logística data driven

5 vantagens da logística data driven para a sua empresa

Ao invés de tomar decisões aleatórias e sem embasamento, o que você aconteceria se fosse possível consultar dados e números sobre o que acontece em sua empresa? As decisões seriam mais assertivas, certo? É por isso que vale a pena conhecer as vantagens da logística data driven!

Essa tem se mostrado como uma das principais possibilidades das tecnologias em favor dessa área importante para as empresas. É a capacidade de prever o futuro a partir dos dados passados. É o que faz a diferença na hora de tomar atitudes que tenham resultados positivos.

As vantagens da logística data driven

A logística data driven é uma tendência que gera dados valiosos a partir de um sistema de informação que permite que líderes e gestores da logística tomem as melhores decisões. É uma ideia que está ligada ao conceito da transformação digital nessa área.

De qualquer forma, nós já explicamos aqui no blog a ideia por trás da cultura data driven na logística. Esse texto é complementar, isto é, um tipo de continuação. Aqui, o foco é muito mais prático porque vamos falar sobre as vantagens da logística data driven para as empresas.

Se você quiser ler o artigo anterior, que foi publicado alguns dias, saiba que ele está disponível em: Saiba por que implementar a cultura data driven na logística é uma boa ideia. Se já leu esse conteúdo, veja só os detalhes de cada uma das vantagens dessa estratégia.

1 – Intralogística

A primeira das vantagens da logística data driven está na melhoria da logística interna das empresas, de qualquer empresa. Isso porque quem faz a aplicação dessa estratégia acaba otimizando mais os seus espaços e diminuindo os custos de armazenamento.

Logo, isso permite, entre tantos benefícios diretos, o do melhor gerenciamento do estoque, a estimativa das futuras demandas, a prevenção da perda de produtos, além de tornar possível evitar paradas operacionais desnecessárias.

Para quem ainda não entendeu a importância da cultura data driven dentro do assunto da logística, saiba que uma das possibilidades é a de monitorar os espaços em centros de distribuições. E isso traz esse monte de vantagens para a intralogística que falamos.

2 – Decisão

Outro ponto importante é que esses dados, que vem do conceito data driven, trazem mais controle para os gestores tomarem as melhores decisões da logística dentro da empresa. Mas, você sabe como é que esse controle acontece? É fácil entender, veja só.

A partir da análise de dados dá para entender quais são os gargalos ou as falhas do setor. Assim, os líderes podem conhecer os motivos desses pontos negativos. Com isso, a partir de decisões inteligentes e pontuais, dá para reverter o cenário e chegar ao que é positivo.

Só para ilustrar essa situação, vamos considerar um exemplo. Imagine que exista desorganização de espaços de armazenamento, ok? Então, os dados vão mostrar isso e indicar as melhores soluções para organizar o ambiente. A correção poderá ser visível e mais rápida.

3 – Indicadores

Quando se torna possível acompanhar uma linha cronológica de vantagens da logística data driven, olha só o que acontece que interessante… Vimos o benefício para a intralogística e como isso interfere na decisão dos gestores e líderes. Na sequência vem os indicadores.

Ou seja, se a gente tiver alterações positivas com essa técnica, sem dúvida que a empresa vai melhorar os seus indicadores na logística. Isso ajuda a tornar o transporte mais eficiente, a ponto de que entregas sejam agilizadas e erros possam ser evitados.

E qual é a consequência desse indicador positivo? A empresa se torna mais produtiva, mais eficiente, gerando mais valor entre colaboradores e atendendo mais demandas. Sim, é sobre isso que estamos falando: a logística data driven permite crescimento para a sua companhia.

o que é logística data driven

4 – Finanças

Já chegando ao fim dessa lista, a sua pergunta pode ser mais ou menos assim: “tudo parece ir bem até aqui, mas ainda não entendi onde a logística data driven pode beneficiar a minha empresa na parte financeira”. Se é isso que está pensando, temos explicação.

Esse tipo de cultura permite sim uma redução de desperdícios. E isso acontece porque os custos excedentes são eliminados a partir do momento que os processos se tornam mais eficientes. Observe que o fato de tomar uma decisão mais assertiva já traz esse resultado.

5 – Estratégia

O mercado de transporte como um todo tem evoluído a passos largos a partir da tecnologia. O e-commerce é um dos influenciadores disso, mas não o único. O que quer dizer que a partir do estudo interno desta área é possível pensar nas melhores estratégias.

Inclusive, a escolha inteligente de um parceiro de negócios pode trazer benefícios em termos de receitas financeiras ou número de clientes. E nessa hora, o data driven pode ajudar também, já que permite uma avaliação de dados reais da empresa.

Um exemplo pode ser visto a partir da otimização de processos. Esse recurso moderno permite ganhos de eficiência na execução de tarefas. Assim, torna-se possível que uma grande quantidade de dados se torne informações relevantes para uma nova estratégia de negócios.

Como saber mais sobre as novas tecnologias na logística

Para quem gostou desse assunto e viu as principais vantagens da logística data driven para as empresas, saiba que nosso blog está recheado de informações e insights como esses. Os conteúdos compartilhados lá são gratuitos e dá para receber até mesmo no e-mail.

Para isso, assine a nossa newsletter gratuitamente e fique informado sobre tudo o que está relacionado com a logística. É a partir de informações valiosas como essas que todo empreendedor e gestor consegue criar soluções e tomar decisões mais assertivas.

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Exportação de commodities

Saiba como é feita a exportação de commodities no Brasil

O Brasil está entre os países que mais exportam no mundo. Se o assunto é sobre a exportação de commodities, mais ainda. Tanto é que sempre aparecemos no top 5 dos exportadores agrícolas do mundo. Mas, como é feita a exportação dessas matérias-primas? Descubra!

O que são as commodities

Obviamente, se você está lendo esse conteúdo é porque já sabe o que são as commodities. No entanto, trazer esse conceito de forma resumida se faz importante para que o restante da leitura seja mais simples e prática. Veja só: esse será um tópico breve.

As commodities são produtos que servem de matéria-prima e podem ser produzidos em larga escala. A melhor forma de apresentar isso é citando exemplos: soja, petróleo, celulose, etc. A característica mais importante é que tem um preço fixado, como se fosse uma moeda.

Por isso, a grande vantagem em exportar commodities está ligada ao volume da venda. Até mesmo porque são matérias-primas fundamentais para a indústria e com essa alta circulação, o volume se torna maior cada vez mais. Hoje, o Brasil é uma potência nas commodities.

A exportação de commodities no Brasil

A partir de dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), em valor monetário (e não em volume exportado), o Brasil entra no top 5 dos maiores exportadores agrícolas do mundo, com um valor de US$ 55,4 bilhões.

Exportação de commodities

Assim, fica bem perto da França (US$ 68 bilhões) e da Alemanha (US$ 70,8 bilhões). E um pouco mais distante da Holanda (US$ 79 bilhões) e dos Estados Unidos (US$ 118,3 bilhões), que foram os maiores exportadores agrícolas do mundo em 2021.

Aqui vale a curiosidade para o fato de que não é de hoje que o Brasil se destaca no mercado de exportação de commodities. Em 2020, por exemplo, mais de 20% do nosso PIB veio do agronegócio, sendo que metade disso tem relação direta com as exportações.

Por aqui, os principais produtos exportados hoje em dia são: soja e carne bovina.

Como é feita a exportação de commodities no Brasil

Agora que já sabemos uma parte da teoria e alguns dados relevantes, vamos ao tema central deste artigo. Em um primeiro momento, todos sabemos que a principal via para exportar soja, carne bovina, celulose, minério de ferro e outras commodities vêm das vias marítimas, certo?

Mas, vamos pontuar alguns detalhes sobre as principais commodities do Brasil, veja só!

Soja

Atualmente, o Brasil é considerado o maior exportador de soja do mundo, sendo que responde a metade de toda produção do grão no Planeta. A mercadoria é matéria-prima para a produção de vários alimentos, além de ser usada em biodiesel também.

No mercado nacional, a demanda de soja é enviada por caminhões e trens. Já para a exportação, temos o transporte marítimo como melhor alternativa, considerando que o custo dessa via é um fator de escolha dos produtores.

No Brasil, a maior parte da soja sai pela costa do Golfo do Mississippi. Isso porque o mercado consumidor vem em maior parte para a China. A mesma ideia vale para o milho, que também é um tipo de grão.

Carne Bovina

O Brasil é o país com o maior rebanho de bovinos do mundo. Isso dá algo bem próximo de 15% de todo rebanho que existem na Terra. Logo, também somos o maior produtor e exportador global dessa carne. A parte da exportação é dividida entre os tipos de carnes exportadas.

Por exemplo, os frigoríficos que pensam em exportar ou já exportam carne bovina in natura devem ter habilitações e fazer isso através de contêineres, que levam em caminhões até o embarque dos navios.

Também é preciso saber se ela será congelada (duram até 2 anos) ou apenas resfriada (duram 120 dias). A maior quantidade de carne bovina in natura que temos vai para a China e a parte industrializada vai para os Estados Unidos, na maior parte.

Minério de Ferro

Aí vem o Minério de Ferro, que é uma curiosidade à parte. Afinal, nós temos a segunda maior reserva de minério de ferro do mundo, sendo que ocupamos também a segunda posição entre os exportadores globais dessa commodity. A China compra 70% da nossa exportação.

O minério de ferro é usado na produção de aço. Mas, como exportar ele? Também por via marítima. Assim, os armadores solicitam um background da mineradora e o navio é fretado. Na média, um transporte desse pode carregar 180 mil toneladas métricas do produto.

Celulose

A exportação de celulose é interessante porque essa é a matéria-prima para fazer o papel, tecidos, aditivos e até mesmo comprimidos. O Brasil tem a 6ª maior produção do mundo de celulose e o principal mercado consumidor é a China, seguida de Estados Unidos e Itália.

O curioso é que por ser um tipo de produto menos comum no dia a dia (porque vemos o papel pronto, mas raramente a celulose) quase ninguém sabe como ele vai para outros países. O mais comum é que isso seja feito em formato de placas de celulose.

Você também vai gostar de ler: Descubra o que cada estado brasileiro mais exporta

Petróleo

Vai dizer que não é a curiosidade de muita gente saber como o petróleo chega em outros países? Só que isso é bem fácil de entender: através de barris. Então, o transporte do produto até as refinarias e indústrias é feito por oleodutos, gasodutos, navios-petroleiros ou terminais marítimos.

Logo, também é usando esse fim marítimo, pensando em barris ou tanques de petróleo, o que torna a venda para o exterior totalmente possível e padronizada. Atualmente, o maior comprador de petróleo do Brasil é a China e a Petrobras, a segunda maior empresa em extração do produto no mundo.

Vale a pena exportar commodity?

Se você tem uma empresa de commodity ou trabalha em uma, com certeza, sabe da importância da exportação para o desenvolvimento e crescimento do negócio. A primeira vantagem vem da chance de chegar a novos mercados e vender mais, obviamente.

Também é importante que se saiba que quando esse processo acontece, a mercadoria passa a ter o preço a partir da cotação do mercado e não pelo valor estipulado na produção. De todo modo, passar pelas etapas é fundamental, como fase comercial, aduaneira, embarque, etc.

Na dúvida, consulte quem entende do assunto. Nós, da DC Logistics Brasil, somos experientes no assunto das exportações, inclusive, no transporte marítimo de commodities. Por isso, temos reconhecimento internacional que reafirma a qualidade do nosso serviço.

Para saber mais, acesse a nossa página e faça uma cotação sem compromisso.

Exportação de commodities

maiores estados exportadores do Brasil

Descubra o que cada estado brasileiro mais exporta

O comércio exterior é aquela atividade que tem relação entre a compra e venda de produtos ou serviços entre países. A compra é chamada de importação e a venda para outros países têm o nome de exportação. Hoje, vamos responder a pergunta sobre o que cada estado brasileiro mais exporta.

Nesse sentido, você já se perguntou qual é o estado brasileiro que é mais representativo no comércio internacional? Até mesmo porque o Brasil é campeão de exportações de soja, petróleo, celulose, milho, café, etc. E tem ganhado espaço no e-commerce também.

Já entre os principais parceiros comerciais dos brasileiros, nós temos: China, Estados Unidos, Países Baixos, Argentina, Japão, Chile, México, Alemanha, Espanha e Coreia do Sul. Então, de onde sai todas essas mercadorias que vão para esses países? É isso que vamos descobrir.

O que cada estado brasileiro mais exporta

A lista abaixo está ordenada dos menores para os maiores estados exportadores do Brasil.

Acre (Região Norte)

O Acre tem como capital Rio Branco e está longe de ser o estado com mais destaque nas exportações brasileiras. Ele representa apenas 0,01% do total. Entre os principais produtos que são do Acre temos a madeira, especialmente a que é trabalhada.

Sergipe (Região Nordeste)

Com 0,02% das exportações, Sergipe aparece aqui no topo da nossa lista porque é um dos lugares com menor importância em percentual de exportação. Ainda assim, sucos de frutas ou de vegetais saem para outros países com muita fama.

Paraíba (Região Nordeste)

A Paraíba tem 0,06% de percentual de todas as exportações do Brasil. Se a capital João Pessoa é referência no turismo, o estado tem bem menos importância no Comex. O principal produto exportado é o calçado.

Roraima (Região Norte)

Pouco representativa para as exportações do país em percentual, Roraima tem 0,07% de participação. Logo, é um dos estados que menos exporta por aqui. Porém, o seu produto de destaque é bem conhecido, a soja.

o que cada estado brasileiro mais exporta

Distrito Federal (Região Centro-Oeste)

É um lugar muito importante para o país, porém, nem tanto no quesito exportação. O Distrito Federal exporta soja, só que representa 0,07% das exportações brasileiras.

Amapá (Região Norte)

Também não é o estado mais exportador do Brasil. Porém, ele tem representatividade maior do que o Acre e Roraima, sendo de 0,1% do total. Curiosamente, é um dos poucos estados que exportam ouro. Mas, não o monetário e sem contar os minérios de ouro ou concentrados.

Alagoas (Região Nordeste)

Assim como o Amapá, Alagoas tem apenas 0,1% de percentual nas exportações do país. Ainda assim, é conhecido por ser um dos poucos estados do país que exportam melaços, além do açúcar, que já é bem mais conhecido entre os produtos levados para fora daqui.

Piauí (Região Nordeste)

Assim como Roraima, Piauí é um exportador de soja, sendo esse o principal produto que sai de lá para outros países. No entanto, a representatividade nacional é de apenas 0,2% no total das exportações do país.

Rio Grande do Norte (Região Nordeste)

Também no Nordeste do país e também com 0,2% de representação, vem o Rio Grande do Norte. No entanto, o que muda é o principal produto exportado. Aqui, vale mencionar frutas e nozes não oleaginosas, que são exportadas frescas ou secas.

Amazonas (Região Norte)

Manaus, que é a capital do Amazonas, é muito conhecida por ser um exportador de produtos comestíveis, inclusive, que são típicos de lá. Assim, o estado tem representatividade de 0,3% nas exportações totais do país, o que é bem menos do que as importações, que é 5,7%.

o que cada estado brasileiro mais exporta

Tocantins (Região Norte)

Mais um exportador de soja que temos aqui é o Tocantins. Ele representa 0,5% das exportações do país. No entanto, é um estado que menos representa na balança comercial porque exporta pouco e importa menos ainda (0,09%).

Rondônia (Região Norte)

É de Porto Velho e outras cidades de Rondônia que saem carne bovina fresca, refrigerada ou congelada para várias partes do mundo. No entanto, isso representa apenas 0,6% do total de exportações brasileiras.

Pernambuco (Região Nordeste)

Com 0,7% das exportações do país, Pernambuco é o estado responsável por levar para outros lugares os óleos combustíveis do petróleo ou de minerais betuminosos. Por isso, tem aparecido entre os estados que mais exportam no Brasil.

Ceará (Região Nordeste)

Se você quer saber o que cada estado brasileiro mais exporta, considere que o Ceará tem vários produtos nessa lista. Porém, a maioria deles são aqueles que vem do ferro ou do aço. Assim, ele tem representação de 1,02% das exportações nacionais.

Maranhão (Região Nordeste)

Nos últimos dados avaliados, o Maranhão ficou fora da lista dos TOPs 10 estados que mais exportam no país. Isso porque teve 1,5% de representatividade. O produto mais exportado nesse estado é a alumina, isto é, o óxido de alumínio.

o que cada estado brasileiro mais exporta

Mato Grosso do Sul (Região Centro-Oeste)

O grande destaque de Mato Grosso do Sul é a celulose, sabia? Ainda que lá tenham cidades muito fortes na agropecuária ou soja, saiba que é a produção de celulose que tem destaque. E isso dá ao estado 2,35% das exportações do país.

Goiás (Região Centro-Oeste)

Goiânia, a capital de Goiás, é muito conhecida por exportar soja. De fato, esse é o principal produto que sai do estado. E isso representa 3,1% das exportações do país.

Bahia (Região Nordeste)

O estado que abriga a capital Bahia é conhecido por vários frutos e produtos icônicos. Mas, o que ele exporta mesmo é a soja, viu. E isso coloca o estado com um percentual de 3,6% das exportações nacionais. Logo, é o estado do Nordeste que mais exporta.

Espírito Santo (Região Sudeste)

O minério de ferro e os seus concentrados saem de Vitória e de outras cidades do Espírito Santo para o mundo todo. Logo, o estado representa bem perto dos 4% do total do país no assunto da exportação.

Santa Catarina (Região Sul)

Diferente dos outros estados do Sul, Santa Catarina tem como carro-chefe da exportação as carnes de aves e as miudezas comestíveis, refrigeradas ou congeladas. Sendo assim, entra na lista das maiores exportadoras do país, também com 4% de representação.

Paraná (Região Sul)

Do Paraná para o mundo vai a soja. Logo, temos um dos maiores produtores do país, com representação de 7,36% das exportações brasileiras.

Mato Grosso (Região Centro-Oeste)

Com a sua capital sendo Cuiabá, Mato Grosso aparece entre os maiores exportadores do país. Ele representa 7,7% do total a partir dos adubos ou fertilizantes químicos enviados para vários lugares do mundo.

o que cada estado brasileiro mais exporta

Pará (Região Norte)

O Pará é conhecido por exportar o minério de ferro e os seus concentrados. Isso o coloca com destaque nas exportações do país, sendo que ele tem algo bem próximo de 8% do todo. Curiosamente, é o estado da região Norte que mais exporta.  

Rio Grande do Sul (Região Sul)

Assim como é comum em estados do Sul, o Rio Grande do Sul também exporta a soja para outros países. No âmbito nacional, o estado representa 7,3% do total das exportações.

Minas Gerais (Região Sudeste)

Minas Gerais sempre aparece entre os primeiros colocados dos estados que mais exportam no Brasil. E assim como acontece no Espírito Santo, de lá sai muito minério de ferro e concentrados. A representação para o país é de 11,25% das exportações.

Rio de Janeiro (Região Sudeste)

Do Rio de Janeiro saem óleos brutos de petróleo ou minerais betuminosos, assim como é comum em vários estados do Sudeste. A representação do RJ para o país é de 11,5%.

São Paulo (Região Sudeste)

Possivelmente, você sabia que esse estado estaria mais perto do fim do texto porque ele é bastante importante para todo o país nas exportações. Logo, também ganha no quesito importação. O fato é que sai daqui óleos brutos de petróleo ou minerais betuminosos. E isso dá mais de 19% de percentual em todas as exportações.

O ranking dos estados exportadores do Brasil

Após essa leitura sobre o que cada estado brasileiro mais exporta, também fica fácil de ver o ranking dos que mais exportam – até mesmo porque deixamos na ordem. De todo modo, saiba que a lista começa com São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pará.

Mas, vale lembrar que esses não são os estados que têm maiores saldos na balança comercial. Isso porque alguns importam mais do que exportam. Mas, vamos falar sobre isso em um próximo texto, combinado?

Agora, se você quer continuar lendo as notícias do mercado Comex, inclusive, sobre exportação e importação, acesse o nosso blog. Nós disponibilizamos por lá notícias atuais a cada semana e assim você fica por dentro do que acontece no Brasil e no mundo.

maiores estados exportadores do Brasil

Maior exportador de café do mundo

Brasil é o maior exportador de café do mundo – veja as perspectivas para 2022

Desde quando o café chegou por aqui, ele tem se tornado um produto importantíssimo para a economia do país. Atualmente, nos coloca como o maior exportador de café do mundo, além de sermos o maior produtor também.

Mas, você sabe como foi o ano de 2021 e o que esperar para 2022 nas exportações de café? A gente conta um pouco disso nos próximos tópicos. Dessa forma, nesse texto, você vai ler:

  • Um breve histórico do café no Brasil
  • A exportação de café no Brasil
  • Para quem o Brasil exporta café
  • As perspectivas de exportação de café para 2022

Um breve histórico do café no Brasil

Tudo teve início em 1727, quando o primeiro pé de café foi plantado no estado do Pará. Ele é nativo da Etiópia e a história conta que ele foi trazido para o Brasil através do sargento-mor Francisco de Melo Palheta.

Antes de chegar em solo brasileiro, o café já existia e era muito famoso na Antiguidade. Por aqui, tornou- se o principal produto para exportação durante o século 19 e 20. Assim como foi assunto das polêmicas divisas do Império do Brasil e da República Velha.

Com dois produtos do café, o arábico e o robusta, somos o maior produtor de café do mundo. Ao todo, 15 estados brasileiros são produtores de café, sendo que Minas Gerais e Espírito Santo entram na lista dos maiores produtores de café do Brasil.

Depois do Pará, devido às condições climáticas do nosso país, o café logo chegou no Maranhão, na Bahia, no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Paraná e em Minas Gerais. Hoje, somos o maior exportador de café do mundo, veja os dados abaixo!

A exportação de café no Brasil

Com base nas informações do Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o país exportou 40,3 milhões de sacas de 60 quilos de café no ano de 2021. O resultado foi de US$ 6,2 bilhões e um aumento de 10,3% em receita cambial se comparado com o último período.

O que isso quer dizer? Na prática, nos coloca não apenas como maior exportador de café mundial, mas também indica o 3º maior volume que já foi enviado para outros países em toda a história. E isso impressiona já que tivemos uma transição para uma safra de ciclo baixo.

Saiba como é feita a exportação de commodities no Brasil

Além disso, como outras commodities, o café também sofreu com os elevados custos de fretes, rolagens de cargas, cancelamentos de bookings e a falta de contêineres e espaços nas embarcações, o que aumenta ainda mais a competência dos nossos exportadores.

A logística dos embarques de café no Brasil

Ainda que o desempenho tenha sido muito favorável para o nosso país, leve em conta que entidades como o Cecafé lembram dos gargalos logísticos que aconteceram e acontecem no comércio marítimo mundial, o que pode impactar nos próximos resultados.

Por exemplo, uma nova redução no número de contêineres enviados ao exterior com café. Em 2021 foram embarcados pouco mais do que 112,7 mil contentores, o que é uma baixa de 9,8% se comparado com o ano de 2020, quando foram 125 mil ao longo do ciclo anual.

Por isso, contar com uma empresa especializada na logística internacional faz todo sentido para vencer os entraves do setor. Nós, da DC Logistics Brasil, proporcionamos uma logística eficiente e de alta performance em vários segmentos. Conheça nossas soluções no transporte marítimo de cargas.

Maior exportador de café do mundo

 

 

 

 

Para quem o Brasil exporta café

Outro ponto bacana de mencionar e que ajuda a entender o papel do Brasil como maior exportador de café do mundo é sobre os países que recebem o nosso produto.

Considerando o acumulado de 2021, as exportações de café brasileiro chegaram a 122 países, sendo que os Estados Unidos foram os que mais receberam, ao importarem 7,7 milhões de sacas ao longo do ano, um volume 4,4% maior do que o ano de 2020.

Os norte-americanos representam 19,3% de toda a compra de café do Brasil. Depois deles, vêm os alemães, que importam 16,2% do café nacional, o que dá 6,5 milhões de sacas. Mas, saiba que isso representa também uma queda de 14,4% comparado a 2020.

Então, em 2021, em números de sacas de café importadas do Brasil, nós tivemos:

  • Estados Unidos – 7,7 milhões de sacas
  • Alemanha – 6,5 milhões de sacas
  • Itália – 2,9 milhões de sacas
  • Bélgica – 2,8 milhões de sacas
  • Japão – 2,5 milhões de sacas

Um fato curioso é que a Colômbia é um dos maiores exportadores de café do mundo, sendo o terceiro maior. No entanto, ficou entre os 7 países que mais exportam café do Brasil em 2021, sendo 1,1 milhão de sacas.

Confira os 10 produtos mais importados e exportados pelo Brasil em 2021

Quer outro fato curioso sobre a exportação de café do Brasil em 2021? Saiba que a China teve um destaque impressionante ao comprar 333 mil sacas, o que representa 65% a mais do que em 2020.

As perspectivas de exportação de café para 2022

Em janeiro de 2022, o Brasil exportou 3,2 milhões de sacas de café para o exterior. Isso teve um rendimento de US$ 700 milhões, conforme o Cecafé. O volume representa uma queda de 11,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Maior exportador de café do mundo

Esse dado já indica que o ano de 2022 pode ser mais difícil para o setor que exporta café. Isso porque a estiagem dos últimos meses, que vem lá de 2020, afeta todo ciclo cafeeiro. O bom desenvolvimento das plantas foi prejudicado, mesmo em lavouras irrigadas.

Por outro lado, algumas empresas que estudam os mercados de commodities, acreditam que há bons motivos para ver as exportações de café. O Itaú BBA, por exemplo, mostra que do lado operacional vai haver a melhoria gradual da oferta de contêineres.

Novo marco cambial

Novo Marco Cambial – o que você precisa saber sobre essa revolução no mercado do câmbio

A sanção da Lei 14.286/2021 aconteceu no final do ano e se relaciona diretamente com o mercado de câmbio brasileiro. O texto ficou chamado de Novo Marco Cambial e modernizou uma legislação de 1935, por isso, foi visto como uma revolução do mercado de câmbio.

A nova Lei foi publicada no Diário Oficial da União do dia 30 de dezembro de 2021. Mas, você sabe o que essa nova legislação no Comex vai significar para os brasileiros? Afinal, o que será que muda? Continue lendo para descobrir as principais mudanças que vão acontecer.

As principais mudanças para pessoas físicas

Uma das mudanças mais importantes tem relação com o teto do valor que é possível para se levar em viagens internacionais. Assim, se antes a pessoa só poderia considerar R$ 10 mil, agora é possível levar US$ 10 mil, o que multiplica o valor final por 5.

Outra mudança para a pessoa física com esse Marco Cambial é que agora ficou liberado a realização dentro do país de compra ou venda de moedas estrangeiras em valores de até US$ 500 – ou algo equivalente a isso em outras moedas. Logo, isso pode acontecer de forma eventual e não necessariamente profissional, o que não era possível antes da Lei.

E tem mais mudanças! Por exemplo, agora outros agentes também podem fazer essa negociação da moeda estrangeira – antes eram apenas bancos e corretoras. Mas, sem dúvidas, o que mais chamou a atenção foi a chance de abrir conta em dólar no Brasil.

Com foco em bancos e instituições financeiras, a principal vantagem é: investimentos no exterior. Isso porque essas empresas autorizadas pelo Banco Central poderão usar os recursos para alocar, investir, financeira ou até emprestar no Brasil ou fora daqui.

A exportação e a importação com o Novo Marco Cambial

As áreas de exportação e importação também terão novidades com esse Novo Marco do Câmbio. Por exemplo, a lei permite que a importação financiada tenha produto que não precise entrar fisicamente no país antes do início dos pagamentos.

Veja o que está no texto original: “esse é o caso de aquisição de insumo produzido em país estrangeiro, o que será incorporado ao produto final em outro país estrangeiro, com direcionamento posterior ao Brasil”.

Novo marco cambial

Já para exportações, a ideia é estimular a entrada de empresas de menores portes, como as pequenas e médias, nas cadeias globais de valor.

Também selecionamos um trecho do texto original: “elimina, por exemplo, as restrições para que exportadores possam utilizar livremente os seus recursos, além de poderem contar com mais mecanismos de financiamento aos compradores dos seus produtos”.

E vale a pena lembrar o ponto sobre os contratos

Isso porque criou-se a oportunidade de pagamento em moedas estrangeiras de obrigações devidas no país. Logo, é possível fazer pagamentos de contratos de arrendamento mercantil, como leasing, entre os residentes do Brasil mesmo se os recursos forem captados no exterior.

Como aproveitar o Novo Marco Cambial?

Para empreendedores e empresas que querem aproveitar esse ótimo momento das Lei Cambial no país, leve em conta que contar com uma empresa especialista na logística internacional faz todo sentido.

DC Logistics Brasil é essa empresa. Ela atua como parceira de quem busca por soluções diferenciadas e com foco no trabalho em escala nacional e internacional. Aliás, a atual missão da DC é “agregar valor aos negócios dos clientes com soluções de logísticas inovadoras e otimizadas”.

A boa notícia é que fazer uma cotação online na DC Logistics Brasil é bem fácil: você só precisa preencher um formulário com informações e logo a equipe de atendimento entra em contato. Para fazer isso, acesse o canal de cotações da DC.

Novo marco cambial

 

 

A Lei Cambial será benéfica para o Comex?

De modo geral, os especialistas da indústria acreditam que a Lei será benéfica. Eles acreditam que o Novo Marco Cambial vai melhorar o ambiente de negócios porque simplificará várias operações e procedimentos que eram bastante burocráticos no Comércio do Exterior.

Isso vai acontecer ao tornar as transações mais rápidas e com menores custos, tanto para importação como para a exportação. O resultado direto é um favorecimento ao campo competitivo e à oferta de serviços no mercado do câmbio.

Conforme a Agências de Notícias da Indústria, “as mudanças devem alavancar as exportações brasileiras e representar um passo importante na entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a OCDE”.

Leia outras notícias sobre a importância do câmbio na exportação brasileira

Em 2016, nós criamos um conteúdo que falava sobre “câmbio favorável estimula a indústria brasileira a exportar”. Naquela época, já se falava sobre novos acordos comerciais com países como Uruguai, Argentina e México.

Veja esse trecho: “a mudança de patamar do câmbio abre nova perspectiva para o comércio exterior no país”. Clique aqui para ler na íntegra.

No mesmo ano, nós também publicamos “câmbio a favor faz indústria apostar na exportação”. Por isso, naquele momento mencionamos sobre a alta de vários setores e todo o otimismo dos empresários com o comércio internacional.

Inclusive, com uma empresa falando sobre a possibilidade de criar um canal exclusivo de e-commerce. Leia aqui a matéria completa.

Tratado RCEP

Tratado RCEP – saiba mais sobre o maior acordo comercial do mundo, o RCEP

O Tratado RCEP, o maior acordo comercial do mundo ou o maior tratado de livre-comércio do mundo. Você pode escolher qual a melhor expressão que quer usar. Mas, o fato é que estamos falando sobre o mesmo assunto, o RCEP!

Se você ainda não sabe o que significa a sigla RCEP, calma. O tema foi tema da mídia nos últimos dias porque começou a valer no primeiro dia deste ano. E mais do que entender o conceito, nos próximos tópicos você vai ver quem são os membros e o objetivo do RCEP.

Aliás, para uma melhor organização da sua leitura, o texto foi dividido assim:

  • Qual é o maior acordo comercial do mundo
  • Qual é o objetivo do RCEP
  • O que esperar do RCEP para os próximos meses
  • O RCEP vai afetar o Brasil?

Qual é o maior acordo comercial do mundo

De fato, esse é o maior acordo comercial do mundo e entrou em vigor em primeiro do ano de 2022. Ele foi bastante esperado por vários países e é um tratado de livre-comércio. Aliás, dos grandes países asiáticos, a Índia é a única que não integra o grupo e você vai saber o motivo.

Um dos pontos teóricos que todo mundo quer saber é: o que significa a sigla RCEP. Estamos diante da Regional Comprehensive Economic Partnership. Ou melhor, Parceria Econômica Abrangente Regional.

Tratado RCEP

E quais os membros do RCEP? O Tratado RCEP conta com os 10 países da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Tailândia, Filipinas, Malásia, Cingapura, Indonésia, Brunei, Vietnã, Mianmar, Laos e Camboja), além de China, Japão, Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia.

Um fato curioso aqui é que esses países representam quase 30% do Produto Interno Bruto mundial. E os estudiosos dizem que a China foi quem mais agilizou o acordo, ainda mais após ter saído do Tratado de Livre Comércio Transpacífico, criado pelos Estados Unidos.

Outros grandes acordos comerciais

Essa parte do texto é apenas um parêntese para quem gosta de história. Saiba que além do RCEP existe mais dois grandes acordos que ligam a região Ásia-Pacífico.

O primeiro você conhece porque já citamos: o ASEAN, isto é, Associação das Nações do Sudeste Asiático. Ele é de 1967 e tem até uma ideia de promover a paz entre os países. Atualmente, ele conta com 10 países asiáticos, o que não inclui China e Coreia do Sul.

O outro é o TPP (Transpacific Partnership), ou seja, é a Parceria Transpacífica. Criado entre 11 países banhados pelo Oceano Pacífico e tinha os Estados, que se retirou em 2018. Hoje, o TPP11 tem: Chile, Canadá, Peru, México, Nova Zelândia, Austrália, Japão, Vietnã, Malásia, Cingapura e Brunei.

Qual é o objetivo do RCEP

Na definição, o acordo de livre comércio é uma forma de estimular economias. Assim, as negociações entre países membros podem acontecer com várias vantagens. E isso também explica o RCEP, que vem acontecendo desde 2011, mas se formalizou agora.

Uma resposta rápida que também explica o objetivo do RCEP é que com esse acordo mais de 90% das mercadorias comercializadas entre os países-membros podem ficar sem tarifas. Logo, empresas e consumidores de cada uma dessas nações serão beneficiadas.

Tratado RCEP

O RCEP também vai promover a interação do e-commerce entre os países. Isso porque quer facilitar o acesso de todos com a abertura econômica e a integração regional.

No entanto, como é possível notar, os objetivos deste Tratado se voltam para o comércio, mas sem citar qualquer ponto relacionado ao meio-ambiente. E essa foi uma das críticas que vieram de outros países e do mercado internacional.

O que esperar do RCEP para os próximos meses

De maneira geral, a expectativa internacional é a de que o Tratado do RCEP tenha ótimos resultados para os países membros. Afinal, é um bloco econômico muito forte e com capacidade que permite o livre comércio entre eles.

Além do mais, isso pode ajudar no crescimento dos países menores da região, que terão mais oportunidades de negócios a partir do acordo.

Um estudo do Instituto Peterson de Economia Internacional estimou que o acordo poderá aumentar a renda nacional global em US$ 186 bilhões por ano até 2030 e isso dá 0,2% para a economia dos países membros.

O RCEP vai afetar o Brasil?

Para especialistas da área de Relações Internacionais, o acordo faz parte de uma disputa maior entre Estados Unidos e China. Logo, não deve haver um impacto tão significativo para o Brasil. A maioria vê como uma vitória para a China e apenas isso.

Aliás, vale a pena lembrar que nos últimos anos muito tem se falado sobre possíveis acordos comerciais entre o Brasil e alguns países asiáticos, como é o caso da Coreia do Sul, da Indonésia, do Vietnã e de Singapura. Porém, nada foi concretizado em Tratados.

Já conforme análises feitas para um mercado maior, que envolve toda a América Latina, o que se sabe é que a relação com a Ásia tem crescido nos últimos anos. Porém, ainda está longe de terminar, já que “há muito espaço para avanços”.

Desse modo, sem se esquecer da briga entre EUA e China, de fato, pode haver algum tipo de dificuldade no comércio entre os países da América Latina com os chineses.

Leia também: Descubra os países que têm acordos comerciais com o Brasil

Curiosidade: quais motivos fizeram com que a Índia não aderiu ao RCEP

Esse é outro ponto curioso sobre o Tratado RCEP. Afinal, a Índia até cogitou fazer parte desse novo grupo comercial. Porém, desistiu. O motivo mais aparente é um receio de perder o próprio mercado para a concorrência, especialmente, a concorrência chinesa.

Assim, em relatórios oficiais dados à imprensa internacional, os porta-vozes da Índia disseram que “a decisão é salvaguardar os interesses das indústrias nacionais, como agricultura e laticínios, além de dar vantagens para o setor de serviços do país”.

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Tratado RCEP

Logística Data Driven

Saiba por que implementar a cultura data driven na logística é uma boa ideia

Entre as tendências da logística, data driven é uma expressão das que mais impactam na tomada de decisão do gestor/empreendedor. No entanto, nem todo mundo sabe o que significa implementar a cultura data driven na empresa. Hoje, você vai descobrir!

Se ainda não se familiarizou com o termo, pense em um tipo de gestão orientada por dados. Sim, estamos diante da tecnologia em favor da logística. E quer saber? Entender a importância dos dados confiáveis na busca por melhores resultados é mais fácil do que você imagina.

A ideia de logística 4.0

Antes do tópico sobre o significado de data driven, vale a pena saber que esse termo está dentro do conceito de logística 4.0. O que é isso? É a transformação digital que chegou na área logística e criou uma espécie de 4ª revolução industrial nesse setor.

cultura data driven

Assim, temos aqui não apenas o uso de computadores e internet para se ter uma logística mais inteligente, mais eficiente, mais assertiva, mais ecológica e mais sustentável. Mas, também podemos falar de softwares, que são os programas de computadores.

Dessa forma, se existem recursos que vêm da tecnologia e podem permitir uma melhor gestão logística na sua empresa, o que você está esperando? A data driven faz parte da inteligência que pode ser aplicada em várias empresas, especialmente, no setor logístico.

O significado de data driven para a logística

A logística data driven é aquela que é orientada por dados. Esse tipo de análise permite uma tomada de decisão mais assertiva dentro de toda empresa que atua com o transporte, com a importação ou exportação e tudo mais ligado à logística.

A estratégia usa softwares de gestão para monitorar cada um dos processos da empresa. Isso poderia incluir, por exemplo, a distribuição, a coleta, o armazenamento, as informações, etc. Ou seja, torna possível integrar o processo logístico em um único lugar.

Mas, por que a estratégia data driven pode ser positiva? Porque ela traz muitas vantagens, como é o caso de permitir a criação de rotas otimizadas, de entregas inteligentes e de resultados que podem ser vistos em gráficos, por exemplo.

Um pouco de teoria…

Para quem gosta de entender os porquês, esse tópico será breve, mas serve para explicar o que é tudo isso na teoria. Os dados que podem ser usados são aqueles que formam o Big Data. Assim, imagine um monte de dados em alta velocidade.

A estratégia data driven vem para organizar esses dados e oferecer uma base de estudo para os tomadores de decisão. Logo, os dados não consideram pontos de vista, mas sim uma perspectiva aprofundada de dados confiáveis. É uma questão analítica.

Esse tipo de avaliação valiosa que algumas empresas estão fazendo, permitem conhecer padrões, tendências e relações na hora de gerar resultados. O motivo é claro: usa resultados passados, entende as causas disso e permite uma tomada de decisão mais assertiva.

O objetivo do data driven na logística

Se é possível monitorar os processos da empresa a partir de dados, ótimo. Mas, o que podemos fazer ? É importante ter essa resposta antes de começar a implementar a cultura data driven na sua empresa.

De modo resumido e rápido, leve em conta que essas informações valiosas usadas na metodologia e nos softwares podem levar você a ter uma ou mais respostas importantíssimas sobre o seu negócio de atuação. Por exemplo:

  • Quais os pontos fracos da minha empresa
  • O que eu posso melhorar em capacidade produtiva
  • Quais os problemas que eu consigo evitar
  • Como podemos nos destacar da concorrência

Assim, usando a tecnologia para a coleta e análise de dados, é possível gerar relatórios em tempo real. No entanto, se a ideia é boa, por que nem toda empresa logística aplica? Por causa da dificuldade em implementar a cultura. Descubra como vencer esse desafio no fim do artigo.

As vantagens da logística data driven

No último tópico, você viu que implementar a cultura data driven na empresa pode ser uma decisão inteligente por parte de gestores e empreendedores. Mas, trazendo isso para a realidade profissional, o que é possível notar de benefícios para as tomadas de decisões?

cultura data driven

É muito fácil entender isso na prática. Se você pode receber dados confiáveis na sua mão, com certeza, vai conseguir prever cenários e adaptar processos que precisam de atenção. Assim, essa estratégia atua desde a identificação de oportunidades até o aumento da produtividade.

Do lado financeiro, a data driven permite uma redução de custos devido à integração de dados em um mesmo lugar. Isso resulta na redução de erros e na melhora da busca por cotações.

Para conhecer os detalhes e as principais vantagens da logística data driven, leia outro texto.

Como implementar a cultura data driven na logística

O principal desafio da estratégia está justamente na implementação. Isso porque nem sempre é fácil mudar a postura dos gestores e a forma deles atuarem nas empresas. Só que essa cultura só vai acontecer se houver pessoas preparadas e dispostas a mudar.

Toda visão global da operação ainda está entre os principais desafios da logística. Porém, as empresas que saem na frente conseguem otimizar processos e conquistar resultados a partir de dados confiáveis. Inclusive, esse é o significado de data driven.

Para você que está lendo esse conteúdo e tem essa visão de futuro, leve em conta que um primeiro passo pode ser o de contar com o apoio de especialistas para automatizar os processos logísticos da sua empresa. Isso é o que vai permitir uma liderança mais engajada.

Sobre a DC Logistics

A DC Logistics pode ser essa empresa especialista que vai auxiliar você em causar um impacto muito positivo na cultura empresarial do seu negócio. Afinal, estamos diante de uma solução que visa a eficiência operacional e integrada.

O papel da DC é o de ajudar o gestor a entender esse tipo de armazenamento de dados. O que pode ser feito com o monitoramento das movimentações, das mercadorias, dos profissionais, etc. Ao invés de decisões imprecisas, esse tipo de gestão permite melhores escolhas.

Para quem ficou com alguma dúvida, vale a pena restaurar o conceito de logística 4.0, que envolve tecnologias analíticas, que permitem maior previsibilidade e, consequentemente, ações mais inteligentes.

Faça um orçamento na DC e descubra como melhorar os seus processos logísticos agora mesmo!

Ano novo Chinês

Os impactos do Ano Novo Chinês em 2022 no Comex

Brasil e China são países importantes quando o assunto é o Comércio Exterior. A partir do próximo tópico, será possível entender quais são os principais impactos do Ano Novo Chinês em 2022 para todo Comércio Exterior e, inclusive, para o Brasil.

Inclusive, se você já viu filmes que relatam a história do Ano Novo Chinês deve ter notado os envelopes vermelhos, a troca de presentes, a decoração com flores e até mesmo os fogos de artifícios. Mas, talvez ainda não tenha notado o que pode ser o Ano do Tigre para o Comex!

O que é o Ano Novo Chinês

O Ano Novo Chinês em 2022 acontece entre os dias 12 e 19 de fevereiro. Esse é um evento internacional de grande importância para a logística mundial tem data marcada para ser justamente no nosso Carnaval, que é no dia 15 do mesmo mês.

 

Mas, por que falamos do Carnaval Brasileiro? Essa é uma ideia bacana para que seja possível entender a grandiosidade que é o Festival de Primavera na China, chamado de Ano Novo Chinês.

É nessas épocas que as movimentações de importação e exportações sofrem mais impactos se considerarmos as datas especiais planejadas.

O curioso é que apesar de ser um Festival que dura 1 semana, nesse mês as fábricas chinesas podem parar de funcionar por até 15 dias, o que não é incomum de acontecer. O motivo é simples e você vai entender: os trabalhadores vão para casa comemorar com a família.

O resultado é direto: a produção e a logística do país mudam. Assim, embarques marítimos, aéreos e terrestres ficaram paralisados.

Qual é a importância do Ano Novo Chinês em 2022

A China é um dos maiores polos comerciais mundiais, responsável por milhões de movimentações diárias e com destinos variados, como o Brasil.

Com base em um dos últimos textos que fizemos, sobre a retrospectiva do Comex em 2021 (clique aqui), vimos que a falta de containers e atrasos nos embarques fizeram com que o ano tivesse alta no frete marítimo.

Além da crise que veio com a pandemia, esses feriados nacionais em grandes polos comerciais como é a China aumentam ainda mais o peso das operações do Comex para o mundo todo.

Então, o que deve acontecer neste ano? Já sabendo desse tipo de situação, muitos importadores aumentam os seus pedidos para prevenir o período da parada das atividades na China. Ao mesmo tempo, centros comerciais aumentam o envio de mercadorias.

O problema disso é que com o aumento significativo de volume não é incomum que produtos percam a qualidade do transporte, o que poderia causar avarias ou sobrecargas, por exemplo.

Além disso, é um período que tende a ter uma demora muito maior nas movimentações.

BLANK SAILINGS – é durante o Festival da Primavera Chinês que acontecem os blank sailings. Ou seja, quando os armadores cancelam as viagens de navios e cargas que são acumulados até o fim do feriado. Isso eleva consideravelmente o valor do frete.

Como driblar o Ano Novo Chinês em 2022

Se você trabalha com importação ou exportação, é possível que esteja estudando as formas de se privar desse evento que todo mundo sabe que vai acontecer. Mas, como?

Uma saída inteligente é planejar os embarques e fazer os pedidos na China com a máxima antecedência possível. Isso inclui desde a reserva dos containers até o ajuste do tamanho do pedido.

Até mesmo porque mesmo após voltarem a atividade, os trabalhadores chineses não fazem isso com a chamada “força total”. Afinal, sabemos que todo retorno de trabalho leva tempo para que volte a produtividade normal.

Resumidamente, vale a pena considerar o Calendário Chinês se você atua no Comex. É um tipo de evento que acontece anualmente e somente a organização pode ajudar na minimização dos atrasos dos envios e recebimentos, por exemplo.

Quer saber mais? Nós temos uma matéria que cita as melhores dicas para lidar com o Ano Novo Chinês. Por exemplo: ficar atento aos prazos dos fabricantes, negociar com armadores, ter um bom planejamento logístico e aprender a vencer os desafios do setor. Leia a matéria!

Para saber mais, a DC Logistics Brasil

Se você já sofreu com esse tipo de evento e está preocupado com o Ano Novo Chinês em 2022, considere que existem empresas que podem ajudar você com isso.

A DC Logistics Brasil é uma delas, que auxilia nessa busca por espaços e preços mais competitivos no mercado do Comércio Exterior. A especialidade é cuidar de todo o processo internacional a que você está submetido.

Na busca por uma logística eficiente e de alta performance, vencendo os desafios dos calendários internacionais, a DC Logistics Brasil! Conheça as soluções da empresa!

 Ano novo Chinês

 

Curiosidades sobre o comércio da China

Você sabe quais os produtos que mais importamos da China? Conforme dados do ComexStat, do Governo Federal, saiba que existem alguns produtos que foram importados da China em maior número no ano de 2020.

Entre eles: equipamentos de telecomunicações, válvulas e tubos termiônicos, estruturas flutuantes, compostos organo-inorgânicos e os produtos da indústria de transformação.

Outra curiosidade sobre o comércio chinês é que dos 10 portos mais importantes de toda a Ásia, a maioria é chinês. Entre eles: Porto de Xangai, Porto de Hong Kong, Porto de Tianjin, Porto de Ningbo, Porto Shenzhen e o Porto Qingdao.

Retrospectiva Comex – veja quais foram as principais notícias do Comércio Exterior em 2021

A retrospectiva Comex de 2021 é a demonstração de que o ano que passou não foi fácil. Mas, ao ler as notícias do comércio exterior, é possível notar que há bons ventos soprando. Passamos pela maior crise logística internacional da história, agora é hora de olhar para frente.

Ao mesmo tempo em que nunca se pagou tão caro por esse “transporte” também nunca se esperou tanto tempo para que os produtos chegassem. Ainda assim, o Brasil bateu recordes e mais recordes, mesmo com os portos chineses fechando algumas vezes durante o ano.

E nesse mar de informações, o que podemos considerar de mais importante? Esse texto foi criado para trazer insights, ensinamentos e uma atualização do mercado Comex. Continue lendo e veja o que de mais importante aconteceu nos 12 meses de 2021.

A logística internacional para a chegada da vacina nos países

Essa não é bem uma das notícias do Comércio Exterior, mas foi uma das menções que mais interessam às pessoas com relação ao mercado – até mesmo quem não é ligado a ele. Afinal, muita gente se perguntou: como é que as vacinas chegam aos países?

principais notícias do Comércio Exterior

Por isso, com a expectativa que se criou para a chegada das vacinas da Covid-19 em vários lugares do mundo, também cresceu o interesse pela ideia da logística internacional. Em um primeiro momento, a maioria dos produtos vieram da China e da Índia.

Depois, nós começamos a oferecer os nossos produtos ao mercado exterior. Para resumir esse tópico, vale lembrar desse título, que foi criado pelo Ministério da Saúde e está disponível no site do Governo: “Brasil passará de importador para exportador de vacinas Covid-19”.

O aumento do preço do frete internacional

Ainda que tenha sido um assunto que entrou na retrospectiva de 2021, considere que ele gera dúvidas e polêmicas até hoje. O motivo é que houve um aumento no preço do frete internacional e as empresas do setor tiveram que ver suas operações de outra forma.

Com base em dados do Relatório Marítimo 2021, o aumento no custo dos fretes marítimos vai aumentar o preço da importação mundial em 11% e os preços ao consumidor em 1,5% na média até o ano de 2023. O motivo que explica isso seria a “crise dos contêineres”.

Ou seja, a escassez de espaço disponível para o transporte de produtos, especialmente da Ásia para o Ocidente. Conforme a AFP, a ONU (Organização das Nações Unidas) alertou sobre o aumento dos preços em 2022 por custos do frete marítimo.

O bloqueio do Canal de Suez

E já que o assunto é sobre o transporte marítimo, que tal a gente lembrar daquele momento que ficou chamado de “Bloqueio no Canal de Suez”? Quem conhece as vias marítimas sabe que ele liga a Ásia até à Europa e, por isso, é muito importante.

as notícias do Comércio Exterior

A rota ganhou destaque em março de 2021. Foi quando o navio Ever Given, da Evergreen, encalhou no Canal de Suez após uma tempestade. O resultado foi inacreditável: 422 navios encalhados e com prejuízo global de quase US$ 10 bilhões por dia de bloqueio.

O texto explicativo já está disponível no Wikipédia. Lá é possível entender mais sobre o incidente e as consequências para o mundo.

Os recordes de superávit na balança comercial do Brasil

Se é para falar das notícias do Comércio Exterior em 2021, nós não podemos nos esquecer também que tivemos dados positivos na balança comercial brasileira. Foram vários recordes de superávit, que é quando acontecem mais exportações do que importações.

O resultado direto é que a China continua sendo o principal parceiro comercial do Brasil, representando mais de 30% das exportações e mais de 21% das importações. Depois, vem os Estados Unidos, seguido da Argentina.

Já entre os produtos de destaque na exportação, a gente tem o minério de ferro, a soja, os óleos brutos do petróleo, o açúcar, o café, as carnes, a celulose, entre outros. Nas importações, contamos com adubos e fertilizantes, além de medicamentos e óleos como destaques.

O governo zerou o imposto de importação de produtos

Conforme está no site do Governo Brasileiro, até fevereiro de 2021, o país havia zerado o imposto de importação de mais de 530 produtos. A ideia era a de facilitar a compra de equipamentos e auxiliar na retomada da economia do país.

notícias do Comércio Exterior

Os produtos com alíquota zerada foram incluídos na Resolução 155 e envolvem monitores, respiradores, oxímetros e equipamentos médicos. Também foram acrescentados os produtos da indústria de bens de capital e insumos, além de equipamentos de informática.

Isso porque no começo daquele ano, o governo anunciou que o imposto de importação de agulhas e seringas usadas na Covid-19 estavam zerados, enquanto que a exportação foi proibida.

O lançamento do Portal Único de Comércio Exterior

E não daria para terminar o texto sem falar desse programa. O lançamento tinha o intuito de diminuir a burocracia, o tempo e os custos das exportações e importações do país. Isso permite atender com mais eficiência às demandas do Comex.

Com a reformulação, o programa vai integrar os intervenientes, redesenhar os processos e usar a tecnologia da informação em favor disso tudo. No entanto, como se trata de um assunto novo para muitos empreendedores e empresas, é preciso entender os serviços do Siscomex.

Siscomex é a sigla para Sistema Integrado de Comércio Exterior, que é esse portal único. Agora, é esse instrumento administrativo que integra as atividades e as operações do Comex no país. Na dúvida, procure uma empresa especializada para auxiliar você e sua empresa.

Para saber mais sobre as notícias do Comércio Exterior

Se você quer saber mais sobre as principais notícias do Comércio Exterior não deixe de ler o Blog da DC Logistics Brasil. Semanalmente são publicadas ali informações importantes sobre esse mercado e que tem relação com os serviços prestados pela empresa.

Afinal, se o ano de 2021 foi eufórico para o Comex, considere que apenas quem está bem informado e bem preparado é que vai conseguir aproveitar as melhores oportunidades desse mercado.

Dia do Comércio Exterior – entenda como funciona o processo de exportação no Brasil

No dia 28 de janeiro se comemora o Dia do Comércio Exterior. E nesse dia muitas dúvidas surgem de forma comum: qual a história do comércio internacional, por exemplo. Aliás, tem uma pergunta ainda mais popular: como funciona o processo de exportação no Brasil?

A ideia é justamente falar dessas curiosidades sobre o comércio exterior brasileiro. Assim, você vai ver que muito mais do que a teoria pode dizer, toda evolução do comércio internacional faz sentido até que a gente chegue às novas tecnologias usadas na logística de hoje em dia.

O começo do comércio internacional no Brasil

O começo é antigo e vem de 1808. Sim, essa data mesmo que você se lembrou: quando D. João VI chegou ao nosso país com toda a Família Real. Aí, foi bem no dia 28 de janeiro que ele assinou a abertura dos portos brasileiros. Por isso, essa é a data do Dia do Comércio Exterior.

Nesse dia, o decreto dizia que estrangeiros poderiam exportar produtos da Colônia, como é o caso do açúcar, do algodão e até mesmo do tabaco. Ah, o pau-Brasil não era permitido. Ao mesmo tempo, a gente podia importar mercadorias da Europa.

E apesar de parecer algo simples, isso mudou muito a matriz de produtos que a gente movimentava por aqui – seja aqueles que iam ou os que vinham. Assim, temos um resumo do comércio internacional no Brasil. Só que a história foi além.

A evolução do comércio exterior brasileiro

Para os historiadores atuais, esse primeiro passo foi importante para que o país conseguisse se emancipar no futuro. Ou seja, a evolução do comércio exterior brasileiro passa pela assinatura do decreto de D. João VI e pelas novas regras que foram criadas nos anos seguintes.

qual o Dia do comércio exterior

Por exemplo, a partir de 1841, o governo brasileiro terminou com o contrato com os ingleses e isso fez com que algumas indústrias fossem instaladas no nosso país. Na contrapartida, a exportação de café aumentou.

Mas, foi só em 1860 que tivemos o primeiro saldo positivo da balança comercial (o café representava 50% das exportações). Bem mais tarde, em 1901, a gente teve a expansão do comércio exterior, com o destaque para a borracha (97% da produção do mundo).

A geografia do comércio exterior no mundo

Se a gente começou falando do Brasil, vamos dar um passo para trás agora mesmo. Por aqui, tudo aconteceu com a vinda da Corte Portuguesa em 1808. Mas, antes disso, há estudos que dizem que os chineses começaram a praticar o comércio no oitavo milênio a.C.

Isso foi quando fizeram rotas para outros países asiáticos levando a seda. Já os egípcios comercializam produtos agrícolas pelo Rio Nilo. E a ideia de comércio exterior veio bem mais tarde, com a industrialização, comunicação e avanços tecnológicos além das fronteiras.

O resultado é que hoje, incluindo o Brasil, o comércio exterior pode acontecer por vários modais, como o Hidroviário, o Rodoviário, o Ferroviário e até mesmo o Aéreo. E sem falar na possibilidade do transporte de líquidos e gases, que é outra alternativa moderna.

O mercado de trabalho no Comex (Comércio Exterior)

Aqui está outra curiosidade sobre o Comércio Exterior Brasileiro. Inclusive, parece que mudamos o assunto do texto da água para o vinho, certo? Mas, esse tópico é apenas uma ponte para que a gente possa chegar em outro assunto: o processo de exportação no Brasil.

o Dia do comércio exterior

Bem, vamos lá. O profissional do Comércio Exterior, que também comemora o seu dia em 28 de janeiro, pode atuar em áreas logísticas, em instituições de câmbio, em companhias privadas ou do governo, além do marketing internacional ou com o despacho aduaneiro.

Isso quer dizer que é um grande mercado para profissionais que possuem conhecimento em áreas do mercado internacionais. Os diretores dessas áreas podem ter salários acima dos R$ 23 mil ao mês. Já os cursos podem ser bacharelados ou tecnólogos.

Como funciona o processo de exportação no Brasil

Além desse mercado de trabalho, quando a gente pensa na evolução do comércio exterior brasileiro, nós também podemos chegar a outro ponto: da exportação. Isso por que uma dúvida muito comum é sobre como funciona o processo de exportação no Brasil. Você sabe?

A ideia desse texto não é aprofundar nessa pergunta, mas dar alguns insights sobre o tema. Até mesmo porque isso representa ótimas oportunidades de negócios e pode ser um ponto estratégico para quem quer ampliar as operações.

Leia também: como trabalhar com Comex de forma autônoma

Além de ter uma empresa legalmente constituída, o empreendedor deve ter um estudo que viabilize essa ideia da exportação de produtos para outros países. Esse estudo de viabilidade é um ponto de partida e deve ser muito bem estruturado.

Os tipos de exportações brasileiras da atualidade

Hoje em dia, a gente tem dois tipos de exportações que podem ser feitas. E isso também explica como funciona o processo de exportação no Brasil. A exportação direta é quando o produto é exportado e é faturado pelo próprio fabricante. Simples assim.

Dia do comércio exterior

Já a exportação indireta é aquela que o fabricante não tem contato com o mercado internacional. Ou seja, o processo de exportação acontece por outra empresa brasileira, que compra os produtos para vender lá fora.

É importante saber que quando se trata de exportações, cada país tem a sua própria regra e por isso é preciso ter conhecimento, inclusive, com a melhor logística para se chegar ao destino final. Nessa hora, até as embalagens possuem importância.

Você vai gostar de ler: A escolha da logística certa [é mais fácil do que você pensa]

Quanto o Brasil exporta por ano

Agora que você viu que esse é um mercado promissor, pode ser que a sua próxima dúvida seja sobre o volume de exportação brasileira, certo? O governo tem uma página que informa isso. E por lá você encontra desde os dados preliminares até os mensais.

Para se ter uma ideia mais concreta de quanto o Brasil exporta por ano, saiba que em 2020, as exportações atingiram US$ 209,921 bilhões. Enquanto isso, as importações ficaram em US$ 158,926 bilhões.

E agora que você sabe como funciona o processo de exportação no Brasil fica mais fácil entender porque o Brasil consegue ser um dos líderes no comércio mundial em assuntos como o frango, a soja, o petróleo, a celulose, além do açúcar e manufaturados.