DC Logistics Brasil faz o transporte de máquinas agrícolas de Jacksonville (EUA) até Mato Grosso (BRA)

O transporte de máquinas agrícolas é um dos temas mais importantes de fazendas e produtores que adquirem esses equipamentos para os seus negócios. Para aumentar a produtividade e competitividade do produto muitos empresários optam pela importação desses maquinários.

Recentemente, a DC Logistics Brasil fez a entrega de 8 colheitadeiras de algodão, que saíram do Porto de Jacksonville, nos Estados Unidos, e chegaram até as fazendas de Mato Grosso, no Centro-Oeste Brasileiro. Sendo assim, continue lendo para saber como aconteceu o processo logísticos.

A importação de máquinas agrícolas

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a Anfavea, traz dados anuais que comprovam que as importações desses maquinários têm crescido muito no país. Especialmente a partir de 2019 quando o governo zerou os impostos de importação das máquinas agrícolas.

Os países que mais mandam esse tipo de mercadoria para nós são: China, Alemanha e Estados Unidos conforme um estudo da OpenMarket. E as compras são impulsionadas pelos investimentos em Machine Learning e Internet das Coisas, que fazem parte da Agricultura 4.0.

Isso faz com que muitos empresários e fazendeiros estejam de olho nas inovações que esse tipo de produto pode trazer para as suas produções, o que torna possível a ideia de importar máquinas agrícolas.

Como é o transporte de máquinas agrícolas

As máquinas agrícolas, como colheitadeiras e tratores, possuem peso que pode passar de 300 toneladas cada uma.

Aliás, em algumas situações, também existe a necessidade de que se faça a locação de veículos apropriados para a condução das máquinas até o destino final. 

Por usar dois tipos de modais, a logística é chamada de multimodal, a qual é regida por um único contrato, neste caso, o transporte é de responsabilidade de um único operador, que tem que ser habilitado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres, a ANTT.

O que é Carga Projeto

Carga Projeto é o que a DC Logistics Brasil fez ao entregar as 8 colheitadeiras de algodão para as fazendas mato-grossenses. Esse é o nome dado para a logística de mercadorias ou produtos que precisam de um transporte customizado.

O mais comum é que essa necessidade aconteça pelo peso, altura, largura ou outras dimensões das mercadorias, que são maiores do que as cargas habituais e mais tradicionais. É o que aconteceu com os maquinários da John Deere.

E a explicação é muito simples: esse tipo de produto não cabe em um contêiner comum. Além de tratores e máquinas agrícolas, a Carga Projeto também é usada para: plataformas, turbinas, reatores, vagões, helicópteros, entre outros.

O que indica que o embarque deles, assim como o tratamento e a entrega será diferenciado – do início ao fim. A operação tem que acontecer a partir de um planejamento minucioso, o que envolve carregamento, acondicionamento, transporte, embarque, despacho, etc.

Temos um conteúdo onde explicamos tudo sobre a Carga Projeto, leia.

Como foi a logística das colheitadeiras de algodão

A partir da demanda que tem se tornado cada vez mais usual no nosso país, a DC Logistics Brasil se especializou nesse assunto e tem contribuído para a expansão de vários negócios nacionais, como as fazendas e empresas do agronegócio.

Logo, esse exemplo é uma logística que começou no Porto de Jacksonville, nos Estados Unidos, e chegou até Mato Grosso, no Centro-Oeste do Brasil. Ao todo, foram 8 colheitadeiras de algodão da John Deere transportadas via marítima e rodoviária. Veja os passos:

  • Embarque no Porto de Jacksonville, Estados Unidos
  • Desembarque no Porto de Paranaguá, Paraná
  • Armazenagem no porto aguardando transporte rodoviário
  • Preparação para o trajeto rodoviário para Mato Grosso
  • Início do trajeto rodoviário para as fazendas no Mato Grosso

É muito importante notar que cada tipo de mercadoria exige um tipo de acomodação, o que tem a ver com os tamanhos e as suas medidas. A empresa responsável também precisa entender da legislação de cada país para que não se tenha problemas.

Como importar máquinas agrícolas

A ideia de importar esses produtos é muito interessante nos dias atuais. Só que como vimos, o transporte deles entre países é uma atividade complexa e que exige o domínio dos trâmites logísticos e legais.

Por exemplo, a empresa precisa estar registrada no Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros, o Radar. Depois, vem o Sistema Integrado de Comércio Exterior, o Siscomex, e tem ainda as instruções normativas, além de possíveis licenças de importação.

Após a parte documental, o que pode levar alguns dias, também é preciso ter o contrato com a empresa fornecedora para evitar qualquer tipo de prejuízo financeiro. Por exemplo, o Incoterm, ou termo de venda, é  fundamental nesse processo.

Se você quer fazer a importação de máquinas agrícolas, como as colheitadeiras de algodão que chegaram no Mato Grosso, entre em contato com a nossa equipe de atendimento e faça uma cotação online. Afinal, como você viu acima, somos especialistas nesse assunto e podemos ajudar!

transporte de máquinas agrícolas

Os cases de sucesso da DC Logistics Brasil

Vimos que as mercadorias de grande porte e alto valor agregado exigem cuidado especial em toda a logística. E a DC Logistics Brasil é especialista nisso sendo que tem dezenas de histórias de sucesso, como essa das colheitadeiras de algodão.

Para quem não lembra, a DC Logistics Brasil esteve envolvida em uma operação que utilizou 3 voos fretados com a Aeronave Antonov 124, bem como participa frequentemente de operações de importação e exportação no mercado náutico transportando barcos de mais 100’.

Outro case de sucesso foi o transporte vindo da China da maior roda gigante estaiada da América Latina, lembrando que todos os casos de sucesso da DC Logistics Brasil estão listados no site.

Passo a passo para entender como funciona a importação de adubos e fertilizantes

O agronegócio representa boa parte do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil. E para manter um saldo positivo nas commodities negociadas é preciso ter uma boa produtividade da safra agrícola. Concorda? Daí vem o tema da importação de adubos e fertilizantes.

O resultado direto disso é que hoje em dia o nosso país é um dos principais importadores desses produtos, especialmente da Rússia, China, Marrocos e do Canadá. 

E para muitos especialistas, sem fertilizantes o Brasil poderia produzir apenas metade do que se produz no campo hoje.

Mas, você já se perguntou os motivos que existem para que o nosso país, tão grande que é, faça a importação e não use tanto da produção nacional? Além disso, sabe como é que funciona todo o processo para trazer esses produtos do exterior?

É disso que vamos falar hoje!

  • Os dados sobre a importação de adubos e fertilizantes
  • Como funciona a importação de fertilizantes no Brasil
  • Como realizar a importação de adubos e fertilizantes no Brasil?

Os dados sobre a importação de adubos e fertilizantes

A ANDA (Associação Nacional para Difusão de Adubos) fez um levantamento que mostrou que entre 1998 e 2021 houve um aumento de 440% na importação de fertilizantes e afins, o que indica que em 2021 85% dos produtos usados no país em 2021 vieram do exterior. Em 1998, o dado era de 49% do total usado.

Mas, por que isso aconteceu? A explicação é simples: eliminação da alíquota de importação para fertilizantes, o que aconteceu em 1997 em conformidade com o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).

Os especialistas avaliam que o Brasil poderia investir na própria produção, sim. Só que ela não é mais viável. Ao longo das últimas décadas, as políticas públicas subsidiaram a importação desses produtos enquanto que o produto nacional tem os impostos e outros custos.

O que impulsiona o Brasil como o 4º país que mais consome fertilizantes no mundo, com representatividade de 8% do total mundial. Em 2021, eles foram os produtos mais importados, o que também aconteceu em 2020 e nos mantém como maior importador global.

Os fertilizantes mais importados pelo Brasil

Atualmente, a maior dependência nacional é pelo nutriente potássico (95%). Depois, os nitrogenados (80%) e os fosforados (55%). Os dados são da Associação Internacional de Fertilizantes.

Só que vale dizer que o grupo que o país mais importa é o de origem animal ou vegetal, que pode ser misturado em si, tratados quimicamente ou resultantes de misturas. Apesar de termos a produção nacional deles, a importação é mais interessante, economicamente falando.

Depois dos dados e da explicação que sustenta a tese de que importar é melhor do que produzir os adubos e fertilizantes, vamos ver como é o processo todo.

Como funciona a importação de fertilizantes no Brasil

Nesse tipo de passo a passo para entender tudo sobre a importação de adubos e fertilizantes será possível notar que cada etapa exige um tipo de cuidado. E isso vai desde o cadastro inicial em órgãos federais até o gerenciamento de um transporte seguro.

Os cadastros

Conhecer a legislação em torno do assunto é o primeiro passo. Quem importa ou produz precisa ter o registro da unidade importadora, o que é feito por um técnico no site do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Assim, acontece o registro do produtor/importador de fertilizantes, corretivos e inoculantes.

O produto também precisa estar registrado, conforme a Instrução Normativa 10 (2004) e a Instrução Normativa 53 (2013). Há regras diferentes para os insumos voltados para a pesquisa, que são de uso próprio, de cooperativas agrícolas ou as matérias-primas previstas.

Esse cadastro inicial tem uma continuidade. A partir dele, novas orientações aparecem, o que pode mudar dependendo do que foi preenchido anteriormente.

Uma boa ideia é se manter atualizado conforme a SFA (Superintendência Federal da Agricultura) e o SIPEAGRO (Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários). A primeira traz informações estaduais sobre a importação e o outro é mais comum para os casos de renovações de registros.

As documentações

Toda parte cadastral também inclui os documentos. Os principais são: fatura comercial (comercial invoice) e romaneio de carga (packing list), além da licença de importação.

Outras documentações possíveis para esse tipo de negociação são: Declaração Agropecuária de Trânsito Internacional, Certificado de Análise (Instrução Normativa 27 de 2006) e o Certificado Fitossanitário.

Os rótulos

Outro passo importante nesse processo de importação tem a ver com a rotulagem e a etiquetas, que precisam estar de acordo com a Lei 6.894, de 1980.

Entre as informações que precisam estar claras sobre as características dos produtos estão: indicação e recomendação de uso, incompatibilidade, restrição, garantia, contra indicações, cuidados, origem, composição, precaução, quantidade, dosagem e riscos.

As tributações

Com relação à carga tributária, aqui está um ponto que exige muita atenção porque é possível conseguir isenções federais, conforme a Lei 10.925 de 2004. Um exemplo é o ICMS (Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação), que é isento quando o produto está listado na categoria de consumo.

Veja esse parágrafo do texto: “reduz as alíquotas de PIS/PASEP e da Cofins incidentes na importação e na comercialização do mercado interno de fertilizantes e defensivos agropecuários e dá outras providências”.

Os transportes

Mais uma etapa é a do transporte dos adubos e fertilizantes. No caso da via marítima ou rodoviária, vale dizer que é imprescindível que os porões estejam secos e limpos, sem resíduos ou ferrugens. Há um certificado que precisa existir comprovando essa limpeza.

O transporte que acontece em caminhões graneleiros de grade alta precisa aplicar o carregamento em Big Bags. Mas, também é possível que se use um caminhão com transporte basculante, desde que se tenha proteção contra adversidades, como chuvas.  

Já com relação ao armazenamento em portos, o cuidado se deve com as instalações elétricas e a presença de água. Eles não podem ter contato direto com adubos e fertilizantes porque podem reduzir a eficácia dos produtos.

Há ainda que se pensar na individualidade de cada item. Um exemplo é o nitrato de amônia, que precisa estar de acordo com as normas do Exército Brasileiro.

Qual é o modal mais usado para o transporte de adubos e fertilizantes?

O modal marítimo é o mais usado para esse tipo de logística, sendo responsável por mais de 92% das importações. O motivo é a facilidade de manejo do material. Depois vem a via aérea, seguida da rodoviária e ferroviária.

No Brasil, os portos de entrada para os fertilizantes são: Porto de Paranaguá, Porto de Santos, Porto de Rio Grande e Porto de São Francisco do Sul.

Como realizar a importação de adubos e fertilizantes no Brasil?

Essa é uma ótima pergunta a se fazer devido ao fato de que o processo internacional é mais indicado por ser mais econômico para as empresas.

E foi por isso que criamos um guia gratuito para explicar o passo a passo de toda a operação de importação de produtos. Nele, explicamos todos os passos necessários, os documentos e muito mais.

A DC Logistics Brasil auxilia em todo processo porque conta com a expertise que o mercado exige. A história de sucesso vai desde o projeto inicial para importar produtos até as operações. É o tipo de garantia que toda empresa merece. E a sua também.

importação de maquinas industriais

Importação de máquinas industriais – o que você precisa saber

A importação de máquinas industriais, assim como de equipamentos, é um processo fundamental para garantir o incremento da produção de várias empresas. E a questão de custo-benefício tem provado que trazer esses ativos de fora do Brasil pode ser muito interessante.

Essa viabilidade é vista nos gestores de grandes empresas, que têm se dedicado cada vez mais a avaliar as vantagens competitivas da compra internacional, especialmente do continente asiático e europeu

A partir das próximas linhas, confira várias dúvidas comuns sobre esse processo.

  • Os tipos de importações de máquinas industriais
  • A importação de máquinas usadas
  • Quanto tempo demora para importar uma máquina industrial
  • Quem pode importar máquinas industriais
  • O processo de importação de máquinas industriais
  • O transporte internacional de uma máquina industrial
  • Quanto custa importar uma máquina industrial
  • A responsabilidade do importador de máquinas

 

importação de máquinas industriais

Os tipos de importações de máquinas industriais

Atualmente, existem dois tipos de importações de máquinas industriais. Conheça-os!

A importação por admissão temporária

Esse tipo de importação de máquinas industriais acontece quando a empresa quer testar um maquinário ou usar apenas por algum tempo. Assim, há datas que são combinadas com antecedência e ficam pré-estabelecidas.

Quem importa não é obrigado a pagar impostos de nacionalização de maneira total porque, possivelmente, vai exportar de novo para o país de origem após o período contratado. Nos casos de testes, se forem bem-sucedidos, aí a empresa paga os impostos integrais.

A importação de máquinas industriais definitiva

Nessa opção, a empresa interessada tem o intuito de integrar o ativo de uma única vez. Assim, o pagamento de impostos e despesas acontece de modo completo e no momento em que o maquinário chega no país.

A importação de máquinas usadas

Muita gente tem dúvidas se é possível importar máquinas ou equipamentos que não são novos de fábricas. Sim, é possível desde que eles sigam critérios para isso. Especialmente, do SUEXT (Subsecretaria de Operações de Comércio Exterior).

Um dos requisitos é que não exista produção de máquinas similares no Brasil. A análise leva em conta Licenças de Importação, o qual descreve o modelo do maquinário e a condição de “usado”. Junto devem vir documentos, como o manual e o catálogo técnico.

Quanto tempo demora para importar uma máquina industrial

Do início ao fim de todo processo, o tempo pode variar muito, indo de 5 dias até 150 dias ou mais, o que também dependerá da disponibilidade da origem. Se há o produto em estoque, por exemplo, ele leva até 3 dias úteis para ser embarcado após a compra.

No entanto, quando é necessário produzir a máquina, aí o tempo é muito maior. Somado a isso, vem o tempo de compensação do pagamento ao exterior, que tem uma confirmação que pode levar até 48 horas úteis. O tipo de pagamento varia entre possibilidades e negociações.

Quem pode importar máquinas industriais

Para fazer a importação é preciso ter os dados cadastrados no RADAR, que é um Ambiente de Registro e Rastreamento da Receita Federal. Em alguns casos, existe a necessidade de se ter uma Licença de Importação, que serve como autorização da compra internacional.

Então, seguindo os passos baseados na lei é possível importar esse tipo de produto. Sendo que após o cadastro no RADAR, a empresa deve se cadastrar em um despachante aduaneiro, que é quem vai fazer os procedimentos de nacionalização no Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior).

Enquanto isso, a importadora precisa ter a definição de quem será o seu fornecedor de máquinas e validar todas as garantias para a importação. Por ser um tipo de ativo de grande responsabilidade, é comum que se faça uma análise sobre a idoneidade dele.

importação de máquinas industriais

O processo de importação de máquinas industriais

Depois das tratativas comerciais e da habilitação da empresa para importar as máquinas vêm os próximos procedimentos. Nesse caso, entram as contratações dos fretes e dos seguros internacionais. Essas informações se alteram conforme o fabricante e os ativos.

Quando o produto chega no Brasil, inicia-se o processo de nacionalização, sendo que a Declaração de Importação é imprescindível nessa hora. A empresa importadora emite a nota fiscal de entrada também.

A partir da nacionalização do maquinário, a importadora poderá fazer a retirada da carga na unidade alfandegária. Geralmente, se faz a contratação de transportadoras para isso, que fica responsável pelo frete terrestre.

O transporte internacional de uma máquina industrial

O mais comum é que o transporte de máquinas industriais entre países aconteça por via marítima devido ao peso e ao volume. É preciso reservar um espaço no navio para esse objetivo. Entre a reserva e o embarque pode demorar entre 7 dias e 14 dias corridos em dias comuns.

Vale a atenção para o fato de que em cenários menos regulares pode haver atrasos e demora pela falta de contêiner, por exemplo. O fato é que após o embarque há o transit time, o tempo de viagem. Um deslocamento da Ásia para o Brasil leva entre 30 dias e 50 dias, na média.

Quando chega ao Brasil, inicia-se o Despacho Aduaneiro de Importação com a Declaração de Importação. Na sequência, é possível realizar os trâmites no porto até o carregamento para a planta industrial. Se houver burocracias, o tempo se torna maior.

Quanto custa importar uma máquina industrial

O custo de máquinas e equipamentos nacionalizados, isto é, que vieram do exterior variam entre 20% e 40% do seu valor FOB (Free On Board). Ou seja, é preciso saber o valor do produto, a classificação fiscal (NCM), o custo do transporte e do seguro, além de outros gastos.

Os custos de importação são variáveis e os importadores devem prever o pagamento da logística internacional, dos impostos federais, estaduais e das despesas da nacionalização. Por exemplo, o da Marinha Mercante, a taxa de Siscomex, armazenagens, honorários, etc.

Com relação às tarifas, saiba que há um regime ex-tarifário de redução temporária de alíquotas de impostos de importação para bens de capital (BK) e de bens de informática e telecomunicações (BIT) – desde que não haja produção similar nacional.

A responsabilidade do importador de máquinas

Depois de todos esses tópicos fica mais fácil entender a compra de máquinas do exterior. Para isso, é preciso ter um planejamento exímio. Um exemplo é o planejamento financeiro. 

Isso porque o Regulamento Aduaneiro diz que a carga que ficar períodos maiores do que 90 dias a contar da descarga no recinto alfandegado é considerada abandonada. Assim, ela pode até ir para um leilão aberto.

Dessa forma, torna-se imprescindível que a compra de máquinas de outros países seja feita em parceria com empresas que possuem expertise no mercado internacional, a partir disso, o negócio se torna muito mais seguro.

Para o transporte deste maquinário, conte com o suporte da DC Logistics Brasil.

 

Quem ficou com dúvida e quer entender mais detalhes sobre o processo de importação, considere que temos um Ebook Gratuito que traz todos os passos. Ele pode ser baixado na imagem abaixo.

guia de importação

 

Importação de tecidos – dados, fornecedores e como importar

A importação de tecidos é um investimento que muitas empresas nacionais podem fazer pensando no aumento do lucro. Isso porque alguns países, como China e Índia, permitem um preço mais barato na venda desses produtos, o que interessa os fabricantes nacionais. Além disso, o processo viabiliza os novos produtos que não estão disponíveis no mercado nacional. 

Aliás, os revendedores de tecidos importados também podem ganhar dinheiro com isso. Só que essa compra exige cuidados para que não saia mais cara do que o previsto. Ao errar em processos e documentos, vem as multas, minimizando as chances de sucesso do investimento.

Para entender tudo o que é importante sobre a importação de tecidos, leia os tópicos:

  • Os dados sobre a importação de tecidos
  • Os fornecedores de tecidos da China
  • Por que importar tecidos?
  • Vale a pena importar tecidos?
  • As dúvidas mais comuns sobre a importação de tecidos

Os dados sobre a importação de tecidos

Conforme o Comex Stat, que traz estatísticas do Comércio Exterior do Brasil, os últimos dados são de 2019 sobre a importação de tecidos. Assim, a receita gerada naquele ano foi de US$ 424 milhões – mesmo que o mundo estivesse em uma pandemia global.

Um ponto importante é que a plataforma engloba não apenas os tecidos, mas vestuários e malhas na mesma categoria. O ranking trouxe a China como principal país de origem, com 212 milhões no valor FOB. Depois, vieram Bangladesh (59 milhões) e Peru (26,3 milhões).

O ranking dos Top 10 países do qual o Brasil importou tecidos ainda traz Camboja (15,6 milhões), Vietnã (15,2 milhões), Índia (11,2 milhões), Turquia (10,2 milhões), Indonésia (9,45 milhões), Tailândia (9,42 milhões) e Sri Lanka (8,18 milhões).

Quem são os maiores importadores de tecidos do Brasil? A partir do mesmo estudo, as respostas são: Santa Catarina, São Paulo e Alagoas.

Os fornecedores de tecidos da China

A China é o maior parceiro comercial do Brasil nesse sentido, sendo que corresponde a quase metade (50%) das importações de tecidos. Esse país asiático hoje possui muitas facilidades quando o assunto é importação de produtos.

A análise dos fornecedores é uma das etapas mais importantes, o que ajuda a minimizar os erros e as multas. E para trazer algumas breves orientações sobre isso, separamos algumas dicas. Veja!

A escolha do melhor produto

A primeira coisa importante a se fazer é entender o seu próprio público-consumidor. Afinal, é ele quem vai ditar algumas regras sobre a sua compra internacional. Quanto mais você os conhece, maiores as chances de encontrar o fornecedor ideal.

As compras em grande quantidade

Outra dica é sobre a quantidade dos produtos comprados. No mercado internacional existem maneiras de receber amostras do produto ou comprar menor quantidade no começo, como uma demonstração. Isso vai ajudar a identificar se aquele produto é mesmo o que você procura.

O uso do endereço para contato

Mais um ponto de atenção é sobre o uso de e-mail profissional ou telefone da empresa para contatar o fornecedor. O diálogo todo deve ser registrado e as dúvidas esclarecidas para que se tenha segurança sobre o produto e se evite os prejuízos.

Por que importar tecidos?

O Brasil produz tecidos. Só que mesmo assim, a importação desse material usado na fabricação de vestuários e outros produtos é vantajosa para muitos brasileiros. Um dos motivos pode ser a variedade e os preços diferenciados.

Um ótimo exemplo real e atual vem de países como a China e a Índia, que permitem que outros países do mundo importem tecidos de qualidade e sem ter que pagar caro por isso. Ou seja, quem importa ganha no quesito competitividade.

E o segundo motivo, que responde a dúvida sobre “porque o tecido asiático compensa”, é o fato de que esses países produtores possuem um ambiente dinâmico e com incentivos fiscais para tal negócio. Ah, sem contar que eles são muito criativos para criar tecidos únicos.

A importação de tecidos pode ser um diferencial para a sua empresa, mas desde que se tenha conhecimento sobre o processo, avaliando fornecedores do exterior e cuidando da logística internacional.

Para quem tem receio sobre a qualidade do produto, leve em conta que a maioria dos importadores de tecido fazem a conferência dele antes do embarque. Assim, conseguem assegurar qualidade, quantidade e especificações. 

Vale a pena importar tecidos?

Acima, vimos que existem sim motivos, aliás bons motivos, para a importação de tecidos. Só que do ponto de vista financeiro e do lucro, será que vale mesmo a pena? Afinal, a margem de lucro pode ser mais baixa do que se espera e a concorrência é alta.

O principal atrativo vem do custo da compra internacional. A indústria de confecção brasileira aposta muito nesse negócio. 

No entanto, vale sim a atenção para um fato: quem vai usar a importação de tecidos como ramo de entrada para o comércio exterior precisa de cuidados.

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O produto exigirá um bom investimento, além do capital de giro bruto. Considerando a margem de lucro pequena, aí vem a necessidade de se vender muito para que a quantidade das vendas faça o negócio internacional valer a pena.

No fim das contas, ao ouvir especialistas e ver históricos de empresas que atuam nesse mercado, a gente nota que há tecidos que valem a pena importar. Outros, nem tanto. Tem ainda a questão da cotação do dólar. Tudo isso exige análise de custos e pesquisas.

Como saber se vale a pena importar tecidos?

A Abvetex (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), diz que os varejistas brasileiros, conhecidos por serem grandes marcas, como C&A e Renner, optam pelo produto internacional para poderem diferenciar as suas produções no mercado brasileiro.

Para isso acontecer, elas precisam estar legalmente habilitadas, como com os dados no Radar, um tipo de licença de importador. Sabendo disso, a próxima etapa é fazer as contas para saber se esse tipo de transação será lucrativa para você.

Separamos mais 3 dicas valiosas para te ajudar a fazer essas análises.

O segmento de atuação

A importação de tecidos pode valer a pena para vários segmentos. Só que isso precisa estar muito bem definido. Você vai usar tecidos para produção própria de vestuário? Ou vai revender os produtos importados? Procura itens básicos ou estampas sofisticadas?

Nem todo tecido vale a pena

Já vimos isso antes e é verdade: nem todo tipo de tecido valerá a pena de ser importado. Para se ter um exemplo, a malha e o jeans podem não ser boas ideias para importar durante um período de alta do dólar. 

Por isso, fique sempre atento às tendências do mercado e aprenda a evitar as multas

Importe com sabedoria

Para superar os desafios da importação de tecidos de mercados externos, o mais recomendado é que a sua empresa conte com quem possui expertise nesse tema, como é o caso da DC Logistics Brasil. Nós temos 28 anos de experiência no mercado internacional.

Sendo que através de um planejamento logístico, que envolve documentos obrigatórios e toda a tributação, a importação de tecidos poderá ser o diferencial que a sua empresa tanto almeja.

As dúvidas mais comuns sobre a importação de tecidos

A principal dúvida dos brasileiros que querem importar esse produto é sobre os fornecedores. Como vimos acima, a China tem grande destaque. Só que além dela, também podemos considerar outros parceiros, como Índia e o próprio Peru, que fica perto do Brasil.

Outra pergunta que muito se faz é sobre o tipo de tecido. A verdade é que qualquer um deles pode ser importado, como viscose, pelúcia, tricoline, algodão, etc. No entanto, nem todos vão ser vantajosos, exigindo análises de custos.

Aliás, falando em custos, saiba que os impostos vão variar conforme a NCM, que ditará as regras sobre as alíquotas. NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) é um código numérico dado para uma mercadoria e a partir dele é que se tem os percentuais dos impostos.

Por último, vem a pergunta sobre a importação de roupas prontas. Essa também é uma possibilidade para quem vê vantagens em revender os produtos, sem precisar passar pelos processos fabris. De todo modo, também existe muito planejamento sobre a compra.

importação de produtos que são controlados pela Anvisa

Saiba como fazer a importação de produtos controlados pela Anvisa

A importação de produtos controlados pela Anvisa exige muita atenção para os novos empreendedores que visam navegar nesse mar de oportunidades. Para quem está a mais tempo no mercado, também. Ao cometer um erro, todo negócio é comprometido.

O processo para importar produtos junto à Anvisa envolve documentos, anexos, inserção de dados, petições e muito mais. Devido a tantas etapas, é muito importante que se saiba fazer a atividade de modo controlado e estratégico para a sua empresa.

Os próximos tópicos vão trazer várias dúvidas comuns de quem está entrando nesse mercado e algumas são comuns até para quem já fez esse tipo de atividade internacional. Portanto, continue lendo para saber tudo sobre:

  • O papel da Anvisa na importação
  • Os produtos controlados pela Anvisa
  • Como se tornar um importador
  • O passo a passo para importar produtos
  • Quanto custa ter uma autorização da Anvisa para importar
  • E ainda vamos ter um bônus!

Qual o papel da Anvisa na importação de produtos

A Anvisa é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Ela é uma autarquia criada pela Lei a 9.782 de 1999. O órgão está presente em todo o país e tem o objetivo de proteger a saúde da população por meio do controle sanitário de produtos e serviços.

importar produtos Anvisa

Há algum tempo, a Anvisa vinha reduzindo a burocracia da importação. Além disso, com a pandemia da Covid-19 alguns processos foram flexibilizados. Porém, ainda assim é preciso atender aos requisitos do órgão para fazer uma atividade regular e dentro da lei.

Possivelmente, você não se lembra da primeira importação aérea do Brasil. Ela aconteceu em 1920 pela Varig. De lá para cá muita coisa mudou, especialmente com relação aos documentos. 

Hoje, é comum se falar em Declaração de Importação, Packing List, Faturas Comerciais e mais, o que não acontecia naquela época. 

Quais os produtos controlados pela Anvisa na importação

A Anvisa tem uma página na plataforma do Governo Federal onde tira-se dúvidas sobre esse tipo de atividade internacional. Ela menciona os tipos de produtos que precisam dessa atenção especial no processo.

Dessa forma, a importação de produtos sujeitos à vigilância sanitária passa por temas importantes. Entre eles, a importação de produtos, importações por pessoa física, importação de medicamentos controlados e importação de produtos derivados de Cannabis.

Dentro de cada pasta aparecem novas informações, como as modalidades, os produtos, os requisitos e a rotulagem. É nessa plataforma que todas as pessoas e empresas podem encontrar as autorizações e informações referentes à atividade.

De maneira resumida, os itens que exigem a regulação especial passam por categorias. Entre elas, psicotrópicos, soros e vacinas, produtos biológicos, probióticos, imunossupressoras e antirretrovirais, alimentos, cosméticos, saneantes e medicamentos.

Como se tornar um importador de produtos regularizado

A Anvisa exige que todas as empresas tenham CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) e o Radar (Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros). Além de informações básicas, como o ramo de atuação e especificidade de produtos.

importação de produtos que são controlados pela Anvisa

Esse é o começo para se tornar um importador no Brasil porque a Anvisa exige que só poderão importar bens ou produtos sujeitos à vigilância sanitária quem tiver a autorização para isso.

Mas, para outros produtos que não obrigam o Alvará Sanitário, o documento exigido é o AFE (Autorização de Funcionamento de Empresas).

A partir do ramo de atuação, a empresa poderá contar com categorias de produtos a serem importados, como alimentos, correlatos da saúde, medicamentos, etc. E para cada categoria existe a lista de regras e procedimentos para a operação internacional.

O passo a passo para importar produtos

Existem vários “passo a passo” na internet e, até mesmo, de órgãos oficiais sobre a importação de produtos que são controlados pela Anvisa. O mais comum entre eles está na listagem de lançamentos de informações geradas durante o processo.

Por exemplo, o envio de dados para o Siscomex (um tipo de licença para importação). Depois, vem o dossiê no Portal do Comércio Exterior e a classificação do produto. Outro sistema permite o envio de dados da mercadoria, como lote, data de validade, etc.

Aí vem as guias de pagamento e os protocolos. Em alguns casos, podem acontecer os pleitos e a decisão final. O que importa é entender que não há um prazo determinado para que tudo isso aconteça. Só que existem casos reais que mostram que pode demorar dias.

Para saber tudo sobre isso, leia uma matéria recente que mostra o Novo Processo de Importação (NPI), que tem esse viés de melhorar e agilizar a importação no Brasil.

Quanto custa a autorização da Anvisa para importar

As taxas que são cobradas por essa autarquia variam a partir do porte da empresa e do ramo de atuação. Por exemplo, a área de medicamentos, que possuem valores que podem chegar a R$ 100 mil. E se houver falhas nos processos, as taxas são desperdiçadas.

No blog, temos um conteúdo que menciona as melhores dicas para reduzir custos na importação e fazendo essa atividade de maneira totalmente autorizada. São dicas de planejamento que passam por assuntos como: armazenagem, frete, documentos, lotes, etc.

Para saber mais: as RDCs para importação de produtos

Um ponto importante de se observar é que a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) é um tipo de informativo criado para orientar e padronizar as atividades. Por exemplo, a 81, a 367 e a 483. Conheça-as.

A RDC 81/2008 lista sobre medicamentos como diazepam, fentanil, morfina e outros. Eles exigem Autorização de Importação da Gerência de Produtos Controlados.

A RDC 367/2020 é um documento que trouxe novas diretrizes para a importação e exportação de produtos sujeitos ao controle especial.

Já a RDC 483/2021 trouxe ações para o combate à Covid-19. Logo, passou a permitir, de forma extraordinária e temporária, a importação de determinados medicamentos.

Essas Resoluções foram criadas a partir da Portaria 344/1998. Aliás, nessa portaria há uma listagem de produtos divididos em categorias por grau de periculosidade.

Importação de medicamentos – Saiba como funciona

A importação de medicamentos se tornou uma ideia lucrativa para muitas empresas do Brasil. No entanto, é preciso levar em conta todo o processo para estar dentro da legislação e das recomendações da Anvisa.

Criamos um conteúdo que vai trazer os pontos mais importantes de como fazer essa comercialização internacional. Inclusive, curiosidades. Sabia que os Estados Unidos não são os nossos principais fornecedores? Nem mesmo a China! Continue lendo e saiba tudo!

A importação de medicamentos no Brasil

Em 2019, os medicamentos ficaram no TOP 10 do ranking das importações brasileiras. Depois, com a pandemia da Covid-19, a atividade aumentou ainda mais. Com isso, também cresceu o interesse de pessoas e empresas em fazer a compra internacional de remédios.

O que se explica pelo fato de que o Brasil é um país que produz poucas substâncias como essas quando comparado a outras nações. Assim, buscar o mercado internacional se torna uma ideia para o abastecimento da demanda interna.

importação de medicamentos

É uma oportunidade de negócio. Com base no ComexStat, o nosso país importa a maior parte da:

  1. Alemanha (16%), 
  2. Estados Unidos (14%), 
  3. Suíça (13%), 
  4. China (9,2%) e 
  5. Bélgica (7,9%). 

Depois, vem países como: Itália, Irlanda, Dinamarca, Índia e França.

Esse é um dado interessante porque diferente de outros produtos, na área de medicamentos não é a China que é o nosso principal parceiro comercial.

Além disso, há outro ponto que precisa ser considerado nas atividades internacionais com remédios: os impostos. Atualmente, eles variam de 0% até 14% dependendo de alguns fatores e da criação de medidas governamentais.

Desde o boom do Coronavírus, o Governo Federal tem reduzido as tarifas de vários remédios, chegando a zerar uma boa parte deles. É o caso do xarope de frutose, cloreto de sódio puro, álcool etílico, ácido láurico, dipirona, omeprazol, entre outros.

Como importar medicamentos 

Para fazer a importação de medicamentos a regra é: seguir as normas e os trâmites legais junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). 

Temos um texto que menciona a importação a partir da regularização desse órgão e abaixo separamos as principais etapas para fazer essa atividade de importação. Confira!

O controle de importações da Anvisa

A primeira parte é levar em conta a legislação. O Regulamento Técnico de Bens e Produtos Importados para fins da Vigilância Sanitária é o principal documento. Ele é representado pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 81/2008.

O procedimento 5.3 traz o tema da importação de medicamentos em geral, com a Licença de Importação (LI) no Siscomex. E diz também que o importador precisa ter a AFE (Autorização de Funcionamento).

A criação dos Postos de Vigilância Sanitária

A partir de abril de 2018, a Anvisa mudou a sistemática da alfândega dos remédios. Assim, nasceu a Orientação de Serviço 47/Dimon. A ideia foi criar postos de Vigilância Sanitária Únicos por assuntos.

Atualmente, os produtos podem ser analisados por um dos quatro postos da Anvisa, sendo:

PAFPS – Posto de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados em Produtos para Saúde

PAFME – Posto de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados em Medicamentos

PAFAL – Posto de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados em Alimentos

PAFCO – Posto de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados em Cosméticos, Saneantes, Higiene e Outros

Ou seja, todos os medicamentos importados são avaliados pelo PAFME.

O processo eletrônico de importação

Junto com os postos, veio o conceito da digitalização, tornando o processo totalmente eletrônico. Para isso, o Portal Único Siscomex. Existe uma cartilha da Anvisa com um passo a passo e orientações gerais para o envio eletrônico dos documentos.

Ele ensina tudo sobre como registrar a Licença de Importação (LI), anexar a Petição Primária, acessar a Caixa Postal do importador, preencher os formulários e até mesmo efetuar o pagamento da Guia de Recolhimento da União (GRU).

A documentação para importar remédios

Ainda durante o processo, leve em conta os documentos necessários para a atividade. Todos devem estar anexados no Portal Siscomex. Entre eles:

  • Petição para Fiscalização e Liberação Sanitária
  • Extrato da Licença de Importação
  • Fatura Comercial
  • Conhecimento da Carga Embarcada
  • Laudo Analítico de Controle de Qualidade
  • Declaração do Detentor do Registro

Também deve ser de seu conhecimento, enquanto importador, que após a análise da LI, a Anvisa pode exigir novas informações, esclarecimentos ou documentos pertinentes ao risco do processo de importação. O prazo para o cumprimento da exigência é de 30 dias.

Quanto ao indeferimento da LI, a partir da RDC 204/2005, a falta de informação ou documentação pode levar a esse fim. Assim como o enquadramento incorreto ou o não cumprimento do prazo legal.

Curiosamente, em 2019, saiba que mais de 28% dos motivos de indeferimento teve a ver com a ausência de documentos e a segunda maior parte (23%) teve relação com os códigos incorretos da petição. Temos um artigo sobre como evitar as multas na importação.

importação de medicamentos

Qual é o custo para importar medicamentos

O valor para importar os medicamentos dos Estados Unidos, da Alemanha, da China e outros lugares vai depender do porte da empresa. E isso está descrito na RDC 222/06, que traz reduções na TFVS como:

  • 15% para empresas de grande porte
  • 30% a 60% para empresas de porte médio
  • 90% para pequenas empresas (EPP)
  • 95% para microempresas

A TFVS é a Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária, que é um tributo cobrado das empresas nos processos regulatórios. Ela deve ser paga através da GRU.

Com relação à tabela de valores da importação de medicamentos, também é preciso se atentar a RDC 198/17, que tem a ver com a quantidade de itens. Veja:

  • Até 10 itens – R$ 177,29
  • De 11 até 20 itens – R$ 354,58
  • De 21 até 30 itens – R$ 531,87
  • De 31 até 50 itens – R$ 1.772,90
  • De 51 até 100 itens – R$ 3.545,80

Essa taxa deve ser paga antes do peticionamento de qualquer solicitação feita à Anvisa.

Mais sobre a importação 

Sabemos que escolher o melhor modal para sua operação logística é um desafio. Nós da DC de auxiliamos nesse processo, mas resolvemos criar um material que vai te ajudar a entender quais características devem ser consideradas nessa escolha:

Você pode acessar outros conteúdos gratuitos em nosso site. Caso queira falar com um dos nossos especialistas, é só clicar aqui.  

 

Importar dos Estados Unidos: o que você precisa saber?

Importar dos Estados Unidos é um desejo de muitas pessoas, por diversos motivos, tais como, a vantagem de encontrar grandes marcas a valores mais acessíveis. Outro fator é que devido a questões políticas e econômicas, certas marcas não chegam a se alocarem no Brasil, tornando a importação uma alternativa para adquirir bens de consumo.

Ademais, esse interesse impulsiona também o comércio nacional, que busca lucrar com as vantagens de obter itens do segundo maior nome de exportação no mundo, perdendo apenas para a China. Com isso, a oportunidade é de alavancar os negócios, reduzir custos, diversificar a produção e ter menos instabilidade econômica.

Entretanto, para que tudo ocorra da melhor forma possível, é importante estar atento a alguns passos que tornam a importação mais eficiente. Isso é útil para te distanciar dos problemas mais comuns, entender etapas que podem ser cruciais e ainda evitar gastos na operação.

Fique tranquilo, pois, neste conteúdo, você verá como realizar esse processo, de modo a ter clareza dos principais pontos que você precisa saber, as especificidades do mercado, documentação necessária e muito mais. Continue a leitura e confira!

O que você precisa saber para importar dos Estados Unidos?

Para importar dos Estados Unidos com máxima eficácia, garantindo que você desfrute dos benefícios sem dores de cabeça, é essencial saber algumas informações. Assim, será mais fácil ter acesso aos diferenciais competitivos com produtos de qualidade, que, certamente, contribuirão para a sua estratégia de posicionamento e, consideravelmente, de vendas.

Apesar de envolver questões financeiras e jurídicas, que precisam ser analisadas, no intuito de evitar desorganização e falhas, o avanço tecnológico cooperou para tornar tudo mais simples. Deste modo, você pode se programar para ajustar cada detalhe antecipadamente e ter uma maior segurança quanto a isso.

Prova disso é o volume de importações entre Brasil e EUA no último ano. No ano de 2020 elas geraram uma receita de US$ 27,9 bilhões. Nos últimos 5 anos o volume de operações tem crescido e no ano de 2021 devem superar as expectativas atingindo um aumento de 29,8% nas importações.

Entenda a cultura de negócio

Um bom negócio internacional passa também pelo entendimento da cultura local. Relações comerciais saudáveis estão relacionadas ao quanto as partes se conhecem. Aqui vai além das referências comerciais, mas sim entender os objetivos de cada um, a maneira como preferem negociar, o perfil das partes como empresários e mais.

É preciso primeiramente lembrar que a cultura americana se diferencia muito das demais na questão do individualismo e na objetividade, e isto é o que causa muitas vezes situações desafiadores para as demais culturas. Veja alguns pontos:

  • Os americanos abrem empresas focando no lucro, sendo assim, o dinheiro é muito importante, e é fator primordial na tomada de decisões;
  • Aplicação restrita às regras formais, sem muita atenção ao contexto. Independente do interlocutor, a política da empresa tende a ser sempre seguida;
  • Se prendem a pontualidade e agendamentos, onde o tempo é extremamente escasso e vale muito, sendo assim não pode ser desperdiçado;
  • Concentram-se em realizar uma tarefa de cada vez e sequencialmente. Possuem impulso pela velocidade sobre perfeição e resultados concretos.

Faça uma pesquisa de mercado

O primeiro passo que você deve seguir é fazer uma pesquisa de mercado, visando obter maior clareza quanto às suas necessidades e como elas podem ser solucionadas ao importar dos Estados Unidos. 

Avalie preços, possíveis aspectos de valorização dos seus itens em relação à concorrência, quantidade da mercadoria e variações no valor final comparado ao Brasil. Essa é a hora do planejamento, então aproveite para anotar os tópicos que mais te atraem para se certificar da sua decisão.

No primeiro semestre desde ano os principais produtos importados foram: 

  1. Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos): 
  2. Motores e máquinas não elétricos, e suas partes (exceto motores de pistão e geradores)
  3. Gás natural, liquefeito ou não
  4. Demais produtos – Indústria de transformação (insumos)
  5. Medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários
  6. Aeronaves e outros equipamentos, incluindo suas partes

Se atente à escolha dos fornecedores 

Hoje os Estados Unidos representam 17,6% de todas as importações brasileiras. Apesar deste número indicar uma alta credibilidade do mercado, a escolha dos fornecedores é uma das etapas mais relevantes, com o poder de impactar diretamente no sucesso do seu negócio.

Por isso, você deve dedicar tempo e cautela para encontrar uma fonte de boas condições, tanto de qualidade quanto de preço. 

A dica aqui é se informar sem medo, observando comentários, o que dizem sobre a entrega, quais são os meios para contato e como funciona o frete.

Habilitação de importador 

Se você deseja importar dos Estados Unidos, precisa obter sua habilitação de importador pela Receita Federal. Basta comparecer com os documentos necessários e solicitar a habilitação de acordo com o seu tipo de negócio. 

Assim, você estará autorizado a acessar o SISCOMEX — Sistema Integrado de Comércio Exterior. Ele é responsável por aumentar a transparência e a eficiência nos processos e controles de exportações e importações, o que é imprescindível. 

Modalidade de frete 

O seu planejamento precisa ser completo, então é importante escolher também como será feita a logística de frete a ser optada. Quanto a isso, trate de ir atrás de um frete eficiente, confiável e que se enquadre no seu orçamento. As modalidades são diversas, sendo a mais comum a courier, que também é a com o valor mais elevado. 

Porém, é a que tem a entrega mais rápida, em até 7 dias. Se possível, eleja uma empresa que ofereça um código para o rastreamento da carga, pois assim você consegue acompanhar todo o percurso dos seus produtos.

No entanto, segundo alguns levantamentos apontam um volume maior o transporte marítimo entre Brasil e Estados Unidos, isso muito relacionado ao volume e especificações da carga.  

Isso se deve principalmente pela abundância de “portos secos” distribuídos por todo o país e ligados por ferrovias. Neste, há possibilidade de realizar um embarque FOB em um porto que não tem saída para o mar.

Suporte de despachantes ou agentes de carga 

Contar com o suporte de despachantes ou agente de carga é valoroso nas operações logísticas, desde a saída do país americano, passando pelos processos aduaneiros, até sua chegada no Brasil. 

Nestes caso, não se esqueça de procurar por nomes experientes no mercado e realize cotações. Se preferir, busque ainda ajuda referente aos trâmites legais da importação, sobretudo, se é a sua primeira vez em negociações desse tipo.

Documentação e licenças requeridas

As autoridades alfandegárias dos Estados Unidos e do Brasil, regulamentam todos os processos de importação, requerendo documentações e licenças que precisam estar em dia.

Para ter certeza se os seus itens precisam de alguma licença, a recomendação é acessar o site da Receita Federal, que dispõe de um simulador para identificar isso.

E então?

Como vimos neste conteúdo, importar dos Estados Unidos pode ser uma ótima opção para o seu negócio, principalmente, se você tem clareza quanto às suas necessidades. De resto, basta seguir as recomendações disponíveis ao longo da leitura, visando garantir a segurança das suas operações e se distanciar dos problemas.

Conte com o nosso apoio e obtenha uma logística integrada de alta performance. Com isso, você poderá desfrutar do trabalho de profissionais aptos a gerenciar, transportar, armazenar e distribuir sua carga de forma eficiente e segura.

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Você sabe como aconteceu a primeira importação aérea no Brasil?

Você sabe como aconteceu a primeira importação aérea no Brasil?

A história da aviação no Brasil se iniciou e atravessou inúmeros processos até chegar no que é hoje. A primeira importação aérea no Brasil ocorreu na década de 1920, com a fundação da Viação Aérea Rio Grandense, a Varig. Quanto a isso, eram transportadas caixas de madeira, documentos postais, roupas, entre outros.

Nesse início, a logística ainda era muito simplista e, somente com o passar dos anos houve um avanço no setor fomentado pela tecnologia. Esse fator, certamente, foi um grande ponto para a mudança que seria operada continuamente, gerando rupturas com o passado.

Neste conteúdo, você verá mais detalhes dessa história presente nas memórias do país, o que é importante para agregar ainda mais conhecimento para quem lida diariamente com o assunto. Continue a leitura e confira!

Como foi a primeira importação aérea no Brasil?

A primeira importação aérea no Brasil foi realizada pela Varig, a primeira companhia aérea nacional, se tornando, inclusive, a maior do país, reconhecida mundialmente pela sua qualidade. A operação era da Linha da Lagoa, que ligava Porto Alegre a Pelotas e Rio Grande.

O primeiro passageiro foi o senhor Guilherme Gastal, no experimental primeiro voo, feito a uma altitude de 20 a 50 metros da água, a uma velocidade de 160 km/h.

No que se refere ao tempo da viagem, entre Porto Alegre e Pelotas, ela levou uma média de duas horas, e o voo entre Pelotas e Rio Grande, 20 minutos. Nessa época, as limitações da tecnologia eram altas, sobretudo pelo fato de o capital brasileiro ainda ser muito recente, com poucas habilidades no quesito financeiro.

Na prática, isso fazia com que as empresas brasileiras não tivessem tanta visibilidade, dando um maior destaque para a atuação de companhias estrangeiras entre os anos de 1920 e 1930. Neste ano, era inaugurado o Aeroporto Santos Dumont, localizado no município do Rio de Janeiro, sendo ele um dos mais movimentados do Brasil. Um dos fatores para isso, se deve à sua localização bem estruturada, próxima ao centro da cidade.

Não obstante, entre 1943 e 1945, mais precisamente, se iniciava uma expansão no setor aéreo, havendo a criação de diversas empresas de transporte. Vale mencionar que isso só foi possível devido à facilidade de adquirir aviões que haviam sido usados durante a Segunda Guerra Mundial para transportar tropas.

Ademais, como tais aviões não apresentavam tantos recursos, isso contribuía para que os seus preços fossem consideravelmente reduzidos. Com isso, muitas aeronaves, sobretudo, norte-americanas, foram compradas por valores acessíveis, em bom estado e com boas condições de financiamento. Deste modo, até a década de 1960, várias empresas foram criadas.

Movimentação de cargas no país

Na lista dos principais aeroportos de movimentação de carga no Brasil, temos: Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Galeão (RJ), Eduardo Gomes (AM) e Afonso Pena (PR). No que se refere ao Santos Dumont, ele foi o primeiro aeroporto totalmente de caráter civil inaugurado em terras brasileiras.

Enquanto isso, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, em proporção, é o maior não só do país, mas também da América do Sul, e o segundo mais movimentado da América Latina em número de passageiros transportados, perdendo apenas para o Aeroporto Internacional da Cidade do México. 

É utilizado, principalmente, aeronaves de passageiros, já que há um elevado número de companhias. Por isso, mesmo havendo voos específicos para o transporte de cargas, é comum ver produtos sendo despachados em aeronaves de passageiros.

É válido também citar que o mercado de carga aérea possui dois tipos de segmentos: o de remessas expressas, que abrigam pequenas encomendas, tais como documentos, e o de cargas, útil para transportar pesos maiores e com objetivos comerciais.

Para não haver necessidade de desembaraço alfandegário, assim como estar apta a se enquadrar no regime em questão, é fundamental que as mercadorias não ultrapassem o valor máximo de US$ 5 mil na exportação e de US$ 3 mil na importação.

Como ocorre a importação aérea hoje?

Décadas e mais décadas se passaram desde a primeira importação aérea, o que, obviamente significa a evolução em muitos aspectos, agregando uma maior experiência ao consumidor, sendo possível oferecer melhores serviços, com mais opções e preços cabíveis para diferentes públicos.

Hoje, o processo de importação permite o rápido recebimento de mercadorias, com agilidade e eficiência, além de muito mais segurança. 

Outro ponto marcado pelos avanços diz respeito à capacidade de rastreio das encomendas, que pode ser feita de forma virtual.

A seguir, veja alguns procedimentos necessários referentes à apresentação de documentos para concretizar a importação aérea:

  • Declaração de Importação (DI);
  • Packing List ou Romaneio de Carga;
  • Fatura Comercial ou Commercial Invoice;
  • Conhecimento de Embarque

E então?

Como vimos neste conteúdo, desde a primeira importação aérea, muitas mudanças ocorreram, inclusive, no campo tecnológico, o que impactou diretamente a logística do setor. O resultado disso foram operações mais eficientes, ágeis, diversas, baratas e seguras.

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O que você precisa saber para realizar uma importação aérea segura e eficiente

O que você precisa saber para realizar uma importação aérea segura e eficiente

Realizar uma importação aérea segura e eficiente é fundamental e precisa ser uma preocupação de quem atua no segmento. 

Isso porque, apesar de o modal marítimo ainda ser o responsável pela maior locomoção de cargas no mundo, os aviões também têm expressivo valor, por inúmeros motivos como, por exemplo, a segurança envolvida no processo.

Sobretudo para quem lida com cargas altamente frágeis, este se torna um modal relevante para que não hajam danos com as mercadorias, fazendo com que elas cheguem ao seu destino em perfeito estado. Esse certamente é o seu desejo, certo?

Portanto, você precisa prestar bastante atenção em cada item indispensável para que a sua importação ocorra como esperado. De todo modo, na lista de vantagens do modal aéreo, é possível encontrar agilidade, capacidade de rastreio e algumas variações de serviços, que devem se adequar às suas necessidades.

Neste conteúdo, você verá tudo o que é imprescindível para realizar uma importação área segura e eficiente, incluindo tópicos cruciais que não podem passar despercebidos na operação. Continue a leitura e confira!

Pontos essenciais para ter uma importação aérea segura

O que você precisa saber para realizar uma importação aérea segura e eficiente

Atenção à legislação

Após decidir qual será a forma de transporte para o seu negócio, é hora de garantir clareza acerca da legislação que viabilizará a viagem. Essa é a maneira mais assertiva de evitar problemas que apenas trarão dor de cabeça.

Para quem embarca cargas perigosas, o foco deve estar na IATA – Associação Internacional de Transportes Aéreos, que faz a regulamentação. Ela observa aspectos como peso e limite de altura permitido, além de embalagens. Por isso, trate de averiguar se cada passo está sendo devidamente cumprido antes de encaminhar as mercadorias à triagem.

Já em um âmbito geral, saiba que a lei voltada para a certificação e detalhamento de importação é a IN SRF nº 102/1994. Assim, vale a pena ler o artigo que “disciplina os procedimentos de controle aduaneiro de carga aérea procedente do exterior e de carga em trânsito pelo território aduaneiro”, no intuito de conferir se tudo se enquadra na lei.

Tenha a documentação necessária em mãos

Outro ponto que requer máxima atenção se refere aos documentos necessários para uma importação área segura. Os principais são:

Quanto ao Licenciamento de Importação, ele pode ou não ser uma exigência, basta consultar o Simulador de Tratamento Administrativo de Importação do Sistema do Siscomex.

O que você precisa saber para realizar uma importação aérea segura e eficiente

Caso você descubra que ele é uma exigência, deverá realizar a emissão sob a anuência do órgão brasileiro competente, que você identifica no próprio simulador.

Agora, se o licenciamento não for uma necessidade, basta fazer o registro da Declaração de Importação (DI) e verificar se a operação almejada se alinha aos termos dos artigos 14 e 15 da Portaria Secex nº 23/2011.

Avalie a urgência da carga e as especificações das mercadorias

Para a escolha do serviço de frete, você deve ter em mente que ele varia conforme a urgência da carga e as especificações das mercadorias.

Nesse sentido, é útil estabelecer um tempo para chegar ao destino pretendido com base no seu modelo de negócio e atual momento. 

Após essa etapa, é importante ter clareza quanto ao que será locomovido no transporte, pois isso auxilia em uma escolha realmente inteligente.

Geralmente, as importações e exportações são executadas em voos comerciais, no compartimento de cargas da aeronave, através do serviço PAX (Passenger Aircraft). Entretanto, a utilização dele exige que a mercadoria respeite diversos requisitos impostos pelo IATA.

O que você precisa saber para realizar uma importação aérea segura e eficiente

Ao optar por determinado contrato, você pode escolher o serviço com o prazo de entrega que mais faça sentido para você, tendo em vista aquela já conhecida regra de que os títulos “express” são mais caros, mas também mais rápidos e os títulos “standard”, mais procurados. Nesta opção, as mercadorias são abrigadas no próximo voo com espaço hábil.

Fique atento aos procedimentos logísticos de importação área

Além de tudo que você viu até aqui, para uma importação aérea segura, não se esqueça de se informar a respeito dos procedimentos logísticos necessários.

Com isso, é de grande valor ter em mãos, no ato do processo, o documento de Conhecimento de Embarque, já mencionado anteriormente, pois ele comprova o recebimento da mercadoria na origem.

Outro procedimento necessário é a execução do Termo de Entrada pela Receita Federal, que funciona como uma afirmação da chegada da carga no recinto alfandegado sob a jurisdição da URF (Unidade da Receita Federal) de despacho.  

Ao concretizar a viagem, a carga é direcionada para o Terminal TECA (Terminal de Cargas) do aeroporto em questão para ao fim haver a etiquetagem com o código de barras.

Nesse ínterim, antes do armazenamento da carga, é feita a verificação da quantidade de volumes, peso, embalagem, natureza, etc, com o objetivo de confirmar se está alinhada ao disposto no Conhecimento de Embarque. 

Somente assim, há a liberação para que a companhia aérea faça o tratamento específico das mercadorias e coloque-as nos locais corretos.

E então?

Como vimos neste conteúdo, conseguir realizar uma  importação aérea segura é uma prática totalmente possível, tendo como norte essencial o cumprimento das medidas cabíveis.

Entretanto, ficou claro que muitos processos e documentos são necessários para que toda a operação ocorra dentro do planejado. 

Caso você a sua empresa não tenha tempo hábil para dedicar a esses pontos tão essenciais para uma logística de qualidade, saiba que um agente de carga pode viabilizar o processo, mantendo você informado sobre as etapas em tempo real.

Por fim, pensando em ajudar você ainda mais, preparamos um guia totalmente gratuito com o passo a passo que vai garantir que a sua mercadoria chegue ao país de forma segura e dentro das leis

Entenda como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir nas suas operações logísticas!

Entenda como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir nas suas operações logísticas!

Muito se fala sobre a Certificação OEA (Operador Econômico Autorizado) e sua valorização na logística internacional. Mas, você sabe como ela influencia em operações de importação e exportação?

A Certificação OEA qualifica os profissionais que atuam no Brasil para elevar o fluxo do comércio exterior e este reconhecimento atesta fatores como a agilidade dos processos, a segurança e credibilidade no setor e a qualidade das operações.

Ou seja, para conquistar a Certificação OEA, é importante atender à rígidas exigências da cadeia logística. E quando estes não são cumpridos corretamente, suas operações podem ser prejudicadas.

Então, aqui você vai entender melhor como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir com suas operações, promovendo um fluxo logístico que atenda prazos e suas necessidades com máxima confiança. Confira!

Tudo o que você precisa saber sobe a Certificação OEA

Para começar, entenda o que é o Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado. De acordo com definição do Siscomex, esta é “uma medida fundamental para a facilitação dos procedimentos de controle do fluxo de mercadorias, tanto no país, quanto no exterior”.

O programa concede benefícios de acordo com a modalidade da certificação, a função do operador na cadeia logística ou o grau de conformidade aferido.

Então, após comprovar o cumprimento dos requisitos e critérios do programa, o operador recebe a Certificação OEA e torna-se um parceiro estratégico da Receita Federal. Assim, é possível atestar que o beneficiado por este reconhecimento é um operador que:

  • Atua com baixo risco;
  • É confiável;
  • Tem benefícios junto a Aduana Brasileira;
  • Trabalha com maior agilidade;
  • Garante maior previsibilidade de suas cargas nos fluxos do Comex.

O programa brasileiro baseia-se nos padrões internacionais, reconhecidos pela Organização Mundial de Aduanas (OMA) e pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Sendo assim, a Certificação OEA dialoga com programas de outros países, como Estados Unidos e China. Isso permite  o tratamento diferenciado aos exportadores certificados do Brasil, aplicado ao realizar o desembaraço da mercadoria na importação, por exemplo.

Entenda como um agente de carga com Certificação OEA pode contribuir nas suas operações logísticas!

A certificação OEA dialoga com programas de outros países, garantindo benefícios aos operadores também no exterior.

Como a certificação OEA beneficia as importações e exportações

Ainda segundo o Siscomex, a Certificação OEA contribui com a concessão de benefícios para facilitar os procedimentos aduaneiros, tanto no país, quanto no exterior.

Por isso, o agente de carga pode garantir maior agilidade nos procedimentos aduaneiros e de controle físico por órgãos anuentes. E, assim, contribui para a redução de prazos e custos das empresas que operam no comércio exterior.

O que você tem a ganhar com um operador OEA na sua logística internacional?

Conforme listado pelo portal FazComex, um operador OEA pode agregar muitas vantagens às operações de comércio exterior. Estas são algumas das principais:

  • As vantagens da certificação contribuem para operadores atuarem por seus negócios com mais agilidade e melhor previsibilidade;
  • Além disso, quanto mais operadores buscarem aderir ao programa, melhor será a qualidade dos serviços logísticos oferecidos para a sua importação e exportação;
  • O programa permite a criação de ARM (Acordos de Reconhecimento Mútuo), que aumentam a valorização dos interesses dos negócios nacionais nas operações internacionais;
  • Ainda possibilita uma modernização das operações aduaneiras, cuja expansão tecnológica resulta em mais segurança para suas movimentações.
  • E os operadores OEA garantem melhores resultados às suas negociações, pois só recebem a certificação quando atendem exigências de alto nível, para garantir o alcance de seus objetivos;
  • Isso diminui os riscos ao importar e exportar e contribui com o melhor andamento da cadeia logística no geral.

Todavia, isso só é alcançado quando os operadores atendem às expectativas da Receita Federal. As principais delas, também compartilhadas pelo FazComex, são:

  • Verificar constantemente a segurança das operações por meio da observação e documentações;
  • Garantir a consistência e continuidade dos processos documentados;
  • Buscar o constante aumento da automação, adaptabilidade e eficiência da logística internacional;
  • Comprometimento com a confiabilidade, por meio de realização de auditorias e testes, tanto internos, quanto externos, para prestação de contas e checagens;
  • Suporte de alta administração, focado em melhorias contínuas e no fornecimento de recursos adequados para os clientes.

Na DC Logistics Brasil, nós somos OEA!

O comprometimento e confiabilidade fez a DC Logistics Brasil ser reconhecida pela Receita Federal Brasileira como operador logístico com certificação OEA. Ela foi oficializada e publicada no Diário Oficial da União em 26 de dezembro de 2017.

Portanto, isso nos possibilita garantir a segurança, confiabilidade e eficiência que você precisa para suas operações de comércio exterior. Logo, esta certificação reforça a nossa credibilidade e comprova a qualidade do nosso trabalho.

E se você quer contar com nossa expertise, qualidade e segurança em todas suas operações, clique abaixo e solicite uma cotação de frete conosco sem compromisso!

Cotação DC Logistics Brasil

FONTES:

Siscomexhttp://siscomex.gov.br/informacoes/operador-economico-autorizado-oea/

Receita Federalhttps://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/importacao-e-exportacao/oea, https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/importacao-e-exportacao/oea/beneficios-do-programa-oea