Confira os 20 produtos brasileiros mais exportados em 2020!

Confira os 20 produtos brasileiros mais exportados em 2020!

O ranking mais esperado de 2020 está aqui! Chegou a hora de acompanharmos quais foram os produtos brasileiros mais exportados no decorrer do ano.

No ano passado, compartilhamos quais foram os produtos mais importados e exportados pelo Brasil em 2019 e seus impactos no comércio exterior nacional.

Então, dando continuidade ao balanço, trazemos aqui os números mais relevantes. Assim, é possível visualizar melhor a realidade do país nos últimos 365 dias, até mesmo identificando as mudanças que aconteceram frente ao cenário desafiador que vivemos, devido a pandemia.

 Você tem um palpite sobre quais foram os produtos brasileiros mais exportados em 2020? Continue a leitura!

O que mudou entre os produtos brasileiros mais exportados de 2019 para 2020?

No ano passado, conforme divulgado no blog, o Brasil exportou entre janeiro e outubro o total de US$ 185,54 bilhões. Os dados foram compartilhados pelo levantamento do Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Os dez produtos brasileiros mais exportados foram, nesta ordem: soja, petróleo, minério de ferro, celulose, milho, carne de frango, produtos manufaturados, carne bovina, farelo de soja e açúcar.

Em 2020, de acordo com dados divulgados pela Agência Brasil em outubro, as exportações nacionais somaram US$ 156,780 bilhões. Este número apresenta retração de 7% em comparação ao mesmo período de 2019.

Uma justificativa para estes resultados seriam as vendas da indústria de transformação, que caíram US$ 108,01 milhões. Por outro lado, as vendas da indústria extrativa aumentaram US$ 19,65 milhões, e as vendas referentes a agropecuária subiram US$ 5,38 milhões. O café não torrado e o minério de ferro seriam os produtos responsáveis por estes aumentos.

Sendo assim, é estimado um menor volume de comércio em 2020. Esta seria uma consequência dos impactos da pandemia do coronavírus. Ainda assim, o Ministério da Economia estima um saldo positivo de superávit de US$ 55 bilhões.

20 produtos brasileiros mais exportados em 2020

Apresentamos aqui os dados compartilhados pelo Comex Vix, levantamento do Ministério da Economia, sobre os principais resultados do comércio exterior brasileiro. Acompanhe a listagem dos produtos brasileiros mais exportados do Brasil entre janeiro e novembro de 2020.

1° Soja

Confira os 20 produtos brasileiros mais exportados em 2020!

Participação: 15% – Valor FOB: US$ 28,5 bilhões

O Brasil continua como segundo maior produtor de soja do mundo, registrando produtividade média de 3.362 kg por hectare, segundo a Embrapa.

2° Minério de ferro e concentrados

Participação: 12% – Valor FOB: US$ 22,7 bilhões

Entre as diversas riquezas do país está o minério de ferro. Desta forma, o Brasil abriga a quinta maior reserva do mundo, equivalente a 17 bilhões de toneladas, de acordo com dados do Educação UOL.

3° Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus

Participação: 9,4% – Valor FOB: US$ 18 bilhões

Além disso, outro destaque do setor extrativista são os óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus, pois são essenciais ao influenciarem os resultados do comércio exterior brasileiro e fabricações de muitos produtos da indústria.

4° Açúcares e melaços

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Participação: 4,2% – Valor FOB: US$ 8 bilhões

O mercado do biocombustível sofreu com uma forte queda nas cotações e no consumo durante a pandemia, conforme informado pela Revista Globo Rural. Mas em agosto, a exportação do açúcar cresceu 118% em comparação a 2019, o que justifica sua importância mundial no setor sucroalcooleiro.

5° Carne bovina

Participação: 3,6% – Valor FOB: US$ 6,8 bilhões

De acordo com informações da Embrapa, a proteína nacional alimenta o mundo todo: equivale a 3% das exportações brasileiras e proporciona faturamento de 6 bilhões de reais.

6° Farelos de soja e outros alimentos para animais

Participação: 3,1% – Valor FOB: US$ 5,9 bilhões

Além dos bons resultados das exportações de carne, o Brasil é um importante produtor desta commodity utilizada para fabricação de rações no mundo todo, conforme observado pelo Sindiracoes.

7° Celulose

Participação: 2,9% – Valor FOB: US$ 5,6 bilhões

Atrás somente dos EUA, o Brasil está entre os principais exportadores de celulose, principalmente devido aos envios à China, como explica o Canal Agro do Estadão.

8° Demais produtos da Indústria de Transformação

Participação: 2,7% – Valor FOB: US$ 5,2 bilhões

O portal UOL Economia observa que as exportações referentes a indústria da transformação (matérias-primas de origem vegetal ou animal que será usada em produto final) já vinham registrando quedas antes da pandemia.

9° Carnes de aves

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Participação: 2,6% – Valor FOB: US$5,1 bilhões

Apesar do cenário atual, segundo a ABPA, as exportações brasileiras de carne de frango totalizaram um volume de 5,6% a mais que o registrado em novembro do ano de 2019, posicionando o país entre os maiores produtores do mundo.

10° Óleos combustíveis de petróleo

Participação: 2,3% – Valor FOB: US$ 4,4 bilhões

Somente em maio desse ano, conforme divulgado pela Agência Brasil, a Petrobras exportou 1,11 milhão de toneladas de óleo combustível. Segundo a empresa, o recorde reflete diversas ações. É provável que, conforme explicado, isso reflita a diversificação dos destinos do produto. Para que, com isso, tenha ocorrido a ampliação da participação no mercado externo.

11° Ouro – não monetário

Participação: 2,3% – Valor FOB: US$ 4,4 bilhões

Hoje, conforme justifica o Ibram, o Brasil é o 13º maior produtor de Ouro. De tal forma que acumula produção de 66 toneladas. Além disso, este é o segundo mais importante mineral de exportação.

12° Ferro-gusa, spiegel, ferro-esponja, grânulos, pó de ferro ou aço e ferro-ligas

Participação: 1,8 % – Valor FOB: US$ 3,4 bilhões

Como resultado dos avanços, a indústria metal-mecânica mundial demanda elevados volumes destes insumos. Entretanto, apesar de pequena participação, os resultados impactam diretamente o comércio exterior nacional.

13° Produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço

Participação: 1,5% – Valor FOB: US$ 3 bilhões

Aqui também é apresentada a pequena, porém não menos importante participação da exportação destes produtos referência na siderurgia e metalurgia.

14° Veículos automóveis de passageiros

 Participação: 1,2% – Valor FOB: US$ 2,4 bilhões

De acordo com levantamento do G1, as principais montadoras do Brasil exportam principalmente para a América Latina. Sendo assim, os roteiros incluem países como Argentina, Paraguai e Uruguai, e ainda muitos países da África, por exemplo.

15° Alumina

Participação: 1,1% – Valor FOB: US$ 2,1 bilhões

Atualmente, o Brasil é o 15º produtor de alumínio primário – alumina. Como resultado, as exportações de metais, incluindo, bauxita e alumina representaram em média 2,5% das vendas externas brasileiras, segundo dados da Abal.

16° Carne suína

Participação: 1% – Valor FOB: US$ 1,95 bilhão

Quarto maior produtor da proteína do mundo, o país é responsável por 3,88% da produção global, exportando principalmente para abastecimento do mercado chinês, conforme publicado pela Suinocultura Brasil.

17° Aeronaves e outros equipamentos

Confira os 20 produtos brasileiros mais exportados em 2020!

 

 

 

Participação: 0,97% – Valor FOB: US$ 1,86 bilhão

Apesar das mudanças no cenário da aviação, o Brasil segue como um dos maiores exportadores de soluções para a fabricação de aeronaves. Dessa forma, somente no primeiro trimestre, isso representou US$ 489,75 milhões, conforme dados do portal FazComex.

18° Partes e acessórios de veículos automotivos

Participação: 0,89% – Valor FOB: US$ 1,7 bilhão

Assim como se destaca como exportador de automóveis, as peças e acessórios nacionais também são bastante requisitadas no mercado internacional.

19° Motores de pistão

Participação: 0,80% – Valor FOB: US$ 1,53 bilhão

Dentre os bens de maior valor agregado, pistões e motores também apresentam uma pequena representatividade nas exportações brasileiras.

20° Sucos de frutas ou de vegetais

Participação: 0,17% – Valor FOB: US$ 1,45 bilhão

O Brasil ainda é responsável por “matar a sede” de suco de frutas do mundo, principalmente de laranja, sendo o maior exportador deste produto, lembra a BBC Brasil.

O que podemos interpretar sobre as exportações de 2020?

Para começar, o levantamento posiciona a soja como campeã entre os produtos brasileiros mais exportados. E a safra superou as expectativas, pois alcançou o recorde de 127 milhões de toneladas. Portanto, isso deve refletir em mais exportações em 2021, conforme previsto pela Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais).

Em seguida, conforme apresentado, o minério de ferro e concentrados também seguiu ocupando a segunda posição do ranking. Desta forma, o setor registrou bons resultados, mesmo no cenário pandêmico. De fato, em junho, por exemplo, as exportações alcançaram 30,5 milhões de toneladas.

E os embarques estão relacionados a expansão das atividades industriais da China, que é a maior importadora do produto no mundo. Falando no país, vale ressaltar que este também é o responsável pela mudança no terceiro lugar, agora ocupado por óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus.

Assim, o Brasil tornou-se o terceiro maior fornecedor do insumo da China, exportando volume superior a 4,49 milhões de toneladas para as refinarias do país asiático.

Além da China, as produções nacionais são enviadas com expressividade para Estados Unidos, Argentina, Países Baixos (Holanda), Espanha, Japão, Canadá, Alemanha, Chile e México, nesta ordem.

Com isso, o país se posiciona como o 27° entre os maiores exportadores do globo, segundo o relatório da OMC (Organização Mundial do Comércio).

Agora, para manter os avanços da exportação brasileira, são necessárias cada vez mais soluções logísticas de confiança. Afinal, elas refletem na qualidade das entregas do comércio exterior.

Portanto, para isso, você pode sempre contar com a nossa equipe. Certamente estamos à disposição para esclarecer todas as suas dúvidas sobre o assunto. Quer saber mais? Entre em contato e solicite uma cotação sem compromisso.

Cotação DC Logistics Brasil

 

FONTES:

Blog DC Logistics Brasil https://dclogisticsbrasil.com/confira-os-10-produtos-mais-importados-e-exportados-pelo-brasil-em-2019/

Agência Brasil – https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2020-10/balanca-comercial-registra-superavit-de-us-616-bi-em-setembro

Comex Vixhttp://comexstat.mdic.gov.br/pt/comex-vis

Bol https://www.bol.uol.com.br/noticias/2020/12/14/abiove-revisa-safra-de-soja-2020-do-brasil-para-127-mi-t-e-ve-exportacao-recorde.htm

UOL Economiahttps://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2020/07/01/exportacao-de-minerio-de-ferro-do-brasil-tem-recuperacao-em-junho-e-supera-30-mi-t.htm

Santander Empresas – https://santandernegocioseempresas.com.br/app/internacionalizacao/produtos-mais-exportados-pelo-brasil

 

 

Ano Novo Chinês 2021 e a logística internacional: o que mudou com a pandemia?

Ano Novo Chinês 2021 e a logística internacional: o que mudou com a pandemia?

Enquanto o ocidente celebra o Réveillon em 31 de dezembro, o Ano Novo Chinês 2021 ocorrerá somente em 12 de fevereiro.

 Isso porque, o país asiático considera o calendário lunar, enquanto as demais nações se guiam pelo calendário gregoriano.

Mas o Ano Novo Chinês 2021 é uma data que já gera expectativas no mundo todo, principalmente para o Comércio Exterior.

Existem muitas previsões sobre como esta virada específica afetará as importações nos dias que estão por vir, principalmente neste cenário de pandemia. Pois, existem medidas de segurança sendo avaliadas que vão interferir diretamente no funcionamento das empresas, que devem parar antes do que o previsto.

Então, acompanhe a leitura e saiba como se antecipar aos impactos que o Ano Novo Chinês 2021 trará para a economia mundial e para seus negócios de importação e exportação!

Quais as previsões do Ano Novo Chinês 2021?

O Ano Novo Chinês 2021 é regido pelas energias do Boi de Metal. Entretanto, não é sobre esta previsão que vamos falar aqui hoje.

Pois, apesar de os chineses levarem muito a sério as influências astrológicas, neste conteúdo apresentaremos as principais previsões sobre o Comércio Exterior e como elas impactarão os negócios.

A começar pelas expectativas de recuo do dólar. Conforme compartilhado pelo portal “Autodata”, os importadores esperam melhoras no cenário que está por vir, principalmente no segmento de automóveis.

A expectativa do setor é de que também haja redução dos impostos de importação. E isso afetará diretamente quem realiza negócios com as montadoras ou conta com peças de produção de carros chineses.

Outra tendência que deve se tornar realidade com o Ano Novo Chinês 2021 são os resultados da política econômica “China Plus One”.

Com ela, o país quer diversificar as fronteiras da sua cadeia de produção mundial, conforme explica o portal “InfoMoney”. Desta forma, a China busca desenvolver seu mercado doméstico, mas sem perder o foco no potencial exportador.

Além disso, antes mesmo do Ano Novo Chinês 2021 chegar, já haverá mudanças nas importações do país. Conforme divulgado no fim de novembro, a partir do 1º de janeiro será proibida a importação dos últimos tipos de resíduos sólidos permitidos no país.

São materiais como plástico, peças de automóveis, papel, sucatas e materiais de madeira ou têxteis, por exemplo, que antes eram reutilizados como matérias-primas industriais.

A pandemia e as comemorações

Todos os anos, devido ao Ano Novo Chinês, milhares de pessoas viajam pela China para participarem das cerimônias, sejam como turistas, ou com a família e amigos.

Entretanto, no ano passado, quando a data chegou, o país enfrentava graves consequências da pandemia do coronavírus. Ele era menos conhecido, mas os registros aumentavam com velocidade.

Com isso, como noticiado pelo portal “G1”, Pequim cancelou as suas famosas celebrações e muitos pontos turísticos visitados no período do ano foram fechados, até mesmo a Cidade Proibida.

Logo, as decisões impactam o turismo e a economia asiática. Além disso, o isolamento social também reduziu as atividades comerciais e industriais.

Agora o cenário mudou. E a Covid-19 está prestes a ser combatida pela vacinação. Ainda não há definições sobre como serão as festividades do Ano Novo Chinês 2021.

Os negócios devem parar entre 15 dias e uma semana antes do Ano Novo Chinês. Inclusive, o governo está incentivando a parada com duas semanas de antecedência, visando evitar aglomerações das pessoas que transitam pelo país nesta época do ano.

Contudo, a China já anunciou, segundo o portal “Observador”, que iniciará a vacinação de dois milhões de pessoas em Sichuan. E que, após o Ano Novo Chinês, pretende iniciar a vacinação da população em geral.

E como esta data impacta a logística internacional?

Segundo dados do Icomex (Boletim de Comércio Exterior) da FGV (Fundação Getúlio Vargas), e divulgados pela Agência Brasil, a China importou US$ 4,5 bilhões em julho de 2020. Do começo do ano até este mês, foram US$ 21,9 bilhões.

Com isso, a nação é uma das principais fontes de contribuição para o superávit da balança comercial brasileira.

Logo, quando falamos em Comércio Exterior, toda e qualquer data que esteja relacionada à economia chinesa reflete na logística internacional.

Recentemente, trouxemos aqui em nosso blog dicas para enfrentar os backlogs no modal aéreo. Neste conteúdo, explicamos como as peak seasons, ou seja, datas festivas, afetam os transportes internacionais.

E o Ano Novo Chinês 2021 é uma das celebrações que causam mais impactos. Isso porque, é um período agitado para o comércio asiático e todos que estão relacionados.

Por isso, é importante realizar um planejamento logístico o mais completo possível. Para que, assim, as surpresas do Ano Novo Chinês 2021 não impactem negativamente nas suas negociações.

Dicas para evitar problemas com a logística relacionada ao Ano Novo Chinês 2021

Ano Novo Chinês 2021 e a logística internacional: o que mudou com a pandemia?

Quando falamos em comércio exterior, toda data chinesa que esteja relacionada à economia reflete na logística internacional.

 

 

 

Sabemos que, nesta época do ano, os trabalhadores costumam prolongar suas folgas na China. Porém, devido à COVID-19, as empresas do país devem antecipar ainda mais o seu recesso, prolongando a pausa em relação aos anos anteriores.

As previsões indicam a paralização dos negócios a partir do dia 15 de janeiro para evitar as aglomerações. Isso porque existe no período uma intensa movimentação de chineses que residem nos grandes centros para áreas mais distantes.

Além disso, a logística internacional, que já sofre grandes gargalos devido à alta demanda e baixa disponibilidade de aeronaves e containers, será impactada com esta festividade e as mudanças nos funcionamentos das operações asiáticas devido ao Ano Novo Chinês.

Logo, a melhor forma de evitar problemas é antecipar os pedidos. Sendo assim, conte com um agente de carga que evite interrupções nas suas movimentações. Afinal, cargas paradas são um grande problema para suas negociações.

Por fim, uma outra sugestão é já iniciar a negociação com armadores e transportadores, para evitar a prática da blank sailing. Estabeleça já os valores de frete junto a eles neste fim de ano, enquanto os preços estão mais baixos.

Prepare-se para comemorar!

Estas e muitas dicas compartilhadas acima já foram apresentadas em nosso blog, em conteúdo sobre como o Ano Novo Chinês pode afetar as comercializações.

Entretanto, lembrá-las nunca é demais, uma vez que esta peak season acontece todos os anos. E, com ela, chegam também questões que anualmente merecem a atenção de quem atua com importação e exportação com foco neste país asiático.

Agora, ao seguir todas as orientações, o Ano Novo Chinês 2021 será um motivo de comemoração para os seus negócios, pois você alcançará os resultados esperados, sem que estes fatores afetem a sua produtividade.

Para isso, você pode contar com as soluções da DC Logistics Brasil. Estamos preparados para oferecer a logística internacional que contribui com a sua tranquilidade ao importar e exportar.

Quer saber mais sobre os nossos diferenciais que possibilitam uma logística que se adapta às suas necessidades? Então entre em contato e solicite sua cotação de frete sem compromisso. Queremos te ajudar a obter mais qualidade em todas as suas operações.

Cotação DC Logistics Brasil

 

FONTES:

Portal Autodata – https://www.autodata.com.br/noticias/2020/10/30/importadores-esperam-recuo-do-dolar-em-2021/32369/

InfoMoney – https://www.infomoney.com.br/colunistas/matheus-tavares-dos-santos/china-superpotencia-a-estrategia-e-os-desafios/

Estado de Minas – https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2020/11/27/interna_internacional,1214998/china-proibira-completamente-importacoes-de-residuos-a-partir-de-2021.shtml

Agência Brasil – https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2020-08/china-se-mantem-como-principal-contribuinte-para-superavit-brasileiro

Blog DC Logistics – https://dclogisticsbrasil.com/5-dicas-para-enfrentar-os-backlogs-no-modal-aereo/ , https://dclogisticsbrasil.com/descubra-como-o-ano-novo-chines-afeta-suas-importacoes/

G1 – https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/01/23/pequim-cancela-festas-de-ano-novo-chines-por-conta-de-epidemia-de-coronavirus.ghtml

Observador – https://observador.pt/2020/12/09/covid-19-provincia-chinesa-vai-vacinar-de-urgencia-dois-milhoes-de-pessoas-apos-detetar-surto/

 

Exportação de alimentos: confira documentos, leis e questões envolvidas!

Exportação de alimentos: confira documentos, leis e questões envolvidas!

Você quer saber mais detalhes sobre exportação de alimentos? Chegou ao lugar certo, porque para este conteúdo, reunimos as informações mais relevantes sobre esse tipo de operação!

Continue a leitura para saber quais os pontos mais importantes que todo profissional responsável pelo setor de logística precisa ter conhecimento. 

Separamos as informações mais relevantes, com o objetivo de facilitar suas atividades e tornar seus processos mais assertivos. Confira!

O processo de exportação de alimentos

Para conceituar, assim como o processo geral, a exportação de alimentos trata-se da saída de carga do território nacional – devido a uma venda e compra em que a parte recebedora é um comprador estrangeiro. Logo, toda empresa que realiza exportações, deve ser habilitada pela Receita Federal.

Para ser devidamente habilitada, a organização deve preencher certos requisitos e estar de acordo com determinadas regras e normas, como veremos no decorrer deste material. Basicamente, isto é importante para, principalmente, garantir a qualidade e segurança dos produtos produzidos nacionalmente.

CVLEA – Certidão de Venda Livre para Exportação de Alimentos

É interessante saber que, este é um documento emitido pela autoridade sanitária competente do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), requerido voluntariamente, para atender exigências sanitárias de países importadores de alimentos fabricados em território brasileiro. Ela deve ser solicitada, quando necessário, pela empresa exportadora do alimento.

A Anvisa somente emitirá a Certidão quando esta for requerida exclusivamente para informar a vigência de registro sanitário de alimento.

A Certidão é regulamentada pela RDC n° 258/2018, publicada no Diário Oficial da União em 20/12/2018.

Principais documentos para exportação de alimentos

Sobre a documentação de exportação, normas, leis, regras e documentações nacionais e internacionais solicitadas nesses processos podem mudar rapidamente. O que não só necessita um acompanhamento diário como também exige expertise com o intuito de não errar nas informações colocadas em cada documento. 

Nesse sentido, elencamos as principais, que não podem ser deixadas de lado na hora de realizar esse tipo de operação:

Fatura Pró-Forma

Deve ser apresentada pelo exportador ao importador no idioma do país de origem. Pode ser um fax, um contrato formal ou um formulário. 

Esse documento deve conter informações sobre a mercadoria, como quantidade, preço, transporte, embalagem, forma de pagamento e condições de venda. É um procedimento necessário para que o importador possa abrir uma carta de crédito para remessa de valores.

Nota Fiscal

A Nota Fiscal precisa acompanhar a carga, desde a saída do seu estabelecimento até a chegada no local de embarque para o exterior.

Fatura Comercial – Commercial Invoice

Esse documento para exportação de alimentos representa a operação comercial.

Nele, precisa constar todas as informações iniciais que foram declaradas na fatura Pró-Forma, além de outras que confirmem a realização da exportação. A Fatura Comercial é necessária para formalizar a transferência de propriedade da mercadoria para o comprador.

Certificado de Embarque

Emitido pela companhia transportadora ou seu agente, essa documentação trata-se do contrato de transporte e o comprovante de entrega da mercadoria, constituindo assim, a prova do embarque.

Romaneio

Também chamado de Packing List, esse documento precisa ser preenchido pelo exportador. Nele é listado os volumes e descrito seus conteúdos.

Certificado de Origem

Por sua vez, o certificado de origem prova que o produto é, de fato, originário do país exportador.

Desafios jurídicos para a exportação de alimentos

Certas exigências e padrões de comércio devem ser respeitados pelas empresas brasileiras, para que não tenham problemas jurídicos no futuro, em especial:

Embalagem

Os cuidados que você precisa ter com as embalagens para exportação, é um dos itens fundamentais para garantir o sucesso da exportação de alimentos. 

Até porque, é cada vez mais comum que alguns países se recusem a importar produtos armazenados em embalagens não-ecológicas, por exemplo. A China mesmo – que é o maior parceiro comercial do Brasil – proibiu em 2017, a importação de produtos em embalagens que não sejam ecologicamente corretas. 

Por isso, é preciso ficar sempre atento às novas regras, tendências e leis deste setor. E claro, buscar alinhar sua empresa e manter os negócios devidamente dentro do que é exigido.

Adição ou exclusão de certos ingredientes

Uma das questões mais importantes, que devem ser analisadas e consideradas pelas empresas brasileiras que irão exportar para outros países, é a segurança dos alimentos.

Como pontua a Academia MOL, a preparação dos alimentos deve respeitar os padrões do país para onde a exportação será feita. Isso inclui, adicionar um ingrediente obrigatório ou excluí-lo do alimento. 

Exemplo: corantes artificiais – como os utilizados em confeitos e doces. A União Europeia proíbe a adição destas substâncias aos alimentos. Já os Estados Unidos permitem o uso de muitos deles. 

Exportação de alimentos e a crise

Não tem como ignorar a pandemia causada pelo COVID-19 e como ela pode afetar o setor de exportação de alimentos. Mas por incrível que pareça, mesmo com os últimos acontecimentos, o Brasil teve um aumento considerável neste segmento.

É notável que, ainda que tenha acontecido uma queda na exportação para os Estados Unidos, o número para o sudeste asiático tem aumentado. Isso deve-se, principalmente por se tratar de uma região densamente populacional.

E então?

Neste artigo buscamos informá-lo, de forma clara e direta, os pontos mais importantes para se atentar na hora de realizar a exportação de alimentos.

Para você que atua no setor logístico, algumas informações podem soar familiares, no entanto, é sempre bom ficar atento às novidades e mudanças do segmento. Assim, você garante que as operações na sua empresa, sejam sempre realizadas com eficácia.

Com um trabalho sólido na exportação de alimentos, a DC Logistics Brasil atua também com um escritório situado na cidade de Salvador, onde o time comercial e operacional tem expertise na área e estão completamente preparados para atuar nesse mercado.

Com o objetivo de otimizar e garantir máxima qualidade na exportação Fresh and Frozen, o serviço realizado pela DC Logistics Brasil consiste em acompanhar a carga desde a origem, até o destino.

Durante toda a operação, a equipe DC garante a integridade da carga, incluindo transporte, timing, condicionamento, manuseio e estufagem dos produtos. Deste modo, diminui riscos e garante produtos frescos à mesa dos consumidores. 

E ainda, a DC Logistics Brasil assume o compromisso de que, seja refrigerada ou congelada, a carga alimentícia possua total atenção e receba os devidos cuidados da equipe dedicada a cold chain.

Caso tenha ficado alguma dúvida, entre em contato conosco. Agora, se você quer saber se a sua empresa está preparada para o mercado exterior, clique aqui e acesse nosso conteúdo sobre processo de exportação! 

Cinco dicas para exportar mais e melhor

De janeiro a abril de 2018, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), mais de 16 mil empresas realizaram operações de exportação no Brasil. Se você faz parte deste número, certamente já sabe que o comércio internacional pode representar toda a diferença para o resultado do seu negócio. E aí, quando as operações já acontecem, fica sempre a pergunta: é possível exportar mais e melhor?

Acreditamos que sim. Como segmento dinâmico que é, o comércio exterior está em constante evolução de processos, indicadores econômicos e oportunidades. Isso faz com que uma revisão nos mercados seja uma necessidade para quem quer crescer sempre mais.
Por isso, separamos cinco dicas simples para ampliar o seu resultado nas exportações. Veja:

1) Conhecer as peculiaridades econômicas, culturais e políticas dos países

Certamente você tem várias informações sobre quem compra os seus produtos lá fora. Sabe do negócio, das particularidades e a realidade da empresa que recebe o que você produz. Mas é importante ir além disso: compreender o momento que o país vive, a cultura relacionada ao setor e ainda observar com cuidado e atenção movimentos que possam interferir neste contexto.

Outra questão que pode fazer sua empresa exportar mais e melhor é contar com apoio profissional para análise de outras oportunidades em países onde o segmento atua de forma similar. Um bom exemplo disso são os itens para construção. Nações com sistemas construtivos similares àqueles onde sua marca já é vendida e regiões em que há expansão no número de empreendimentos são oportunidades que podem estar sendo desperdiçadas.

2) Conformidade e atualização perante as leis vigentes, tanto no Brasil quanto no destino

Embora a burocracia seja apontada muitas vezes como um entrave nos processos de comércio exterior, é sempre bom lembrar que ela serve para proteger tanto quem vende, quanto quem compra e, acima de tudo, aqueles que vão consumir.

E, para que a defesa de todos os envolvidos se mantenha, as normativas, leis e exceções ligadas ao comércio exterior estão em constante atualização. Isso não só aqui no Brasil, mas em todo o mundo.

Em alguns momentos, alterações na burocracia podem fazer com que negócios sejam inviabilizados ou novas portas se abram. Por isso é fundamental acompanhar de perto sanções, leis que entram em vigor e até mesmo normativas que garantam benefícios para a importação de alguns itens.

Um produto que hoje vai para o exterior pode ter a alíquota alterada pela metade (que oportuniza ainda mais volume) ou para o dobro (o que pode demandar novas estratégias). Ter previsibilidade a esse respeito exige dedicação, profissionalização e acompanhamento dos mercados.

Outra estratégia que está sendo adotada por várias companhias é o hedge cambial. Para evitar riscos com as variações cambiais, as empresas criam um colchão de estabilidade com volumes similares de importação e exportação na mesma moeda. Assim, se o Dólar, por exemplo, descer ou subir, tanto os preços de compra quanto o de venda serão alterados e os impactos diretos para o negócio serão menores.

3) Identificar países com acordo comercial com Brasil

Não estamos falando apenas de grandes grupos como Mercosul ou União Europeia, não! Dependendo do segmento e da situação econômica do país, acordos únicos entre eles ou voltados para determinados produtos são firmados. São reduções em alíquotas, ampliação de margens e condições diferenciadas.

Outros fatores também interferem neste contexto e é fundamental estar atento a eles tanto para buscar o mínimo de previsibilidade. Uma questão de grande impacto e apelo, por exemplo, foi o anúncio de sanções à carne suína e bovina pela Rússia no fim de 2017. O embargo teve mídia globalmente e pode gerar novas consequências para o segmento.

Já por outro lado, há países que apresentam demandas em determinados produtos não supridas pela produção local e, por isso, precisam importar do Brasil. E criam facilitações para isso. As exportações de carne para países árabes, por exemplo, cresceram mais de 37% no primeiro trimestre de 2018.

Quem quer exportar mais e melhor precisa estar de olho nestas normativas relacionadas ao seu mercado. Em algumas situações, países ou negociações que estavam fora do radar de negócios acabam sendo possibilidades de aumento nas vendas.

4) Flexibilidade para adaptar produto e procedimentos

Já que você exporta, sabe exatamente as alterações que precisou fazer para que o seu produto chegasse ao mercado internacional preparado. Embalagens bilíngues, etiquetas com as normas exigidas pelo país de destino e outras questões relativamente simples que tornaram possível a operação.

O que muitas vezes as empresas não olham é que pequenas alterações no produto ou no formato podem aumentar muito o raio de atuação. Um dos exemplos clássicos neste sentido é o das embalagens. Itens vendidos no Brasil em um determinado volume podem ser melhor aceitos no exterior em outra proporção. O que é aceito aqui em certas cores pode melhorar o rendimento fora se com outras tonalidades. Equipamentos com um tamanho ou produtividade adequado à indústrias nacionais pode não fazer tanta diferença assim no exterior.

Se você quer exportar mais e melhor, é preciso estar de olho não só nas potencialidades que o seu produto tem, mas também nas oportunidades que ele pode despertar se passar por pequenas revisões.

5) Estar atento as diferentes modalidades de pagamento para ter segurança na operação

Dentro do planejamento, além das questões comerciais e da logística, a área financeira também é estratégica. Na negociação é preciso entender como será realizado o pagamento do produto – e saber quais as implicações da modalidade escolhida. Pode parecer simples e aqui uma das pegadinhas é fazer sempre do mesmo jeito sem cogitar ou calcular outras possibilidades.

Hoje são, em linhas gerais, quatro formas de acerto: pagamento antecipado, remessa sem saque, cobrança documentária e carta de crédito.

Além da segurança da operação, a opção por uma delas também tem uma forte ligação com o resultado, já que a questão cambial é variável. Muitas vezes quem já tem uma cultura de exportação fica restrito a uma forma de negociação quando, com o apoio especializado, poderia ter operações mais rentáveis quando opta por outro método.

Por fim, é fundamental que você acompanhe e analise os números das exportações que está realizando. Muitas vezes, a rentabilidade das operações pode ser alterada com um olhar profissionalizado e atento a todos os aspectos. Especialmente para aqueles que enviam seus produtos para o exterior há muito tempo, uma revisão nos processos é importante.

Se a sua empresa está nessa situação e se preparando para exportar mais e melhor, procure a DC Logistics Brasil. Nosso time de especialistas é formado por profissionais que entendem dos processos e segmentos onde os nossos clientes estão. Nossas unidades em todo o Brasil estão a sua disposição!

Novo Processo de Exportações já em funcionamento no Portal Único do Comércio Exterior

No intuito de desburocratizar e facilitar as operações do Comércio Exterior do Brasil, estão sendo ampliadas as atividades no Portal Único do Comércio Exterior, iniciativa desenvolvida em parceria com o setor privado e que estabelece um guichê único para centralizar a interação entre o governo e operadores comerciais. No final de dezembro de 2017, teve início o Novo Processo de Exportações do portal, que abrangem as operações de exportação sujeitas à anuência prévia dos  órgãos e entidades da Administração Pública Federal.

Com a alteração, o tratamento administrativo do Novo Processo de Exportações será feito através do Módulo Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos de Exportação (LPCO), integrado aos demais módulos do Portal Único e acessível a partir do www.siscomex.gov.br. O exportador terá acesso aos formulários de pedidos de documentos referentes aos tratamentos administrativos de competência de cada órgão competente para autorizar a exportação, e deverá fazer a vinculação dos documentos à Declaração Única de Exportação (DU-E), quando pertinente, informa o site Comex do Brasil.

Este novo sistema agregador de informações reformula os processos de exportação e importação, com foco na redução de prazos e custos envolvidos nas operações e, consequentemente, aumentar a competitividade das vendas externas brasileiras. O lançamento foi há quatro anos e, desde então, com a anexação eletrônica de documentos, foi eliminado em 99% o uso de papel nas exportações e importações, com anuência governamental.

A meta para quando o Portal Único estiver totalmente concluído (previsão para final deste ano) é reduzir os tempos médios das exportações brasileiras de 13 para 8 dias e das importações de 17 para 10 dias.

Balança comercial registra superávit de US$ 586 milhões na segunda semana de outubro

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 586 milhões na segunda semana de outubro de 2017. Foram US$ 3,287 bilhões registrados em exportações e US$ 2,701 bilhões em importações. No mês, as exportações foram de US$ 8,344 bilhões e as importações de US$ 5,858 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,487 bilhões. Em 2017, as exportações totalizam US$ 172,948 bilhões e as importações, US$ 117,186 bilhões, com saldo positivo de US$ 55,762 bilhões.

De acordo com as informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), a média das exportações da segunda semana (US$ 821,7 milhões) ficou 18,8% abaixo da média da primeira semana (US$ 1 bilhão). A razão é a queda nas exportações de produtos básicos (-32,4%), principalmente de petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grãos, minério de cobre e minério de manganês –  e de semimanufaturados (-22,2%), por conta de celulose, açúcar em bruto, alumínio em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas e catodos de cobre.

Alguns produtos registraram crescimento. Os manufaturados registraram alta (+0,3%), principalmente, em função do aumento dos embarques de laminados planos de ferro e aço, torneiras, válvulas e partes, máquinas e aparelhos para terraplanagem, óxidos e hidróxidos de alumínio, motores e geradores elétricos.

Ainda segundo os números divulgados pelo MDIC, houve crescimento de 6,9% nas importações em relação ao mesmo período comparativo (média da segunda semana, de US$ 675,2 milhões sobre a média da primeira semana, de US$ 631,4 milhões). Os resultados são explicados, principalmente, pelo aumento nos gastos com aeronaves e peças, equipamentos eletroeletrônicos, combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria da moagem e adubos e fertilizantes.

Balanço Outubro nas exportações
Comparando as médias até a segunda semana de outubro deste ano (US$ 927,2 milhões) com a de outubro do ano passado (US$ 685,7 milhões), foi registrado crescimento de 35,2%, em consequência do aumento nas vendas das três categorias de produtos:

– Básicos (+46,2%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, milho em grãos, minério de ferro, soja em grãos, carnes bovina e de frango).
– Semimanufaturados (+33,3%, em função de semimanufaturados de ferro e aço, açúcar em bruto, óleo de soja em bruto, ferro fundido e ferro-ligas).
– Manufaturados (+22,9%, causado por laminados planos de ferro e aço, automóveis de passageiros, máquinas e aparelhos para terraplanagem, torneiras, válvulas e partes, e etanol).


Balanço Outubro nas importações
A média diária até a segunda semana de outubro deste ano (US$ 650,8 milhões) ficou 14,4% acima da média de outubro do ano passado (US$ 568,8 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com aeronaves e peças (+72,6%), combustíveis e lubrificantes (+68,1%), borracha e obras (+26,0%), equipamentos eletroeletrônicos (+24,4%) e adubos e fertilizantes (+17,9%).

 

Dos 10 principais itens exportados pelo Brasil, 7 são produtos agrícolas

O agronegócio segue confirmando o quanto é importante para a economia brasileira. Entre os meses de janeiro e setembro, dos  10 principais produtos exportados pelo Brasil, 7 eram produtos agrícolas. Esse destaque é recorrente nos últimos anos. A liderança ficou com a soja em grão, que totalizou US$ 23 bilhões no período, com uma variação de 25,2% comparativamente com o mesmo período do ano passado.

Outros destaques foram a carne de frango, açúcar em bruto, celulose, farelo de soja, carne bovina e café em grão. As informações, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), mostram e reforçam a participação crescente dos produtos agrícolas na balança comercial brasileira.

Os principais produtos exportados pelo agronegócio brasileiro entre os meses de janeiro e outubro foram: açúcar em bruto (US$ 6,9 bilhões), carne de frango (US$ 4,9 bilhões), celulose (US$ 4,6 bilhões), farelo de soja (US$ 3,9 bilhões), carne bovina (US$ 3,6 bilhões) e café em grão (US$ 3,2 bilhões). Já os três produtos “não agrícolas” que integram a relação dos dez principais itens exportados pelo Brasil foram minério de ferro (US$ 14,1 bilhões), petróleo em bruto (US$ 13,3 bilhões) e automóveis (US$ 4,8 bilhões).

Outubro registra crescimento nas exportações
Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), nos primeiros cinco dias úteis de outubro, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,902 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,059 bilhões e importações de US$ 3,157 bilhões. Neste ano, as exportações somam US$ 169,663 bilhões e as importações, US$ 114,485 bilhões, com saldo positivo de US$ 55,177 bilhões.

A primeira semana de outubro de 2017 apresentou uma média de US$ 1,012 bilhão de exportações contra US$ 685,7 milhões registrados no mesmo período de 2016. Isso representa um crescimento de 47,6%, número relacionado ao aumento nas vendas de três categorias de produtos: básicos: (+70,8%, de US$ 283,5 milhões para US$ 484,1 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grãos, soja em grãos, carnes de frango e bovina), semimanufaturados (+47,8%, de US$ 111,6 milhões para US$ 165,0 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, açúcar em bruto, celulose, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas) e manufaturados (+22,8%, de US$ 275,6 milhões para US$ 338,5 milhões por conta de automóveis de passageiros, suco de laranja congelado, etanol, veículos de carga, laminados planos de ferro/aço).

Em relação ao mês de setembro deste ano, outubro teve um crescimento de 8,4% por conta das vendas de produtos semimanufaturados (+14,3%) e básicos (+13,4%).

Commodities puxarão alta de 12,8% das exportações

O comportamento das commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado internacional), em especial petróleo e minério, responderá pelo aumento de 12,8% das exportações neste ano, de acordo com a revisão da balança comercial para 2017, divulgada ontem pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Os dois produtos têm grande destaque nas exportações, segundo o presidente da AEB, José Augusto de Castro, tendo em vista o aumento significativo registrado tanto em quantidade como em preço médio para o petróleo, e em termos de preço para minérios. Castro observou que também a soja terá participação no crescimento das exportações, devido ao aumento da quantidade embarcada. “Esses são os três fatores básicos que ajudam a explicar esse aumento de 12,8% nas exportações”, disse.

Os dados revisados e projetados pela AEB indicam que as exportações alcançarão US$ 209,017 bilhões, enquanto as importações somarão US$ 145,795 bilhões, com expansão de 6%. O superávit comercial atingirá o recorde de US$ 63,222 bilhões, com alta de 32,6%.

Castro esclareceu que esse superávit recorde decorrerá não especificamente deste ano, mas de anos anteriores, em que o País teve uma base de exportação e importação muito pequena. Embora reconheça que o crescimento das exportações acima das importações vá ajudar positivamente no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), Castro disse que, “isoladamente, (superávit) é um número muito bom, mas que não gera atividade econômica. Não tem nenhum impacto na economia brasileira, porque o que gera atividade econômica é corrente de comércio, e não o superávit, que é feito de alguma coisa. Não é causa”.

O superávit histórico da balança comercial, segundo a AEB, colocará o Brasil entre as cinco nações de maiores superávits do mundo, atrás de China, Alemanha, Coreia do Sul e Rússia.

O crescimento de 12,8% das exportações, superior ao incremento de 2% previsto para o comércio global em 2017, levará o Brasil a ganhar uma posição no ranking mundial de países exportadores, subindo da 25ª para a 24ª classificação. Castro lembrou que, há três anos, o Brasil ocupava o 21º posto no ranking e está apenas “recuperando um degrau perdido no passado”.

O presidente da AEB disse que o Brasil tem muito a crescer. No que se refere às exportações de produtos básicos, que não dependem do país, mas do mercado externo, ele disse que “o Brasil está muito bem”. Ressaltou, entretanto, que, no que depende do país, que são as exportações de manufaturados, “o Brasil está mal”.

Segundo ele, a projeção de aumento de 6,8% para os produtos manufaturados brasileiros neste ano se deve, quase exclusivamente, à Argentina. Castro disse ainda que as exportações de manufaturados do Brasil de 2015, 2016 e parte deste ano serão menores do que foram em 2006. “Estamos 10 anos parados no tempo.”

De acordo com relatório da Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil está fora das cadeias globais de valor, concentradas nos Estados Unidos e na União Europeia, porque as exportações brasileiras de manufaturados são todas direcionadas para a América do Sul. “O fato de o Brasil não integrar as cadeias globais de valor faz com que nós vivamos um isolamento comercial”, disse.

Para Castro, a tendência é piorar, porque, em 2018, haverá a reoneração tributária e previdenciária, que entrará em vigor em janeiro; e isso, segundo ele, vai aumentar os custos de produção entre 4% e 6%, retirando a competitividade do produto brasileiro. Nos últimos cinco anos, as exportações sofreram quedas consecutivas e acumuladas em 27,7%, informou a AEB.

Fonte: Jornal do Commercio

Agronegócio tem no mês de junho segundo maior superávit da série histórica: US$ 8,12 bilhões

As exportações brasileiras do agronegócio atingiram US$ 9,27 bilhões, em junho, superando em 11,6% o valor registrado em igual mês do ano anterior. Do lado da importação, houve crescimento de 6,1%, passando para US$ 1,16 bilhão em junho deste ano. O superavit comercial do agronegócio brasileiro elevou-se de US$ 7,22 bilhões para US$ 8,12 bilhões, sendo o segundo maior resultado da série histórica para meses de junho, abaixo apenas do valor de junho de 2014, quando foi de US$ 8,40 bilhões.

As vendas foram lideradas pelo complexo soja (grão, farelo e óleo), cujas vendas atingiram US$ 3,96 bilhões. O valor significa acréscimo de 8,1% sobre o que foi registrado em igual mês de 2016. Este segmento representou 42,7% do total das exportações do agronegócio no mês. Os dados constam da balança comercial do agronegócio, divulgada nesta segunda-feira (10) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O complexo sucroalcooleiro aparece em seguida, com exportações de US$ 1,36 bilhão no período, contabilizando aumento de 32,9% sobre junho/2016. Esse acréscimo foi puxado pelas vendas de açúcar em bruto, que tiveram incremento de 39,7%, alcançando US$ 1,07 bilhão (2,64 milhões de toneladas). Esse desempenho garantiu recordes em valor e quantidade para o açúcar em bruto, considerando meses de junho.

Na terceira posição da pauta, o setor de carnes registrou exportações de US$ 1,32 bilhão, revelando avanço de 1,7% no valor exportado em junho/2017 sobre igual período do ano anterior. As vendas de carne suína obtiveram o melhor desempenho do setor, com elevação de 26,9% sobre junho/2016 (+3,9% em quantidade e +22,1% no preço médio), passando para US$ 154,53 milhões.

O destaque seguinte foram as exportações de produtos florestais, que atingiram US$ 1,03 bilhão em junho/2017, superando em 21% o resultado de junho/2016. Sobressaíram-se as vendas de celulose, com aumento de 38,5% sobre junho/2016 (+16,9% em quantidade e +18,5% no preço médio), alcançando US$ 620,15 milhões.

O quinto melhor desempenho foi o de café, totalizando US$ 368,96 milhões, em junho/2017, com aumento de 4,2% sobre junho/2016. O principal item foi o café verde, com exportações de US$ 309,30 milhões, cifra 2% superior à registrada em junho/2016 (-7,7% em quantidade e +10,5% no preço médio).

Em conjunto, os cinco principais segmentos da pauta do agronegócio somaram US$ 8,04 bilhões, representando 86,7% do total das exportações registradas em junho de 2017.

(*) Com informações do Mapa

Porto de Santos responde por 27,6% de todo o volume exportado pelo Brasil no 1º. quadrimestre

O Porto de Santos alcançou em abril/2017 a maior participação percentual do ano na balança comercial brasileira. De acordo com os dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o Porto de Santos comercializou US$ 31,7 bilhões, de janeiro a abril de 2017. Este número representa 27,6% do total de US$ 114,9 bilhões do comércio exterior do país no período. Os dados foram compilados pela Gerência de Estatísticas da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

Nas exportações, o valor das transações comerciais internacionais pelo Porto de Santos foi de US$ 18,4 bilhões no acumulado do ano. Isso representa 27% de participação do Porto no período. O total do país é de US$ 68,1 bilhões. A China continua como principal parceira comercial, com a participação de 20,4% no período, cerca de US$ 3,74 bilhões. Estados Unidos (11,4%, por volta de US$ 2,09 bilhões), Argentina (7,4%, aproximadamente US$ 1,36 bilhão), Holanda (2,9%), México (2,8%), Bélgica (2,5%), Arábia Saudita, Tailândia (ambos com 2,4% de participação) e Irã (2,1%) completam os dez principais importadores pelo cais santista.

Nas importações, o resultado do Porto de Santos entre janeiro e abril é de US$ 13,4 bilhões, correspondente a 28,6% do total brasileiro (US$ 46,8 bilhões). A participação da China é de US$ 2,91 bilhões (21,8% no total do porto). Em segundo, Estados Unidos, com US$ 2,17 bilhões e participação de 16,3%. Completam os dez maiores parceiros comerciais na importação: Alemanha (8,7% – US$ 1,15 bilhão), Coréia do Sul (4,8%), Japão (4,6%), França (3,7%), Índia (2,9%), Itália (2,9%), México (2,7%) e Argentina (2,5%).

Em valores comerciais, a principal carga exportada pelo Porto de Santos neste período é a soja, com US$ 3,24 bilhões, correspondente a 17,6% do total. 15,7% foram comercializados com a China. Em seguida, como principais importadores do produto, estão a Tailândia e a Coréia do Sul, além de outros nove países com menor participação.

O 2º produto de maior participação comercial nas exportações em 2017 é o açúcar, com 9,9% de participação no total do Porto (US$ 1,82 bilhão). Neste período, a Argélia é a principal importadora, seguida de Bangladesh e Índia. O açúcar seguiu ainda para outros 43 países.

O 3º produto de maior valor comercial na exportação no ano é o café em grãos, com 7,7% (US$ 1,41 bilhão), exportado principalmente para Alemanha, Estados Unidos e Itália. Outros 63 países também recebem café embarcado no Porto de Santos.

A carne bovina também foi destaque nas exportações pelo Porto de Santos, com a participação comercial de US$ 694,9 milhões, equivalente a 3,8% do total. As peças foram para a China, Hong Kong, Irã e mais 58 países.

Nas importações, as cargas de maior valor comercial desembarcadas em Santos foram óleo diesel (US$ 344,7 milhões), importado dos Estados Unidos, Suíça e Portugal; caixas de marchas (US$ 228,8 milhões), importadas do Japão, Coréia do Sul e Indonésia, além de outros 14 países; e células e painéis solares, vindas principalmente da China, Malásia e Vietnã, no valor de US$ 155,7 milhões.

(*) Com informações da Codesp/Porto de Santos