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Demandas do comércio exterior são prioridade para o Governo Federal

A política de comércio exterior cada vez mais se posiciona no centro da agenda e as demandas do setor são prioridades para o governo brasileiro. É o que garantiu o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, no Business Interaction Group (BIG Brazil), em Davos, na Suíça. O evento faz parte da agenda do Fórum Econômico Mundial. “Não tenho dúvidas de que o caminho para a retomada do crescimento econômico passa pelo reposicionamento do comércio exterior em direção ao centro da agenda. O setor externo é parte imprescindível de uma estratégia consistente de desenvolvimento econômico a médio e longo prazo”, analisou.

Marcos Pereira afirmou que os resultados de 2016 foram encorajadores e citou como exemplos o superávit comercial inédito de US$ 47 bilhões, o crescimento das exportações de industrializados e o recorde no número de empresas exportadoras. “Com o objetivo de intensificar nossa participação nos fluxos de comércio e investimentos globais e para que nossas empresas ganhem escala e produtividade, o governo busca ativamente reforçar o engajamento do Brasil nas negociações de acordos comerciais”.

O ministro destacou que o principal projeto do governo é o Portal Único de Comércio Exterior, que tem como objetivo o redesenho completo dos fluxos de exportação e de importação no Brasil, com a consequente redução de prazos e custos em ambos os processos. O posicionamento do Governo Federal é essencial para o crescimento do setor logístico brasileiro frisa o Gerente de Operações da DC Logistics Brasil, Bruno Souza. “É importante saber o que está sendo feito. Na oportunidade, o ministro falou sobre a ampliação temática dos acordos, com a inclusão nas negociações de disciplinas como compras governamentais, serviços e investimentos. Citou ainda os avanços nas negociações dos Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFIs) e as 47 ações antiburocracia lançadas recentemente pelo MDIC. Esperamos que todas essas ações contribuam para o desenvolvimento do mercado”, avalia Bruno.

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