Exportação de madeira: confira um passo a passo

Exportação de madeira: confira um passo a passo

Realizar exportação de madeira é uma atividade totalmente possível, mas que precisa de atenção para que tudo seja feito da maneira correta. É importante ter clareza dos passos a serem seguidos para que o produto chegue ao seu destino sem problemas, com qualidade e segurança.

Vale dizer que o processo em questão envolve aspectos comerciais, referentes à prática de atingir clientes, como também alguns pontos mais complexos, tais como a união de informações acerca do país a ser feito o envio, separação de documentos, entendimento da legislação, regras específicas e planejamento logístico.

Neste conteúdo, você terá acesso a um passo a passo essencial para que a exportação de madeira seja feita conforme indicado, evitando dores de cabeça. Continue a leitura e confira!

Passo a passo de como realizar a exportação de madeira

Antes de caminhar em terras desconhecidas é importante entender algumas questões para garantir maior eficiência nesta operação.

Algo interessante é analisar os concorrentes que já atuam com exportação de madeira, seja participando de feiras, eventos específicos ou fazendo buscas pela internet. Isso poderá ser útil em termos de aprendizado e até mesmo poderá ajudá-lo a se sentir mais preparado.

Outra informação que pode te auxiliar é saber da existência de condições para a exportação de madeira em bruto, aquela vendida sem passar por acabamentos.

Segundo as regras ambientais, apenas as madeiras naturais estão aptas a serem exportadas do país, denominadas, também, de madeiras exóticas. Portanto, para este caso, é necessário obter uma autorização estadual.

Documentos necessários

Dedicar tempo para separar toda a documentação necessária é outro passo imprescindível que exige cautela. Inclusive, desde 2020, o Ibama ampliou seu rigor quanto ao controle da exportação de madeira

Com isso, foi adotado como obrigatório o uso do número do Documento de Origem Florestal (DOF) no Documento Único de Exportação (DUE), que se trata de uma integração lançada no Portal Único de Comércio Exterior – Siscomex.

Ademais, certas particularidades reforçam a relevância de atenção nessa etapa mais burocrática, pois, a documentação pode variar conforme o destino da carga.

Porém, em linhas gerais, os requisitos são: 

  • Fatura Comercial;
  • Romaneio de Carga;
  • Certificado de Fumigação;
  • Certificado de origem;
  • Certificado Fitossanitário de Origem;
  • Conhecimento de Embarque;
  • Registro de Operação de Crédito (RC);
  • Registro de Vendas (RV);
  • Documento RADAR;
  • Liberações da FATMA e IBAMA;
  • Registro de Exportação do Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior).

Adequação e atendimento à legislação e regras do mercado importador 

Ter ciência sobre as leis e regras do mercado importador é fundamental para você fazer a devida adequação. Problemas nos envios e produtos danificados podem gerar implicações que você provavelmente vai preferir evitar.

Ainda nesse sentido, é essencial focar na redução de riscos e no controle de quantidade para a exportação de madeira, visando o cumprimento das normas regulamentares. Em outras palavras, cada cuidado distancia o seu negócio de gastos imprevistos.

Não esqueça também de se informar quanto às barreiras tarifárias e não tarifárias dos países para onde será encaminhada a madeira. Essa parte deve constar no seu plano de execução.

Planejamento da logística para o embarque de madeira

Pouco adianta ser ágil na união de itens para a exportação de madeira sem um planejamento logístico. Ele serve, justamente, para reduzir os erros que podem aparecer durante o percurso. 

Imagine emitir documentos de maneira incorreta, impedindo o cumprimento dos prazos das entregas? Melhor não, certo? Por isso, nada de negligenciar essa etapa!

Se precisar de suporte, vale buscar por empresas que realizam o envio ou a supervisão desse processo. Lembre-se que será necessário realizar o carregamento do contêiner, verificar a embalagem e etiqueta e monitorar a temperatura e o consumo de madeira, como também fiscalizar a carga e descarga. 

Somente através da verificação de fatores relevantes será certo obter sucesso na  exportação da carga de madeira.

E então?

Como vimos neste conteúdo, a exportação de madeira requer alguns cuidados fundamentais, como a clareza de informações sobre o país em que será destinada, separação dos documentos, adequação e atendimento à legislação e regras do mercado importador e um bom planejamento logístico.

A DC Logistics Brasil atua com uma entrega logística eficiente e diferenciada que se adapta às suas necessidades. Contamos com uma rede de agentes que nos permite oferecer um serviço global, com follow-up proativo, flexibilidade e ferramentas online de acompanhamento de cargas. Tudo pensado para proporcionar a melhor experiência ao cliente.

Há mais de 25 anos, nos dedicamos a trabalhar com cargas e assim atender diversos mercados verticais. Somos criteriosos na análise de carga e rota, além de termos uma estrutura totalmente preparada, orientando cada fase essencial. 

Não perca mais tempo com incertezas e burocracias. Evolua as operações logísticas da sua empresa com o nosso apoio! Preencha o formulário que preparamos e receba uma cotação personalizada para a sua operação!

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Exportação de manga: o que ponderar na escolha do modal?

Exportação de manga: o que ponderar na escolha do modal?

 A preservação das cargas é uma grande preocupação na exportação de manga. Isso porque, além de atender todas as exigências da legislação e logística internacional, as frutas precisam chegar ao destino com máxima qualidade.

Para isso, é importante saber escolher qual o melhor modal para sua produção, já que existem algumas diferenças entre o modal aéreo e marítimo que podem impactar no transporte deste tipo de carga.

Então, listamos ao longo do conteúdo alguns pontos que você deve ficar atento na escolha do modal para exportar manga. Cada um destes detalhes reflete na forma como você colherá bons frutos com os negócios. Acompanhe!

Como está o cenário para exportação de manga?

A exportação de manga esteve bastante aquecida em 2020, segundo retrospectiva da Revista HF Brasil e deve continuar positiva em 2021. Os envios até novembro do ano passado alcançaram recordes que favoreceram a rentabilidade dos negócios.

Confira os resultados obtidos em 2020, apresentados pela publicação:

  • Receita com exportações de US$ 214 milhões (de janeiro a novembro);
  • Volume de 211 toneladas exportadas em 2020, maior valor já registrado pelo Secex;
  • Aumento de 6,3% da área nacional plantada de 2019 para 2020.

A valorização do dólar frente ao real atraiu o aumento dos embarques e beneficiou as exportações.

Vale ressaltar que, devido à pandemia, países concorrentes como Espanha, Costa do Marfim e outros da África, tiveram queda de produção e problemas de abastecimento, que também refletiu no aumento das exportações de manga brasileira.

abrafrutas

FONTE: Abrafrutas

O que avaliar em cada modal ao exportar manga?

Mesmo tratando-se de um ano atípico, como observado pela Abrafrutas, mencionado no Portal Notícias Agrícolas, em 2020 os produtores de manga e outras culturas reformularam processos e souberam aproveitar as oportunidades do setor.

Para isso, cada negócio escolhe um modal de sua preferência, que atenda às exigências de cada produção ao realizar a exportação de manga.

Já abordamos alguns cuidados bastante relevantes que você deve ter com a exportação de manga e outras frutas aqui no blog, principalmente ao exportar para a Europa, um dos maiores compradores do mercado nacional.

Isso porque, o transporte deste alimento perecível ocorre de diversas formas, entretanto, cada uma delas exige detalhes específicos e atende a diferentes exigências de prazos, por exemplo.

Você sabe qual dos modais melhor atende às suas necessidades? Acompanhe os pontos de atenção que podem contribuir com suas decisões a seguir!

soluções completas para exportação de mangas

Modal aéreo

Como lembrado pelo Portal Notícias Agrícolas, no ano passado a exportação de manga enfrentou o problema de cancelamento de voos, devido a pandemia.

Entretanto, com a normalização desta situação, o modal aéreo é uma opção bastante relevante para este transporte, principalmente para quem precisa de mais agilidade para atender prazos menores.

No conteúdo “Manga para Exportação“, compartilhado pela Embrapa, são listados os principais pontos técnicos da exportação de manga pelo modal aéreo.

Uma das principais vantagens destacadas é o tempo reduzido de entrega, uma vez que o modal aéreo permite que a produção chegue ao destino final em questão de horas (cerca de 14h, variando de acordo com o país).

Assim, a preocupação com a conservação é menor, pois os processos são mais rápidos. Porém, os custos com o modal aéreo costumam ser mais altos que o marítimo, o que acaba refletindo nos preços das prateleiras.

Além disso, durante o transporte aéreo, a temperatura pode ser melhor controlada nos compartimentos. Porque, segundo o conteúdo citado acima, os aviões apresentam capacidade de manter os níveis de temperatura de 7°C a 25°C. E ainda é possível renovar até 40m³ de ar fresco por minuto.

Porém, deve-se considerar também que a pressão atmosférica dos voos causa aumento de cerca de 20% na taxa de perda de água das frutas em relação ao transporte no nível do mar. Desta forma, é preciso investir em embalagens que ajudem a evitar esta perda para melhor conservação das frutas.

Modal marítimo

Este é o mais usado para exportação de manga e vamos explicar o porquê. Para começar, saiba que 90% da produção nacional é transportada por meio do modal marítimo, conforme explica o material “Manga Pós-Colheita“, também da Embrapa.

Logo, nesta modalidade, o carregamento dos contêineres com capacidade de 20 pallets ocorrerá com muita agilidade, e também em local específico para este transporte. E a temperatura comum para o envio por navios deve ser de 8°C a 13°C, para não acelerar a maturação.

Além disso, assim como no modal aéreo, durante o transporte marítimo é imprescindível a renovação do ar dos contêineres, para manter a preservação.

Também deve-se considerar o uso de contêineres tipos Reefer (com sistema de refrigeração instalado no próprio contêiner e acionamento elétrico ou por motor a combustão) e Con-Air (sistema de refrigeração instalado fora do contêiner). Pois, nestas condições, a renovação de ar ocorre a cada 24 horas, aproximadamente.

Exportação de manga: o que ponderar na escolha do modal?

A exportação de manga pode ocorrer de diversas formas, entretanto, cada modal exige detalhes específicos

Conte com as soluções completas da DC para exportação de manga

Logo, se hoje o Brasil é um dos maiores mercados exportadores de manga, é porque existem muitos processos ocorrendo com máxima eficiência para isso acontecer.

Neste sentido, a escolha do parceiro logístico é muito importante. Pois atender aos cuidados listados garante a integridade da produção. Pois, desta maneira, eles fazem a diferença na entrega ao destino final.

Portanto, quem escolhe trabalhar com as soluções completas da DC Logistics Brasil, sabe que pode contar com vantagens como estas na exportação de manga:

  • Operações simplificadas, eficientes e com muita agilidade;
  • Profissionais experientes e capacitados para lidar com todos os requisitos que uma operação de mercadoria perecível, como essa, exige;
  • Follow up claro, transparente, objetivo e flexível de acordo com as necessidades de cada cliente;
  • Rede de networking logístico diferenciada;
  • Embarques consolidados regulares que proporcionam o melhor transit time com o menor custo.

Quer saber mais? Então solicite aqui sua cotação personalizada para descobrir como nosso know-how reflete na qualidade e segurança logística que a sua produção merece!

 

FONTES:

Revista HF Brasil – https://www.hfbrasil.org.br/br/revista/acessar/completo/retrospectiva-2020-perspectivas-2021.aspx

Abrafrutas – https://abrafrutas.org/2021/04/dados-de-exportacao-1a-bimestre-2021/

Notícias Agrícolas – https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/hortifruti/278400-em-ano-de-pandemia-e-isolamento-social-exportacoes-de-frutas-cresce-6-em-volume.html#.YH7OQ-hKjIV

DC Logistics Brasil – https://dclogisticsbrasil.com/tag/exportacao-de-frutas/

“Manga para Exportação – Aspectos de Colheita e Pós-Colheita”, Embrapa – https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/185568/1/Manga-para-exportacao-procedimentos.pdf

“Manga Pós-Colheita”, Embrapa – http://www.frutvasf.univasf.edu.br/images/mangaposcolheita.pdf

 

Entenda como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir nas suas operações logísticas!

Entenda como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir nas suas operações logísticas!

Muito se fala sobre a Certificação OEA (Operador Econômico Autorizado) e sua valorização na logística internacional. Mas, você sabe como ela influencia em operações de importação e exportação?

A Certificação OEA qualifica os profissionais que atuam no Brasil para elevar o fluxo do comércio exterior e este reconhecimento atesta fatores como a agilidade dos processos, a segurança e credibilidade no setor e a qualidade das operações.

Ou seja, para conquistar a Certificação OEA, é importante atender à rígidas exigências da cadeia logística. E quando estes não são cumpridos corretamente, suas operações podem ser prejudicadas.

Então, aqui você vai entender melhor como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir com suas operações, promovendo um fluxo logístico que atenda prazos e suas necessidades com máxima confiança. Confira!

Tudo o que você precisa saber sobe a Certificação OEA

Para começar, entenda o que é o Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado. De acordo com definição do Siscomex, esta é “uma medida fundamental para a facilitação dos procedimentos de controle do fluxo de mercadorias, tanto no país, quanto no exterior”.

O programa concede benefícios de acordo com a modalidade da certificação, a função do operador na cadeia logística ou o grau de conformidade aferido.

Então, após comprovar o cumprimento dos requisitos e critérios do programa, o operador recebe a Certificação OEA e torna-se um parceiro estratégico da Receita Federal. Assim, é possível atestar que o beneficiado por este reconhecimento é um operador que:

  • Atua com baixo risco;
  • É confiável;
  • Tem benefícios junto a Aduana Brasileira;
  • Trabalha com maior agilidade;
  • Garante maior previsibilidade de suas cargas nos fluxos do Comex.

O programa brasileiro baseia-se nos padrões internacionais, reconhecidos pela Organização Mundial de Aduanas (OMA) e pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Sendo assim, a Certificação OEA dialoga com programas de outros países, como Estados Unidos e China. Isso permite  o tratamento diferenciado aos exportadores certificados do Brasil, aplicado ao realizar o desembaraço da mercadoria na importação, por exemplo.

Entenda como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir nas suas operações logísticas!

A certificação OEA dialoga com programas de outros países, garantindo benefícios aos operadores também no exterior.

Como a certificação OEA beneficia as importações e exportações

Ainda segundo o Siscomex, a Certificação OEA contribui com a concessão de benefícios para facilitar os procedimentos aduaneiros, tanto no país, quanto no exterior.

Por isso, o agente de carga pode garantir maior agilidade nos procedimentos aduaneiros e de controle físico por órgãos anuentes. E, assim, contribui para a redução de prazos e custos das empresas que operam no comércio exterior.

O que você tem a ganhar com um operador OEA na sua logística internacional?

Conforme listado pelo portal FazComex, um operador OEA pode agregar muitas vantagens às operações de comércio exterior. Estas são algumas das principais:

  • As vantagens da certificação contribuem para operadores atuarem por seus negócios com mais agilidade e melhor previsibilidade;
  • Além disso, quanto mais operadores buscarem aderir ao programa, melhor será a qualidade dos serviços logísticos oferecidos para a sua importação e exportação;
  • O programa permite a criação de ARM (Acordos de Reconhecimento Mútuo), que aumentam a valorização dos interesses dos negócios nacionais nas operações internacionais;
  • Ainda possibilita uma modernização das operações aduaneiras, cuja expansão tecnológica resulta em mais segurança para suas movimentações.
  • E os operadores OEA garantem melhores resultados às suas negociações, pois só recebem a certificação quando atendem exigências de alto nível, para garantir o alcance de seus objetivos;
  • Isso diminui os riscos ao importar e exportar e contribui com o melhor andamento da cadeia logística no geral.

Todavia, isso só é alcançado quando os operadores atendem às expectativas da Receita Federal. As principais delas, também compartilhadas pelo FazComex, são:

  • Verificar constantemente a segurança das operações por meio da observação e documentações;
  • Garantir a consistência e continuidade dos processos documentados;
  • Buscar o constante aumento da automação, adaptabilidade e eficiência da logística internacional;
  • Comprometimento com a confiabilidade, por meio de realização de auditorias e testes, tanto internos, quanto externos, para prestação de contas e checagens;
  • Suporte de alta administração, focado em melhorias contínuas e no fornecimento de recursos adequados para os clientes.

Na DC Logistics Brasil, nós somos OEA!

O comprometimento e confiabilidade fez a DC Logistics Brasil ser reconhecida pela Receita Federal Brasileira como operador logístico com certificação OEA. Ela foi oficializada e publicada no Diário Oficial da União em 26 de dezembro de 2017.

Portanto, isso nos possibilita garantir a segurança, confiabilidade e eficiência que você precisa para suas operações de comércio exterior. Logo, esta certificação reforça a nossa credibilidade e comprova a qualidade do nosso trabalho.

E se você quer contar com nossa expertise, qualidade e segurança em todas suas operações, clique abaixo e solicite uma cotação de frete conosco sem compromisso!

Cotação DC Logistics Brasil

FONTES:

Siscomexhttp://siscomex.gov.br/informacoes/operador-economico-autorizado-oea/

Receita Federalhttps://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/importacao-e-exportacao/oea, https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/importacao-e-exportacao/oea/beneficios-do-programa-oea

 

 

 

Exportação de frutas para Europa: quais são as especificações em relação aos outros mercados?

Exportação de frutas para Europa: quais são as especificações em relação aos outros mercados?

O agronegócio brasileiro segue colhendo bons frutos, e isso inclui as boas oportunidades com a exportação de frutas para a Europa.

Afinal, a União Europeia é o maior importador de frutas do mundo. Mas, quem deseja atender aos países do velho continente e fechar novos negócios, precisa estar atento às exigências das operações.

Isso porque, a exportação de frutas para a Europa envolve documentações, cuidados especiais e estratégias de logística internacional específicas. Caso estes fatores não sejam bem executados durante as movimentações, podem ocorrer grandes perdas.

Então, para ajudar você a aproveitar o cenário e semear excelentes resultados no exterior com sua produção, apresentamos as principais soluções para os desafios presentes nas exportações para este mercado. Confira!

Como a pandemia está afetando a exportação de frutas para a Europa e outros mercados?

As expectativas dos produtores de frutas ao atender o mercado exterior são altas, e isso inclui a exportação de frutas para a Europa.

Isso porque, hoje o Brasil já se posiciona como o terceiro maior produtor de frutas do mundo, segundo a Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados).

Porém, atualmente o Brasil representa apenas 3,4% do mercado europeu, segundo o panorama compartilhado pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura.

Vale reforçar que, de acordo com a HF Brasil, mesmo com toda a variedade da produção brasileira, as que mais representam a exportação de frutas para a Europa são:

  • Abacate;
  • Banana;
  • Figo;
  • Laranja;
  • Limão;
  • Maçã;
  • Mamão;
  • Manga;
  • Melancia;
  • Melão;
  • Uva.

E apesar deste promissor cenário para a fruticultura brasileira na Europa, hoje os produtores precisam lidar com um grande desafio ao exportar: as consequências da pandemia.

Conforme a Abrafrutas, o setor está enfrentando dificuldades para que as mercadorias sejam entregues aos países devido à redução de voos comerciais. Com isso, já se registrou o recuo de 40% das exportações de fruta.

Esta opção tem sido bastante usada pelos exportadores nacionais, pois estes aviões permitem o transporte entre 15 a 20 toneladas diárias, contribuindo assim para vendas de acordo com as demandas.

E para tentar solucionar este dilema, muitas companhias estão transformando voos comerciais em cargueiros, não só para atender a exportação de frutas para a Europa, como também para transporte de insumos médicos usados no combate ao coronavírus.

Esta é uma importante estratégia do modal aéreo para não deixar que as dificuldades do momento reflitam em perdas para os produtores brasileiros.

Exportação de frutas para Europa: quais são as especificações em relação aos outros mercados?

A qualidade da logística internacional na exportação de frutas para a Europa reflete diretamente na forma como o produto final chegará às prateleiras.

 

 

 

 

Quais são os desafios que você deve superar na exportação de frutas para a Europa?

Ao exportar frutas para a Europa, os produtores precisam superar desafios que vão além das exigências de qualidade e segurança alimentar. Elas atendem não só a saúde e bem-estar dos consumidores finais, como também as leis do mercado europeu, que envolve inúmeras nações.

Então, listamos aqui os principais pontos de atenção ao realizar estas movimentações, para que você se mantenha preparado ao aproveitar as oportunidades.

São questões e soluções baseadas em nossa experiência de mercado, bem como, nas orientações de relatório compartilhado pela ApexBrasil e no artigo “Processos de Certificação Para Exportação de Frutas Frescas Brasileiras”, apresentado no Encontro Nacional de Engenharia de Produção.

Custos

Estas commodities estão sujeitas a muitos impostos, taxas, tarifas…Ou seja, para realizar a exportação de frutas para a Europa, é importante já considerar nos orçamentos os valores que serão equivalentes a isso.

Segundo o relatório da ApexBrasil, muitas cotas tarifárias são distribuídas por ordem de chegada, pela Direção Geral da Comissão Europeia, órgão que é responsável pela tributação e aduana.

Não podemos nos esquecer que, no ano passado, foi fechado um acordo entre a União Europeia e Mercosul com vantagens de isenções tarifárias para exportadores de sucos de laranja, frutas, café solúvel, entre outras commodities agrícolas, como informado pelo portal FazComex.

Medidas sanitárias

Hoje, superar as barreiras fitossanitárias para realizar a exportação de frutas para a Europa é um desafio.

Elas envolvem escolhas desde a embalagem, até a qualidade final e regularidade na entrega, conforme apresentado pelo Citrus BR (Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos).

Para envios ao velho continente, por exemplo, os importadores exigem controle dos níveis de contaminantes e de resíduos de defensivos.

Também estão atentos à alta qualidade e até mesmo a rastreabilidade do produto, o que interfere nas compras, pois equivale a facilidade do consumidor de encontrar o produtor caso haja necessidade.

Vale ressaltar que as frutas devem atender às exigências legais do Codex alimentarius, a legislação do mercado exportador, além das normas:

  • ISO, incluindo as 9000 e 22000 (Internacional Standardization Organization),
  • IAF (International Accreditation Fórum),
  • IAAC (International Accreditation Co-operation),
  • IFOAM (International Federation of Organic Agriculture Movement)
  • E IOBC (International Organization for Biological Control of Noxious Animals and Plants).

Vale ainda consultar outras certificações, de acordo com cada setor, incluindo para produtores orgânicos.

Embalagens

Existem alguns requisitos específicos para realizar a exportação de frutas para a Europa. Eles são apresentados pelo Ministério da Agricultura, de acordo com o Regulamento de Execução (UE) nº 543/2011, da Comissão Europeia.

Primeiramente, as embalagens precisam conter textos legíveis, de forma que não possam ser alterados ou apagados. Além disso, é necessário que contenham informações como:

  • Identificação, com nome e endereço do expedidor;
  • Natureza do produto, caso o conteúdo não seja visível quando embalado;
  • Características comerciais;
  • Marca oficial de controle, como o CGC/MAPA – facultativo.

Atenção: evite usar nas embalagens as expressões “Grown by”, “Packed by”, que são impróprias/inadequadas, como explica o governo brasileiro.

Documentos

Para completar, além de atender às exigências legais referentes a qualidade fitossanitária da exportação de frutas para a Europa, os produtores devem se atentar a outros documentos.

Já listamos aqui os principais neste conteúdo completo do blog sobre documentos para exportação de frutas, mas é importante dar atenção ao:

  • Cadastro no Decex;
  • Fatura Comercial;
  • Packing List (Romaneio);
  • Certificado de origem, peso, qualidade, conformidade e fitossanitário;
  • Registro de exportação.

Cuidados na logística internacional

A qualidade da logística internacional reflete diretamente na forma como o produto final chegará às prateleiras. Afinal, estamos falando de cargas delicadas e altamente perecíveis, que exigem cuidados especiais para atender o exigente mercado europeu.

Como o envio de frutas para a Europa envolve um transit time mais longo – entre um mês, desde a colheita ao transporte para o exterior – priorize contêineres com genset instalado ao escolher o modal marítimo.

Vale observar que, no caso da exportação de manga e limão, por exemplo, a colheita costuma ser realizada uma semana antes do embarque. Logo, o genset é utilizado no transporte terrestre.

Portanto, a temperatura é mantida desde o carregamento da fruta na fazenda, até a entrega do contêiner cheio no porto de embarque. Sendo assim, quando o contêiner refrigerado chega ao porto, se mantém plugado na energia até o momento do embarque no navio.

Este cuidado no set point do contêiner refrigerado é importante quando tratamos das frutas para exportação, pois influencia na qualidade do embarque.

No modal aéreo, certifique-se sobre as condições de climatização necessárias para cada produção no percurso. Pois algumas frutas exigem temperaturas mais frias, já outras, podem ser danificadas nestas condições.

Na DC Logistics Brasil, nossa experiência de 27 anos de atuação em logística internacional nos permite atender cada uma das necessidades dos produtores de frutas ao exportar para a Europa e muitos outros mercados.

Logo, nossas soluções refletem em um transporte eficiente e dentro do prazo. Além disso, possibilitam o melhor transit time e custo-benefício, mesmo durante cenários adversos como os da pandemia. Quer saber mais? Então solicite seu orçamento sem compromisso!

Além disso, temos um infográfico gratuito e exclusivo. Portanto, para você se atualizar sobre as principais oportunidades desta commodity, faça o download!

Infográfico Exportação de Frutas

 

FONTES:

MAPA – https://abrafrutas.org/wp-content/uploads/2019/07/panorama-frutas-secretaria-de-comercio-e-relacoes-internacionais.pdf e https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/inspecao/produtos-vegetal/registro/cgc_mapa/exportadores/arquivos-cgc-frutas/Rotulagem_UE

HF Brasil – https://www.hfbrasil.org.br/br/revista/acessar/capa/mercado-de-fruta-na-uniao-europeia.aspx

Abrafrutas – https://abrafrutas.org/2021/02/exportacao-de-frutas-do-brasil-recua-ate-40-com-limitacao-de-logistica-aerea/

ApexBrasil – http://www.apexbrasil.com.br/Content/imagens/ce0f015c-418f-4eed-acb7-990c58f0c550.pdf

Enegep – http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2009_TN_STP_092_624_14067.pdf

FaxComex – https://www.fazcomex.com.br/blog/acordo-mercosul-e-ue/

Citrus BR – http://www.citrusbr.com/mercadoexterno/?me=03

DC Logistics Brasil – https://dclogisticsbrasil.com/exportacao-de-frutas-documentos-necessarios/

Nota Fiscal de Exportação: saiba quais cuidados tomar ao emiti-la!

Nota Fiscal de Exportação: saiba quais cuidados tomar ao emiti-la!

A Nota Fiscal de Exportação é um importante documento na movimentação das mercadorias e qualquer erro referente a ela pode causar grandes prejuízos.

Dos principais problemas que podemos listar, estão desde penalidades até atrasos na entrega. Pois quando as documentações exigidas para a operação não estão corretas, muitas vezes não é possível seguir com o envio.

Então, você não quer prejudicar suas negociações no Comércio Exterior por não saber lidar com a Nota Fiscal de Exportação, não é mesmo?

Pensando nisso, estamos aqui para te ajudar com informações que refletem nos cuidados da emissão e na qualidade da logística internacional.

Siga com a leitura e faça este checklist com tudo o que listamos para não cometer erros referentes a sua Nota Fiscal de Exportação!

Afinal, para que serve a Nota Fiscal de Exportação?

Aqui no blog, nós já ensinamos muitas informações sobre a Nota Fiscal de Importação. Mas, você sabe qual a finalidade da Nota Fiscal de Exportação?

Este documento obrigatório traz todas as informações sobre a sua mercadoria, para que desta forma ela possa circular desde o país de origem ao destino. Sendo assim, ela é primordial para realizar o despacho aduaneiro e ainda para o embarque, conforme explica o Portal Faz Comex em conteúdo sobre a emissão.

Vale lembrar que ela se tornou ainda mais importante em 2018, quando houve a Declaração Única de Exportação (DU-E) e a nova declaração passou a servir como base para o despacho aduaneiro, de forma integrada à Nota Fiscal de Exportação, segundo o Portal Faz Comex.

É por isso que é importante ter muito cuidado ao preenchê-la, pois quando você erra nas informações disponibilizadas na sua Nota Fiscal de Exportação, erra também na DU-E. Desta forma, o descuido impede a efetividade do despacho e ainda gera atrasos na entrega das mercadorias.

Então, para evitar estes e muitos outros transtornos, vamos às dicas para preenchê-la corretamente?

Nota Fiscal de Exportação: saiba quais cuidados tomar ao emiti-la!
O descuido com informações da Nota Fiscal de Exportação impede a efetividade do despacho e ainda gera atrasos à entrega das mercadorias.

Checklist para preencher a Nota Fiscal de Exportação

Agora que você sabe da importância deste documento obrigatório, vamos compartilhar tudo o que precisa constar na Nota Fiscal de Exportação.

Por isso, listamos as principais informações. Atenção ao passo a passo para preenchimento compartilhado também pelo Portal Faz Comex:

● Preencha os dados do emitente e destinatário corretamente, ou seja, sua empresa e seu cliente;

● Em seguida, insira a descrição mais detalhada possível das características da mercadoria;

● Atenção ao NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul): este código deve ser preenchido corretamente e as instruções para descobrir qual é o NCM correto para sua Nota Fiscal de Exportação estão no site da Receita Federal;

● Continuando, é importante classificar no NCM cada item de acordo com a sua unidade tributável, pois é muito comum exportadores serem multados por usarem a mesma Unidade Tributável que a de venda de forma equivocada em ocasiões de canal laranja e vermelho, por exemplo. Fique atento!

● Outro ponto bastante importante é a descrição das NFs, pois as emissões por sistema, em sua maioria, sempre apresentam códigos do produto e abreviações, não seus detalhes. Esta situação também pode resultar em multas em casos de canal laranja ou vermelho;

● Por isso, não deixe de informar também as quantidades comercializadas e quantidades tributáveis, bem como suas respectivas unidades de medida;

● Vale ressaltar também a importância de informar manualmente na DUE a descrição completa da carga. No contrário, a fiscalização exigirá a emissão de nova NF, com descrições completas, para que seja feita a substituição;

● Para concluir, você precisa também inserir o peso líquido total da carga, que é obtido a partir da soma das unidades transportadas em KG.

Posso fazer o cancelamento de Nota Fiscal Eletrônica?

Segundo orientações da Receita Federal, os exportadores devem observar a legislação estadual sobre o cancelamento de Nota Fiscal Eletrônica.

O governo ainda menciona que “Em prazo não superior a 24h, contado do momento em que foi concedida a autorização de uso da NF-e, o emitente poderá solicitar o cancelamento da respectiva NF-e, desde que não tenha havido a circulação da mercadoria, conforme determina o AJUSTE SINIEF 7, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005, na Cláusula décima segunda”. A orientação completa pode ser acessada aqui.

Quer saber mais sobre documentos de exportação?

A Nota Fiscal de Exportação é apenas um dos inúmeros documentos que precisam estar em dia para as mercadorias saírem do país. Além dela, conforme já orientamos aqui no blog, é importante ficar atento a muitos outros documentos de exportação.

Logo, tratando-se dos documentos referentes ao Contrato de Exportação, onde a Nota Fiscal está inserida, completam a lista:

● Registro de Exportação no Siscomex;

● Solicitação de Despacho (SD);

● Nota Fiscal;

● Registro de Operação de Crédito (RC);

● Conhecimento de Embarque;

● Fatura Comercial (Commercial Invoice);

● Romaneio (Packing List);

● Certificado de Origem;

● Registro de Venda (RV);

● Legalização Consular;

● Certificado ou Apólice de Seguro;

● Borderô ou Carta de Entrega.

 

E não podemos deixar de listar também os documentos referentes a mercadoria, que são:

● Declaração Única de Exportação (DU-E)

● Registro de Venda (RV);

● Nota Fiscal;

● Despacho Aduaneiro de Exportação;

● Conhecimento ou Certificado de Embarque;

● Registro de Operação de Crédito (RC);

● Fatura Comercial (Commercial Invoice);

● Romaneio (Packing List);

● Certificado de Origem;

● Legalização Consular;

● Certificado ou Apólice de Seguro;

● Borderô ou Carta de Entrega;

● Registro de Exportação Simplificado (RES).

E então?

A lista é longa e o trabalho para reunir todas as informações é grande, não é mesmo? Isso porque, o volume de dados que você precisa acompanhar nestes processos exige muita atenção.

Para solucionar toda essa parte burocrática do dia a dia do Comércio Exterior, conte com um agente de carga que possa oferecer soluções integradas. Ele facilita todas as etapas da exportação ou importação, pois proporciona maior suporte ao gerenciamento dos seus documentos.

Além disso, ele contribui com o registro e identificação de falhas como falta de documentos ou em caso de extravios – mas fique tranquilo, pois com um agente de carga nas operações, é difícil que isso aconteça.

É assim que a DC Logistics Brasil tem contribuído com muitos clientes, por meio de soluções completas, que garantem eficiência desde o gerenciamento da documentação até à entrega da mercadoria.

O que você acha de entrar em contato conosco para solicitar uma cotação de frete sem compromisso? Assim você poderá conhecer melhor como nosso trabalho reflete na agilidade e segurança das suas operações de comex!

 

FONTES:

Faz Comex – https://www.fazcomex.com.br/blog/nota-fiscal-exportacao-como-emitir-sem-erros/

Receita Federal – https://receita.economia.gov.br/orientacao/aduaneira/classificacao-fiscal-de-mercadorias/ncm e https://receita.economia.gov.br/orientacao/aduaneira/manuais/exportacao-portal-unico/elaboracao-da-due/copy4_of_conceitos-e-definicoes-gerais

Pharma & Healthcare: o que você precisa saber para atuar com eficácia neste mercado?

Pharma & Healthcare: o que você precisa saber para atuar com eficácia neste mercado?

A pandemia impactou muitos setores da economia, incluindo o de Pharma & Healthcare. Se você atua neste mercado, precisa estar atualizado sobre sua realidade ao nível global.

Isso porque, sua tomada de decisão envolve não só o que acontece dentro da sua empresa, como também todos os fatores internacionais que a influenciam, incluindo a logística.

Afinal, mais de 90% de todos os medicamentos e princípios ativos utilizados na indústria de Pharma & Healthcare brasileira são importados.

Então, nesse sentido, você já tem uma previsão de como será esta realidade no pós-pandemia? E como realizar a importação destes insumos de acordo com as exigências legais?

Para se atualizar, confira nesta leitura tudo o que você precisa saber para atuar com máxima eficiência no mercado de Pharma & Healthcare e não deixar que nada afete a qualidade das suas operações!

Cenários e previsões do mercado de Pharma & Healthcare

Primeiramente, é importante ter uma visão sobre o mercado global de Pharma & Healthcare. Logo, segundo dados compartilhados pelo portal do “Market Research Reports”, a América do Norte é líder e seguirá no topo do ranking pelos próximos anos. As previsões globais sobre esta indústria apontam que a participação deste continente no mercado será de 45,33%.

A Europa, por sua vez, vem em segundo, com previsão de detenção de 20,24% do mercado. Em seguida, a Ásia-Pacífico, com representatividade de 24,07%. Continuando, em sequência, está a América Latina, junto a Oriente Médio-África. Portanto, estes devem reter, respectivamente 7,53% e 2,96% da participação do mercado de Pharma & Healthcare em 2023.

Agora, sobre o cenário nacional, é importante saber que o varejo brasileiro é um dos menos concentrados das Américas, conforme divulgado pelo veículo Mercado & Consumo.

Sendo assim, o Brasil ocupa a 13º posição do ranking compartilhado pelo IQVIA, segundo estudo comparando o faturamento das cinco maiores redes de Pharma & Healthcare de cada nação ao total de vendas de cada mercado nacional.

Lembrando que, neste cenário, a importação se faz uma importante aliada do mercado brasileiro. Pois, conforme publicado no portal Viva Bem – Uol Saúde, hoje o Brasil representa o sétimo maior mercado de Pharma & Healthcare do mundo. Para completar, o setor é bastante dependente da importação, tanto para aquisição de insumos, como de tecnologias.

Além disso, também de acordo com a publicação, mais de 90% de todos os medicamentos e princípios ativos são importados da China e da Índia, ainda que os Estados Unidos seja o país com maior representatividade na produção de remédios do mundo – de 60% atualmente.

O que você precisa saber para importar produtos de Pharma & Healthcare?

Pharma & Healthcare: o que você precisa saber para atuar com eficácia neste mercado?
A distribuição das vacinas, insumos e produtos de pharma & healthcare tem movimentado a logística internacional entre 2020 e 2021.

A princípio, existem muitas etapas a serem seguidas quando o assunto é importação neste setor. Desta forma, as orientações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ocorrem pelo Regulamento Técnico de Bens e Produtos Importados para Fins de Vigilância Sanitária. Você pode acessar e consultar no site do órgão nacional.

Das principais informações, acima de tudo, todo o procedimento de Peticionamento Eletrônico de Importação está explicado em cartilha, disponível também para acesso digital.

Agora, para simplificar, o portal FazComex listou o passo a passo necessário para esta solicitação, que compartilhamos abaixo.

Para isso, você vai precisar realizar as seguintes etapas:

  • Registro da LI (Licença de Importação) no sistema Siscomex Importação Web;
  • Criação do dossiê no Visão Integrada (Portal Único Siscomex);
  • Anexação da Petição Primária ao dossiê, com o código de assunto específico para a importação;
  • Anexação ao dossiê dos demais documentos necessários indicados pelo Siscomex;
  • Vinculação do dossiê a uma única LI;
  • Processamento das informações e comunicação entre os sistemas Visão Integrada e PEI;
  • Acesso às mensagens do importador no sistema de peticionamento da Anvisa;
  • Abertura e confirmação do recebimento da mensagem;
  • Preenchimento do Formulário Eletrônico de Petição e geração da Guia de Recolhimento Único (GRU), seguido do pagamento;
  • Recebimento do comprovante de protocolização, intitulada “Comprovante de Protocolização – LI XX/XXXXXXX-X – Assunto: XXXXX”.

Como a pandemia tem influenciado na logística internacional de Pharma & Healthcare?

Todavia, é fato que não só a distribuição das vacinas, como também de muitos insumos e produtos desta vertical, devem movimentar a logística internacional entre 2020 e 2021.

Logo, estas são as consequências da pandemia do coronavírus, que trouxeram muitos desafios para o comércio exterior, principalmente para a cadeia de suprimentos hospitalares.

Desta forma, especialistas preveem que, no pós-pandemia, a produção de medicamentos será expandida. Como resultado, isso reduzirá importações e aumentará a agilidade do mercado.

Com isso, haverá mais investimentos em tecnologias científicas. E também nos roteiros de logística internacional associados às operações. Pois estes serão responsáveis para que as soluções alcancem seus destinos.

Também é relevante considerar que as mudanças de comportamento do público impactarão a economia de Pharma & Healthcare. Pois a sociedade está preocupada e deve aumentar o consumo destes itens.

Além disso, os clientes devem utilizar mais as plataformas de compra online, exigindo investimentos na qualidade da entrega que vão refletir na fidelização. Estas são algumas das informações listadas em matéria da Revista da Farmácia, sobre o pós-pandemia e as mudanças no varejo.

Agora, tratando-se de logística internacional, isso refletirá na necessidade de estratégias que atendam às demandas.

Desta forma, os negócios de Pharma & Healthcare precisam de parceiros que agreguem tecnologia e agilidade, tanto na distribuição, quanto no abastecimento das produções. Para que, assim, continuem crescendo.

Portanto, se você está em busca de um parceiro para a logística internacional, que acompanhe a evolução do setor de Pharma & Healthcare, conte com a DC Logistics Brasil. Basta clicar abaixo e solicitar uma cotação de frete sem compromisso!

Rafael

Rafael Belfiore
Sales & Vertical Pharma
DC Logistics Brasil
São Paulo/São Paulo
Tel: + 55 (11) 4569 4923

 

FONTES:

Market Research Reports – https://www.marketresearchreports.com/blog/2019/01/31/global-pharmaceuticals-market-forecast-drivers-value-chain-analysis-trends

Mercado & Consumo – https://mercadoeconsumo.com.br/2020/03/23/varejo-farmaceutico-brasileiro-e-um-dos-menos-concentrados-na-america/

Viva Bem UOL Saúde – https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/06/23/por-que-brasil-ainda-e-tao-dependente-de-importacoes-na-area-farmaceutica.htm

FazComex – https://www.fazcomex.com.br/blog/importacao-de-medicamentos/

Revista da Farmácia – https://revistadafarmacia.com.br/mercado/pos-pandemia-mudancas-no-varejo-farmaceutico-serao-irreversiveis/

Exportação de maçã: confira insights do mercado e como realizá-la!

Exportação de maçã: confira insights do mercado e como realizá-la!

De importador a fornecedor internacional: esta é a realidade da exportação de maçã brasileira. Nas últimas três décadas, segundo a ABPM (Associação Brasileira de Produtores de Maçã), a produção do Brasil teve aumento de mais de 6.000%. E 15% da colheita atual é enviada para o exterior.

Assim como as frutas, os resultados positivos da exportação de maçã do Brasil só tendem a crescer. E quem deseja acompanhar este cenário precisa estar atualizado sobre o mercado.

Sendo assim, apresentamos informações relevantes do setor e insights que vão ajudá-lo a colher oportunidades em 2021 com a exportação de maçã.

São dados que refletem nos negócios, como estratégias de logística internacional que fazem a diferença na qualidade da entrega do produto ao destino final. Confira!

Saiba mais sobre a realidade da exportação de maçã brasileira

De acordo com informações compartilhadas pela Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados), oito frutas corresponderam a 75% da exportação brasileira de frutas, contabilizada entre janeiro e setembro de 2020. São elas: banana, limão e lima, maçã, mamão, manga, melancia, melão e uva.

E a maçã tem muito a comemorar, pois as exportações aumentaram no decorrer do ano passado. No primeiro trimestre de 2020, conforme publicado pelo “Canal Agro” do Estadão, a exportação de maçã cresceu 56% em comparação ao ano anterior.

Com isso, é possível visualizar que, mesmo com as inseguranças em consequência da pandemia, o setor permanece forte. Isso porque foi beneficiado pela boa demanda internacional. E hoje o produto brasileiro está mais adequado às exigências do mercado exterior.

Fatores como a maior disponibilidade de maçãs médio-miúdas de melhor qualidade e o dólar valorizado foram os facilitadores destes embarques, diz a Abrafrutas. Entretanto, nem tudo foi tão fácil para a exportação de maçã em 2020.

Isso porque, o setor ainda teve que superar questões como os problemas alfandegários e falta de contêineres nos portos. Ainda assim, a colheita conseguiu atender aos países, sendo que os principais destinos da fruta nacional foram Rússia (31%), Bangladesh (29%) e Índia (11%).

Vale lembrar que a produção nacional concentra-se quase toda na região Sul do Brasil. Conforme dados da ABPM (Associação Brasileira de Produtores de Maçã), Santa Catarina concentra 51% do plantio brasileiro da fruta. Em seguida, está o Rio Grande do Sul, com 44% da produção, e o Paraná, com 5%.


Exportação de frutas

Confira as perspectivas do setor para 2021

No último mês de agosto, o Governo Federal anunciou que a exportação de maçã do Chile para o Brasil terá novos requisitos fitossanitários. Eles entraram em vigor logo no início de 2021, como tentativa de contenção da praga Cydia Pomonella. Ela já foi erradicada no Brasil, sendo hoje considerada quarentenária e sob controle oficial no país, segundo o Governo.

Isso significa que o mercado brasileiro está com vantagem frente a um dos seus maiores concorrentes. É importante recordar que já em 2020 o Chile registrou queda na produção, assim como a Argentina, segundo informações da Abrafrutas.

Além disso, a queda da qualidade dos frutos argentinos resultou em menos embarque para mercados como Europa, Nova Zelândia e África do Sul.

Outro fator que influenciará os resultados da exportação de maçã do Brasil em 2021 é o Brexit. A saída do Reino Unido da União Europeia beneficiará muitas operações do comércio internacional, de acordo com estudo da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).

Pois o consumo de maçãs por ingleses é alto. O estudo afirma que as compras delas e de outras frutas terão redução tarifária com esta movimentação. As informações foram compartilhadas pelo portal “Época Negócios” sobre como a exportação de bebidas, frutas e peixes será beneficiada pelo Brexit.

Saiba tudo o que precisa para realizar a exportação de maçã

Assim como muitas frutas, a maçã é um produto bastante delicado. Logo, manter a alta qualidade até o consumo internacional exige cuidados.

A exportação de maçã envolve diversas questões que vão além do manuseio correto, conforme orientado pela ABPM (Associação Brasileira de Produtores de Maçã).

Para começar, redobre a atenção desde a colheita até o envio do fruto ao estoque. E descarregue as frutas em tanques de água, para minimizar o impacto. Em seguida, elas percorrerão esteiras, serão avaliadas e enviadas ao destino.

Neste processo mecanizado, realize um assertivo treinamento com a equipe envolvida, para desta forma evitar perdas no caminho por meio da colaboração de todos os envolvidos.

Portanto, invista em infraestrutura que também contribua para manter as boas condições das frutas. Isso é fundamental para quem deseja realizar a exportação de maçãs.

Pois, assim, facilitará o atendimento aos protocolos nacionais e internacionais de qualidade, como exigências fitossanitárias, especialmente as da Europa, principal destino do produto brasileiro.

Colha bons frutos das oportunidades!

Concluindo, esperamos que 2021 seja um ano positivo para os embarques de frutas internacionais, incluindo a exportação de maçã. Podemos visualizar que o Brasil se manterá entre os líderes do agronegócio mundial, incluindo o setor da fruticultura.

Quer saber mais sobre a exportação de frutas e as oportunidades desta commodity? Então baixe agora o infográfico que a DC Logistics Brasil preparou para você aproveitar este cenário e cultivar mais resultados.

Neste conteúdo, você vai encontrar os principais números do setor. Também terá acesso a documentos necessários para exportar frutas, requisitos de rotulagem, aprenderá a como superar as exigências logísticas e muito mais.

Agora, se você quer realizar uma exportação de maça com segurança e qualidade, entre em contato conosco, solicite uma cotação de frete e saiba como podemos ajudá-lo!


Exportação de limão e maçã

FONTES:

ABPM – http://www.abpm.org.br/portugues/mensagens/imprensa/2112009/inovacao_em_pauta_5_pag43a47_macas.pdf

Abrafrutas – https://abrafrutas.org/2020/12/02/especial-frutas-2020-maca/

Canal Agro Estadão – https://summitagro.estadao.com.br/noticias-do-campo/exportacoes-maca-crescem/

Governo Federal – https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/a-partir-de-2021-chile-tera-que-cumprir-normas-fitossanitarias-para-maca-exportada-ao-brasil

Época Negócios – https://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2020/12/bebidas-frutas-e-peixes-exportador-brasileiro-pode-lucrar-com-brexit.html

Confira os 20 produtos brasileiros mais exportados em 2020!

Confira os 20 produtos brasileiros mais exportados em 2020!

O ranking mais esperado de 2020 está aqui! Chegou a hora de acompanharmos quais foram os produtos brasileiros mais exportados no decorrer do ano.

No ano passado, compartilhamos quais foram os produtos mais importados e exportados pelo Brasil em 2019 e seus impactos no comércio exterior nacional.

Então, dando continuidade ao balanço, trazemos aqui os números mais relevantes. Assim, é possível visualizar melhor a realidade do país nos últimos 365 dias, até mesmo identificando as mudanças que aconteceram frente ao cenário desafiador que vivemos, devido a pandemia.

 Você tem um palpite sobre quais foram os produtos brasileiros mais exportados em 2020? Continue a leitura!

O que mudou entre os produtos brasileiros mais exportados de 2019 para 2020?

No ano passado, conforme divulgado no blog, o Brasil exportou entre janeiro e outubro o total de US$ 185,54 bilhões. Os dados foram compartilhados pelo levantamento do Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Os dez produtos brasileiros mais exportados foram, nesta ordem: soja, petróleo, minério de ferro, celulose, milho, carne de frango, produtos manufaturados, carne bovina, farelo de soja e açúcar.

Em 2020, de acordo com dados divulgados pela Agência Brasil em outubro, as exportações nacionais somaram US$ 156,780 bilhões. Este número apresenta retração de 7% em comparação ao mesmo período de 2019.

Uma justificativa para estes resultados seriam as vendas da indústria de transformação, que caíram US$ 108,01 milhões. Por outro lado, as vendas da indústria extrativa aumentaram US$ 19,65 milhões, e as vendas referentes a agropecuária subiram US$ 5,38 milhões. O café não torrado e o minério de ferro seriam os produtos responsáveis por estes aumentos.

Sendo assim, é estimado um menor volume de comércio em 2020. Esta seria uma consequência dos impactos da pandemia do coronavírus. Ainda assim, o Ministério da Economia estima um saldo positivo de superávit de US$ 55 bilhões.

20 produtos brasileiros mais exportados em 2020

Apresentamos aqui os dados compartilhados pelo Comex Vix, levantamento do Ministério da Economia, sobre os principais resultados do comércio exterior brasileiro. Acompanhe a listagem dos produtos brasileiros mais exportados do Brasil entre janeiro e novembro de 2020.

1° Soja

Confira os 20 produtos brasileiros mais exportados em 2020!

Participação: 15% – Valor FOB: US$ 28,5 bilhões

O Brasil continua como segundo maior produtor de soja do mundo, registrando produtividade média de 3.362 kg por hectare, segundo a Embrapa.

2° Minério de ferro e concentrados

Participação: 12% – Valor FOB: US$ 22,7 bilhões

Entre as diversas riquezas do país está o minério de ferro. Desta forma, o Brasil abriga a quinta maior reserva do mundo, equivalente a 17 bilhões de toneladas, de acordo com dados do Educação UOL.

3° Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus

Participação: 9,4% – Valor FOB: US$ 18 bilhões

Além disso, outro destaque do setor extrativista são os óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus, pois são essenciais ao influenciarem os resultados do comércio exterior brasileiro e fabricações de muitos produtos da indústria.

4° Açúcares e melaços

Confira os 20 produtos brasileiros mais exportados em 2020!

Participação: 4,2% – Valor FOB: US$ 8 bilhões

O mercado do biocombustível sofreu com uma forte queda nas cotações e no consumo durante a pandemia, conforme informado pela Revista Globo Rural. Mas em agosto, a exportação do açúcar cresceu 118% em comparação a 2019, o que justifica sua importância mundial no setor sucroalcooleiro.

5° Carne bovina

Participação: 3,6% – Valor FOB: US$ 6,8 bilhões

De acordo com informações da Embrapa, a proteína nacional alimenta o mundo todo: equivale a 3% das exportações brasileiras e proporciona faturamento de 6 bilhões de reais.

6° Farelos de soja e outros alimentos para animais

Participação: 3,1% – Valor FOB: US$ 5,9 bilhões

Além dos bons resultados das exportações de carne, o Brasil é um importante produtor desta commodity utilizada para fabricação de rações no mundo todo, conforme observado pelo Sindiracoes.

7° Celulose

Participação: 2,9% – Valor FOB: US$ 5,6 bilhões

Atrás somente dos EUA, o Brasil está entre os principais exportadores de celulose, principalmente devido aos envios à China, como explica o Canal Agro do Estadão.

8° Demais produtos da Indústria de Transformação

Participação: 2,7% – Valor FOB: US$ 5,2 bilhões

O portal UOL Economia observa que as exportações referentes a indústria da transformação (matérias-primas de origem vegetal ou animal que será usada em produto final) já vinham registrando quedas antes da pandemia.

9° Carnes de aves

Confira os 20 produtos brasileiros mais exportados em 2020!

Participação: 2,6% – Valor FOB: US$5,1 bilhões

Apesar do cenário atual, segundo a ABPA, as exportações brasileiras de carne de frango totalizaram um volume de 5,6% a mais que o registrado em novembro do ano de 2019, posicionando o país entre os maiores produtores do mundo.

10° Óleos combustíveis de petróleo

Participação: 2,3% – Valor FOB: US$ 4,4 bilhões

Somente em maio desse ano, conforme divulgado pela Agência Brasil, a Petrobras exportou 1,11 milhão de toneladas de óleo combustível. Segundo a empresa, o recorde reflete diversas ações. É provável que, conforme explicado, isso reflita a diversificação dos destinos do produto. Para que, com isso, tenha ocorrido a ampliação da participação no mercado externo.

11° Ouro – não monetário

Participação: 2,3% – Valor FOB: US$ 4,4 bilhões

Hoje, conforme justifica o Ibram, o Brasil é o 13º maior produtor de Ouro. De tal forma que acumula produção de 66 toneladas. Além disso, este é o segundo mais importante mineral de exportação.

12° Ferro-gusa, spiegel, ferro-esponja, grânulos, pó de ferro ou aço e ferro-ligas

Participação: 1,8 % – Valor FOB: US$ 3,4 bilhões

Como resultado dos avanços, a indústria metal-mecânica mundial demanda elevados volumes destes insumos. Entretanto, apesar de pequena participação, os resultados impactam diretamente o comércio exterior nacional.

13° Produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço

Participação: 1,5% – Valor FOB: US$ 3 bilhões

Aqui também é apresentada a pequena, porém não menos importante participação da exportação destes produtos referência na siderurgia e metalurgia.

14° Veículos automóveis de passageiros

 Participação: 1,2% – Valor FOB: US$ 2,4 bilhões

De acordo com levantamento do G1, as principais montadoras do Brasil exportam principalmente para a América Latina. Sendo assim, os roteiros incluem países como Argentina, Paraguai e Uruguai, e ainda muitos países da África, por exemplo.

15° Alumina

Participação: 1,1% – Valor FOB: US$ 2,1 bilhões

Atualmente, o Brasil é o 15º produtor de alumínio primário – alumina. Como resultado, as exportações de metais, incluindo, bauxita e alumina representaram em média 2,5% das vendas externas brasileiras, segundo dados da Abal.

16° Carne suína

Participação: 1% – Valor FOB: US$ 1,95 bilhão

Quarto maior produtor da proteína do mundo, o país é responsável por 3,88% da produção global, exportando principalmente para abastecimento do mercado chinês, conforme publicado pela Suinocultura Brasil.

17° Aeronaves e outros equipamentos

Confira os 20 produtos brasileiros mais exportados em 2020!

 

 

 

Participação: 0,97% – Valor FOB: US$ 1,86 bilhão

Apesar das mudanças no cenário da aviação, o Brasil segue como um dos maiores exportadores de soluções para a fabricação de aeronaves. Dessa forma, somente no primeiro trimestre, isso representou US$ 489,75 milhões, conforme dados do portal FazComex.

18° Partes e acessórios de veículos automotivos

Participação: 0,89% – Valor FOB: US$ 1,7 bilhão

Assim como se destaca como exportador de automóveis, as peças e acessórios nacionais também são bastante requisitadas no mercado internacional.

19° Motores de pistão

Participação: 0,80% – Valor FOB: US$ 1,53 bilhão

Dentre os bens de maior valor agregado, pistões e motores também apresentam uma pequena representatividade nas exportações brasileiras.

20° Sucos de frutas ou de vegetais

Participação: 0,17% – Valor FOB: US$ 1,45 bilhão

O Brasil ainda é responsável por “matar a sede” de suco de frutas do mundo, principalmente de laranja, sendo o maior exportador deste produto, lembra a BBC Brasil.

O que podemos interpretar sobre as exportações de 2020?

Para começar, o levantamento posiciona a soja como campeã entre os produtos brasileiros mais exportados. E a safra superou as expectativas, pois alcançou o recorde de 127 milhões de toneladas. Portanto, isso deve refletir em mais exportações em 2021, conforme previsto pela Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais).

Em seguida, conforme apresentado, o minério de ferro e concentrados também seguiu ocupando a segunda posição do ranking. Desta forma, o setor registrou bons resultados, mesmo no cenário pandêmico. De fato, em junho, por exemplo, as exportações alcançaram 30,5 milhões de toneladas.

E os embarques estão relacionados a expansão das atividades industriais da China, que é a maior importadora do produto no mundo. Falando no país, vale ressaltar que este também é o responsável pela mudança no terceiro lugar, agora ocupado por óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus.

Assim, o Brasil tornou-se o terceiro maior fornecedor do insumo da China, exportando volume superior a 4,49 milhões de toneladas para as refinarias do país asiático.

Além da China, as produções nacionais são enviadas com expressividade para Estados Unidos, Argentina, Países Baixos (Holanda), Espanha, Japão, Canadá, Alemanha, Chile e México, nesta ordem.

Com isso, o país se posiciona como o 27° entre os maiores exportadores do globo, segundo o relatório da OMC (Organização Mundial do Comércio).

Agora, para manter os avanços da exportação brasileira, são necessárias cada vez mais soluções logísticas de confiança. Afinal, elas refletem na qualidade das entregas do comércio exterior.

Portanto, para isso, você pode sempre contar com a nossa equipe. Certamente estamos à disposição para esclarecer todas as suas dúvidas sobre o assunto. Quer saber mais? Entre em contato e solicite uma cotação sem compromisso.

Cotação DC Logistics Brasil

 

FONTES:

Blog DC Logistics Brasil https://dclogisticsbrasil.com/confira-os-10-produtos-mais-importados-e-exportados-pelo-brasil-em-2019/

Agência Brasil – https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2020-10/balanca-comercial-registra-superavit-de-us-616-bi-em-setembro

Comex Vixhttp://comexstat.mdic.gov.br/pt/comex-vis

Bol https://www.bol.uol.com.br/noticias/2020/12/14/abiove-revisa-safra-de-soja-2020-do-brasil-para-127-mi-t-e-ve-exportacao-recorde.htm

UOL Economiahttps://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2020/07/01/exportacao-de-minerio-de-ferro-do-brasil-tem-recuperacao-em-junho-e-supera-30-mi-t.htm

Santander Empresas – https://santandernegocioseempresas.com.br/app/internacionalizacao/produtos-mais-exportados-pelo-brasil

 

 

Ano Novo Chinês 2021 e a logística internacional: o que mudou com a pandemia?

Ano Novo Chinês 2021 e a logística internacional: o que mudou com a pandemia?

Enquanto o ocidente celebra o Réveillon em 31 de dezembro, o Ano Novo Chinês 2021 ocorrerá somente em 12 de fevereiro.

 Isso porque, o país asiático considera o calendário lunar, enquanto as demais nações se guiam pelo calendário gregoriano.

Mas o Ano Novo Chinês 2021 é uma data que já gera expectativas no mundo todo, principalmente para o Comércio Exterior.

Existem muitas previsões sobre como esta virada específica afetará as importações nos dias que estão por vir, principalmente neste cenário de pandemia. Pois, existem medidas de segurança sendo avaliadas que vão interferir diretamente no funcionamento das empresas, que devem parar antes do que o previsto.

Então, acompanhe a leitura e saiba como se antecipar aos impactos que o Ano Novo Chinês 2021 trará para a economia mundial e para seus negócios de importação e exportação!

Quais as previsões do Ano Novo Chinês 2021?

O Ano Novo Chinês 2021 é regido pelas energias do Boi de Metal. Entretanto, não é sobre esta previsão que vamos falar aqui hoje.

Pois, apesar de os chineses levarem muito a sério as influências astrológicas, neste conteúdo apresentaremos as principais previsões sobre o Comércio Exterior e como elas impactarão os negócios.

A começar pelas expectativas de recuo do dólar. Conforme compartilhado pelo portal “Autodata”, os importadores esperam melhoras no cenário que está por vir, principalmente no segmento de automóveis.

A expectativa do setor é de que também haja redução dos impostos de importação. E isso afetará diretamente quem realiza negócios com as montadoras ou conta com peças de produção de carros chineses.

Outra tendência que deve se tornar realidade com o Ano Novo Chinês 2021 são os resultados da política econômica “China Plus One”.

Com ela, o país quer diversificar as fronteiras da sua cadeia de produção mundial, conforme explica o portal “InfoMoney”. Desta forma, a China busca desenvolver seu mercado doméstico, mas sem perder o foco no potencial exportador.

Além disso, antes mesmo do Ano Novo Chinês 2021 chegar, já haverá mudanças nas importações do país. Conforme divulgado no fim de novembro, a partir do 1º de janeiro será proibida a importação dos últimos tipos de resíduos sólidos permitidos no país.

São materiais como plástico, peças de automóveis, papel, sucatas e materiais de madeira ou têxteis, por exemplo, que antes eram reutilizados como matérias-primas industriais.

A pandemia e as comemorações

Todos os anos, devido ao Ano Novo Chinês, milhares de pessoas viajam pela China para participarem das cerimônias, sejam como turistas, ou com a família e amigos.

Entretanto, no ano passado, quando a data chegou, o país enfrentava graves consequências da pandemia do coronavírus. Ele era menos conhecido, mas os registros aumentavam com velocidade.

Com isso, como noticiado pelo portal “G1”, Pequim cancelou as suas famosas celebrações e muitos pontos turísticos visitados no período do ano foram fechados, até mesmo a Cidade Proibida.

Logo, as decisões impactam o turismo e a economia asiática. Além disso, o isolamento social também reduziu as atividades comerciais e industriais.

Agora o cenário mudou. E a Covid-19 está prestes a ser combatida pela vacinação. Ainda não há definições sobre como serão as festividades do Ano Novo Chinês 2021.

Os negócios devem parar entre 15 dias e uma semana antes do Ano Novo Chinês. Inclusive, o governo está incentivando a parada com duas semanas de antecedência, visando evitar aglomerações das pessoas que transitam pelo país nesta época do ano.

Contudo, a China já anunciou, segundo o portal “Observador”, que iniciará a vacinação de dois milhões de pessoas em Sichuan. E que, após o Ano Novo Chinês, pretende iniciar a vacinação da população em geral.

E como esta data impacta a logística internacional?

Segundo dados do Icomex (Boletim de Comércio Exterior) da FGV (Fundação Getúlio Vargas), e divulgados pela Agência Brasil, a China importou US$ 4,5 bilhões em julho de 2020. Do começo do ano até este mês, foram US$ 21,9 bilhões.

Com isso, a nação é uma das principais fontes de contribuição para o superávit da balança comercial brasileira.

Logo, quando falamos em Comércio Exterior, toda e qualquer data que esteja relacionada à economia chinesa reflete na logística internacional.

Recentemente, trouxemos aqui em nosso blog dicas para enfrentar os backlogs no modal aéreo. Neste conteúdo, explicamos como as peak seasons, ou seja, datas festivas, afetam os transportes internacionais.

E o Ano Novo Chinês 2021 é uma das celebrações que causam mais impactos. Isso porque, é um período agitado para o comércio asiático e todos que estão relacionados.

Por isso, é importante realizar um planejamento logístico o mais completo possível. Para que, assim, as surpresas do Ano Novo Chinês 2021 não impactem negativamente nas suas negociações.

Dicas para evitar problemas com a logística relacionada ao Ano Novo Chinês 2021

Ano Novo Chinês 2021 e a logística internacional: o que mudou com a pandemia?

Quando falamos em comércio exterior, toda data chinesa que esteja relacionada à economia reflete na logística internacional.

 

 

 

Sabemos que, nesta época do ano, os trabalhadores costumam prolongar suas folgas na China. Porém, devido à COVID-19, as empresas do país devem antecipar ainda mais o seu recesso, prolongando a pausa em relação aos anos anteriores.

As previsões indicam a paralização dos negócios a partir do dia 15 de janeiro para evitar as aglomerações. Isso porque existe no período uma intensa movimentação de chineses que residem nos grandes centros para áreas mais distantes.

Além disso, a logística internacional, que já sofre grandes gargalos devido à alta demanda e baixa disponibilidade de aeronaves e containers, será impactada com esta festividade e as mudanças nos funcionamentos das operações asiáticas devido ao Ano Novo Chinês.

Logo, a melhor forma de evitar problemas é antecipar os pedidos. Sendo assim, conte com um agente de carga que evite interrupções nas suas movimentações. Afinal, cargas paradas são um grande problema para suas negociações.

Por fim, uma outra sugestão é já iniciar a negociação com armadores e transportadores, para evitar a prática da blank sailing. Estabeleça já os valores de frete junto a eles neste fim de ano, enquanto os preços estão mais baixos.

Prepare-se para comemorar!

Estas e muitas dicas compartilhadas acima já foram apresentadas em nosso blog, em conteúdo sobre como o Ano Novo Chinês pode afetar as comercializações.

Entretanto, lembrá-las nunca é demais, uma vez que esta peak season acontece todos os anos. E, com ela, chegam também questões que anualmente merecem a atenção de quem atua com importação e exportação com foco neste país asiático.

Agora, ao seguir todas as orientações, o Ano Novo Chinês 2021 será um motivo de comemoração para os seus negócios, pois você alcançará os resultados esperados, sem que estes fatores afetem a sua produtividade.

Para isso, você pode contar com as soluções da DC Logistics Brasil. Estamos preparados para oferecer a logística internacional que contribui com a sua tranquilidade ao importar e exportar.

Quer saber mais sobre os nossos diferenciais que possibilitam uma logística que se adapta às suas necessidades? Então entre em contato e solicite sua cotação de frete sem compromisso. Queremos te ajudar a obter mais qualidade em todas as suas operações.

Cotação DC Logistics Brasil

 

FONTES:

Portal Autodata – https://www.autodata.com.br/noticias/2020/10/30/importadores-esperam-recuo-do-dolar-em-2021/32369/

InfoMoney – https://www.infomoney.com.br/colunistas/matheus-tavares-dos-santos/china-superpotencia-a-estrategia-e-os-desafios/

Estado de Minas – https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2020/11/27/interna_internacional,1214998/china-proibira-completamente-importacoes-de-residuos-a-partir-de-2021.shtml

Agência Brasil – https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2020-08/china-se-mantem-como-principal-contribuinte-para-superavit-brasileiro

Blog DC Logistics – https://dclogisticsbrasil.com/5-dicas-para-enfrentar-os-backlogs-no-modal-aereo/ , https://dclogisticsbrasil.com/descubra-como-o-ano-novo-chines-afeta-suas-importacoes/

G1 – https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/01/23/pequim-cancela-festas-de-ano-novo-chines-por-conta-de-epidemia-de-coronavirus.ghtml

Observador – https://observador.pt/2020/12/09/covid-19-provincia-chinesa-vai-vacinar-de-urgencia-dois-milhoes-de-pessoas-apos-detetar-surto/

 

Exportação de alimentos: confira documentos, leis e questões envolvidas!

Exportação de alimentos: confira documentos, leis e questões envolvidas!

Você quer saber mais detalhes sobre exportação de alimentos? Chegou ao lugar certo, porque para este conteúdo, reunimos as informações mais relevantes sobre esse tipo de operação!

Continue a leitura para saber quais os pontos mais importantes que todo profissional responsável pelo setor de logística precisa ter conhecimento. 

Separamos as informações mais relevantes, com o objetivo de facilitar suas atividades e tornar seus processos mais assertivos. Confira!

O processo de exportação de alimentos

Para conceituar, assim como o processo geral, a exportação de alimentos trata-se da saída de carga do território nacional – devido a uma venda e compra em que a parte recebedora é um comprador estrangeiro. Logo, toda empresa que realiza exportações, deve ser habilitada pela Receita Federal.

Para ser devidamente habilitada, a organização deve preencher certos requisitos e estar de acordo com determinadas regras e normas, como veremos no decorrer deste material. Basicamente, isto é importante para, principalmente, garantir a qualidade e segurança dos produtos produzidos nacionalmente.

CVLEA – Certidão de Venda Livre para Exportação de Alimentos

É interessante saber que, este é um documento emitido pela autoridade sanitária competente do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), requerido voluntariamente, para atender exigências sanitárias de países importadores de alimentos fabricados em território brasileiro. Ela deve ser solicitada, quando necessário, pela empresa exportadora do alimento.

A Anvisa somente emitirá a Certidão quando esta for requerida exclusivamente para informar a vigência de registro sanitário de alimento.

A Certidão é regulamentada pela RDC n° 258/2018, publicada no Diário Oficial da União em 20/12/2018.

Principais documentos para exportação de alimentos

Sobre a documentação de exportação, normas, leis, regras e documentações nacionais e internacionais solicitadas nesses processos podem mudar rapidamente. O que não só necessita um acompanhamento diário como também exige expertise com o intuito de não errar nas informações colocadas em cada documento. 

Nesse sentido, elencamos as principais, que não podem ser deixadas de lado na hora de realizar esse tipo de operação:

Fatura Pró-Forma

Deve ser apresentada pelo exportador ao importador no idioma do país de origem. Pode ser um fax, um contrato formal ou um formulário. 

Esse documento deve conter informações sobre a mercadoria, como quantidade, preço, transporte, embalagem, forma de pagamento e condições de venda. É um procedimento necessário para que o importador possa abrir uma carta de crédito para remessa de valores.

Nota Fiscal

A Nota Fiscal precisa acompanhar a carga, desde a saída do seu estabelecimento até a chegada no local de embarque para o exterior.

Fatura Comercial – Commercial Invoice

Esse documento para exportação de alimentos representa a operação comercial.

Nele, precisa constar todas as informações iniciais que foram declaradas na fatura Pró-Forma, além de outras que confirmem a realização da exportação. A Fatura Comercial é necessária para formalizar a transferência de propriedade da mercadoria para o comprador.

Certificado de Embarque

Emitido pela companhia transportadora ou seu agente, essa documentação trata-se do contrato de transporte e o comprovante de entrega da mercadoria, constituindo assim, a prova do embarque.

Romaneio

Também chamado de Packing List, esse documento precisa ser preenchido pelo exportador. Nele é listado os volumes e descrito seus conteúdos.

Certificado de Origem

Por sua vez, o certificado de origem prova que o produto é, de fato, originário do país exportador.

Desafios jurídicos para a exportação de alimentos

Certas exigências e padrões de comércio devem ser respeitados pelas empresas brasileiras, para que não tenham problemas jurídicos no futuro, em especial:

Embalagem

Os cuidados que você precisa ter com as embalagens para exportação, é um dos itens fundamentais para garantir o sucesso da exportação de alimentos. 

Até porque, é cada vez mais comum que alguns países se recusem a importar produtos armazenados em embalagens não-ecológicas, por exemplo. A China mesmo – que é o maior parceiro comercial do Brasil – proibiu em 2017, a importação de produtos em embalagens que não sejam ecologicamente corretas. 

Por isso, é preciso ficar sempre atento às novas regras, tendências e leis deste setor. E claro, buscar alinhar sua empresa e manter os negócios devidamente dentro do que é exigido.

Adição ou exclusão de certos ingredientes

Uma das questões mais importantes, que devem ser analisadas e consideradas pelas empresas brasileiras que irão exportar para outros países, é a segurança dos alimentos.

Como pontua a Academia MOL, a preparação dos alimentos deve respeitar os padrões do país para onde a exportação será feita. Isso inclui, adicionar um ingrediente obrigatório ou excluí-lo do alimento. 

Exemplo: corantes artificiais – como os utilizados em confeitos e doces. A União Europeia proíbe a adição destas substâncias aos alimentos. Já os Estados Unidos permitem o uso de muitos deles. 

Exportação de alimentos e a crise

Não tem como ignorar a pandemia causada pelo COVID-19 e como ela pode afetar o setor de exportação de alimentos. Mas por incrível que pareça, mesmo com os últimos acontecimentos, o Brasil teve um aumento considerável neste segmento.

É notável que, ainda que tenha acontecido uma queda na exportação para os Estados Unidos, o número para o sudeste asiático tem aumentado. Isso deve-se, principalmente por se tratar de uma região densamente populacional.

E então?

Neste artigo buscamos informá-lo, de forma clara e direta, os pontos mais importantes para se atentar na hora de realizar a exportação de alimentos.

Para você que atua no setor logístico, algumas informações podem soar familiares, no entanto, é sempre bom ficar atento às novidades e mudanças do segmento. Assim, você garante que as operações na sua empresa, sejam sempre realizadas com eficácia.

Com um trabalho sólido na exportação de alimentos, a DC Logistics Brasil atua também com um escritório situado na cidade de Salvador, onde o time comercial e operacional tem expertise na área e estão completamente preparados para atuar nesse mercado.

Com o objetivo de otimizar e garantir máxima qualidade na exportação Fresh and Frozen, o serviço realizado pela DC Logistics Brasil consiste em acompanhar a carga desde a origem, até o destino.

Durante toda a operação, a equipe DC garante a integridade da carga, incluindo transporte, timing, condicionamento, manuseio e estufagem dos produtos. Deste modo, diminui riscos e garante produtos frescos à mesa dos consumidores. 

E ainda, a DC Logistics Brasil assume o compromisso de que, seja refrigerada ou congelada, a carga alimentícia possua total atenção e receba os devidos cuidados da equipe dedicada a cold chain.

Caso tenha ficado alguma dúvida, entre em contato conosco. Agora, se você quer saber se a sua empresa está preparada para o mercado exterior, clique aqui e acesse nosso conteúdo sobre processo de exportação!