Consolidação de cargas: saiba vantagens e desvantagens de fazer

A fim de combater os grandes desafios logísticos que ainda causam dores de cabeças para grande parte dos gestores de empresas, a consolidação de cargas é uma prática cada vez mais comum, que consiste na união de diversos carregamentos para a obtenção de uma carga de peso maior.

Em um primeiro momento, o aproveitamento dos espaços e a redução de custos parecem óbvios, mas as suas vantagens podem ir além! Além disso, nem sempre esse processo pode ser vantajoso. Tudo varia de acordo com o perfil de cada negócio.

A seguir, saiba mais sobre o que é consolidação de cargas.  Quais os seus principais benefícios, eventuais desvantagens e o que levar em consideração na hora de escolher este procedimento para sua operação.

O que é consolidação de cargas?

De maneira básica, a consolidação de cargas consiste na alocação de pequenas quantidades de mercadorias em um montante maior. Essa ação visa acelerar e otimizar o processo de transporte e armazenamento.

Por meio desse recurso, é possível agrupar pequenas quantidades de diferentes itens em um mesmo espaço de carga, como em um contêiner, por exemplo. Ele permite que seu espaço seja preenchido e aproveitado da melhor maneira possível.

O processo de consolidação pode ser feito de diferentes maneiras. Ela pode envolver cargas de um mesmo cliente ou de empresas diversas, durante a coleta dos itens, no seu armazenamento ou ainda na realização das entregas.

Ao agrupar e baratear as diferentes despesas envolvidas em um processo logístico, seja durante uma importação, frete, uso de contêiner, armazém, entre outros meios, a consolidação de cargas é utilizada não apenas por quem lida com volumes mínimos de produtos, mas também por aqueles que trabalham com grandes volumes de mercadorias.

Para que a sua prática seja realmente vantajosa, porém, é preciso saber se as suas peculiaridades se aplicam à realidade da sua empresa! Descubra as suas principais características nos próximos itens.

Quais as suas principais vantagens?

Já está claro que as vantagens da consolidação de cargas envolvem o melhor aproveitamento de espaços e a redução de custos logísticos. Mas, um olhar atento é capaz de revelar ainda mais benefícios nessa prática.

O primeiro deles é a melhor capacidade de gestão dos carregamentos. Uma vez que uma única carga, ou cargas agrupadas em menos unidades, facilita não só as movimentações, como também todo o processo de controle e verificação.

Como consequência dessa simplificação, erros cotidianos também são evitados ou têm sua correção extremamente facilitada.

A própria percepção de qualidade dos clientes em relação à empresa que pratica a consolidação de cargas é melhorada. As entregas acabam sendo mais rápidas e impactam diretamente na sensação de satisfação compartilhada entre o público.

Ainda nesse sentido, ao economizar em itens como o frete, por exemplo, seu negócio poderá ser mais competitivo ao estabelecer os preços finais dos produtos, ganhando uma clara vantagem em relação à concorrência.

Se abordamos os ganhos financeiros de maneira mais profunda, ainda é possível concluir que haverá menos pessoas, maquinários e veículos envolvidos na logística. Isso impacta diretamente nos custos de horas trabalhadas, manutenções, abastecimentos e até fatores como pedágios.

Com tantos benefícios, a ideia de aderir à consolidação de cargas pode até parecer óbvia, mas é preciso ressaltar que também existem algumas desvantagens nesse tipo de processo. Saiba mais sobre elas a seguir e evite-as em seu negócio.

Existem desvantagens nesse processo?

Como em qualquer prática no mercado, a consolidação de cargas também está sujeita a algumas desvantagens, que em certas situações podem até torná-la desvantajosa para certos perfis de empresas.

Quem deseja aderir a esse método deve estar ciente de que todos os produtos estarão sujeitos a eventuais impasses que possam surgir em um carregamento compartilhado!

Em um processo de importação, por exemplo, se certos itens dentro de um contêiner forem retidos em uma fiscalização, toda a carga sofrerá com a falta de liberação. Nessas situações, será preciso recorrer ao terminal para que o restante do carregamento seja rearranjado. De qualquer maneira, seu negócio precisará estar preparado para esse tipo de imprevisto.

Em situações de extravios, a mesma lógica se aplica: não será apenas uma categoria de produtos ou somente uma empresa que sofrerá com os prejuízos logísticos, mas sim todos os envolvidos na consolidação de cargas.

Mesmo em situações mais severas, como em acidentes ou até roubos, as perdas são compartilhadas, por isso é preciso ter muito cuidado e atenção ao aderir a esse tipo de processo.

Lembre-se: não são apenas fatores como tempo e dinheiro que devem ser levados em consideração. Assim como uma boa logística é capaz de fidelizar clientes, problemas nesse sentido podem prejudicar sua imagem perante parceiros e consumidores.

O que levar em consideração na hora de realizar uma consolidação de cargas?

Por mais que a consolidação de cargas tenha a finalidade de facilitar a logística das empresas, não significa que a sua adesão seja simples em um primeiro momento.

Isso, porém, não é motivo para preocupação, afinal, nenhuma vantagem é agregada no mercado competitivo sem que antes exista todo um processo de análise, entendimento e adequação!

Sendo assim, antes de mais nada, esteja atento ao perfil das suas mercadorias e às suas necessidades durante o transporte, armazenamento e entrega.

Produtos frágeis, por exemplo, não podem ser alocados junto de itens mais básicos, em espaços que não forneçam os cuidados ideais para manter a sua integridade. Por outro lado, adicionar produtos não frágeis em cargas preparadas para essa finalidade pode ser um desperdício de recursos, uma vez que as unidades são mais caras.

Planejamento das demandas

Acima de tudo, é preciso ter equilibro e planejamento quanto às demandas básicas de cada item e seus meios de organização.

Lembre-se que, muitas vezes, suas mercadorias estarão sob a responsabilidade de terceiros e precisarão respeitar integralmente a certos requisitos. Nunca se esqueça de que todos os itens estejam embalados, paletizados e empilhados corretamente. Esteja atento aos seus padrões de qualidade e com as exigências previstas em lei para a sua categoria.

Caso você trabalhe com alimentos, produtos químicos ou medicamentos, por exemplo, a consolidação de cargas pode apresentar ainda mais desafios. Essas mercadorias não podem compartilhar o mesmo espaço, portanto a atuação entre diferentes empresas se torna mais restrita. Além disso, é preciso certificar-se de que as normas regulamentadoras de cada segmento sejam respeitadas pelo responsável pela consolidação.

Por fim, tenha certeza de que os seus produtos estejam em boas mãos: jamais contrate empresas para consolidar as suas cargas sem antes conhecer a sua experiência, qualificação e abrangência na área!

Gostou de conhecer os principais detalhes sobre consolidação de cargas? Quer receber ainda mais dicas importantes sobre logística? Então continue acompanhando o conteúdo exclusivo do nosso blog.

Certificação de origem: quais produtos recebem certificação INPI?

Realizar processos de exportação e importação podem trazer grandes benefícios às empresas, como poder exportar seu produto para outros países, ampliando fronteiras, ou beneficiar-se com alguma mercadoria do exterior. Porém, para que estes processos aconteçam de forma segura e, em alguns casos até com tributos reduzidos, é necessário emitir uma certificação de origem.

Já a certificação pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) permite obter tratamento preferencial, redução ou isenção de tarifas de importação.

Saiba mais sobre cada uma destas certificações:

Certificado de origem

O certificado de origem é um documento que declara a origem do produto e permite a redução ou isenção de impostos de importação entre países com acordos comerciais. Cada certificado de origem corresponde a uma fatura comercial, o que impede que um mesmo certificado seja usado em embarques de faturas diferentes. Existem diversos modelos de certificados que observam normas próprias para cada acordo internacional.

Certificação INPI

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é vinculado ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, responsável pelo aperfeiçoamento, disseminação e gestão do sistema brasileiro de concessão e garantia de direitos de propriedade intelectual para a indústria.

Entre os serviços do INPI, estão os registros de marcas, desenhos industriais, indicações geográficas, programas de computador e topografias de circuitos integrados, as concessões de patentes e as averbações de contratos de franquia e das distintas modalidades de transferência de tecnologia. Para um produto receber a certificação INPI, ele deve ser originário de determinada região geográfica e ter características únicas. O documento é providenciado pelo exportador e utilizado pelo importador para a comprovação da origem e que permite ao mesmo obter tratamento preferencial e redução ou isenção de tarifas de importação, quando previstas nos acordos comerciais internacionais.

Recentemente cinco novos produtos brasileiros receberam a certificação INPI, sendo eles: a farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul (AC), o guaraná de Maués (AM), o queijo de Colônia Witmarsum (SC), as amêndoas de cacau da região do sul da Bahia e o socol (embutido de lombo suíno) de Venda Nova do Imigrante (ES). Agora, já são 58 os produtos e serviços com certificações no país e a lista completa pode ser verificada no link: https://goo.gl/mBSHWu

Siscoserv – Solução de Consulta nº 81

Você tem dúvidas em relação ao Siscoserv?

Pensando no seu interesse sobre o assunto, separamos uma nova informação muito importante. Confira abaixo:

Em vigor desde 2013 para as operações de Transporte Internacional, o Siscoserv segue sendo um assunto que ainda gera muitas dúvidas.
Uma das dúvidas mais frequentes é sobre a responsabilidade do Importador/Exportador em realizar os registros.

  • Se em 2018 por um lado existe um baixo número de soluções de consulta publicadas sobre o tema comparado com os anos anteriores, por outro a qualidade das mesmas é visível. Algumas questões começaram a ganhar corpo, como a formalização das multas através de instrução normativa.
  • Foi publicada recentemente uma consulta dando ênfase ao tema “ FRETE”, e se por ventura alguma empresa ainda tinha dúvidas sobre qual era seu papel e suas responsabilidades, a Solução de Consulta 81 de 2018 chegou para dar clareza à esse ponto em definitivo. A mesma através de uma linguagem clara e direta apresenta quais são as responsabilidades dos atores do comércio exterior e quem deve registrar os fretes expostos nos conhecimentos de transporte.

CLIQUE AQUI para ter acesso à Solução de Consulta nº 81

Brasil e Espanha explorarão formas de aumentar comércio bilateral

Brasil e Espanha buscarão novas fórmulas para “aumentar” o comércio bilateral com agendas “mais específicas” que serão estudadas durante a visita do presidente espanhol, Mariano Rajoy, programado para o primeiro semestre do ano, informaram nesta sexta-feira fontes empresariais.

“Espanha e Brasil sempre teve relações muito cordiais, a grande oportunidade agora é como conseguir aumentar o comércio bilateral”, afirmou o presidente da câmara de Comércio Espanhola no Brasil, Sergio Rial, em um seminário sobre projeções econômicas da nação sul-americana.

Rial recalcou que a visita de Rajoy ao Brasil, programada para o primeiro semestre deste ano, é uma “oportunidade” para “ter agendas mais específicas” sobre como fomentar as relações bilaterais.

O também presidente da filial brasileira do Banco Santander, entidade coorganizadora do evento que contou com representantes de firmas da Espanha no Brasil, considerou que há espaço para aprofundar a relação de ambos países e trocar experiências entre as distintas indústrias.

Rial usou como exemplo a indústria do calçado, na qual a Espanha se destaca na área de valor agregado e o Brasil na seção das matérias-primas, como o couro.

Neste sentido, a câmara de Comércio Espanhola no Brasil prepara um projeto no qual empresas emergentes de ambos lados do Atlântico apresentarão seus modelos de negócio a potenciais clientes com objeto de favorecer a troca de ideias e criar laços comerciais mais próximos.

Por sua vez, a diretora-executiva desta organização, Carolina Carvalho de Queiroz, lembrou em declarações à Agência Efe que a Espanha “é o terceiro maior investidor externo no país” e a perspectiva é “manter” esse nível em setores já consolidados como o financeiro, energético e de infraestrutura.

No entanto, desde seu ponto de vista, ainda existem “dificuldades no âmbito burocrático” brasileiro que dificultam um ambiente de negócios em ótimas condições.

Fonte: Exame

Veja o comércio global se movimentando em um mapa interativo

O comércio global de importações foi de US$ 15,6 trilhões em 2015, de acordo com dados das Nações Unidas.

Para deixar compreensível um fluxo dessa magnitude, uma boa ferramenta são os mapas interativos .

Em abril do ano passado, um deles foi desenvolvido pelo Instituto de Energia da University College de Londres com base na movimentação de navios em 2012.

Agora, foi a vez de Max Galka, um empreendedor de Nova York especialista em visualização de dados, fazer um mapa próprio do comércio global com a ferramenta Blueshift.

Cada ponto representa 1 bilhão de dólares, e cada cor um tipo de produto: azul para comida, vegetais e animais, verde para setor químico e mineral, rosa para plásticos, roxo para roupas e acessórios, cinza para produtos de papel ou madeira, amarelo para pedra, vidro e metal, laranja para máquinas e equipamentos elétricos, vermelho para produtos de transporte e marrom para os outros.

O que fica claro à primeira vista é a importância de três países específicos para o fluxo global: Estados Unidos, China e Alemanha.

Os dois primeiros podem estar prestes a entrar em um conflito justamente nessa seara, considerando a retórica de campanha e as indicações de Donald Trump.

Ele nomeou Peter Navarro, economista com longo histórico de críticas à China, para comandar um novo Conselho Nacional de Comércio da Casa Branca.

Clique aqui para ver o mapa interativo.

Fonte: Exame

Governo amplia desoneração sobre importações para as empresas optantes pelo Simples Nacional

As micro e pequenas empresas que operam no Simples Nacional podem desde o dia 28/10 se beneficiar do regime aduaneiro especial de drawback, que consiste na desoneração de tributos incidentes sobre as importações e aquisições no mercado interno vinculadas a um compromisso de exportação. A desoneração sobre importações para optantes do Simples não era pacífica para os órgãos de fiscalização tributária.

Com a publicação da Lei Complementar nº 155 na edição desta sexta-feira (28) do Diário Oficial da União, empresas enquadradas no Simples terão segurança jurídica para a utilização do regime de drawback. A medida permitirá que as micro e pequenas empresas tenham maior competitividade para seus produtos no mercado internacional.

De acordo com levantamento realizado pela Secretaria de Comércio Exterior, 5.200 micro e pequenas empresas das mais de 430 mil firmas industriais optantes pelo Simples Nacional efetuaram exportações no ano passado. Agora, a expectativa é de que essas empresas aproveitem o drawback para impulsionar suas vendas externas.

O número de potenciais novos usuários do regime pode ser ainda maior, uma vez que sua utilização representa um estímulo ao engajamento na atividade exportadora por parte daquelas empresas que hoje somente vendem seus produtos no mercado interno.

Drawback

O regime aduaneiro especial de drawback foi criado pelo Decreto-Lei nº 37/1966 e posteriormente aperfeiçoado por outras legislações, resultando atualmente no Drawback Integrado nas modalidades suspensão e isenção.

O Drawback permite a suspensão ou isenção do Imposto de Importação, do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), da Contribuição para o PIS/PASEP, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) e do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) na importação ou na aquisição no mercado interno de insumos a serem empregados ou consumidos na industrialização de produtos a serem exportados e, exclusivamente na modalidade suspensão, há a desoneração do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), incidente sobre as compras externas amparadas pelo regime.

Em 2015, US$ 48 bilhões foram exportados com o emprego do mecanismo de drawback, o que representa 25,2% das vendas externas totais do Brasil no período. A base de empresas usuárias, em torno de 1.600 firmas, contempla uma diversificada lista de setores produtivos, dentre os quais pode-se registrar o de carne de frango congelada, o automotivo e o químico.

A Lei Complementar também confere segurança jurídica para que empresas optantes pelo Simples Nacional se beneficiem do Reintegra – Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras, cujo objetivo é reintegrar valores referentes a custos tributários federais residuais existentes nas cadeias de produção dos bens manufaturados exportados e que não são desonerados pelas sistemáticas de desoneração vigentes.

Investimento

Dentre diversos avanços, a Lei regulamentou também o investimento anjo no Brasil. As novas regras valem para o investidor minoritário que aportar recursos para o desenvolvimento de empresas iniciantes inovadoras, conhecidas como startups. O investidor, para efeitos legais, não será considerado sócio e não será responsabilizado por dívidas contraídas pela empresa.

Antes da nova regulamentação, havia uma grande insegurança jurídica com relação ao investimento anjo, uma vez que o investidor podia ser responsabilizado com seus bens pessoais pelas dívidas contraídas pela empresa, sem que ele tivesse cometido qualquer tipo de fraude.

Segundo o secretário de Inovação e Novos Negócios, Marcos Vinícius de Souza, “A expectativa é que os investimentos em startup aumentem consideravelmente com a nova lei. O investidor anjo é uma pessoa física que aporta capital nos primeiros momentos de vida de uma empresa iniciante e inovadora. Além dos recursos financeiros, esses investidores auxiliam as jovens empresas com a sua experiência e a sua rede de contatos.

Quase todas as maiores empresas de tecnologia do mundo foram apoiadas por investidores anjo no início de suas operações, por isso é fundamental dar a segurança jurídica necessária para que esse tipo de investimento floresça no país”.

Fonte: MDIC

Selos de Reconhecimento de Produtos Alimentícios Brasileiros “Made in Brazil” e “Made in Japan”

O Setor de Promoção Comercial e Investimentos (SECOM) da Embaixada do Brasil em Tóquio informa que os empresários interessados em comercializar produtos alimentícios no mercado japonês podem apresentar requerimento para obtenção dos Selos de Reconhecimento de Produtos Brasileiros – “Made in Brazil” e “Made in Japan”. O selo, lançado durante a realização da primeira edição da “Brazilian Food Exhibition”, em fevereiro de 2016, é uma iniciativa da Embaixada que visa a contribuir para uma identidade visual dos produtos à venda no mercado nipônico.

Com imagem alusiva à calçada da praia de Copacabana, o selo é apresentado em duas versões, uma destinada a produtos importados do Brasil (“Product Made in Brazil”), e outra para itens produzidos no Japão, que têm como base tradicionais receitas brasileiras, com utilização de ingredientes locais ou importados do Brasil (“Brazilian Product Made in Japan”).

O selo será concedido mediante requerimento de empresas/distribuidores/importadores, sem ônus financeiro.

Mais informações sobre requerimento, concessão e utilização dos selos podem ser obtidas pelo e-mail comercial.toquio@itamaraty.gov.br.

Fonte: www.investexportbrasil.gov.b