Peak Season: como está a importação e exportação no cenário atual?

Peak Season: como está a importação e exportação no cenário atual?

Quando acabará a Peak Season? Esta é uma dúvida de muitos no universo da importação e exportação, que ainda não tem respostas definidas.

Pois, devido à pandemia, este cenário de demanda de transportes internacionais acima da capacidade do mercado já dura há mais de um ano. E não existe um prazo para terminar, uma vez que o contágio da Covid-19 segue impactando a população global.

Para ajudar você a compreender melhor esta realidade do Comércio Exterior, trouxemos informações sobre o que é a Peak Season, suas causas e possíveis soluções.

Além disso, temos orientações para contribuir com os desafios da importação e exportação neste momento. Isso, para você manter a alta eficiência da logística internacional e não perder negociações. Vamos lá?

Para começar, o que é Peak Season?

Peak Season é o conceito que define um período com altas demandas do transporte internacional, ou seja, acima da capacidade do mercado.

Normalmente, está associada a períodos festivos, como antes do Natal, Ano Novo, durante o Ano Novo Chinês, e os períodos de férias.

Isso porque, durante estes períodos, normalmente o comércio está mais agitado e a movimentação de cargas aumenta.

Entretanto, como já explicamos aqui no blog, são nestas ocasiões que aumentam os riscos de backlog, uma vez que faltam espaços nas aeronaves, bem como contêineres, para embarcar as cargas.

Peak Season: como está a importação e exportação no cenário atual?

E qual a relação da Peak Season e a Covid-19?

Desde o fim de janeiro de 2020, a logística internacional é impactada diretamente pelos efeitos da pandemia. A parada dos embarques da China no período pode ser considerado o marco inicial desta Peak Season, que não tem dia para terminar.

O avanço do contágio influenciou os andamentos de atividades econômicas pelo mundo todo, incluindo o Brasil, como bem lembrado pelo portal Faz Comex.

Com isso, as demandas de fretes estão oscilando, tanto na importação, quanto na exportação. A falta de contêineres e a queda de voos domésticos também afeta diretamente as movimentações.

E, neste cenário, as transportadoras passaram a cobrar a PSS (Peak Season Surcharge). Esta sobretaxa é aplicada pelas companhias durante as altas temporadas.

Isso porque, as empresas estão operando em sua capacidade máxima, e a crescente demanda reflete não só na falta de espaço ao embarcar, como também no aumento de custos com equipamentos usados no transporte.

Peak Season: como está a importação e exportação no cenário atual?

O avanço do contágio da Covid-19 influenciou a Peak Season atual.

Quando esta Peak Season vai terminar?

Ninguém tem uma resposta para esta pergunta. Afinal, o contágio da Covid-19 continua pelo mundo todo, ainda que esteja sendo controlado por meio da aplicação de vacinas e dos avanços do mercado de Pharma & Healthcare.

É fato que em alguns países a situação está mais controlada, porém, em outros, a população enfrenta novas ondas de contágio. E isso interfere diretamente a economia, bem como, as operações logísticas.

A produção chinesa, por exemplo, conseguiu avançar bastante em 2021, o que resultou novamente em problemas no trânsito internacional. Por outro lado, muitas nações suspendem voos de alguns países e até mesmo fecharam as fronteiras, afetando diretamente as rotas do modal aéreo.

E não para por aí! Não podemos nos esquecer que a situação pode ser agravada ainda pelo aumento da produção de grandes players em breve.

Já que, nos próximos meses, Estados Unidos e Canadá devem ampliar importações com foco nas demandas de fim de ano. Isso, em tempos normais, já era um fator de grande impacto na logística internacional.

Portanto, neste momento, é hora de profissionais começarem a se preparar para as imprevisibilidades, criando estratégias para solucionar os possíveis desafios que ainda estão por vir.

Dicas para superar a Peak Season

Agora que você já entendeu melhor o que é a Peak Season e seus impactos na importação e exportação, é hora de se prevenir.

Estas dicas que listamos já foram compartilhadas em nosso blog. Mas, retomamos o conteúdo para te ajudar a relembrar e atualizar as estratégias. Confira!

1. Antecipe suas demandas

Não espere as demandas aumentarem para começar a agir. Para isso, tenha em mãos um planejamento com ações e prazos já considerando imprevisibilidades. Quanto mais você se antecipa, mais sairá na frente ao resolver problemas!

2. Recalcule o cronograma

Já pensou que, com a Peak Season, a carga poderá ficar parada por um período maior que o esperado durante o transporte? Portanto, em alguns casos, é mais vantajoso considerar tempos de trânsito maiores, mas considerando roteiros com menos movimentações.

3. Invista em tarifas priority

Como já dissemos, certos investimentos compensam preocupações, como pode ser o caso para as tarifas prioritárias. Nesta estratégia, as companhias priorizam a carga sobre as demais cargas gerais, diminuindo substancialmente o risco de não-embarque.

4. Embarque poucas cargas

Esta é uma estratégia para quem pode realizar a divisão das cargas. Quanto menor a carga, mais chances de conseguir espaço no transporte aéreo ou marítimo. Então, mesmo que de forma fracionada, ela chegará ao destino.

Como a DC Logistics Brasil pode ajudá-lo com esses desafios?

Recentemente, trouxemos um conteúdo completo sobre o panorama do transporte marítimo atual. E, apesar da imprevisibilidade e todas as dificuldades do momento, a retomada do transporte marítimo internacional foi considerada exponencial.

Neste cenário, lembramos que é essencial contar com parceiros experientes. Porque isso garante a segurança das movimentações, como tem feito a equipe da DC Logistics Brasil.

Pela nossa experiência no modal, as cargas são entregues com muita agilidade e com o melhor custo-benefício, inclusive em momentos difíceis como da atualidade.

Porque nosso relacionamento consolidado com companhias marítimas atende às necessidades de negociação para transportes de grandes volumes durante as Peak Seasons.

Além disso, o follow up claro, objetivo e flexível, aliado a embarques regulares com os melhores transit times e baixos custos, também refletem em mais eficiência às operações.

Completando, estas soluções também se aplicam ao modal aéreo. Ainda vale citar também, por exemplo, uma estratégia adotada por nós que é lidar com consolidadas próprias, pré-reservadas junto a companhia aérea.

Portanto, desta forma seguimos preparados para mover cargas com alta performance, seja pelo céu ou mar. Sendo assim, superamos todos os desafios até a chegada ao destino. Então, entre em contato e saiba como podemos te ajudar!

FONTES:

Faz Comex: https://www.fazcomex.com.br/blog/falta-de-conteineres-quando-acabara-a-peak-season/ e https://www.fazcomex.com.br/blog/peak-season-o-que-e/

DC Logistics Brasil: https://dclogisticsbrasil.com/5-dicas-para-enfrentar-os-backlogs-no-modal-aereo/

Data mining na logística: entenda a importância dele na importação e exportação!

Data mining na logística: entenda a importância dele na importação e exportação!

A aplicação de ferramentas de mineração de dados, conhecidas por Data Mining, tem contribuído para a evolução da logística internacional.

Por meio do Data Mining, tem sido possível utilizar informações para que as tomadas de decisão na importação e exportação sejam cada vez mais precisas e eficientes.

Com isso, é possível realizar movimentações e alinhar roteiros, trajetos e outros detalhes das operações de acordo com o comportamento de cada cliente e mercado.

Assim, as estratégias baseadas em Data Mining facilitam o alcance de maior competitividade e rentabilidade de inúmeros negócios, além de contribuírem para a redução de custos e melhorias na qualidade de produtos e serviços.

Acompanhe a leitura e entenda melhor o quanto a combinação entre inovações, pessoas e resultados podem ajudá-lo a elevar a eficiência das importações e exportações!

O Be a Bá do Data Mining

Existem inúmeros termos no universo do Data Mining. Vamos apresentá-los para você saber como aplicar cada um deles nas operações logísticas.

Para isso, nos guiamos pelo artigo “Mineração de Dados e Big Data em Logística”, compartilhado no Brazilian Technology Symposium, e hospedado pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Para começar, é importante saber a que o termo Big Data está relacionado. Esta é a área de conhecimento de Tecnologia da Informação que define a obtenção de informações a partir da análise de grandes volumes de dados.

As Data Warehouses, ou banco de dados, avaliarão estes dados. Estas tecnologias extraem, limpam, transformam e gerenciam todas estas informações, conforme a aplicação desejada.

São inovações que podem ser classificadas como fontes de dados, formato de conteúdo, armazenamento de dados, plataforma de dados ou processamento de dados.

E então, porque o nome Data Mining? Após entender estes termos anteriores, fica mais fácil compreender o significado de Data Mining. Isso porque, a mineração de dados, em tradução ao português, visa transformar informações em “preciosidades” dos negócios.

Ou seja, os problemas que afetam a eficiência da importação ou exportação são encontrados ao explorar estes dados em profundidade.

Além disso, é possível gerar previsões a partir do histórico das movimentações e, assim, criar estratégias mais assertivas.

É por isso que hoje o Data Mining possibilita vantagens aos negócios de Comex como:

  • Melhor tomada de decisão;
  • Análise e identificação dos perfis de consumo;
  • Gestão de relacionamento com clientes;
  • Aumento de competitividade;
  • Expansão da rentabilidade;
  • Fidelização de consumidores;
  • Aprimoramento da qualidade das operações e produtos.
Data mining na logística: entenda a importância dele na importação e exportação!

Com data mining, você gera previsões a partir do histórico das movimentações e cria estratégias mais assertivas para a importação e exportação.

Data Mining na logística internacional

As informações obtidas através do Data Mining na logística internacional oferecem vantagens para a tomada de decisão.

Com elas, é possível escolher o melhor modal para cada operação, ou decidir sobre o tipo de carga transportada ou necessidade de algum preparo específico para o trajeto que será percorrido.

Além disso, o Data Mining possibilita um melhor e mais ágil acompanhamento do transporte, até mesmo em tempo real.

Com isso, se torna mais ágil realizar mudanças para adequar prazos de acordo com as condições de vias, tráfegos, posições de transporte, entre outros fatores que podem interferir na importação e exportação.

Como aplicar este conceito na importação e exportação?

Agora que você já sabe o valor que os dados têm para suas decisões, aprenda a inseri-los no dia a dia do Comércio Exterior.

Afinal, conforme pontuado no Portal Computer World, com as ferramentas de Data Mining, é possível atender às mais altas exigências de todas as etapas da logística internacional.

Com uma tecnologia para roteirização, por exemplo, é possível reorganizar as rotas, bem como, aumentar a eficiência e agilidade.

Assim, é possível controlar o estoque e armazenagem com mais facilidade na importação e exportação, além de escolher as melhores rotas e melhorar a distribuição das cargas de acordo com veículos disponíveis.

Com isso, ocorre a redução dos custos logísticos que, por sua vez, reflete em vantagens aos consumidores finais, contribuindo para a fidelização.

Além disso, as ferramentas para monitoramento de cargas proporcionam uma melhor experiência para importadores e exportadores. Elas não só contribuem com a identificação de problemas na rota, como possibilitam a resolução imediata de cada situação específica.

Em tempo real, é possível acompanhar e solucionar qualquer situação por meio de softwares disponíveis para acesso até mesmo em smartphones, garantindo a segurança das movimentações.

Nós sabemos a importância do Data Mining para a logística internacional

Na DC Logistics Brasil, entendemos que uma logística internacional eficiente e diferenciada é a que melhor se adapta às suas necessidades.

Por isso, a partir das suas informações e necessidades, criamos as melhores estratégias para movimentar suas cargas, o que inclui não só a alta capacitação da nossa equipe, como também o uso de ferramentas conectadas com o Data Mining.

Isso porque agregamos valor aos negócios com soluções logísticas inovadoras e otimizadas. Um exemplo disso é o nosso Follow Up em Real Time, que permite você acompanhar as cargas e saber tudo sobre as movimentações no momento que precisar.

Ele está disponível em nosso site, para você verificar tudo o que está acontecendo, com muita eficiência, assim que precisar.

E as informações, apresentadas de forma detalhada e objetiva, contribuem com a sua visualização. Logo, este suporte completo de dados agrega ainda mais agilidade às operações, além de proporcionar mais segurança para todo o trajeto.

Conheça mais soluções logísticas que movem sua importação e exportação conectadas com a tecnologia. Entre em contato conosco, solicite uma cotação de frete e descubra como utilizamos a tecnologia como nossa aliada nas operações!

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FONTES:

Brazilian Technology Symposium – UNICAMP – https://www.lcv.fee.unicamp.br/images/BTSym-17/Papers/76936.pdf

Computer World – https://computerworld.com.br/negocios/era-da-conveniencia-a-logistica-e-os-novos-habitos-de-consumo/

 

 

Cenário sobre o mercado Healthcare no Brasil!

Cenário sobre o mercado Healthcare no Brasil!

Como você está acompanhando o mercado Healthcare? 2021 será um ano divisor de águas para este setor, tanto no cenário nacional, como no exterior.

 Isso porque, o segmento está sendo diretamente impactado pela pandemia do novo coronavírus. Logo, além dos desafios que já eram enfrentados no setor de Healthcare, novos surgiram, exigindo mudanças repentinas e atualizações em tempo real.

 Nesse sentido, o cenário atual exige estratégias assertivas na forma como os insumos e produtos são importados e exportados.

 Por isso, é importante acompanhar de perto as novidades e tendências, para se antecipar às adversidades e manter o bom desempenho dos negócios.

E, pensando nisso, trouxemos neste conteúdo as principais informações do mercado Healthcare, e ainda listamos alguns pontos de atenção que refletem diretamente na qualidade da logística relacionada a esta área. Confira!

Entenda melhor o mercado Healthcare

Quando falamos de Healthcare, estamos discutindo um setor que envolve muitas áreas de atuação. Desde hospitais, clínicas médicas, laboratórios à fabricação de máquinas e equipamentos, planos de saúde e matérias-primas para produção de insumos e medicamentos.

Desta forma, é um amplo segmento de negócios, que mantêm a qualidade de vida e bem-estar da população mundial. E em um momento em que essa é uma prioridade, devido à pandemia, o setor está lidando com muitos desafios, enquanto trabalha pela vida das pessoas e pela busca de oportunidades.

Ao mesmo tempo em que ocorre uma grande mudança de comportamento e aumento na demanda por produtos Healthcare, existe também uma maior busca por insumos e matérias-primas. Isso impacta, diretamente, a importação e exportação do setor.

Uma prova disso está na matéria do site NSC Total, na qual são citados dados do relatório “Inovação – Tendências em Healthcare para a indústria ficar de olho em 2019”. O conteúdo observa que o segmento movimenta R$ 117,1 bilhões ao ano, e que apresenta expectativa de crescimento de 2,6% a 3,6%.

Sendo assim, listamos as principais análises da importação e exportação relacionadas à Healthcare, para que você não perca oportunidades no cenário atual.

Importação

Hoje, conforme afirma publicação da CNN Brasil, a indústria farmacêutica está entre as 10 maiores do mundo. Entretanto, o país ainda importa 90% da matéria-prima usada na fabricação de medicamentos e vacinas.

E, segundo o portal O Globo, as importações de matérias-primas e medicamentos para saúde no Brasil chegaram a R$ 100 bilhões em 2020.

Apesar de o país ser referência na fabricação dos produtos imunizantes, ainda existe uma necessidade de consumir do mercado estrangeiro por uma questão estrutural, remanescente das decisões governamentais da década de 1980.

Entretanto, hoje se investe cada vez mais em pesquisa e no desenvolvimento de soluções internas, como forma de repensar processos e otimizar logísticas no segmento Healthcare. Para que, assim, a ciência nacional avance junto a velocidade necessária para atender à saúde pública.

Exportação

O mercado internacional tem visto com bons olhos as soluções brasileiras de dispositivos e produtos da área de saúde, como equipamentos médicos e odontológicos, biotecnologias e produtos para higiene pessoal, perfumes e cosméticos.

Em matéria do Grupo Mídia, afirma-se que as exportações de dispositivos médicos somaram US$ 338 milhões em 2020. Somente os Estados Unidos, por exemplo, adquiriram US$ 91 milhões nestas soluções.

Isso porque, houve uma grande busca por EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) nacionais para atender à luta contra a pandemia no exterior.

Os reagentes e analisadores para diagnóstico in vitro, por sua vez, foram exportados 82% a mais no primeiro semestre que em comparação ao mesmo período em 2019. Houve destaque também para as exportações de mobiliário hospitalar.

De acordo com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), os altos investimentos do setor estão elevando a visibilidade da indústria brasileira em relação aos clientes estrangeiros.

Hoje, ainda segundo a Apex-Brasil, os principais destinos são América do Norte, Europa (principalmente Leste Europeu) e Oriente Médio.

O que você precisa saber para atuar com eficácia no mercado Healthcare?

Você se lembra que, recentemente, publicamos em nosso blog dicas sobre como manter a alta eficiência no mercado de Pharma & Healthcare? Este foi só o começo de tudo o que temos a compartilhar.

Queremos dar continuidade ao assunto, pois a distribuição das vacinas, insumos e produtos de Pharma & Healthcare seguem movimentando a logística internacional em 2021.

Sendo assim, é importante que você priorize ao importar e exportar:

  • Cuidados especiais: exija que os transportes atendam às suas necessidades, desde a temperatura e conservação até estratégias de manuseio, para evitar danos às cargas e manter a elevada conservação de insumos, EPIs, equipamentos e medicamentos, incluindo os químicos mais perigosos;
  • Monitoramento: acompanhe em tempo real todo o trajeto das cargas de Healthcare, de preferência com rastreabilidade e monitoramento 24/7;
  • Documentação: confie em profissionais que tenham o know-how necessário para orientar e trabalhar com todas as exigências internacionais e cumprir com todos os regulamentos nas operações, evitando assim riscos de penalidades ou atrasos pela falta de registros legais essenciais;
  • Agilidade: é importante priorizar prazos de entregas e a velocidade quando se tratam de produtos de Healthcare. Entretanto, para reduzir riscos de atrasos e perdas, devem ser utilizadas ferramentas tecnológicas, que permitem mais assertividade às atividades.

Todos estes pontos de atenção são prioridade nas operações de importação e exportação realizadas pela DC Logistics Brasil. O cuidado e agilidade que você busca para a logística de transporte para Pharma & Healthcare estão em nossas soluções.

Quer saber mais? Entre em contato conosco e solicite uma cotação de frete sem compromisso!

 

Rafael BelfioreRafael

Sales & Vertical Pharma

DC Logistics Brasil

São Paulo/São Paulo

Tel: + 55 (11) 4569 4923

 

 

 

 

FONTES:

DC – https://www.nsctotal.com.br/noticias/o-mercado-de-healthcare-no-brasil

CNN Brasil – https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/01/30/brasil-importa-90-da-materia-prima-para-a-producao-de-medicamentos

O Globo – https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/fiocruz-importacoes-de-materias-primas-medicamentos-para-saude-no-brasil-chegaram-r-100-bilhoes-em-2020-1-24870907

Grupo Mídia – https://grupomidia.com/hcm/importacoes-e-exportacoes-de-dispositivos-medicos-crescem-212-e-168-respectivamente-no-primeiro-semestre/

Apex-Brasil – https://portal.apexbrasil.com.br/noticia/CRESCEM-EXPORTACOES-DO-BRAZILIAN-HEALTH-DEVICES/ e https://www.apexbrasil.com.br/tecnologia-e-saude

DC Logistics Brasil – https://dclogisticsbrasil.com/pharma-healthcare-o-que-precisa-saber-para-atuar-com-eficacia/

 

 

 

Saiba o que é e como funciona o Manifesto de Carga na Importação Marítima!

Saiba o que é e como funciona o Manifesto de Carga na Importação Marítima!

Será que você realmente sabe o que é o manifesto de carga e de qual precisa? Isso porque, existem muitos tipos deste documento e cada um deles está relacionado a uma necessidade da importação marítima.

Para evitar problemas durante o transporte, listamos aqui as principais informações sobre este registro, principalmente nas compartilhadas pela Receita Federal e no Regulamento Aduaneiro.

Pois, já existem muitos desafios na importação marítima para você se preocupar. Então, quanto mais informações souber a respeito do manifesto de carga, menores serão as chances de erros com este documento.

Siga com a leitura e acompanhe o que temos a compartilhar para manter a alta eficiência da sua logística internacional!

O que é o manifesto de carga?

Em definição, manifesto de carga é o documento apresentado à Receita Federal que contém características da carga, como o seu peso, volumes, natureza, consignatário, entre outras informações.

Na importação marítima, conforme explica a Receita Federal, este registro eletrônico deve ser criado pelo transportador, no sistema Mercante. Neste canal, será informado todos os conhecimentos de carga transportados pela embarcação durante sua permanência no território aduaneiro. 

São dados sobre o carregamento, descarregamento ou de passagem (cargas que permanecerão a bordo). E também sobre a relação de contêineres vazios. 

Vale ressaltar que o responsável pelo manifesto de carga é a empresa de navegação operadora da embarcação ou a agência de navegação que a represente, como orientado também pela Receita Federal.

Segundo o Regulamento Aduaneiro, o responsável pelo veículo deve apresentar o manifesto de carga quando solicitado pela autoridade aduaneira, com cópia dos conhecimentos correspondentes, a lista de sobressalentes e provisões de bordo.

Além disso, caso necessário, ele ainda precisa apresentar a relação das unidades de carga vazias existentes a bordo, declaração de acréscimo de volume ou mercadoria em relação ao manifesto e outras declarações ou documentos de interesse da fiscalização.

Informações necessárias

Ainda de acordo com o Regulamento Aduaneiro, o Manifesto de Carga precisa apresentar as seguintes informações:

  • Identificação do veículo e sua nacionalidade;
  • Local de embarque e o de destino das cargas;
  • Número de cada conhecimento;
  • A quantidade, a espécie, as marcas, o número e o peso dos volumes;
  • Natureza das mercadorias;
  • O consignatário de cada partida;
  • Data do seu encerramento;
  • Nome e a assinatura do responsável pelo veículo.

E tenha atenção a outros pontos apresentados pelo Regulamento Aduaneiro sobre o manifesto de carga, como este: “a carga eventualmente embarcada após o encerramento do manifesto será incluída em manifesto complementar, que deverá conter as mesmas informações”.

Completando, ele ainda menciona que “para efeitos fiscais, qualquer correção no conhecimento de carga deverá ser feita por carta de correção dirigida pelo emitente do conhecimento à autoridade aduaneira do local de descarga, a qual, se aceita, implicará correção do manifesto”.

Qual a importância do Manifesto de Carga para a importação?

Assim como muitos outros documentos, o Manifesto de Carga é fundamental para a importação, pois traz todas as informações necessárias sobre a carga no momento em que esta chega à fronteira.

Além de ser obrigatório por lei, ele permite uma melhor avaliação da fiscalização sobre a qualidade e segurança que o produto está oferecendo à sociedade brasileira.

Então, conte com especialistas ao preencher o Manifesto de Carga. Isso porque qualquer erro pode comprometer não só a eficiência da entrega, como também penalidades e multas em casos de irregularidades. 

E isso, além de gerar prejuízos financeiros, compromete prazos, o atendimento aos clientes que estão aguardando as cargas, sem contar os riscos de danos ou outros devido ao tempo de espera para a liberação da movimentação.

Tipos de Manifestos de Cargas

Existem vários tipos de Manifestos de Cargas relacionados às operações de logística internacional. Você sabe quais são? Listamos aqui os principais, conforme são explicados pela Receita Federal.

  • Longo Curso Importação (LCI): emitido no transporte de cargas estrangeiras, com carregamento em porto estrangeiro e descarregamento em porto nacional, mesmo que a praça de entrega seja no exterior.
  • Longo Curso Exportação (LCE): emitido no transporte de carga estrangeira, com carregamento em porto nacional e descarregamento em porto estrangeiro.
  • Passagem (PAS): emitido no transporte de carga de passagem, com carregamento e descarregamento em porto estrangeiro.
  • Baldeação de Carga Estrangeira (BCE): emitido quando se tratar de baldeação ou transbordo para outra embarcação, no território nacional, de carga estrangeira ou de passagem.
  • LCI-PAS: manifesto com as mesmas características e regras do LCI com porto de carregamento e descarregamento estrangeiros, para posterior associação a manifesto LCI com porto de carregamento estrangeiro e porto de descarregamento nacional.

Supere os desafios do transporte marítimo

O transporte marítimo tem sido cada vez mais desafiador, ainda mais devido ao cenário atual, influenciado pela pandemia

O mundo enfrenta hoje uma corrida contra o tempo para lidar com o contágio, que impacta em lockdowns, restrições de atividades, isolamento social, entre outras ações que geram consequências aos negócios. 

Você se recorda, por exemplo, da crise dos contêineres e proibição da troca de tripulação de navios no modal marítimo em 2020? Então, pensando nisso, as operações de importação precisam lidar com questões como atuais congestionamentos de portos, atrasos de entregas, serviços de altos valores. Neste sentido, qualquer erro mínimo com a documentação da importação pode resultar em grandes dores de cabeça lá na frente.

É por isso que é essencial contar com parceiros experientes, que possam garantir a segurança das movimentações, como a equipe da DC Logistics Brasil.

Nossa vasta habilidade ao lidar com as exigências legais da logística internacional permitem que as cargas marítimas sejam entregues com muita agilidade e com o melhor custo-benefício.

Este amplo conhecimento e experiência no modal faz a diferença nas operações, pois proporciona a aplicação de soluções flexíveis e diversificadas, que atendem às necessidades mais específicas dos negócios neste transporte.

Nesse sentido, se você quer superar os atuais desafios da importação marítima com alta performance e gestão eficiente, pode contar com a DC Logistics Brasil. Clique abaixo e solicite uma cotação de frete conosco!Cotação DC Logistics Brasil

 

 

 

 

 

 

 

FONTES:

Receita Federal – https://receita.economia.gov.br/orientacao/aduaneira/manuais/mercante/topicos/manifesto-1/introducao e https://receita.economia.gov.br/orientacao/aduaneira/manuais/mercante/topicos/manifesto-1/tipos-de-manifestos

Governo Federal – http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/decreto/d6759.htm

DC Logistics Brasil – https://dclogisticsbrasil.com/utilitarios/glossario-de-termos/#toggle-id-24

 

 

O que esperar da logística internacional pós-pandemia?

O que esperar da logística internacional pós-pandemia?

2020 foi um ano de muitas mudanças no mundo todo, e na logística internacional não foi diferente. Isso porque os efeitos da pandemia do coronavírus refletiram na adoção de novas estratégias em inúmeros setores.

Agora, enquanto a ciência e a saúde avançam na busca por soluções de combate à Covid-19, especialistas compartilham suas visões sobre o que podemos esperar para o cenário pós-pandemia.

Na logística internacional, por exemplo, muito se fala sobre as novas perspectivas do mercado. Elas são influenciadas pelas mudanças de comportamento e econômicas registradas no mundo todo. Além disso, é observado como cada modal tem sido impactado e como funcionarão após a contenção da doença.

Pensando nisso, listamos aqui as principais observações e tendências compartilhadas sobre o cenário pós-pandemia. Desta forma, esperamos ajudar você a se antecipar e manter as operações de comércio exterior com alta eficiência e assertividade.

Então, siga com a leitura e acompanhe informações que vão ajudar seus negócios a manter as estratégias de logística internacional à frente dos cenários!

O que mudou na logística internacional devido à pandemia?

Em dezembro de 2019, foi registrado o primeiro caso de Covid-19, em Wuhan, na China. Esta informação foi lembrada pelo veículo “Isto É Dinheiro” em publicação sobre um ano do primeiro caso e a evolução da doença. Desde então, o mundo enfrenta uma “corrida contra o tempo” para conter o contágio, sendo que muitos países já encaram a segunda onda.

Neste sentido, acontecem os lockdowns, restrições de atividades sociais e isolamento social, entre outras estratégias. Elas impactam diretamente negócios de diversos setores, incluindo as atividades da logística internacional.

Quais foram as principais mudanças?

Conforme discutido em webinar na Câmara Árabe, compartilhado pela Agência de Notícias Brasil-Árabe, logo no início da chegada do coronavírus no Brasil, os transportes e portos se adaptaram de forma ágil.

Os participantes observaram, por exemplo, que a crise contribuiu com a aceleração do uso de ferramentas digitais na logística. Até mesmo o Radar Siscomex (Sistemas de Comércio Exterior) adotou a digitalização a favor da simplificação das operações de comércio exterior, como publicamos aqui no blog.

Além disso, adotaram-se outras estratégias para realizar o abastecimento dos países. Portos e transportes ferroviários, rodoviários e aéreos adaptaram seus sintemas, por exemplo.

No webinar, a coordenadora de desenvolvimento de transportes da CNT (Confederação Nacional do Transporte), Fernanda Rezende, lembrou por exemplo da crise dos contêineres. Eles ficaram retidos em diversos portos devido ao rígido controle da doença. Houve ainda a proibição da troca de tripulação de navios no modal marítimo.

Vale recordar ainda que a pandemia também afetou o modal aéreo, uma vez que o fechamento de fronteiras e outras restrições de circulação impactaram diretamente o funcionamento dos aeroportos, incluindo o transporte de passageiros.

Com isso, muitas empresas aéreas usaram aviões de transporte de passageiros para mover cargas essenciais internacionais.

O que esperar da logística internacional pós-pandemia?
O fechamento de fronteiras e outras restrições de circulação impactaram diretamente o funcionamento de aeroportos e a logística internacional.

Confira 3 tendências da logística internacional no pós-pandemia

Muita coisa mudou nas operações de logística internacional devido à pandemia, e muitas outras ainda devem mudar no decorrer do combate à doença. Entretanto, você precisa se preparar agora para quando ela for superada. Antecipe-se para lidar com este novo cenário após a crise.

Por isso, listamos aqui as principais informações compartilhadas por especialistas do setor, que visam orientar suas atividades e manter a competitividade quando tudo isso passar.

Afinal, conforme observado em artigo da Abracomex (Associação Brasileira de Consultoria e Assessoria em Comércio Exterior), o planejamento estratégico oferece possibilidades de novas parcerias e mercados.

Sendo assim, as escolhas dos gestores para a logística internacional serão fundamentais na estabilização da economia no cenário pós-pandemia.

Aumento das atividades de comércio exterior

Ainda conforme compartilhado pela Abracomex, a expectativa é que as empresas exportem mais com a retomada e estabilização no pós-pandemia.

A associação considera que a desvalorização do real compensará aos compradores, pois os produtos estarão com custos reduzidos. Neste sentido, é importante não só manter a fidelização dos clientes durante o cenário pandêmico, mesmo com a queda de negociações.

Isso porque, lá na frente, para a recuperação da economia, pode ocorrer a aceleração das atividades e intensificação em diversos setores.

Diversificação do local de produção e de insumos

Muitos negócios aprenderam com a pandemia que devem diversificar os locais onde buscam seus insumos, dando maior valor às soluções de regiões mais próximas, por exemplo, pois isso agrega mais velocidade e segurança.

Essa tendência na distribuição e no fornecimento de matéria-prima impactará diretamente estratégias de logística internacional, conforme observado em conteúdo da Revista LogWeb, sobre as cinco tendências em logísticas catalisadas pela pandemia.

Vale ressaltar também que a diversificação dos locais de produção também deve ocorrer para reduzir a dependência de um único país ou fornecedor.

Com isso, as cadeias de suprimentos vão se dividir em estruturas menores. Porém, mais ágeis, para melhor adaptação aos cenários complexos como o da pandemia. Assim, vão se antecipar às imprevisibilidades como esta.

Mais tecnologias nas operações

Acima, dissemos que o uso das tecnologias nas operações de logística internacional foi acelerado. E esta tendência deve continuar no pós-pandemia. Em artigo da revista “Supply Chain Magazine” sobre a logística pós-pandemia, observa-se que as ferramentas digitais vão contribuir para aumentar a eficiência das operações.

Sendo assim, as automatizações por meio de tecnologias logísticas vão refletir nas operações de entrega, na gestão de armazéns, entre outras atividades. Com isso, será possível ter maior controle no rastreamento de ativos, bens e capacidade em tempo real.

Desta forma, investir hoje em soluções tecnológicas e em parceiros que valorizem o uso de inovações nos processos é uma forma de se antecipar à tendência e manter a alta competitividade.

É por isso que a DC Logistics Brasil trabalha com soluções tecnológicas que refletem na logística internacional eficiente e diferenciada que você pode confiar para sua empresa.

Quer saber mais sobre como nossa equipe está pronta para se adaptar às suas necessidades em diversos cenários? Entre em contato e solicite sua cotação sem compromisso!


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Cadastro no Radar Siscomex: confira as principais mudanças!

Cadastro no Radar Siscomex: confira as principais mudanças!

Você está acompanhando as mudanças do cadastro no Radar Siscomex (Sistemas de Comércio Exterior)? Porque esta ferramenta criada pela Receita Federal Brasileira está passando por atualizações em 2020.

As novidades prometem agregar mais facilidade às atividades de importação e exportação e iniciaram na ferramenta em maio, para aprimorar a experiência dos usuários.

E agora, dia 1º de dezembro, foi anunciada a simplificação da habilitação para atuação no Comércio Exterior.

Tudo o que você precisa saber sobre as mudanças do cadastro no Radar Siscomex estão aqui. Acompanhe a leitura para saber mais!

Qual a importância de se habilitar no cadastro no Radar Siscomex?

Ele foi criado para evitar fraudes em relações de Comércio Exterior, conforme já explicamos aqui no blog, em outro conteúdo sobre a importância de se habilitar nesse sistema.

Por isso, todas as empresas que mantêm atividades comerciais internacionais devem se licenciar junto à ferramenta.

Vale ressaltar que este cadastro deve ocorrer independentemente do objetivo de negócio ou da operação, seja na importação ou exportação de produtos.

Sendo assim, por meio desta ferramenta, a Receita Federal acompanha um banco de dados completo. Isso inclui informações sobre os agentes envolvidos em atividades de importação e exportação no Brasil.

Isso porque, no cadastro no Radar Siscomex, estão informações como dados contábeis, fiscais e aduaneiros, em tempo real.

Para se habilitar no sistema, é necessário buscar uma unidade da Receita Federal e apresentar a documentação exigida no cadastro.

Saiba por que a habilitação para atuação no Comex está mais simples

No dia 1º de dezembro, entrou em vigor a Instrução Normativa RFB nº 1.984/2020. Segundo a comunicação da Receita Federal, ela habilita declarantes de mercadorias a atuarem no Comércio Exterior, trazendo as regras atualizadas para credenciamento dos responsáveis e dos representantes nos sistemas nacionais.

Portanto, a mudança tem como objetivo reduzir a burocracia. Enquanto também facilita o fluxo de mercadorias. E a partir de agora, é possível conceder a habilitação de forma automática pelo sistema Habilita, no Portal Único do Comércio Exterior.

Além disso, as pessoas físicas passam a ser dispensadas de habilitação. E, outra novidade diz respeito ao prazo de desabilitação automática por inatividade. Ele passou de seis meses para 12 meses.

Em caso de desabilitação, é possível ainda pedir a habilitação novamente, também por meio do Habilita.

Agora as informações legais são organizadas com mais simplicidade e clareza. Sendo assim, a habilitação automática agilizará os processos. Desta forma, também otimizará as operações de Comércio Exterior.

Listamos aqui as principais vantagens anunciadas pela Receita Federal. Confira:

Para declarantes de mercadorias de Comércio Exterior: autosserviço, agilidade, economia e simplicidade;
Aos declarantes que são Pessoa Física: dispensa da necessidade de habilitação, uso de certificação digital, controle da gestão de riscos e em zona primária;
E para a realidade nacional: agrega inovação, simplificação e mais agilidade ao Comércio Exterior.

Entretanto, a Receita Federal garante que o controle aduaneiro e o combate às fraudes continuam em ação. O órgão ressalta que esta nova Instrução Normativa está inserida em um contexto de controle aduaneiro para realizar o gerenciamento de risco integral do Comércio Exterior.

Assim, atinge desde as fases pré-despacho às etapas posteriores. Por meio de regras, isso possibilitará uma melhor gestão das situações específicas.

 

Cadastro no Radar Siscomex: confira as principais mudanças!

Entre as mudanças no cadastro no Radar Siscomex está a digitalização de muitos processos.

E o que mais mudou no cadastro no Radar Siscomex em 2020?

Além de simplificar a habilitação, em maio de 2020, a Receita Federal anunciou novas funcionalidades do cadastro no Radar Siscomex. Elas também aconteceram para facilitar as exportações e importações.

Desta forma, as melhorias implementadas estão presentes em serviços como a possibilidade de registro de exportação consorciada.

Agora diferentes empresas podem prestar informação conjunta de uma mesma Declaração Única de Exportação (DU-E).

Outra novidade foi a simplificação das informações prestadas no vínculo entre uma DU-E e um Ato Concessório de Drawback na modalidade Isenção, conforme explica a Receita Federal.

Logo, a medida adotada atende aos setores que usam o referido regime especial. Principalmente, também, nos casos em que o beneficiário não é quem realiza a exportação.

E muitos processos tornaram-se mais digitais, visando facilitar a fiscalização da Receita Federal.

E então?

Todos os operadores logísticos e profissionais que estão envolvidos em atividades de Comércio Exterior devem ficar atentos a estas e outras atualizações no cadastro no Radar Siscomex.

Ao acompanhar as mudanças, é possível ter uma melhor experiência em todos os processos e, usar as funcionalidades à favor das operações.

Vale lembrar que todas as notícias e atualizações no cadastro no Radar Siscomex e tudo o que envolva o sistema podem ser conferidas no site oficial da ferramenta.

Para se manter sempre em dia com as novidades, nós temos uma newsletter gratuita e exclusiva. Você já realizou seu cadastro?

Neste conteúdo digital, informamos você sobre as notícias do mercado do comércio internacional de logística. Nesse sentido, abordamos também sobre nossas novidades, que fazem a diferença nas suas operações de importação e exportação.

Além disso, também compartilhamos dicas que tornam as suas operações mais seguras e eficientes. Basta acessar e preencher o formulário para receber as próximas edições!

Assim, esperamos que as informações ajudem você a melhorar a performance das atividades. Para, desta forma, você alcançar resultados ainda mais altos por meio da logística internacional!

 

FONTES:

Blog DC Logistics – https://dclogisticsbrasil.com/radar-siscomex-entenda-a-importancia-de-se-habilitar-neste-sistema/

Siscomex: http://siscomex.gov.br/informacoes/habilitacao/ , http://siscomex.gov.br/receita-federal-simplifica-a-habilitacao-para-atuacao-no-comercio-exterior/, http://siscomex.gov.br/novas-funcionalidades-do-siscomex-facilitam-exportacoes-e-importacoes/, http://siscomex.gov.br/noticias-sicomex/

 

Entenda como usar o Hedge Cambial nas suas negociações internacionais!

Entenda como usar o Hedge Cambial nas suas negociações internacionais!

Como você está protegendo os negócios das oscilações do câmbio? Uma estratégia bastante utilizada para isso é o Hedge Cambial, que pode fazer a diferença nas suas negociações internacionais. 

E tudo o que você precisa saber sobre o Hedge Cambial e como ele protege as operações financeiras está aqui. Siga com a leitura e aprenda mais!

Antes de falar do Hedge Cambial, precisamos analisar o cenário econômico atual

Quem acompanha o atual cenário da economia internacional percebe a volatilidade do câmbio global em níveis mais altos. 

E, conforme especialistas compartilharam em matéria do site Valor Investe, essas oscilações estão relacionadas às várias mudanças enfrentadas em 2020, incluindo a alta valorização do dólar em relação à moeda brasileira, o cenário político norte-americano e a pandemia de coronavírus.

Vale ressaltar que o Brasil conta cada vez mais com fundos de investimento no mercado externo, que seguem expostos à variação de ativos estrangeiros, conforme avaliado em conteúdo do site InfoMoney

Logo, é importante gestores avaliarem a necessidade de proteção cambial, devido à tendência de pressão sobre o câmbio para 2021. Pois a variação cambial pode prejudicar a economia nacional.

Ou, ainda, pode refletir em perdas para seus negócios. Então, todo cuidado é pouco ao proteger suas operações de comércio exterior.

O que é o Hedge Cambial?

Para conhecimento, Hedge Cambial é como definimos uma operação financeira realizada para proteger investimentos no exterior.

Quando traduzido, o termo inglês “Hedge” no português pode significar cercar, barrar, limitar. Sendo assim, o Hedge Cambial limita os preços dos ativos.

Desta forma, garante aos negócios uma margem de segurança financeira na exportação e importação. E ainda considera também investimentos com ativos fora do país. 

Portanto, com o Hedge Cambial, através de contratos derivativos, são mitigados os riscos cambiais em operações com moedas diferentes. 

Neste sentido, podem haver mudanças nas taxas de câmbio das moedas envolvidas nas negociações. Mesmo assim, seus retornos estarão garantidos.

Desta forma, sua empresa manterá o faturamento esperado nesta negociação internacional. E não irá se abalar por perdas inesperadas ou prejuízos.

É hora de aplicar o Hedge Cambial

Entenda como usar o Hedge Cambial nas suas negociações internacionais!

Com Hedge Cambial, sua empresa poderá garantir o faturamento esperado nesta negociação internacional, sem se abalar por perdas inesperadas ou prejuízos.

Agora que você já sabe o que é Hedge Cambial, é hora de colocar o conceito em prática no seu dia a dia empresarial. Existem diversas ferramentas de Hedge Cambial que contribuem com a proteção das suas estratégias neste sentido.

Uma delas é o contrato a termo de moeda, também conhecido por “Non Deliverable Forward (NDF)”, no qual é fixado um preço de cotação para o exportador ou importador realizar vendas, ou compras do produto no futuro. 

Seu cálculo, simplificadamente, ocorre a partir da soma da taxa de câmbio à vista, do rendimento em juros do mercado brasileiro e da subtração da dívida em dólar em cupom cambial.

Outra ferramenta de Hedge Cambial é o fundo cambial, no qual a empresa ou investidor tem a garantia de que seus recursos estarão seguros ao acompanhar em tempo real a cotação do mercado. 

É neste fundo de investimentos que são aplicados, pelo menos, 80% da carteira em ativos relacionados a moedas estrangeiras. E, nele, o investidor é beneficiado pelo movimento de alta da moeda em relação ao real.

Também existe o mercado futuro da bolsa de valores, em que o investidor negocia hoje a compra e venda de certas quantidades de produtos em contratos a longo prazo, com preços pré-definidos, a partir de valores estabelecidos no presente. 

Ainda há a possibilidade de realizar contratos de compra e venda, que dão às empresas o direito de adquirir algo no futuro com preços atuais, como se houvesse um congelamento da moeda. 

Ao se proteger com Hedge Cambial, você só tem a ganhar!

Com o Hedge Cambial bem elaborado, a proteção das negociações estará garantida e as operações se manterão ao seu favor, independentemente das adversidades. 

Em tempos tão desafiadores e cheios de mudanças quanto os dias de hoje, assegurar o faturamento e evitar qualquer perda é fundamental para todas as atividades, incluindo nas operações relacionadas à importação ou exportação.

Minimizando os impactos, é possível manter a lucratividade e, desta forma, preservar a rentabilidade. E não podemos esquecer uma grande vantagem do Hedge Cambial.

Ao vincular o custo da importação ao momento presente, ele possibilita que a empresa faça o cálculo dos preços dos seus produtos sem grandes variações quando estes chegam ao país.

Se esta prática ainda não fazia parte do seu dia a dia, saiba que ela já é muito comum na rotina de muitos negócios e faz a diferença na competitividade.

Esperamos que todas as informações compartilhadas sobre o Hedge Cambial ajudem você a reduzir os riscos ao realizar movimentações internacionais. 

Se você ficou com alguma dúvida sobre o assunto e quer saber como nós podemos ajudá-lo, clique abaixo e entre em contato conosco!

Tire suas dúvidas

 

 

FONTES:

Blog Conexos – https://blog.conexos.com.br/hedge-cambial-no-comercio-exterior/

Suno – https://www.sunoresearch.com.br/artigos/hedge-cambial/

Blog Conexos – https://blog.conexos.com.br/hedge-cambial/

Valor Investe – https://valorinveste.globo.com/mercados/moedas-e-juros/noticia/2020/11/03/volatilidade-do-real-continua-acima-de-pares-com-incerteza-fiscal-e-juros-baixos.ghtml

Suno – https://www.sunoresearch.com.br/artigos/fundo-cambial/

InfoMoney – https://www.infomoney.com.br/guias/mercado-futuro/

Consolidação de cargas: saiba vantagens e desvantagens de fazer

A fim de combater os grandes desafios logísticos que ainda causam dores de cabeças para grande parte dos gestores de empresas, a consolidação de cargas é uma prática cada vez mais comum, que consiste na união de diversos carregamentos para a obtenção de uma carga de peso maior.

Em um primeiro momento, o aproveitamento dos espaços e a redução de custos parecem óbvios, mas as suas vantagens podem ir além! Além disso, nem sempre esse processo pode ser vantajoso. Tudo varia de acordo com o perfil de cada negócio.

A seguir, saiba mais sobre o que é consolidação de cargas.  Quais os seus principais benefícios, eventuais desvantagens e o que levar em consideração na hora de escolher este procedimento para sua operação.

O que é consolidação de cargas?

De maneira básica, a consolidação de cargas consiste na alocação de pequenas quantidades de mercadorias em um montante maior. Essa ação visa acelerar e otimizar o processo de transporte e armazenamento.

Por meio desse recurso, é possível agrupar pequenas quantidades de diferentes itens em um mesmo espaço de carga, como em um contêiner, por exemplo. Ele permite que seu espaço seja preenchido e aproveitado da melhor maneira possível.

O processo de consolidação pode ser feito de diferentes maneiras. Ela pode envolver cargas de um mesmo cliente ou de empresas diversas, durante a coleta dos itens, no seu armazenamento ou ainda na realização das entregas.

Ao agrupar e baratear as diferentes despesas envolvidas em um processo logístico, seja durante uma importação, frete, uso de contêiner, armazém, entre outros meios, a consolidação de cargas é utilizada não apenas por quem lida com volumes mínimos de produtos, mas também por aqueles que trabalham com grandes volumes de mercadorias.

Para que a sua prática seja realmente vantajosa, porém, é preciso saber se as suas peculiaridades se aplicam à realidade da sua empresa! Descubra as suas principais características nos próximos itens.

Quais as suas principais vantagens?

Já está claro que as vantagens da consolidação de cargas envolvem o melhor aproveitamento de espaços e a redução de custos logísticos. Mas, um olhar atento é capaz de revelar ainda mais benefícios nessa prática.

O primeiro deles é a melhor capacidade de gestão dos carregamentos. Uma vez que uma única carga, ou cargas agrupadas em menos unidades, facilita não só as movimentações, como também todo o processo de controle e verificação.

Como consequência dessa simplificação, erros cotidianos também são evitados ou têm sua correção extremamente facilitada.

A própria percepção de qualidade dos clientes em relação à empresa que pratica a consolidação de cargas é melhorada. As entregas acabam sendo mais rápidas e impactam diretamente na sensação de satisfação compartilhada entre o público.

Ainda nesse sentido, ao economizar em itens como o frete, por exemplo, seu negócio poderá ser mais competitivo ao estabelecer os preços finais dos produtos, ganhando uma clara vantagem em relação à concorrência.

Se abordamos os ganhos financeiros de maneira mais profunda, ainda é possível concluir que haverá menos pessoas, maquinários e veículos envolvidos na logística. Isso impacta diretamente nos custos de horas trabalhadas, manutenções, abastecimentos e até fatores como pedágios.

Com tantos benefícios, a ideia de aderir à consolidação de cargas pode até parecer óbvia, mas é preciso ressaltar que também existem algumas desvantagens nesse tipo de processo. Saiba mais sobre elas a seguir e evite-as em seu negócio.

Existem desvantagens nesse processo?

Como em qualquer prática no mercado, a consolidação de cargas também está sujeita a algumas desvantagens, que em certas situações podem até torná-la desvantajosa para certos perfis de empresas.

Quem deseja aderir a esse método deve estar ciente de que todos os produtos estarão sujeitos a eventuais impasses que possam surgir em um carregamento compartilhado!

Em um processo de importação, por exemplo, se certos itens dentro de um contêiner forem retidos em uma fiscalização, toda a carga sofrerá com a falta de liberação. Nessas situações, será preciso recorrer ao terminal para que o restante do carregamento seja rearranjado. De qualquer maneira, seu negócio precisará estar preparado para esse tipo de imprevisto.

Em situações de extravios, a mesma lógica se aplica: não será apenas uma categoria de produtos ou somente uma empresa que sofrerá com os prejuízos logísticos, mas sim todos os envolvidos na consolidação de cargas.

Mesmo em situações mais severas, como em acidentes ou até roubos, as perdas são compartilhadas, por isso é preciso ter muito cuidado e atenção ao aderir a esse tipo de processo.

Lembre-se: não são apenas fatores como tempo e dinheiro que devem ser levados em consideração. Assim como uma boa logística é capaz de fidelizar clientes, problemas nesse sentido podem prejudicar sua imagem perante parceiros e consumidores.

O que levar em consideração na hora de realizar uma consolidação de cargas?

Por mais que a consolidação de cargas tenha a finalidade de facilitar a logística das empresas, não significa que a sua adesão seja simples em um primeiro momento.

Isso, porém, não é motivo para preocupação, afinal, nenhuma vantagem é agregada no mercado competitivo sem que antes exista todo um processo de análise, entendimento e adequação!

Sendo assim, antes de mais nada, esteja atento ao perfil das suas mercadorias e às suas necessidades durante o transporte, armazenamento e entrega.

Produtos frágeis, por exemplo, não podem ser alocados junto de itens mais básicos, em espaços que não forneçam os cuidados ideais para manter a sua integridade. Por outro lado, adicionar produtos não frágeis em cargas preparadas para essa finalidade pode ser um desperdício de recursos, uma vez que as unidades são mais caras.

Planejamento das demandas

Acima de tudo, é preciso ter equilibro e planejamento quanto às demandas básicas de cada item e seus meios de organização.

Lembre-se que, muitas vezes, suas mercadorias estarão sob a responsabilidade de terceiros e precisarão respeitar integralmente a certos requisitos. Nunca se esqueça de que todos os itens estejam embalados, paletizados e empilhados corretamente. Esteja atento aos seus padrões de qualidade e com as exigências previstas em lei para a sua categoria.

Caso você trabalhe com alimentos, produtos químicos ou medicamentos, por exemplo, a consolidação de cargas pode apresentar ainda mais desafios. Essas mercadorias não podem compartilhar o mesmo espaço, portanto a atuação entre diferentes empresas se torna mais restrita. Além disso, é preciso certificar-se de que as normas regulamentadoras de cada segmento sejam respeitadas pelo responsável pela consolidação.

Por fim, tenha certeza de que os seus produtos estejam em boas mãos: jamais contrate empresas para consolidar as suas cargas sem antes conhecer a sua experiência, qualificação e abrangência na área!

Gostou de conhecer os principais detalhes sobre consolidação de cargas? Quer receber ainda mais dicas importantes sobre logística? Então continue acompanhando o conteúdo exclusivo do nosso blog.

Certificação de origem: quais produtos recebem certificação INPI?

Realizar processos de exportação e importação podem trazer grandes benefícios às empresas, como poder exportar seu produto para outros países, ampliando fronteiras, ou beneficiar-se com alguma mercadoria do exterior. Porém, para que estes processos aconteçam de forma segura e, em alguns casos até com tributos reduzidos, é necessário emitir uma certificação de origem.

Já a certificação pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) permite obter tratamento preferencial, redução ou isenção de tarifas de importação.

Saiba mais sobre cada uma destas certificações:

Certificado de origem

O certificado de origem é um documento que declara a origem do produto e permite a redução ou isenção de impostos de importação entre países com acordos comerciais. Cada certificado de origem corresponde a uma fatura comercial, o que impede que um mesmo certificado seja usado em embarques de faturas diferentes. Existem diversos modelos de certificados que observam normas próprias para cada acordo internacional.

Certificação INPI

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é vinculado ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, responsável pelo aperfeiçoamento, disseminação e gestão do sistema brasileiro de concessão e garantia de direitos de propriedade intelectual para a indústria.

Entre os serviços do INPI, estão os registros de marcas, desenhos industriais, indicações geográficas, programas de computador e topografias de circuitos integrados, as concessões de patentes e as averbações de contratos de franquia e das distintas modalidades de transferência de tecnologia. Para um produto receber a certificação INPI, ele deve ser originário de determinada região geográfica e ter características únicas. O documento é providenciado pelo exportador e utilizado pelo importador para a comprovação da origem e que permite ao mesmo obter tratamento preferencial e redução ou isenção de tarifas de importação, quando previstas nos acordos comerciais internacionais.

Recentemente cinco novos produtos brasileiros receberam a certificação INPI, sendo eles: a farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul (AC), o guaraná de Maués (AM), o queijo de Colônia Witmarsum (SC), as amêndoas de cacau da região do sul da Bahia e o socol (embutido de lombo suíno) de Venda Nova do Imigrante (ES). Agora, já são 58 os produtos e serviços com certificações no país e a lista completa pode ser verificada no link: https://goo.gl/mBSHWu

Siscoserv – Solução de Consulta nº 81

Você tem dúvidas em relação ao Siscoserv?

Pensando no seu interesse sobre o assunto, separamos uma nova informação muito importante. Confira abaixo:

Em vigor desde 2013 para as operações de Transporte Internacional, o Siscoserv segue sendo um assunto que ainda gera muitas dúvidas.
Uma das dúvidas mais frequentes é sobre a responsabilidade do Importador/Exportador em realizar os registros.

  • Se em 2018 por um lado existe um baixo número de soluções de consulta publicadas sobre o tema comparado com os anos anteriores, por outro a qualidade das mesmas é visível. Algumas questões começaram a ganhar corpo, como a formalização das multas através de instrução normativa.
  • Foi publicada recentemente uma consulta dando ênfase ao tema “ FRETE”, e se por ventura alguma empresa ainda tinha dúvidas sobre qual era seu papel e suas responsabilidades, a Solução de Consulta 81 de 2018 chegou para dar clareza à esse ponto em definitivo. A mesma através de uma linguagem clara e direta apresenta quais são as responsabilidades dos atores do comércio exterior e quem deve registrar os fretes expostos nos conhecimentos de transporte.

CLIQUE AQUI para ter acesso à Solução de Consulta nº 81