando sobre o assunto e trabalhando.

Liberdade geográfica 

Existem oportunidades para que o agente de comércio exterior autônomo trabalhe de forma remota, utilizando a internet e o seu telefone para fazer negociações e encontrar oportunidades. Por isso, ele pode fazer isso de qualquer lugar, seja de casa, na praia ou até mesmo de outro país. 

Entretanto, é importante que o profissional se organize para que o ambiente de trabalho seja adequado para que ele entregue bons resultados. A falta de estrutura de trabalho pode atrapalhar a performance.

Economia de recursos 

O profissional autônomo que vai trabalhar com Comex não vai precisar de um grande escritório ou gastar dinheiro com transporte, alimentação fora de casa e outros custos que o profissional CLT geralmente tem. 

Essa economia pode ser interessante no fim do mês, principalmente para quem está começando e ainda não conseguiu bons resultados por performance.

Não há limite para ganhos ao se trabalhar com Comex

Trabalhar como CLT no Comex pode ser mais seguro com relação aos ganhos. Isso acontece porque você provavelmente vai ficar atrelado aos negócios da empresa a qual fornece os seus serviços. 

Por outro lado, o profissional autônomo que quer trabalhar com Comex tem muito mais liberdade para escolher seus negócios e com isso tem um leque maior de oportunidades para aproveitar.  

Como se preparar para trabalhar com Comex 

Primeiramente, é importante você saber que nem todas as carreiras no Comex exigem curso superior. No entanto, você vai precisar se capacitar para ter chances de ser um bom profissional na área, principalmente quando se é autônomo e o fator performance é crucial.

Abaixo nós preparamos 3 dicas importantíssimas para você ficar de olho para começar a se preparar para trabalhar com Comex. 

Desenvolva sua habilidade de vendas 

Se você não é um bom vendedor, vai precisar aprender a ser. Felizmente, essa é uma habilidade que pode ser aprendida e desenvolvida assim como qualquer outra. 

Não existe essa história de que só quem tem o dom pode vender, mas é preciso estudo e prática para que você consiga se tornar um bom profissional.

Felizmente, você vai encontrar muito conteúdo bom na internet voltado para negociação e vendas, inclusive voltados para o comércio exterior. 

Da mesma forma, é importante entender como funcionam as negociações e qual o papel do agente dentro deste mercado para que você possa desenvolver melhor o seu trabalho e trazer bons resultados.

Aprenda o básico sobre administração e gestão 

Algumas empresas que contratam agentes comerciais sob o regime CLT exigem formação em administração. Comércio exterior e até mesmo pós-graduações relacionadas à área.  

Embora essa não seja uma formação obrigatória, é essencial que você entenda o mínimo de administração, gestão e Comex para que seja capaz de competir em um mercado de grandes profissionais.

Aprenda novas línguas 

Não dá para falar de comércio exterior sem falar de outras línguas, não é mesmo? Por isso, é importante que o agente de vendas esteja preparado para falar pelo menos inglês, embora seja satisfatório que ele se arrisque em outras línguas para que possa ter uma capacidade maior de comunicação em outros mercados, até mesmo para estudo.

Felizmente, existem cursos de línguas voltados para negócios que podem ajudar profissionais a focar em aprender aquilo que mais vão utilizar. Essa é uma forma mais prática de inserir uma nova língua no cotidiano do profissional do Comex. 

Como seguir uma carreira autônoma no Comex

Antes de dar uma super dica para você começar a sua carreira no Comex, vamos falar um pouco sobre como você pode se adaptar para que seu caminho seja de sucesso e você consiga bons resultados. 

Trabalhar com Comex de forma autônoma pode ser um desafio no começo, mas se você utilizar as estratégias corretas pode construir um grande futuro pela frente.

Tenha uma reserva financeira

Trabalhar como autônomo é um desafio um pouco arriscado para quem não conhece o terreno que está pisando. Uma reserva financeira tem o objetivo de te deixar mais seguro, tranquilo e de cabeça fria para executar suas tarefas e fazer o seu trabalho com maior qualidade e sem desespero. 

Por isso, se tiver condições, dê prioridade no seu orçamento para a criação de uma reserva financeira que vai te ajudar nos momentos difíceis para que você tenha condições de aprender e se sentir tranquilo até se tornar um profissional de sucesso.

Trabalhe nas horas vagas

Se você possui um emprego e deseja trocar de carreira, não precisa fazer isso de forma radical. Procure fazer a transição de forma gradativa, dando prioridade ao aprendizado e prática da sua nova profissão e percebendo até onde você consegue trabalhar entregando uma boa performance dos dois lados.

Estude e pratique muito

Você provavelmente não vai ser bom na primeira tentativa, mas o que vai te diferenciar é a sua persistência. Por isso, estude e pratique muito tudo que aprender no mercado que quando você menos esperar, os resultados começam a aparecer e, junto com eles, as comissões. 

Networking é muito importante para trabalhar com Comex

É importante que você encontre bons parceiros na sua jornada que vão te ajudar a trabalhar com Comex de forma autônoma e te apresentarão boas oportunidades de negócio. Por isso, conheça tudo que puder do mercado para tomar boas decisões e ter condições de ganhar suas primeiras comissões de forma breve. 

Quer conhecer um bom parceiro? 

Conheça o Sales Partner Program da DC Logistics

O Sales Partner Program da DC Logistics é um programa voltado para pessoas com vontade de crescer e que querem um desafio que pode te levar mais longe. 

A DC Logistics está no mercado desde 1994 e conta com uma estrutura completa para que você possa ser um parceiro e começar a trabalhar com Comex com todo o suporte necessário.

O nosso programa permite que você trabalhe de onde quiser, quando quiser, com toda a estrutura e know how da DC Logistics a seu dispor e remuneração via comissionamento. Para conhecer mais sobre o programa, basta preencher o formulário clicando aqui.


Gostou de conhecer mais sobre trabalhar com Comex de forma autônoma? Não deixe de nos acompanhar para saber mais sobre este setor que cresce muito todos os anos!

Reavaliação da dinâmica do Comex e as mudanças nas Cadeias Globais de Valor

Você sabe o que são as Cadeias Globais de Valor e a função do Brasil nestas estruturas?

Um questionamento que talvez seja ainda mais relevante é qual o impacto da pandemia nestas cadeias e no cenário de comércio exterior. 

As mudanças causadas pela pandemia impactaram diversos setores, e a estrutura internacional de investimentos, importações e exportações também foi afetada. Por isso, é preciso entender a posição do Brasil neste cenário. 

Neste artigo você verá o que são as CGVs, alguns dos principais insights da pesquisa “Reorganização das Cadeias Globais de Valor”, a relevância do Brasil nestas cadeias, os impactos da pandemia, e muito mais. 

Boa leitura. 

O que são as Cadeias Globais de Valor (CGVs)?

O comércio internacional de bens e serviços se organizou na década de 1990, em um modelo conhecido como Cadeias Globais de Valor, ou CGVs. Este modelo permite que os países ou regiões que recebem investimentos produtivos sejam definidos a partir da fragmentação da sua produção e das estratégias das empresas. 

O site Comex do Brasil define o termo como:

“É a separação de atividades e etapas de um processo de produção entre diferentes economias no mundo, liderado pelos investimentos realizados por grandes empresas industriais. Em outras palavras, a cadeia de valor é o “caminho” de produção de um determinado bem. Esse caminho, que é diferente para cada tipo de produto, possui uma série de fases que se conectam: pesquisa e desenvolvimento, a aquisição de insumos, a fabricação, a distribuição e as vendas, até o pós-venda.”

Ou seja, é a distribuição das fases de produção em diferentes países, em busca da otimização do processo, que forma uma CGV, gerando mais dinamismo e uma relação global nos sistemas de produção.

Nesse sentido, os países possuem diferentes funções em uma Cadeia de Valor, sendo as 3 principais:

  • Inovação e controle;
  • Processamento de exportação;
  • Exportação de peças e componentes. 

Mas, estas cadeias vêm sofrendo mudanças e transformações nos últimos anos, devido a diferentes movimentações e causas. Questões como decisões empresariais, relações externas e fatores geopolíticos podem influenciar significativamente nas CGVs.

Entretanto, foi com a pandemia iniciada em 2020 que as CGVs sentiram o maior impacto. Isso porque a crise causada pela pandemia interrompeu os sistemas de produção, influenciou na economia, no suprimento de bens e serviços e trouxe uma grande insegurança à todas as pessoas e setores. 

Estudo: reorganização das Cadeias Globais de Valor

A crise de 2020 impactou profundamente as Cadeias Globais, principalmente devido à sua estrutura, que não estava preparada para eventos como este. Desta forma, foi preciso reavaliar o modelo e a dinâmica do comércio exterior para adaptar o cenário global pós-pandemia

Isso porque o mundo inteiro viu os riscos de depender de poucas fontes de fornecimento na logística internacional, o que permitiu, inclusive, a entrada de novos players nas CGVs.

Pensando nisso, a TOTVS e CNI (Confederação Nacional da Indústria) realizaram um estudo sobre a reorganização das Cadeias Globais de Valor, que aborda os riscos e oportunidades para o Brasil, resultantes da pandemia de Covid-19.

A seguir reunimos os principais insights deste estudo em relação à função do Brasil nas CGVs, os impactos da pandemia e algumas das expectativas para o país que podem torná-lo mais relevante nesta estrutura internacional. Confira:

A relevância do Brasil nas Cadeias Globais de Valor

O estudo da TOTVS e CNI mostrou que o Brasil desempenha um papel na economia global de exportador de commodities primárias, ou produtos baseados em recursos naturais. 

Um dado interessante que apresenta isso na prática, referente à levantamento da CNI, mostra que a participação da soja, petróleo bruto e minérios na exportação aumentou de 11% para 35% no período de 2001 a 2020.

Ou seja, o país gera bastante receita em exportação, porém ainda não tem o melhor desempenho quando se trata da integração ao comércio global, algo que pode trazer inúmeros benefícios socioeconômicos. 

De maneira geral, o estudo afirma que a posição do país dentro das CGVs é fraca. 

As 3 principais funções de um país nas CGVs, abordadas anteriormente, não são desempenhadas pelo Brasil. Seja em inovação e controle, processamento de exportação ou na exportação de peças e componentes, o país não se destaca frente à cadeia internacional. 

A participação do Brasil está mais relacionada a hospedar as filiais de empresas multinacionais (EMNs) nos setores de alta intensidade tecnológica, como nos mercados de veículos automotivos e eletrônicos. Por sua vez, a inovação destas indústrias está presente nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

O estudo ainda afirma que a falta de exportações indica uma escala de produção no Brasil abaixo do ideal, comparando com grandes economias. Este fator, aliado aos custos elevados de importação e exportação, alta carga tributária, logística ruim e dificuldade para fazer negócios no Brasil, acaba levando a um cenário de qualidade inferior dos produtos e preços mais altos para o mercado. Além disso, também gera menos incentivos de inovação.

Por fim, o IED (Investimento Estrangeiro Direto) do Brasil é considerado fraco no exterior, em comparação com outros países. 

Os impactos da pandemia de Covid-19 no comércio e investimento global

Sabemos que a pandemia influenciou em inúmeros aspectos no mundo inteiro, desde economia, logística, comércio, entre outros. 

Se tratando do comércio internacional, a pandemia causou, em seu início, paralisações que levaram ao colapso do mercado no segundo trimestre de 2020. Mas, já no terceiro trimestre a produção e o comércio começaram a se recuperar, mesmo que em níveis mais baixos. 

A pesquisa mostrou que os maiores exportadores sofreram quedas rápidas, e praticamente simultâneas, em suas exportações e abril a maio de 2020, mas após 5 meses, em outubro, iniciaram um movimento de recuperação. 

Tomando os Estados Unidos como exemplo, as exportações totais atingiram US$ 162 bilhões em março de 2020, mas em maio chegaram ao nível mais baixo em 90,7 bilhões. A recuperação, em outubro, levou o país à marca de US$ 133 bilhões  em exportações. 

O Brasil, que já exportava majoritariamente commodities primárias, viu suas exportações e importações se manterem estáveis durante 2020, pois estes produtos tiveram um grande aumento em exportação. Este fator ajudou a compensar as interrupções comerciais nas CGVs;

Por fim, os itens relacionados à pandemia, como medicamentos e esterilizadores, por exemplo, tiveram uma tendência oposta ao mercado em geral, com picos de crescimento no início da pandemia e uma estabilização posterior, em níveis mais altos. 

As expectativas e necessidades para o Brasil como participante das CGVs

O estudo da TOTVS e CNI analisado mostra que hoje, o Brasil não ocupa uma posição relevante nas Cadeias Globais de Valor. Para que isso aconteça, é preciso que o país invista em uma maior diversificação regional das cadeias, para que consiga se integrar melhor no cenário internacional.

Neste aspecto, um dos pontos abordados pela pesquisa é a alta dependência do Brasil em relação à China, seja como destino das exportações de commodities, ou como fonte de produtos intermediários de alto valor. 

Esta relação é, com certeza, extremamente importante para o Brasil. Mas, contar com indústrias dos Estados Unidos e Europa no país pode ajudar a ampliar as relações e possibilidades do Brasil nas CGVs.

Outras expectativas, ou mesmo necessidades do país para se destacar mais neste cenário, são apresentadas pelo estudo:

  • Maior investimento e apoio em programas e instituições de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D);
  • As empresas do Brasil precisam de mais assistência no financiamento de suas exportações;
  • Também é preciso dar maior apoio às empresas para desenvolver uma atuação mais estratégica, voltada ao Investimento Estrangeiro Direto (IED);
  • É necessário alinhar as políticas de inovação com as políticas industriais. Isso porque os aumentos de custos de comércio impedem o investimento em mais tecnologias e reduzem o incentivo à inovação;
  • As empresas brasileiras também devem se atentar ao cenário externo. Isso não se aplica apenas às exportações, mas também a investimentos. Desta forma, será possível expandir globalmente, e colocar o país em novas posições nas CGVs.

Seu negócio está preparado para fazer parte das CGVs?

Analisamos neste conteúdo os principais insights e cenários apresentados no estudo sobre a reorganização das Cadeias Globais de Valor, produzido pela TOTVS e CNI, visto às mudanças e necessidades causadas pela pandemia e a crise global. 

Você viu que a dependência de poucos fornecedores nesta cadeia e a falta de uma atuação estratégica podem colocar o país em situações de risco no comércio internacional. 

Apresentamos também quais são as expectativas e o que é preciso fazer para que o país ocupe uma posição de maior destaque e estratégia nas CGVs, o que envolve investimentos em pesquisa, inovação, desenvolvimento e alinhamento de políticas. 

Esperamos que este conteúdo tenha tornado o assunto das Cadeias Globais de Valor mais claro para você! Para conferir mais conteúdos como este, tendências do mercado, pesquisas e muito mais, cadastre-se em nossa newsletter:

Entenda mais sobre a Taxa de Capatazia e como ela impacta na competitividade dos negócios

Você sabe o que é a Taxa de Capatazia? Ou ainda, sabe os possíveis impactos desta taxa em sua empresa?

Muitos impasses giram em torno desta taxa no mercado de Comex, principalmente sobre a necessidade dela fazer parte ou não do valor tributável de uma importação. Isso porque, são diversos impactos que esta taxação gera em um negócio.

Para ajudar você a entender melhor o assunto, apresentamos neste conteúdo o que é a Capatazia, o que compõe a taxa e como ela funciona. Você também verá os principais impactos que o seu negócio pode sofrer,  a última decisão do STF em relação à inclusão da capatazia no valor aduaneiro, e como minimizar os impactos da tributação.

Continue a leitura!

O que é a Taxa de Capatazia?

A Taxa de Capatazia se refere às atividades realizadas durante a movimentação de uma mercadoria do navio até a passagem pela alfândega. Este processo ocorre após a verificação da Receita Federal, que busca por irregularidades nas cargas. 

Ela está presente na Lei 12.185/2013, conhecida como Lei dos Portos, que define a capatazia como:

“Atividade de movimentação de mercadorias nas instalações dentro do porto, compreendendo o recebimento, conferência, transporte interno, abertura de volumes para a conferência aduaneira, manipulação, arrumação e entrega, bem como o carregamento e descarga de embarcações, quando efetuados por aparelhamento portuário.”

Como é uma atividade realizada por quem atua no porto, não pode ser feita por agentes externos, e portanto, gera uma taxa que deve ser paga por quem adquiriu a carga. 

A capatazia também é conhecida por THC, ou Terminal Handling Charge. Em português, a sigla significa Taxa de Manuseio do Terminal. 

Apesar de fazer parte da Lei dos Portos, a Taxa de Capatazia também está incluída nas importações aéreas de cargas. 

Os valores variam conforme cada porto e aeroporto. O ideal é que o contratante verifique o valor da taxa antes de fechar a operação.

O que compõe esta taxa e como ela funciona?

Conforme o site Cobli, a taxa é composta pelas seguintes atividades realizadas no processo:

  • Descarregamento do navio;
  • Recebimento;
  • Conferência;
  • Transporte;
  • Abertura;
  • Manipulação;
  • Organização;
  • Entrega;
  • Carregamento nos meios de transporte utilizados.

Outro fator que também compõe a taxa é o tipo de contêiner utilizado. 

A capatazia é calculada através da soma de diferentes valores, que podem ser consultados em cada porto e aeroporto, conforme já mencionado. A taxa costuma estar em torno de 1% do valor total da operação de importação.

Assim, os aspectos que mais influenciam em sua formação são o peso da mercadoria e o valor CIF. 

A taxa de capatazia deve ser paga no momento do desembaraço aduaneiro e carregamento da carga, podendo variar de acordo com cada operação.

Quais os impactos da Taxa de Capatazia nos negócios brasileiros?

É comum nos deparamos com polêmicos acerca da capatazia no Brasil. 

O impasse gerado sobre esta taxa é relacionado à tributação: a capatazia deve ou não fazer parte do valor tributável de uma mercadoria?

No caso da tributação, o valor da taxa aumentaria o total que deve fazer parte do cálculo de impostos. O problema apontado pelo mercado é que desta forma, os impostos gerados se multiplicam, já que contamos com o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) e outras taxas aplicadas na importação.

Com isso, o produto importado encarece, e reduz a competitividade da empresa no mercado. Para os casos de matérias-primas, toda a cadeia de suprimentos das indústrias é influenciada.

Portanto, podemos ver que a inclusão da capatazia no valor tributável pode ter diversos impactos em seu negócio, principalmente no âmbito financeiro, e entendê-los é fundamental para se antecipar e buscar alternativas ou soluções. 

Os impactos vão até o seu mercado de atuação, já que o preço final do produto precisa, muitas vezes, ser alterado para que a margem de lucro desejada se mantenha.

O ideal é analisar com cautela as taxas no momento da importação, para buscar uma operação mais eficiente.

Inclusão da Capatazia no valor aduaneiro

Este impasse do mercado teve fim em 2021 com uma decisão do STF.

Conforme nos mostra o portal Tributário nos Bastidores, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) havia, inicialmente, definido que a inclusão da capatazia no valor aduaneiro se demonstrava ilegal na base de cálculo do imposto de importação.

Porém, o STJ mudou seu posicionamento, definindo que os serviços de capatazia devem ser incluídos na composição do valor aduaneiro.

Apesar de recursos extraordinários realizados ao STF, o Ministro Luiz Fux manteve a decisão, que foi validada pelo Plenário do STF. 

Com o julgamento, o mercado viu o fim desta discussão, além da definição de que a taxa deve, de fato, fazer parte do valor total tributável das operações.

O que você pode fazer para evitar maiores impactos na sua operação?

Considerando os impactos que a Taxa de Capatazia pode gerar em um negócio, é preciso tomar medidas preventivas para garantir operações mais eficientes e minimizar a influência desta tributação.

O primeiro passo é entender cada etapa envolvida na operação, de forma a ter um processo logístico mais alinhado e organizado. Busque mapear todas as etapas desde o momento em que a carga sai do ponto de origem até o seu destino. 

Além disso, acompanhar o mercado e suas variações tributárias é fundamental. Mantenha-se informado sobre as taxas e leis envolvidas na sua operação, o que pode otimizar não só a tributação da capatazia, como também o entendimento de outras taxas relacionadas. 

Isso nos leva à necessidade de avaliar a taxa praticada por cada porto e aeroporto. Para isso, contar com um parceiro logístico especializado, que possui bom relacionamento com os agentes e conhecimento dos portos e aeroportos pode te auxiliar. 

Uma empresa logística capacitada irá ajudar na identificação de oportunidades para otimizar o custo da operação em geral, avaliando e acompanhando todas as etapas da operação com uma estratégia mais eficiente. 

Outro processo que auxilia nesta fase é a Valoração Aduaneira, ou seja, a determinação do valor correto das suas cargas, assegurando o pagamento dos impostos de forma adequada. 

Vale lembrar que a Valoração Aduaneira, conforme o site Faz Comex, pode ser realizada a partir de 6 métodos:

  • 1º Método – Valor da Transação;
  • 2º Método – Valor de transação de mercadorias idênticas;
  • 3º Método – Valor de transação de mercadorias similares;
  • 4º Método – Valor de revenda (ou método do valor dedutivo);
  • 5º Método – Custo de produção (ou método do valor computado);
  • 6º Método – Último recurso (ou método pelo critério da razoabilidade).

Fique informado sobre o mercado de Comex!

Este artigo ajudou você a entender mais a Taxa de Capatazia e seus impactos nos negócios? Esperamos que o conteúdo tenha tirado suas principais dúvidas. 

Você viu a importância de se manter atualizado sobre as mudanças do mercado, definições legais e taxas que incidem sobre os seus produtos. 

Se você deseja receber mais conteúdos como este direto em seu email, e se manter informado sobre tudo que impacta em suas operações, cadastre-se gratuitamente em nossa newsletter:

Operador logístico qualificado na indústria farmacêutica: saiba como escolher o seu

Operador logístico qualificado na indústria farmacêutica: saiba como escolher o seu

Quem atua na indústria farmacêutica sabe que os desafios logísticos não são poucos, sendo assim, é fundamental se cercar de soluções. Uma forma para isso, é poder contar com um bom operador logístico, que deve ser qualificado para exercer suas atividades com máxima eficiência.

Nos últimos anos cresceu a demanda por meios que viabilizem maior qualidade nos serviços e agilidade, visando uma cadeia mais sustentável, sobretudo, a longo prazo. 

Na prática, isso em muito se deve ao aumento da produção de medicamentos genéricos a partir da expiração de patentes, elevando a competitividade no setor.

Com isso, a importância de optar por um agente de carga dedicado e atento às suas funções é alta, pois ele lida diretamente com os mais diversos desafios. Assim, vale ser racional na escolha em questão, já que os resultados almejados serão, de fato, impactados pela execução do profissional.

Neste conteúdo, pretendemos te ajudar a fazer essa seleção, no intuito de agregar realmente valor às necessidades do segmento. Certamente, ao fim do texto, você se sentirá mais confiante para agir, tornando a escolha mais assertiva. Continue a leitura e confira!

Entendendo a relevância do operador logístico no setor farmacêutico

Ao longo dos últimos anos, a crescente produção de medicamentos genéricos a partir da expiração de patentes impulsionaram um cenário competitivo bastante acirrado na Indústria Farmacêutica. Com a demanda em alta, o segmento busca novas maneiras de aumentar a margem de eficiência em toda a cadeia. Diante disso, o operador logístico assume um papel central nos desafios diários do setor que tem exigências próprias e requer alto nível de serviço.

As exigências por regulação em todos os processos da cadeia por parte da Anvisa se intensificaram, aumentando a complexidade das operações e promovendo significativas mudanças. 

O crescimento, por sua vez, da demanda doméstica impulsionou a indústria farmacêutica local através do aumento do poder de compra da população; maior disponibilidade de recursos tecnológicos; elevação da expectativa de vida; subsídios do Governo ao setor.

O novo cenário de concorrência, a fim de que a indústria possa obter ganhos de eficiência traz a necessidade de evolução da cadeia de forma integrada. Além disso, a presença massiva de questões regulatórias são as principais características atuais do setor, que também trabalha com produtos de alto valor agregado e acabados. 

A indústria farmacêutica ainda hoje vivencia alguns problemas operacionais quanto à integração e soluções de armazenagem, sobretudo na movimentação internacional de medicamentos. 

Por esta razão a busca pelo parceiro ideal deve estabelecer algumas diretrizes básicas como: 

  • Know-how para otimização das operações; 
  • Dificuldades em equilibrar exigências específicas (carga delicada, rastreabilidade, rapidez e controle de temperatura); 
  • Visibilidade (localização, movimentação e controle); 
  • Por fim, ambiente regulatório complexo. 

A atratividade desse mercado, no entanto após o início da crise sanitária global, mobilizou diversos prestadores de serviços a se especializarem e cumprir as exigências necessárias do mercado como a aquisição de licenças e certificados. 

Todavia, estas legalizações são o ponto de partida para outras exigências que são determinantes para a operação.

Saiba como escolher o melhor operador logístico

Como já deve ter ficado claro, definir o melhor operador logístico para a indústria farmacêutica é uma tarefa imprescindível.

Tudo deve ser pensado para atender às medidas que visam garantir a qualidade, integridade e a eficácia dos produtos, muitas vezes sensível, merecendo maior cuidado.

O operador logístico, então, não deve ser visto como apenas uma figura útil para o cumprimento das atividades, mas também como alguém apto a elevar o potencial da indústria, a partir da eficácia de suas ações. 

No fim, é possível até mesmo dizer que ele ultrapassa o setor logístico, já que interfere no posicionamento de mercado do negócio.

A seguir, veja algumas dicas para escolher o seu operador logístico qualificado!

Adequação às legislações sanitárias

Estar adequado às legislações sanitárias é cada vez mais um ponto que merece atenção de qualquer instituição. Isso porque, hoje há uma maior compreensão referente ao âmbito legal e a relevância de seu cumprimento. 

Além disso, ele deve cumprir determinadas normas, específicas para assegurar a eficiência dos produtos em seu ciclo de vida. Vale mencionar também que a não conformidade com as normas legais pode representar um fator de risco para a sua indústria, mostrando desinteresse e facilitando a elevação da concorrência.

Se certifique quanto à qualidade da prestação dos serviços

O que não falta no mercado são profissionais dispostos a trabalhar. Entretanto, sobretudo em função das especificidades da indústria farmacêutica, selecionar o operador logístico deve ter como critério principal a qualidade dos serviços prestados. 

Para isso, é válido analisar o histórico do possível parceiro, buscando entender seus diferenciais, motivações e qualificações. É necessário ainda que ele esteja atento com as instalações de armazenamento, seguindo as boas práticas adotadas pelo setor.

Clareza na comunicação 

O parceiro ideal não é apenas aquele que presta o melhor serviço e cumpre com todas as legislações sanitárias, é aquele também que está aberto a ouvir e propor soluções, além de ser adepto a melhorias contínuas. Isto é, busque um bom agente de carga e alinhe com ele a importância acerca da clareza na comunicação. 

Com isso, mais simples será gerenciar os processos, permitindo uma integração ágil, segura e eficaz.

Além disso, confira quais são as exigências requeridas dos operadores logísticos contratados:

  • Elevados padrões de qualidade;
  • Atendimento às licenças e certificados exigidos; 
  • Baixo nível de não conformidades;
  • Áreas segregadas/climatizadas/higienizadas para acondicionamento de produtos sensíveis;
  • Cumprimento de lead times;
  • Pessoas treinadas e aptas para o atendimento da commodity;
  • Flexibilidade e agilidade;
  • Alta performance operacional;
  • Experiência em operações do setor de higiene, saúde e farmacêutico e/ou boas recomendações dos atuais clientes;
  • Boa saúde financeira;
  • Atualização via EDI;
  • Veículos com controle e monitoramento da temperatura e rastreio;
  • Planos de Gerenciamento de Risco mais complexos e críticos no processo.

E então?

Como vimos neste conteúdo, escolher o operador logístico para a indústria farmacêutica, requer qualificação, aspectos diferenciais e qualidade na prestação de serviços. 

Deste modo, é imprescindível poder contar com um parceiro empenhado, que preze sempre pelo aprimoramento de suas tarefas.

Se você:

  • Está cansado de arcar com altos custos devido a atrasos, perdas ou danos de produtos e medicamentos nos transportes internacionais;
  • Se preocupa com a qualidade da conservação da carga durante as movimentações a longa distância;
  • Quer acompanhar todos os detalhes das operações em tempo real, desde a origem ao destino;
  • Busca mais confiança ao atender às exigências das legislações e documentações da importação;
  • Acompanha e está atualizado com as oportunidades de negócios de Pharma & Healthcare.

Conte com a DC Logistics Brasil para obter sucesso nas suas operações logísticas e tenha a disposição soluções completas que atendem as principais necessidades do setor, incluindo as mais recentes. Para solicitar uma cotação de frete, basta preencher o formulário e aguardar o nosso contato!

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