Acordos comerciais com o Brasil

Descubra os países que têm acordos comerciais com o Brasil

Ao longo dos anos, o número de países que fazem acordos comerciais com o Brasil cresceu. Inclusive, atualmente, existem várias nações de outros continentes que possuem essa abertura comercial com o Brasil, como é o caso de Angola, Egito e índia.

Nos próximos tópicos, você vai conhecer os principais acordos comerciais que surgiram desde a criação da ALADI. Isso vai tornar possível ver novos mercados de exportação/importação para o seu negócio. Afinal, será que não está na hora de navegar em novos mares?

Entendendo os acordos comerciais com o Brasil

Para entender tudo sobre os países que possuem acordos comerciais com o Brasil, leve em conta que o início vem da ALADI e do Mercosul, que representa a grande maioria dos acordos do nosso país. Veja só!

Acordos comerciais com o Brasil

Mercado Comum do Sul (Mercosul)

O bloco econômico mais importante da América Latina é o Mercosul, do qual o Brasil faz parte. Ele foi criado em 1991 e tem o objetivo de aumentar a oferta de emprego e renda, além de pensar em outros pontos da relação econômica entre as nações participantes.

As operações do Mercosul estão embasadas no Acordo de Complementação Econômica n. 18 – ACE-18. No Brasil, acontece através do Decreto 550/92. O acordo parte do amparo da ALADI, que já visava esse acordo comum, veja no próximo tópico.

O Mercosul hoje em dia é formado pelos países membros plenos, como Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Além dos associados, estão Chile, Peru, Colômbia, Equador, Guiana e Suriname. A Bolívia está em processo de adesão e a Venezuela está suspensa.

Associação Latino-Americana de Integração (ALADI)

Atualmente, a grande maioria dos acordos comerciais com o Brasil vem da ALADI. Essa Associação existe desde 1980 e foi feita através do Tratado de Montevidéu, visando uma integração econômica entre os países que vinham da ALALC.

A ALALC é a Associação Latino-Americana de Livre Comércio e se iniciou em 1960. Atualmente, a ideia é implantar um mercado comum entre os latino-americanos, através de preferências tarifárias e a eliminação de restrições não-tarifárias.

Hoje, o grupo mantém os 13 países-membros, como Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Paraguai, Panamá, Peru, Uruguai e Venezuela.

É importante notar que com o Mercosul em vigor vários acordos de cooperação e de preferências tarifárias foram sendo criados ao longo dos anos. Abaixo, conheça alguns deles, que incluem outros países na relação comercial com o Brasil hoje em dia.

O Acordo de Complementação Econômica (ACE)

Antes do Mercosul, saiba que alguns acordos existiram para amparar a relação do Brasil com outros países. Por exemplo, o ACE-02, entre Brasil e Uruguai, que se liga ao comércio de produtos automotivos.

Outro exemplo é o ACE-14, entre Brasil e Argentina, sendo esse considerado um tipo de embrião para a criação do Mercosul. A intenção era a de unir os países. Teve ainda o ACE-35, com o Chile e o ACE-36, com a Bolívia, entre outros.

Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI)

Para entender outros acordos comerciais com o Brasil, também vale a pena mencionar a história do ACFI. Ele foi criado em 2012 por um Grupo Técnico de Estudos, sendo um modelo brasileiro de acordos de investimentos.

Dois exemplos de ACFI que estão em vigor tem a ver com Brasil-Angola e Brasil-México. No primeiro caso, a assinatura aconteceu em 2015, em Luanda. O outro é do mesmo ano, sendo criado a partir de subsídios de vários organismos internacionais e benchmarkings.

Acordo de Alcance Parcial (AAP)

Mais um tipo de acordo que existe e tem a ver com os países que o Brasil tem acordo comercial é o AAP. No caso prático, dá para falar do AAP.A25TM 38, que é uma celebração entre Brasil, Guiana e São Cristóvão e Nevis.

Ele é de 2001 e com atualização em 2014. O objetivo é o de incrementar fluxos de comércio bilaterais através do intercâmbio de preferências tarifárias entre as partes envolvidas.

Acordo de Preferência Tarifária Regional (APTR)

O Brasil tem um tipo de compromisso de alcance regional que acontece entre membros da ALADI, que vimos acima. A ideia é que se crie preferências tarifárias a partir dos níveis de desenvolvimento relativo. Um exemplo é o APTR 04 México, de 1984.

O Panamá aderiu ao mesmo acordo em 2012, através do Protocolo de Adesão, sendo que esse representa, atualmente, o único acordo de preferências tarifárias entre o Brasil e o Panamá.

Acordo para Liberação e Expansão do Comércio Intra-Regional de Sementes (Acordo de Sementes)

É um acordo que tem o objetivo de liberar o comércio de sementes dentro dos países membros da ALADI. Logo, importações de várias espécies estariam livres de barreiras aplicadas, assim como direitos aduaneiros ou outros encargos.

Os países que assinaram o acordo são: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, Cuba, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. No entanto, a ALADI não possui informações que falam da entrada do Acordo em países como Colômbia, Cuba, Equador e Venezuela.

Acordo de Bens Culturais entre países da ALADI (AR)

Assim como o Acordo de Sementes, esse aqui tem um foco na cooperação e intercâmbio de um setor, que é o cultural. Logo, se inclui neles as áreas culturais, educacionais e científicas. A assinatura do acordo é de 1989 e todos os membros da ALADI são signatários.

O acordo também objetiva um acordo a nível de instrução, capacitação, informação e de conhecimento recíproco das várias culturas envolvidas.

Os países que têm acordos comerciais com o Brasil fora do Mercosul

Sabia que além de ter acordos com países do Mercosul, o Brasil também tem ligação com outras nações. É o caso da Índia, de Israel e outros. Isso acontece, praticamente, através de dois tipos de acordos, os preferenciais e os de livre comércio. Conheça-os.

Acordos comerciais com o Brasil

O Acordo de Comércio Preferencial (ACP)

O melhor exemplo vem do acordo Mercosul-Índia. Esse é considerado o primeiro acordo dessa modalidade a ser celebrado pelo bloco da América do Sul com um país fora do continente. O fato aconteceu em Nova Delhi no ano de 2005 e está ativo desde 2009.

São 450 linhas tarifárias envolvidas entre as partes com preferências de até 100%. Outro exemplo é o Mercosul-SACU, que inclui a União Aduaneira da África Austral. Ou seja, se liga a países como África do Sul, Namíbia, Botsuana, Lesoto e Suazilândia.

Esse último acordo é de 2016 e inclui mais de 1 mil itens do Mercosul.

O Acordo de Livre Comércio (ALC)

Depois vem o ALC, que tem como exemplo o Mercosul-Israel. Aqui também temos o primeiro caso de um acordo dessa modalidade. Ele foi assinado em Montevidéu em 2007 e é dividido em categorias com base nas tarifas aduaneiras.

É o mesmo modelo de acordo comercial feito entre Mercosul-Egito. O acordo é de 2010 e se destina a abertura do mercado bilateral de bens, com quase 10 mil linhas.

Os países que têm acordos comerciais com o Brasil

Para terminar o conteúdo, vem esse breve resumo. Basicamente, o que é importante saber é que o Brasil tem acordo comercial com os países da ALADI. Logo, são eles:

Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Paraguai, Panamá, Peru, Uruguai e Venezuela.

Depois, também temos acordos com outros países, como:

Guiana, São Cristóvão e Nevis, Suriname, Índia, Israel, Egito, Angola e SACU (África do Sul, Namíbia, Botsuana, Lesoto e Suazilândia).

Isso tudo quer dizer que nós, brasileiros, temos grandes possibilidades de importar ou exportar produtos para várias nações. E para quem pensou nisso, mas não tem confiança ou conhecimento para fazer, a dica é: entre em contato conosco, da DC Logistics Brasil.

Acordos comerciais com o Brasil

Somos experts nesse assunto do comércio exterior e, com certeza, podemos ajudar você! E para quem quiser saber mais sobre os novos possíveis acordos comerciais que vão surgir, saiba que existe uma lista disponível no site do Governo. Em breve, poderemos ter parceria comercial com Marrocos, Palestina, Estados Unidos e a Associação da União Europeia.

maiores estados exportadores do Brasil

Descubra o que cada estado brasileiro mais exporta

O comércio exterior é aquela atividade que tem relação entre a compra e venda de produtos ou serviços entre países. A compra de produtos internacionais é chamada de importação e a venda para outros países têm o nome de exportação.

Nesse sentido, você já se perguntou qual é o estado brasileiro que é mais representativo no comércio internacional? Até mesmo porque o Brasil é campeão de exportações de soja, petróleo, celulose, milho, café, etc. E tem ganhado espaço no e-commerce também.

Já entre os principais parceiros comerciais dos brasileiros, nós temos: China, Estados Unidos, Países Baixos, Argentina, Japão, Chile, México, Alemanha, Espanha e Coreia do Sul. Então, de onde sai todas essas mercadorias que vão para esses países? É isso que vamos descobrir.

A lista abaixo está ordenada dos menores para os maiores estados exportadores do Brasil.

Acre (Região Norte)

O Acre tem como capital Rio Branco e está longe de ser o estado com mais destaque nas exportações brasileiras. Ele representa apenas 0,01% do total. Entre os principais produtos que são do Acre temos a madeira, especialmente a que é trabalhada.

Sergipe (Região Nordeste)

Com 0,02% das exportações, Sergipe aparece aqui no topo da nossa lista porque é um dos lugares com menor importância em percentual de exportação. Ainda assim, sucos de frutas ou de vegetais saem para outros países com muita fama.

Paraíba (Região Nordeste)

A Paraíba tem 0,06% de percentual de todas as exportações do Brasil. Se a capital João Pessoa é referência no turismo, o estado tem bem menos importância no Comex. O principal produto exportado é o calçado.

Roraima (Região Norte)

Pouco representativa para as exportações do país em percentual, Roraima tem 0,07% de participação. Logo, é um dos estados que menos exporta por aqui. E o seu produto de destaque é bem conhecido, a soja.

Distrito Federal (Região Centro-Oeste)

É um lugar muito importante para o país, porém, nem tanto no quesito exportação. O Distrito Federal exporta soja, só que representa 0,07% das exportações brasileiras.

Amapá (Região Norte)

Também não é o estado mais exportador do Brasil. Porém, ele tem representatividade maior do que o Acre e Roraima, sendo de 0,1% do total. Curiosamente, é um dos poucos estados que exportam ouro. Mas, não o monetário e sem contar os minérios de ouro ou concentrados.

Alagoas (Região Nordeste)

Assim como o Amapá, Alagoas tem apenas 0,1% de percentual nas exportações do país. Ainda assim, é conhecido por ser um dos poucos estados do país que exportam melaços, além do açúcar, que já é bem mais conhecido entre os produtos levados para fora daqui.

Piauí (Região Nordeste)

Assim como Roraima, Piauí é um exportador de soja, sendo esse o principal produto que sai de lá para outros países. No entanto, a representatividade nacional é de apenas 0,2% no total das exportações do país.

Rio Grande do Norte (Região Nordeste)

Também no Nordeste do país e também com 0,2% de representação, vem o Rio Grande do Norte. No entanto, o que muda é o principal produto exportado. Aqui, vale mencionar frutas e nozes não oleaginosas, que são exportadas frescas ou secas.

Amazonas (Região Norte)

Manaus, que é a capital do Amazonas, é muito conhecida por ser um exportador de produtos comestíveis, inclusive, que são típicos de lá. Assim, o estado tem representatividade de 0,3% nas exportações totais do país, o que é bem menos do que as importações, que é 5,7%.

Tocantins (Região Norte)

Mais um exportador de soja que temos aqui é o Tocantins. Ele representa 0,5% das exportações do país. No entanto, é um estado que menos representa na balança comercial porque exporta pouco e importa menos ainda (0,09%).

Rondônia (Região Norte)

É de Porto Velho e outras cidades de Rondônia que saem carne bovina fresca, refrigerada ou congelada para várias partes do mundo. No entanto, isso representa apenas 0,6% do total de exportações brasileiras.

Pernambuco (Região Nordeste)

Com 0,7% das exportações do país, Pernambuco é o estado responsável por levar para outros lugares os óleos combustíveis do petróleo ou de minerais betuminosos. Por isso, tem aparecido entre os estados que mais exportam no Brasil.

Ceará (Região Nordeste)

Se você quer saber o que cada estado brasileiro mais exporta, considere que o Ceará tem vários produtos nessa lista. Porém, a maioria deles são aqueles que vem do ferro ou do aço. Assim, ele tem representação de 1,02% das exportações nacionais.

Maranhão (Região Nordeste)

Nos últimos dados avaliados, o Maranhão ficou fora da lista dos TOPs 10 estados que mais exportam no país. Isso porque teve 1,5% de representatividade. O produto mais exportado nesse estado é a alumina, isto é, o óxido de alumínio.

Mato Grosso do Sul (Região Centro-Oeste)

O grande destaque de Mato Grosso do Sul é a celulose, sabia? Ainda que lá tenham cidades muito fortes na agropecuária ou soja, saiba que é a produção de celulose que tem destaque. E isso dá ao estado 2,35% das exportações do país.

Goiás (Região Centro-Oeste)

Goiânia, a capital de Goiás, é muito conhecida por exportar soja. De fato, esse é o principal produto que sai do estado. E isso representa 3,1% das exportações do país.

Bahia (Região Nordeste)

O estado que abriga a capital Bahia é conhecido por vários frutos e produtos icônicos. Mas, o que ele exporta mesmo é a soja, viu. E isso coloca o estado com um percentual de 3,6% das exportações nacionais. Logo, é o estado do Nordeste que mais exporta.

Espírito Santo (Região Sudeste)

O minério de ferro e os seus concentrados saem de Vitória e de outras cidades do Espírito Santo para o mundo todo. Logo, o estado representa bem perto dos 4% do total do país no assunto da exportação.

Santa Catarina (Região Sul)

Diferente dos outros estados do Sul, Santa Catarina tem como carro-chefe da exportação as carnes de aves e as miudezas comestíveis, refrigeradas ou congeladas. Sendo assim, entra na lista das maiores exportadoras do país, também com 4% de representação.

Paraná (Região Sul)

Do Paraná para o mundo vai a soja. Logo, temos um dos maiores produtores do país, com representação de 7,36% das exportações brasileiras.

Mato Grosso (Região Centro-Oeste)

Com a sua capital sendo Cuiabá, Mato Grosso aparece entre os maiores exportadores do país. Ele representa 7,7% do total a partir dos adubos ou fertilizantes químicos enviados para vários lugares do mundo.

Pará (Região Norte)

O Pará é conhecido por exportar o minério de ferro e os seus concentrados. Isso o coloca com destaque nas exportações do país, sendo que ele tem algo bem próximo de 8% do todo. Curiosamente, é o estado da região Norte que mais exporta.  

Rio Grande do Sul (Região Sul)

Assim como é comum em estados do Sul, o Rio Grande do Sul também exporta a soja para outros países. No âmbito nacional, o estado representa 7,3% do total das exportações.

Minas Gerais (Região Sudeste)

Minas Gerais sempre aparece entre os primeiros colocados dos estados que mais exportam no Brasil. E assim como acontece no Espírito Santo, de lá sai muito minério de ferro e concentrados. A representação para o país é de 11,25% das exportações.

Rio de Janeiro (Região Sudeste)

Do Rio de Janeiro saem óleos brutos de petróleo ou minerais betuminosos, assim como é comum em vários estados do Sudeste. A representação do RJ para o país é de 11,5%.

São Paulo (Região Sudeste)

Possivelmente, você sabia que esse estado estaria mais perto do fim do texto porque ele é bastante importante para todo o país nas exportações. Logo, também ganha no quesito importação. O fato é que sai daqui óleos brutos de petróleo ou minerais betuminosos. E isso dá mais de 19% de percentual em todas as exportações.

O ranking dos estados exportadores do Brasil

Após essa leitura sobre o que cada estado brasileiro mais exporta, também fica fácil de ver o ranking dos que mais exportam – até mesmo porque deixamos na ordem. De todo modo, saiba que a lista começa com São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pará.

Mas, vale lembrar que esses não são os estados que têm maiores saldos na balança comercial. Isso porque alguns importam mais do que exportam. Mas, vamos falar sobre isso em um próximo texto, combinado?

Agora, se você quer continuar lendo as notícias do mercado Comex, inclusive, sobre exportação e importação, acesse o nosso blog. Nós disponibilizamos por lá notícias atuais a cada semana e assim você fica por dentro do que acontece no Brasil e no mundo.

maiores estados exportadores do Brasil

Maior exportador de café do mundo

Brasil é o maior exportador de café do mundo – veja as perspectivas para 2022

Desde quando o café chegou por aqui, ele tem se tornado um produto importantíssimo para a economia do país. Atualmente, nos coloca como o maior exportador de café do mundo, além de sermos o maior produtor também.

Mas, você sabe como foi o ano de 2021 e o que esperar para 2022 nas exportações de café? A gente conta um pouco disso nos próximos tópicos. Dessa forma, nesse texto, você vai ler:

  • Um breve histórico do café no Brasil
  • A exportação de café no Brasil
  • Para quem o Brasil exporta café
  • As perspectivas de exportação de café para 2022

Um breve histórico do café no Brasil

Tudo teve início em 1727, quando o primeiro pé de café foi plantado no estado do Pará. Ele é nativo da Etiópia e a história conta que ele foi trazido para o Brasil através do sargento-mor Francisco de Melo Palheta.

Antes de chegar em solo brasileiro, o café já existia e era muito famoso na Antiguidade. Por aqui, tornou- se o principal produto para exportação durante o século 19 e 20. Assim como foi assunto das polêmicas divisas do Império do Brasil e da República Velha.

Com dois produtos do café, o arábico e o robusta, somos o maior produtor de café do mundo. Ao todo, 15 estados brasileiros são produtores de café, sendo que Minas Gerais e Espírito Santo entram na lista dos maiores produtores de café do Brasil.

Depois do Pará, devido às condições climáticas do nosso país, o café logo chegou no Maranhão, na Bahia, no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Paraná e em Minas Gerais. Hoje, somos o maior exportador de café do mundo, veja os dados abaixo!

A exportação de café no Brasil

Com base nas informações do Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o país exportou 40,3 milhões de sacas de 60 quilos de café no ano de 2021. O resultado foi de US$ 6,2 bilhões e um aumento de 10,3% em receita cambial se comparado com o último período.

O que isso quer dizer? Na prática, nos coloca não apenas como maior exportador de café mundial, mas também indica o 3º maior volume que já foi enviado para outros países em toda a história. E isso impressiona já que tivemos uma transição para uma safra de ciclo baixo.

Além disso, como outras commodities, o café também sofreu com os elevados custos de fretes, rolagens de cargas, cancelamentos de bookings e a falta de contêineres e espaços nas embarcações, o que aumenta ainda mais a competência dos nossos exportadores.

A logística dos embarques de café no Brasil

Ainda que o desempenho tenha sido muito favorável para o nosso país, leve em conta que entidades como o Cecafé lembram dos gargalos logísticos que aconteceram e acontecem no comércio marítimo mundial, o que pode impactar nos próximos resultados.

Por exemplo, uma nova redução no número de contêineres enviados ao exterior com café. Em 2021 foram embarcados pouco mais do que 112,7 mil contentores, o que é uma baixa de 9,8% se comparado com o ano de 2020, quando foram 125 mil ao longo do ciclo anual.

Por isso, contar com uma empresa especializada na logística internacional faz todo sentido para vencer os entraves do setor. Nós, da DC Logistics Brasil, proporcionamos uma logística eficiente e de alta performance em vários segmentos. Conheça nossas soluções no transporte marítimo de cargas.

Maior exportador de café do mundo

 

 

 

 

Para quem o Brasil exporta café

Outro ponto bacana de mencionar e que ajuda a entender o papel do Brasil como maior exportador de café do mundo é sobre os países que recebem o nosso produto.

Considerando o acumulado de 2021, as exportações de café brasileiro chegaram a 122 países, sendo que os Estados Unidos foram os que mais receberam, ao importarem 7,7 milhões de sacas ao longo do ano, um volume 4,4% maior do que o ano de 2020.

Os norte-americanos representam 19,3% de toda a compra de café do Brasil. Depois deles, vêm os alemães, que importam 16,2% do café nacional, o que dá 6,5 milhões de sacas. Mas, saiba que isso representa também uma queda de 14,4% comparado a 2020.

Então, em 2021, em números de sacas de café importadas do Brasil, nós tivemos:

  • Estados Unidos – 7,7 milhões de sacas
  • Alemanha – 6,5 milhões de sacas
  • Itália – 2,9 milhões de sacas
  • Bélgica – 2,8 milhões de sacas
  • Japão – 2,5 milhões de sacas

Um fato curioso é que a Colômbia é um dos maiores exportadores de café do mundo, sendo o terceiro maior. No entanto, ficou entre os 7 países que mais exportam café do Brasil em 2021, sendo 1,1 milhão de sacas.

Quer outro fato curioso sobre a exportação de café do Brasil em 2021? Saiba que a China teve um destaque impressionante ao comprar 333 mil sacas, o que representa 65% a mais do que em 2020.

As perspectivas de exportação de café para 2022

Em janeiro de 2022, o Brasil exportou 3,2 milhões de sacas de café para o exterior. Isso teve um rendimento de US$ 700 milhões, conforme o Cecafé. O volume representa uma queda de 11,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Maior exportador de café do mundo

Esse dado já indica que o ano de 2022 pode ser mais difícil para o setor que exporta café. Isso porque a estiagem dos últimos meses, que vem lá de 2020, afeta todo ciclo cafeeiro. O bom desenvolvimento das plantas foi prejudicado, mesmo em lavouras irrigadas.

Por outro lado, algumas empresas que estudam os mercados de commodities, acreditam que há bons motivos para ver as exportações de café. O Itaú BBA, por exemplo, mostra que do lado operacional vai haver a melhoria gradual da oferta de contêineres.

Saiba o que é exportação aérea e quais as etapas logísticas do processo de carga aérea

Atualmente, exportar produtos usando avião é uma alternativa bastante interessante para muitas empresas e de vários portes. Só que para isso dar certo é preciso entender o que é exportação aérea e como ela funciona em etapas. 

E antes que você pense que esse é um texto muito leviano ou simples, calma. Nós vamos falar de maneira simples para que todos entendam e a importância do assunto é o que mais importa aqui. Afinal, esse pode ser um diferencial competitivo para você vender mais!

O texto ficou organizado do seguinte modo:

  • O que é exportação aérea
  • Como funciona a logística aérea
  • O que é necessário para uma empresa exportar
  • Qual a importância do modal aéreo para a logística

E vamos lá, leia com atenção cada tópico e já comece a pensar na exportação área como forma de alavancar o seu negócio ou mesmo de buscar redução de gastos, como com a armazenagem de produtos, por exemplo. Explicaremos tudo abaixo!

O que é exportação aérea

A primeira coisa é entender o que é exportação aérea. É a partir desse tópico que você vai começar a estudar de forma mais realista sobre essa possibilidade de entregar produtos em outros países. A exportação aérea é feita usando o avião como meio de transporte.

Todos eles devem seguir normas e orientações técnicas, como as que são embasadas na Air Transport Association (IATA). A principal vantagem de exportar por meios aéreos é a rapidez na entrega, como veremos nos próximos tópicos. Para entregas urgentes, é uma ótima ideia.

Por outro lado, considere que também há desvantagens na exportação aérea. Isso porque devido às limitações, ela se torna mais indicada para mercadorias menores e leves. E acaba não sendo tão bem aceita quando o assunto é commodities.

Recentemente, a imprensa brasileira noticiou que uma empresa de café recorreu a aviões para exportar. No entanto, o transporte ficou mais caro do que usar navios. O fato é pontual, já que normalmente o que é enviado por vias aéreas são produtos industrializados, como café torrado. Leia a notícia aqui.

Como funciona a logística aérea

Esse tópico pode parecer que será o mais longo e mais teórico, mas não é verdade. Isso porque a ideia desse artigo é que você entenda o que é exportação aérea e como ela pode ser uma alternativa viável para você e para a sua empresa. Por isso, vamos simplificar tudo.

De um modo bastante resumido, a gente pode considerar apenas três etapas mais importantes que tornam possível a exportação para empresas brasileiras. Sendo assim, nós temos um processo logístico aéreo feito na seguinte ordem:

  • Documentação – com contratos e emissões de documentos fiscais
  • Carregamento – que é a parte mais prática, com a conferência dos produtos
  • Monitoramento – que é o acompanhamento do trajeto até a entrega final

É por esse simples formato de “just in time”, que a exportação aérea se torna uma opção de transporte viável para muitos empreendedores. Afinal, a velocidade da entrega é uma das mais ágeis entre todos os modais atualmente disponíveis.

O que é necessário para uma empresa exportar

Já vimos o que é exportação aérea e como funciona a logística dela. Agora é hora de a gente saber sobre as exigências para que as empresas brasileiras possam fazer isso. De novo, saiba que não vamos entrar nos mínimos detalhes e somente dar uma visão geral dos pontos.

No site da Apex Brasil você encontra todos os detalhes iniciais para quem quer exportar.

Primeiro vem a preparação da mercadoria. Ou seja, é preciso ter um contrato feito com o importador, que é quem vai comprar os produtos. Aí vem a parte da certificação, que nada mais é do que a autorização dos governos. Geralmente, há licenças para formalizar isso.

Tem também a parte da emissão da declaração única de exportação. Sobre a documentação, que é uma das etapas logísticas do processo de carga área, a gente tem: fatura comercial, conhecimento do embarque, certificado de origem, seguro de transporte, nota fiscal, etc.

Como exportar sem complicações

Em um primeiro instante, isso tudo pode parecer informação demais para você, não é? Ainda mais se você estiver estudando o tema pela primeira vez. É por isso que contar com empresas especializadas em logísticas pode representar um ótimo custo-benefício: elas facilitam tudo.

A DC Logistics atua com o transporte área e dispõe de preços competitivos. São quase 3 décadas de experiência no mercado logístico e diversos prêmios da Infraero pela eficiência nas soluções apresentadas. Confira alguns números da DC:

  • Mais de 6900 toneladas carregados em 2020
  • 30 opções consolidadas de importação aérea
  • Milhares de embarques aéreas em 3 décadas
  • Relacionamento com as companhias aéreas
  • Parceria com agentes de origem e follow up
  • Profissionais capacitados no atendimento

A gente ainda vai falar sobre mais um ponto importante da exportação aérea, que tem a ver com a importância desse modal para a logística do mundo. Então, para não alongar o assunto, se você tiver interesse em conhecer a DC, entre em contato diretamente pelo site.

Cotação de frete com a DC Logistics Brasil

Qual a importância do modal aéreo para a logística

Por fim, toda essa explicação sobre o que é exportação aérea deixa claro a importância desse tipo de transporte para o Brasil e para o mundo. Até mesmo porque a lista de vantagens de exportar por avião é bem extensa.

Já fizemos um texto falando dos benefícios do transporte aéreo, leia aqui.

E passa por eficácia para entregas urgentes, acesso a mercados que outros meios de transporte não permitem, redução de gastos com armazenamento, segurança no envio dos produtos, menos custo com embalagens e muito mais.

Portanto, o que temos é um tipo de transporte para exportação que é viável e possível para muitas empresas, sendo versátil e prático.

Além do mais, quando se toma os devidos cuidados com a logística e documentos, a ideia pode ser a solução para quem visa alavancar os negócios.

O agronegócio no mercado de exportação brasileiro e a escolha da logística certa [é mais fácil do que você pensa]

O Brasil é imenso em vários sentidos. Somos um dos maiores no mercado de exportação mundial e no agronegócio. Ao mesmo tempo, existem vários produtores que ainda não ganham dinheiro com isso.

Aqui na introdução seremos breves: o que queremos é que você veja como entrar no mercado de exportação pode ser uma escolha inteligente. Depois, queremos que entenda o porquê escolher o modal logístico certo pode ser o seu diferencial para chegar a outros países.

E para que você não se perca na leitura, dividimos esse conteúdo em tópicos.

Em um primeiro momento, vamos mencionar a teoria, com o tópico sobre o que é exportação. Depois, as pesquisas de mercado internacional (o que inclui o agronegócio como mercado em potencial). Por fim, dicas sobre como entrar no mercado de exportação e como fazer a escolha da logística. Vamos nessa?

O que é o mercado de exportação

O conceito por trás do mercado de exportação diz que é uma atividade de comércio, entre bens e serviços, de um país para outro. Além do mais, a explicação cita que o objetivo para a empresa está voltado para a diversificação do mercado consumidor, diminuindo os riscos de ficar condicionado a uma única economia nacional.

Ah, é bem simples entender a importância do mercado externo se avaliarmos que estar em vários mercados pode contrabalançar alguns resultados ruins de um país ou outro. Sabe aquela ideia de não colocar todos os ovos na mesma cesta, que usam nos investimentos? É isso. Diversificar!

Sem contar que temos uma valorização do dólar, ou seja, essa moeda é mais forte que a nossa e isso é bom para quem vai ganhar dinheiro com a exportação. Bem, não vamos alongar o tópico porque deve ter ficado claro o que é a exportação, correto?

O que o Brasil exporta

Para complementar esse tópico inicial, também vamos falar sobre o que o Brasil exporta. Ou seja, o mercado de exportação brasileiro é formado por quais tipos de produtos? Se for citarmos uma ordem dos “campeões das exportações”, você verá o agronegócio em alta.

Por exemplo, somos líderes em exportar soja, celulose, milho, café, carne bovina e de frango. Ainda vem o petróleo, o minério de ferro e outros. Ah, vamos deixar para falar mais disso nos próximos tópicos, já que pesquisas de mercado internacional foram feitas recentemente.

O que nos importa para esse primeiro momento é considerar que as exportações brasileiras bateram recordes até a metade do ano de 2021, conforme dados do Governo Federal. Então, se você quer saber como anda as exportações brasileiras, saiba que anda muito bem.

As pesquisas de mercado internacional

Recentemente, a Apex-Brasil fez duas pesquisas de mercado internacional sobre o mercado de exportação brasileiro. Em uma delas cita os principais mercados que possuem alto potencial para o Brasil. A outra fala sobre as oportunidades para o futuro.

Veja um trecho de cada uma delas!

Apex-Brasil identifica oportunidades no mercado agro. Nessa matéria, o que se vê é que alguns países estão se mostrando interessados em mercados “diferentes” do que era tradicional. México gera oportunidades para insumos para calçados e móveis, por exemplo. O Reino Unido é uma ótima chance para quem exporta frutas.

Apex-Brasil mapeia mercados com alto potencial para exportações. Nessa próxima matéria não dá para não dar atenção para o fato de que o país chegou a 150 mercados externos para produtos agropecuários. Por isso, em 2021, o agronegócio representou 21,8% de todas as exportações nacionais.

De um modo resumido, vemos algo que é bem comum de ser comentado entre os especialistas do mercado internacional: o Brasil tem ótimo potencial para o agronegócio, que já é um mercado muito interessante do ponto de vista financeiro.

Ao mesmo tempo, existem ainda algumas pessoas que se perguntam: por que exportar? Bom, a verdade é que há mil e um motivos para isso, inclusive, a questão de diversificar o mercado e conseguir alavancar as vendas. Veja como isso pode ser mais simples do que parece.

Como entrar no mercado de exportação

Essa é uma dúvida que muita gente tem. Especialmente, os empreendedores ousados, que querem ver seus negócios decolarem mundo afora. Mas, a dúvida que paira no ar é: como entrar no mercado de exportação?

A verdade é que esse tópico pode não ter uma resposta certeira para você. E sabe por quê? Porque os requisitos, condições e até mesmo as estratégias vão depender muito do mercado. Ah, e não estamos falando sobre o mercado do agronegócio, mas algo mais detalhado.

Para você entender melhor isso, vamos citar o exemplo da exportação da madeira. Já falamos disso aqui no blog, você lembra? (Se não leu ainda, leia aqui).

As indústrias madeireiras que querem chegar a outros países vão precisar apresentar documentos como fatura comercial, romaneio de carga, certificados, registros e muito mais. Depois, tem que conhecer as regras do mercado que vai importar os produtos.

E aí vem também um dos requisitos mais importantes de todos: o planejamento da logística. Mais do que saber como andam as exportações brasileiras, você precisará ter a sabedoria de saber como fazer esse “envio” de madeiras para qualquer lugar do mundo.

A exportação brasileira no agronegócio atualmente

Com certeza, o que você já deve ter ouvido falar é que o Brasil é um centro de distribuição para o setor agrícola, não é verdade? Afinal, exportamos carnes para mais de 130 países, sem falar das frutas, cafés, produtos orgânicos e muito mais.

E vimos acima, no último tópico que existem vários pontos a serem abordados nessa hora. No caso da logística, você sabia que existem empresas especializadas nesse assunto? Por exemplo, vamos voltar a falar do exemplo da madeira para você entender isso.

Ela exige o carregamento de contêiner, verificação das embalagens, etiquetas de monitoramento, temperatura da madeira, fiscalização de carga e descarga, além de outros detalhes. Aí, muita gente se desespera. Mas, não precisa desesperar!

A DC Logistics Brasil é uma das mais conceituadas empresas de logística do país e faz todo planejamento para a exportação, especialmente, para quem atua no agronegócio brasileiro.

Se você ficou interessado nisso e quer decolar nas suas vendas chegando a outros países, uma boa ideia é fazer uma cotação online deste frete. Esse primeiro contato pode ser decisivo para você se tornar uma empresa internacional.

Cotação de frete com a DC Logistics Brasil

 

Por que exportar com a logística certa?

Talvez esse tópico não precisasse estar aqui, é verdade. Só que ao chegar ao fim do texto pode ser que você ainda não esteja convencido sobre o assunto. Então, criamos algumas linhas finais para que você entenda a importância da logística para exportação.

Falamos da madeira e agora vamos falar da manga, ok? O exemplo é a melhor forma de compreender alguns temas. Em 2020, a receita com as exportações de manga no nosso país foi de US$ 214 milhões até novembro. O volume foi de 211 toneladas.

Ou seja, quem é um produtor de mangas tem muitos motivos para pensar na exportação, além do mercado interno, você não acha? Aí é que vem aquele detalhe da logística: você sabe qual é a melhor forma de exportar mangas?

A sua resposta pode ser o modal aéreo. Mas, lembre-se que em 2020 tivemos “problemas” devido ao cancelamento de voos com a pandemia. Como consequência, hoje em dia a melhor opção é o modal marítimo, que faz o carregamento de contêineres.

Como a gente sabe disso tudo? Ah, aqui chegamos ao fim do texto: A DC Logistics é uma companhia muito dedicada, que faz estudos, pesquisas do mercado internacional e consegue oferecer todo tipo de modal para o transporte do agronegócio. Vale a pena conhecer!

Exportação de madeira: confira um passo a passo

Exportação de madeira: confira um passo a passo

Realizar exportação de madeira é uma atividade totalmente possível, mas que precisa de atenção para que tudo seja feito da maneira correta. É importante ter clareza dos passos a serem seguidos para que o produto chegue ao seu destino sem problemas, com qualidade e segurança.

Vale dizer que o processo em questão envolve aspectos comerciais, referentes à prática de atingir clientes, como também alguns pontos mais complexos, tais como a união de informações acerca do país a ser feito o envio, separação de documentos, entendimento da legislação, regras específicas e planejamento logístico.

Neste conteúdo, você terá acesso a um passo a passo essencial para que a exportação de madeira seja feita conforme indicado, evitando dores de cabeça. Continue a leitura e confira!

Passo a passo de como realizar a exportação de madeira

Antes de caminhar em terras desconhecidas é importante entender algumas questões para garantir maior eficiência nesta operação.

Algo interessante é analisar os concorrentes que já atuam com exportação de madeira, seja participando de feiras, eventos específicos ou fazendo buscas pela internet. Isso poderá ser útil em termos de aprendizado e até mesmo poderá ajudá-lo a se sentir mais preparado.

Outra informação que pode te auxiliar é saber da existência de condições para a exportação de madeira em bruto, aquela vendida sem passar por acabamentos.

Segundo as regras ambientais, apenas as madeiras naturais estão aptas a serem exportadas do país, denominadas, também, de madeiras exóticas. Portanto, para este caso, é necessário obter uma autorização estadual.

Documentos necessários

Dedicar tempo para separar toda a documentação necessária é outro passo imprescindível que exige cautela. Inclusive, desde 2020, o Ibama ampliou seu rigor quanto ao controle da exportação de madeira

Com isso, foi adotado como obrigatório o uso do número do Documento de Origem Florestal (DOF) no Documento Único de Exportação (DUE), que se trata de uma integração lançada no Portal Único de Comércio Exterior – Siscomex.

Ademais, certas particularidades reforçam a relevância de atenção nessa etapa mais burocrática, pois, a documentação pode variar conforme o destino da carga.

Porém, em linhas gerais, os requisitos são: 

  • Fatura Comercial;
  • Romaneio de Carga;
  • Certificado de Fumigação;
  • Certificado de origem;
  • Certificado Fitossanitário de Origem;
  • Conhecimento de Embarque;
  • Registro de Operação de Crédito (RC);
  • Registro de Vendas (RV);
  • Documento RADAR;
  • Liberações da FATMA e IBAMA;
  • Registro de Exportação do Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior).

Adequação e atendimento à legislação e regras do mercado importador 

Ter ciência sobre as leis e regras do mercado importador é fundamental para você fazer a devida adequação. Problemas nos envios e produtos danificados podem gerar implicações que você provavelmente vai preferir evitar.

Ainda nesse sentido, é essencial focar na redução de riscos e no controle de quantidade para a exportação de madeira, visando o cumprimento das normas regulamentares. Em outras palavras, cada cuidado distancia o seu negócio de gastos imprevistos.

Não esqueça também de se informar quanto às barreiras tarifárias e não tarifárias dos países para onde será encaminhada a madeira. Essa parte deve constar no seu plano de execução.

Planejamento da logística para o embarque de madeira

Pouco adianta ser ágil na união de itens para a exportação de madeira sem um planejamento logístico. Ele serve, justamente, para reduzir os erros que podem aparecer durante o percurso. 

Imagine emitir documentos de maneira incorreta, impedindo o cumprimento dos prazos das entregas? Melhor não, certo? Por isso, nada de negligenciar essa etapa!

Se precisar de suporte, vale buscar por empresas que realizam o envio ou a supervisão desse processo. Lembre-se que será necessário realizar o carregamento do contêiner, verificar a embalagem e etiqueta e monitorar a temperatura e o consumo de madeira, como também fiscalizar a carga e descarga. 

Somente através da verificação de fatores relevantes será certo obter sucesso na  exportação da carga de madeira.

E então?

Como vimos neste conteúdo, a exportação de madeira requer alguns cuidados fundamentais, como a clareza de informações sobre o país em que será destinada, separação dos documentos, adequação e atendimento à legislação e regras do mercado importador e um bom planejamento logístico.

A DC Logistics Brasil atua com uma entrega logística eficiente e diferenciada que se adapta às suas necessidades. Contamos com uma rede de agentes que nos permite oferecer um serviço global, com follow-up proativo, flexibilidade e ferramentas online de acompanhamento de cargas. Tudo pensado para proporcionar a melhor experiência ao cliente.

Há mais de 25 anos, nos dedicamos a trabalhar com cargas e assim atender diversos mercados verticais. Somos criteriosos na análise de carga e rota, além de termos uma estrutura totalmente preparada, orientando cada fase essencial. 

Não perca mais tempo com incertezas e burocracias. Evolua as operações logísticas da sua empresa com o nosso apoio! Preencha o formulário que preparamos e receba uma cotação personalizada para a sua operação!

Cotação DC Logistics Brasil

Exportação de manga: o que ponderar na escolha do modal?

Exportação de manga: o que ponderar na escolha do modal?

 A preservação das cargas é uma grande preocupação na exportação de manga. Isso porque, além de atender todas as exigências da legislação e logística internacional, as frutas precisam chegar ao destino com máxima qualidade.

Para isso, é importante saber escolher qual o melhor modal para sua produção, já que existem algumas diferenças entre o modal aéreo e marítimo que podem impactar no transporte deste tipo de carga.

Então, listamos ao longo do conteúdo alguns pontos que você deve ficar atento na escolha do modal para exportar manga. Cada um destes detalhes reflete na forma como você colherá bons frutos com os negócios. Acompanhe!

Como está o cenário para exportação de manga?

A exportação de manga esteve bastante aquecida em 2020, segundo retrospectiva da Revista HF Brasil e deve continuar positiva em 2021. Os envios até novembro do ano passado alcançaram recordes que favoreceram a rentabilidade dos negócios.

Confira os resultados obtidos em 2020, apresentados pela publicação:

  • Receita com exportações de US$ 214 milhões (de janeiro a novembro);
  • Volume de 211 toneladas exportadas em 2020, maior valor já registrado pelo Secex;
  • Aumento de 6,3% da área nacional plantada de 2019 para 2020.

A valorização do dólar frente ao real atraiu o aumento dos embarques e beneficiou as exportações.

Vale ressaltar que, devido à pandemia, países concorrentes como Espanha, Costa do Marfim e outros da África, tiveram queda de produção e problemas de abastecimento, que também refletiu no aumento das exportações de manga brasileira.

abrafrutas

FONTE: Abrafrutas

O que avaliar em cada modal ao exportar manga?

Mesmo tratando-se de um ano atípico, como observado pela Abrafrutas, mencionado no Portal Notícias Agrícolas, em 2020 os produtores de manga e outras culturas reformularam processos e souberam aproveitar as oportunidades do setor.

Para isso, cada negócio escolhe um modal de sua preferência, que atenda às exigências de cada produção ao realizar a exportação de manga.

Já abordamos alguns cuidados bastante relevantes que você deve ter com a exportação de manga e outras frutas aqui no blog, principalmente ao exportar para a Europa, um dos maiores compradores do mercado nacional.

Isso porque, o transporte deste alimento perecível ocorre de diversas formas, entretanto, cada uma delas exige detalhes específicos e atende a diferentes exigências de prazos, por exemplo.

Você sabe qual dos modais melhor atende às suas necessidades? Acompanhe os pontos de atenção que podem contribuir com suas decisões a seguir!

soluções completas para exportação de mangas

Modal aéreo

Como lembrado pelo Portal Notícias Agrícolas, no ano passado a exportação de manga enfrentou o problema de cancelamento de voos, devido a pandemia.

Entretanto, com a normalização desta situação, o modal aéreo é uma opção bastante relevante para este transporte, principalmente para quem precisa de mais agilidade para atender prazos menores.

No conteúdo “Manga para Exportação“, compartilhado pela Embrapa, são listados os principais pontos técnicos da exportação de manga pelo modal aéreo.

Uma das principais vantagens destacadas é o tempo reduzido de entrega, uma vez que o modal aéreo permite que a produção chegue ao destino final em questão de horas (cerca de 14h, variando de acordo com o país).

Assim, a preocupação com a conservação é menor, pois os processos são mais rápidos. Porém, os custos com o modal aéreo costumam ser mais altos que o marítimo, o que acaba refletindo nos preços das prateleiras.

Além disso, durante o transporte aéreo, a temperatura pode ser melhor controlada nos compartimentos. Porque, segundo o conteúdo citado acima, os aviões apresentam capacidade de manter os níveis de temperatura de 7°C a 25°C. E ainda é possível renovar até 40m³ de ar fresco por minuto.

Porém, deve-se considerar também que a pressão atmosférica dos voos causa aumento de cerca de 20% na taxa de perda de água das frutas em relação ao transporte no nível do mar. Desta forma, é preciso investir em embalagens que ajudem a evitar esta perda para melhor conservação das frutas.

Modal marítimo

Este é o mais usado para exportação de manga e vamos explicar o porquê. Para começar, saiba que 90% da produção nacional é transportada por meio do modal marítimo, conforme explica o material “Manga Pós-Colheita“, também da Embrapa.

Logo, nesta modalidade, o carregamento dos contêineres com capacidade de 20 pallets ocorrerá com muita agilidade, e também em local específico para este transporte. E a temperatura comum para o envio por navios deve ser de 8°C a 13°C, para não acelerar a maturação.

Além disso, assim como no modal aéreo, durante o transporte marítimo é imprescindível a renovação do ar dos contêineres, para manter a preservação.

Também deve-se considerar o uso de contêineres tipos Reefer (com sistema de refrigeração instalado no próprio contêiner e acionamento elétrico ou por motor a combustão) e Con-Air (sistema de refrigeração instalado fora do contêiner). Pois, nestas condições, a renovação de ar ocorre a cada 24 horas, aproximadamente.

Exportação de manga: o que ponderar na escolha do modal?

A exportação de manga pode ocorrer de diversas formas, entretanto, cada modal exige detalhes específicos

Conte com as soluções completas da DC para exportação de manga

Logo, se hoje o Brasil é um dos maiores mercados exportadores de manga, é porque existem muitos processos ocorrendo com máxima eficiência para isso acontecer.

Neste sentido, a escolha do parceiro logístico é muito importante. Pois atender aos cuidados listados garante a integridade da produção. Pois, desta maneira, eles fazem a diferença na entrega ao destino final.

Portanto, quem escolhe trabalhar com as soluções completas da DC Logistics Brasil, sabe que pode contar com vantagens como estas na exportação de manga:

  • Operações simplificadas, eficientes e com muita agilidade;
  • Profissionais experientes e capacitados para lidar com todos os requisitos que uma operação de mercadoria perecível, como essa, exige;
  • Follow up claro, transparente, objetivo e flexível de acordo com as necessidades de cada cliente;
  • Rede de networking logístico diferenciada;
  • Embarques consolidados regulares que proporcionam o melhor transit time com o menor custo.

Quer saber mais? Então solicite aqui sua cotação personalizada para descobrir como nosso know-how reflete na qualidade e segurança logística que a sua produção merece!

 

FONTES:

Revista HF Brasil – https://www.hfbrasil.org.br/br/revista/acessar/completo/retrospectiva-2020-perspectivas-2021.aspx

Abrafrutas – https://abrafrutas.org/2021/04/dados-de-exportacao-1a-bimestre-2021/

Notícias Agrícolas – https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/hortifruti/278400-em-ano-de-pandemia-e-isolamento-social-exportacoes-de-frutas-cresce-6-em-volume.html#.YH7OQ-hKjIV

DC Logistics Brasil – https://dclogisticsbrasil.com/tag/exportacao-de-frutas/

“Manga para Exportação – Aspectos de Colheita e Pós-Colheita”, Embrapa – https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/185568/1/Manga-para-exportacao-procedimentos.pdf

“Manga Pós-Colheita”, Embrapa – http://www.frutvasf.univasf.edu.br/images/mangaposcolheita.pdf

 

Entenda como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir nas suas operações logísticas!

Entenda como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir nas suas operações logísticas!

Muito se fala sobre a Certificação OEA (Operador Econômico Autorizado) e sua valorização na logística internacional. Mas, você sabe como ela influencia em operações de importação e exportação?

A Certificação OEA qualifica os profissionais que atuam no Brasil para elevar o fluxo do comércio exterior e este reconhecimento atesta fatores como a agilidade dos processos, a segurança e credibilidade no setor e a qualidade das operações.

Ou seja, para conquistar a Certificação OEA, é importante atender à rígidas exigências da cadeia logística. E quando estes não são cumpridos corretamente, suas operações podem ser prejudicadas.

Então, aqui você vai entender melhor como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir com suas operações, promovendo um fluxo logístico que atenda prazos e suas necessidades com máxima confiança. Confira!

Tudo o que você precisa saber sobe a Certificação OEA

Para começar, entenda o que é o Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado. De acordo com definição do Siscomex, esta é “uma medida fundamental para a facilitação dos procedimentos de controle do fluxo de mercadorias, tanto no país, quanto no exterior”.

O programa concede benefícios de acordo com a modalidade da certificação, a função do operador na cadeia logística ou o grau de conformidade aferido.

Então, após comprovar o cumprimento dos requisitos e critérios do programa, o operador recebe a Certificação OEA e torna-se um parceiro estratégico da Receita Federal. Assim, é possível atestar que o beneficiado por este reconhecimento é um operador que:

  • Atua com baixo risco;
  • É confiável;
  • Tem benefícios junto a Aduana Brasileira;
  • Trabalha com maior agilidade;
  • Garante maior previsibilidade de suas cargas nos fluxos do Comex.

O programa brasileiro baseia-se nos padrões internacionais, reconhecidos pela Organização Mundial de Aduanas (OMA) e pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Sendo assim, a Certificação OEA dialoga com programas de outros países, como Estados Unidos e China. Isso permite  o tratamento diferenciado aos exportadores certificados do Brasil, aplicado ao realizar o desembaraço da mercadoria na importação, por exemplo.

Entenda como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir nas suas operações logísticas!

A certificação OEA dialoga com programas de outros países, garantindo benefícios aos operadores também no exterior.

Como a certificação OEA beneficia as importações e exportações

Ainda segundo o Siscomex, a Certificação OEA contribui com a concessão de benefícios para facilitar os procedimentos aduaneiros, tanto no país, quanto no exterior.

Por isso, o agente de carga pode garantir maior agilidade nos procedimentos aduaneiros e de controle físico por órgãos anuentes. E, assim, contribui para a redução de prazos e custos das empresas que operam no comércio exterior.

O que você tem a ganhar com um operador OEA na sua logística internacional?

Conforme listado pelo portal FazComex, um operador OEA pode agregar muitas vantagens às operações de comércio exterior. Estas são algumas das principais:

  • As vantagens da certificação contribuem para operadores atuarem por seus negócios com mais agilidade e melhor previsibilidade;
  • Além disso, quanto mais operadores buscarem aderir ao programa, melhor será a qualidade dos serviços logísticos oferecidos para a sua importação e exportação;
  • O programa permite a criação de ARM (Acordos de Reconhecimento Mútuo), que aumentam a valorização dos interesses dos negócios nacionais nas operações internacionais;
  • Ainda possibilita uma modernização das operações aduaneiras, cuja expansão tecnológica resulta em mais segurança para suas movimentações.
  • E os operadores OEA garantem melhores resultados às suas negociações, pois só recebem a certificação quando atendem exigências de alto nível, para garantir o alcance de seus objetivos;
  • Isso diminui os riscos ao importar e exportar e contribui com o melhor andamento da cadeia logística no geral.

Todavia, isso só é alcançado quando os operadores atendem às expectativas da Receita Federal. As principais delas, também compartilhadas pelo FazComex, são:

  • Verificar constantemente a segurança das operações por meio da observação e documentações;
  • Garantir a consistência e continuidade dos processos documentados;
  • Buscar o constante aumento da automação, adaptabilidade e eficiência da logística internacional;
  • Comprometimento com a confiabilidade, por meio de realização de auditorias e testes, tanto internos, quanto externos, para prestação de contas e checagens;
  • Suporte de alta administração, focado em melhorias contínuas e no fornecimento de recursos adequados para os clientes.

Na DC Logistics Brasil, nós somos OEA!

O comprometimento e confiabilidade fez a DC Logistics Brasil ser reconhecida pela Receita Federal Brasileira como operador logístico com certificação OEA. Ela foi oficializada e publicada no Diário Oficial da União em 26 de dezembro de 2017.

Portanto, isso nos possibilita garantir a segurança, confiabilidade e eficiência que você precisa para suas operações de comércio exterior. Logo, esta certificação reforça a nossa credibilidade e comprova a qualidade do nosso trabalho.

E se você quer contar com nossa expertise, qualidade e segurança em todas suas operações, clique abaixo e solicite uma cotação de frete conosco sem compromisso!

Cotação DC Logistics Brasil

FONTES:

Siscomexhttp://siscomex.gov.br/informacoes/operador-economico-autorizado-oea/

Receita Federalhttps://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/importacao-e-exportacao/oea, https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/importacao-e-exportacao/oea/beneficios-do-programa-oea

 

 

 

Exportação de frutas para Europa: quais são as especificações em relação aos outros mercados?

Exportação de frutas para Europa: quais são as especificações em relação aos outros mercados?

O agronegócio brasileiro segue colhendo bons frutos, e isso inclui as boas oportunidades com a exportação de frutas para a Europa.

Afinal, a União Europeia é o maior importador de frutas do mundo. Mas, quem deseja atender aos países do velho continente e fechar novos negócios, precisa estar atento às exigências das operações.

Isso porque, a exportação de frutas para a Europa envolve documentações, cuidados especiais e estratégias de logística internacional específicas. Caso estes fatores não sejam bem executados durante as movimentações, podem ocorrer grandes perdas.

Então, para ajudar você a aproveitar o cenário e semear excelentes resultados no exterior com sua produção, apresentamos as principais soluções para os desafios presentes nas exportações para este mercado. Confira!

Como a pandemia está afetando a exportação de frutas para a Europa e outros mercados?

As expectativas dos produtores de frutas ao atender o mercado exterior são altas, e isso inclui a exportação de frutas para a Europa.

Isso porque, hoje o Brasil já se posiciona como o terceiro maior produtor de frutas do mundo, segundo a Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados).

Porém, atualmente o Brasil representa apenas 3,4% do mercado europeu, segundo o panorama compartilhado pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura.

Vale reforçar que, de acordo com a HF Brasil, mesmo com toda a variedade da produção brasileira, as que mais representam a exportação de frutas para a Europa são:

  • Abacate;
  • Banana;
  • Figo;
  • Laranja;
  • Limão;
  • Maçã;
  • Mamão;
  • Manga;
  • Melancia;
  • Melão;
  • Uva.

E apesar deste promissor cenário para a fruticultura brasileira na Europa, hoje os produtores precisam lidar com um grande desafio ao exportar: as consequências da pandemia.

Conforme a Abrafrutas, o setor está enfrentando dificuldades para que as mercadorias sejam entregues aos países devido à redução de voos comerciais. Com isso, já se registrou o recuo de 40% das exportações de fruta.

Esta opção tem sido bastante usada pelos exportadores nacionais, pois estes aviões permitem o transporte entre 15 a 20 toneladas diárias, contribuindo assim para vendas de acordo com as demandas.

E para tentar solucionar este dilema, muitas companhias estão transformando voos comerciais em cargueiros, não só para atender a exportação de frutas para a Europa, como também para transporte de insumos médicos usados no combate ao coronavírus.

Esta é uma importante estratégia do modal aéreo para não deixar que as dificuldades do momento reflitam em perdas para os produtores brasileiros.

Exportação de frutas para Europa: quais são as especificações em relação aos outros mercados?

A qualidade da logística internacional na exportação de frutas para a Europa reflete diretamente na forma como o produto final chegará às prateleiras.

 

 

 

 

Quais são os desafios que você deve superar na exportação de frutas para a Europa?

Ao exportar frutas para a Europa, os produtores precisam superar desafios que vão além das exigências de qualidade e segurança alimentar. Elas atendem não só a saúde e bem-estar dos consumidores finais, como também as leis do mercado europeu, que envolve inúmeras nações.

Então, listamos aqui os principais pontos de atenção ao realizar estas movimentações, para que você se mantenha preparado ao aproveitar as oportunidades.

São questões e soluções baseadas em nossa experiência de mercado, bem como, nas orientações de relatório compartilhado pela ApexBrasil e no artigo “Processos de Certificação Para Exportação de Frutas Frescas Brasileiras”, apresentado no Encontro Nacional de Engenharia de Produção.

Custos

Estas commodities estão sujeitas a muitos impostos, taxas, tarifas…Ou seja, para realizar a exportação de frutas para a Europa, é importante já considerar nos orçamentos os valores que serão equivalentes a isso.

Segundo o relatório da ApexBrasil, muitas cotas tarifárias são distribuídas por ordem de chegada, pela Direção Geral da Comissão Europeia, órgão que é responsável pela tributação e aduana.

Não podemos nos esquecer que, no ano passado, foi fechado um acordo entre a União Europeia e Mercosul com vantagens de isenções tarifárias para exportadores de sucos de laranja, frutas, café solúvel, entre outras commodities agrícolas, como informado pelo portal FazComex.

Medidas sanitárias

Hoje, superar as barreiras fitossanitárias para realizar a exportação de frutas para a Europa é um desafio.

Elas envolvem escolhas desde a embalagem, até a qualidade final e regularidade na entrega, conforme apresentado pelo Citrus BR (Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos).

Para envios ao velho continente, por exemplo, os importadores exigem controle dos níveis de contaminantes e de resíduos de defensivos.

Também estão atentos à alta qualidade e até mesmo a rastreabilidade do produto, o que interfere nas compras, pois equivale a facilidade do consumidor de encontrar o produtor caso haja necessidade.

Vale ressaltar que as frutas devem atender às exigências legais do Codex alimentarius, a legislação do mercado exportador, além das normas:

  • ISO, incluindo as 9000 e 22000 (Internacional Standardization Organization),
  • IAF (International Accreditation Fórum),
  • IAAC (International Accreditation Co-operation),
  • IFOAM (International Federation of Organic Agriculture Movement)
  • E IOBC (International Organization for Biological Control of Noxious Animals and Plants).

Vale ainda consultar outras certificações, de acordo com cada setor, incluindo para produtores orgânicos.

Embalagens

Existem alguns requisitos específicos para realizar a exportação de frutas para a Europa. Eles são apresentados pelo Ministério da Agricultura, de acordo com o Regulamento de Execução (UE) nº 543/2011, da Comissão Europeia.

Primeiramente, as embalagens precisam conter textos legíveis, de forma que não possam ser alterados ou apagados. Além disso, é necessário que contenham informações como:

  • Identificação, com nome e endereço do expedidor;
  • Natureza do produto, caso o conteúdo não seja visível quando embalado;
  • Características comerciais;
  • Marca oficial de controle, como o CGC/MAPA – facultativo.

Atenção: evite usar nas embalagens as expressões “Grown by”, “Packed by”, que são impróprias/inadequadas, como explica o governo brasileiro.

Documentos

Para completar, além de atender às exigências legais referentes a qualidade fitossanitária da exportação de frutas para a Europa, os produtores devem se atentar a outros documentos.

Já listamos aqui os principais neste conteúdo completo do blog sobre documentos para exportação de frutas, mas é importante dar atenção ao:

  • Cadastro no Decex;
  • Fatura Comercial;
  • Packing List (Romaneio);
  • Certificado de origem, peso, qualidade, conformidade e fitossanitário;
  • Registro de exportação.

Cuidados na logística internacional

A qualidade da logística internacional reflete diretamente na forma como o produto final chegará às prateleiras. Afinal, estamos falando de cargas delicadas e altamente perecíveis, que exigem cuidados especiais para atender o exigente mercado europeu.

Como o envio de frutas para a Europa envolve um transit time mais longo – entre um mês, desde a colheita ao transporte para o exterior – priorize contêineres com genset instalado ao escolher o modal marítimo.

Vale observar que, no caso da exportação de manga e limão, por exemplo, a colheita costuma ser realizada uma semana antes do embarque. Logo, o genset é utilizado no transporte terrestre.

Portanto, a temperatura é mantida desde o carregamento da fruta na fazenda, até a entrega do contêiner cheio no porto de embarque. Sendo assim, quando o contêiner refrigerado chega ao porto, se mantém plugado na energia até o momento do embarque no navio.

Este cuidado no set point do contêiner refrigerado é importante quando tratamos das frutas para exportação, pois influencia na qualidade do embarque.

No modal aéreo, certifique-se sobre as condições de climatização necessárias para cada produção no percurso. Pois algumas frutas exigem temperaturas mais frias, já outras, podem ser danificadas nestas condições.

Na DC Logistics Brasil, nossa experiência de 27 anos de atuação em logística internacional nos permite atender cada uma das necessidades dos produtores de frutas ao exportar para a Europa e muitos outros mercados.

Logo, nossas soluções refletem em um transporte eficiente e dentro do prazo. Além disso, possibilitam o melhor transit time e custo-benefício, mesmo durante cenários adversos como os da pandemia. Quer saber mais? Então solicite seu orçamento sem compromisso!

Além disso, temos um infográfico gratuito e exclusivo. Portanto, para você se atualizar sobre as principais oportunidades desta commodity, faça o download!

Infográfico Exportação de Frutas

 

FONTES:

MAPA – https://abrafrutas.org/wp-content/uploads/2019/07/panorama-frutas-secretaria-de-comercio-e-relacoes-internacionais.pdf e https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/inspecao/produtos-vegetal/registro/cgc_mapa/exportadores/arquivos-cgc-frutas/Rotulagem_UE

HF Brasil – https://www.hfbrasil.org.br/br/revista/acessar/capa/mercado-de-fruta-na-uniao-europeia.aspx

Abrafrutas – https://abrafrutas.org/2021/02/exportacao-de-frutas-do-brasil-recua-ate-40-com-limitacao-de-logistica-aerea/

ApexBrasil – http://www.apexbrasil.com.br/Content/imagens/ce0f015c-418f-4eed-acb7-990c58f0c550.pdf

Enegep – http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2009_TN_STP_092_624_14067.pdf

FaxComex – https://www.fazcomex.com.br/blog/acordo-mercosul-e-ue/

Citrus BR – http://www.citrusbr.com/mercadoexterno/?me=03

DC Logistics Brasil – https://dclogisticsbrasil.com/exportacao-de-frutas-documentos-necessarios/

Nota Fiscal de Exportação: saiba quais cuidados tomar ao emiti-la!

Nota Fiscal de Exportação: saiba quais cuidados tomar ao emiti-la!

A Nota Fiscal de Exportação é um importante documento na movimentação das mercadorias e qualquer erro referente a ela pode causar grandes prejuízos.

Dos principais problemas que podemos listar, estão desde penalidades até atrasos na entrega. Pois quando as documentações exigidas para a operação não estão corretas, muitas vezes não é possível seguir com o envio.

Então, você não quer prejudicar suas negociações no Comércio Exterior por não saber lidar com a Nota Fiscal de Exportação, não é mesmo?

Pensando nisso, estamos aqui para te ajudar com informações que refletem nos cuidados da emissão e na qualidade da logística internacional.

Siga com a leitura e faça este checklist com tudo o que listamos para não cometer erros referentes a sua Nota Fiscal de Exportação!

Afinal, para que serve a Nota Fiscal de Exportação?

Aqui no blog, nós já ensinamos muitas informações sobre a Nota Fiscal de Importação. Mas, você sabe qual a finalidade da Nota Fiscal de Exportação?

Este documento obrigatório traz todas as informações sobre a sua mercadoria, para que desta forma ela possa circular desde o país de origem ao destino. Sendo assim, ela é primordial para realizar o despacho aduaneiro e ainda para o embarque, conforme explica o Portal Faz Comex em conteúdo sobre a emissão.

Vale lembrar que ela se tornou ainda mais importante em 2018, quando houve a Declaração Única de Exportação (DU-E) e a nova declaração passou a servir como base para o despacho aduaneiro, de forma integrada à Nota Fiscal de Exportação, segundo o Portal Faz Comex.

É por isso que é importante ter muito cuidado ao preenchê-la, pois quando você erra nas informações disponibilizadas na sua Nota Fiscal de Exportação, erra também na DU-E. Desta forma, o descuido impede a efetividade do despacho e ainda gera atrasos na entrega das mercadorias.

Então, para evitar estes e muitos outros transtornos, vamos às dicas para preenchê-la corretamente?

Nota Fiscal de Exportação: saiba quais cuidados tomar ao emiti-la!
O descuido com informações da Nota Fiscal de Exportação impede a efetividade do despacho e ainda gera atrasos à entrega das mercadorias.

Checklist para preencher a Nota Fiscal de Exportação

Agora que você sabe da importância deste documento obrigatório, vamos compartilhar tudo o que precisa constar na Nota Fiscal de Exportação.

Por isso, listamos as principais informações. Atenção ao passo a passo para preenchimento compartilhado também pelo Portal Faz Comex:

● Preencha os dados do emitente e destinatário corretamente, ou seja, sua empresa e seu cliente;

● Em seguida, insira a descrição mais detalhada possível das características da mercadoria;

● Atenção ao NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul): este código deve ser preenchido corretamente e as instruções para descobrir qual é o NCM correto para sua Nota Fiscal de Exportação estão no site da Receita Federal;

● Continuando, é importante classificar no NCM cada item de acordo com a sua unidade tributável, pois é muito comum exportadores serem multados por usarem a mesma Unidade Tributável que a de venda de forma equivocada em ocasiões de canal laranja e vermelho, por exemplo. Fique atento!

● Outro ponto bastante importante é a descrição das NFs, pois as emissões por sistema, em sua maioria, sempre apresentam códigos do produto e abreviações, não seus detalhes. Esta situação também pode resultar em multas em casos de canal laranja ou vermelho;

● Por isso, não deixe de informar também as quantidades comercializadas e quantidades tributáveis, bem como suas respectivas unidades de medida;

● Vale ressaltar também a importância de informar manualmente na DUE a descrição completa da carga. No contrário, a fiscalização exigirá a emissão de nova NF, com descrições completas, para que seja feita a substituição;

● Para concluir, você precisa também inserir o peso líquido total da carga, que é obtido a partir da soma das unidades transportadas em KG.

Posso fazer o cancelamento de Nota Fiscal Eletrônica?

Segundo orientações da Receita Federal, os exportadores devem observar a legislação estadual sobre o cancelamento de Nota Fiscal Eletrônica.

O governo ainda menciona que “Em prazo não superior a 24h, contado do momento em que foi concedida a autorização de uso da NF-e, o emitente poderá solicitar o cancelamento da respectiva NF-e, desde que não tenha havido a circulação da mercadoria, conforme determina o AJUSTE SINIEF 7, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005, na Cláusula décima segunda”. A orientação completa pode ser acessada aqui.

Quer saber mais sobre documentos de exportação?

A Nota Fiscal de Exportação é apenas um dos inúmeros documentos que precisam estar em dia para as mercadorias saírem do país. Além dela, conforme já orientamos aqui no blog, é importante ficar atento a muitos outros documentos de exportação.

Logo, tratando-se dos documentos referentes ao Contrato de Exportação, onde a Nota Fiscal está inserida, completam a lista:

● Registro de Exportação no Siscomex;

● Solicitação de Despacho (SD);

● Nota Fiscal;

● Registro de Operação de Crédito (RC);

● Conhecimento de Embarque;

● Fatura Comercial (Commercial Invoice);

● Romaneio (Packing List);

● Certificado de Origem;

● Registro de Venda (RV);

● Legalização Consular;

● Certificado ou Apólice de Seguro;

● Borderô ou Carta de Entrega.

 

E não podemos deixar de listar também os documentos referentes a mercadoria, que são:

● Declaração Única de Exportação (DU-E)

● Registro de Venda (RV);

● Nota Fiscal;

● Despacho Aduaneiro de Exportação;

● Conhecimento ou Certificado de Embarque;

● Registro de Operação de Crédito (RC);

● Fatura Comercial (Commercial Invoice);

● Romaneio (Packing List);

● Certificado de Origem;

● Legalização Consular;

● Certificado ou Apólice de Seguro;

● Borderô ou Carta de Entrega;

● Registro de Exportação Simplificado (RES).

E então?

A lista é longa e o trabalho para reunir todas as informações é grande, não é mesmo? Isso porque, o volume de dados que você precisa acompanhar nestes processos exige muita atenção.

Para solucionar toda essa parte burocrática do dia a dia do Comércio Exterior, conte com um agente de carga que possa oferecer soluções integradas. Ele facilita todas as etapas da exportação ou importação, pois proporciona maior suporte ao gerenciamento dos seus documentos.

Além disso, ele contribui com o registro e identificação de falhas como falta de documentos ou em caso de extravios – mas fique tranquilo, pois com um agente de carga nas operações, é difícil que isso aconteça.

É assim que a DC Logistics Brasil tem contribuído com muitos clientes, por meio de soluções completas, que garantem eficiência desde o gerenciamento da documentação até à entrega da mercadoria.

O que você acha de entrar em contato conosco para solicitar uma cotação de frete sem compromisso? Assim você poderá conhecer melhor como nosso trabalho reflete na agilidade e segurança das suas operações de comex!

 

FONTES:

Faz Comex – https://www.fazcomex.com.br/blog/nota-fiscal-exportacao-como-emitir-sem-erros/

Receita Federal – https://receita.economia.gov.br/orientacao/aduaneira/classificacao-fiscal-de-mercadorias/ncm e https://receita.economia.gov.br/orientacao/aduaneira/manuais/exportacao-portal-unico/elaboracao-da-due/copy4_of_conceitos-e-definicoes-gerais