Vale a pena importar por Santa Catarina?

Vale a pena importar por Santa Catarina?

Importar por Santa Catarina é uma decisão extremamente vantajosa para os mais diversos perfis de negócios que atuam no comércio exterior. 

Além de contar com preços competitivos e um desembaraço aduaneiro mais ágil, o estado é o que mais possui portos ativos em todo o Brasil.

Descubra, a seguir, como se encontra o cenário de importações catarinenses e veja quais são os principais benefícios garantidos por quem opta importar por Santa Catarina. 

Em seguida, confira também as principais características dos portos do estado, que merecem destaque especial dentre os demais modais que serão abordados ao longo do artigo!  

Importar por Santa Catarina: qual é o cenário?

Com um investimento somado de US$ 16,907 milhões entre os meses de janeiro e dezembro do ano passado, as importações feitas em Santa Catarina cresceram uma média de 9,29%. 

Tendo como base apenas dezembro de 2019 já é possível perceber como esse crescimento foi acentuado, já que as importações subiram cerca de 8% durante o mês. 

Os dados foram divulgados pelo portal NSC Total, que ainda destacou que os principais itens importados foram carros, cobre refinado, fios de filamentos sintéticos, polímeros de etileno e pneus de borracha.

Só essas 5 mercadorias foram responsáveis por quase 15% das importações catarinenses, que vieram majoritariamente da China, Argentina, Estados Unidos, Chile e Alemanha. 

Para se ter uma ideia da participação desses países, é possível tomar como base a importação de veículos, que foi a mais relevante no estado, com um crescimento de 32% no ano passado.  

Segundo outra matéria do NSC Total, a China liderou esse mercado com 35,9% de participação, seguida por Argentina, com 8,8%, Estados Unidos, com 6,58%, e Alemanha, com 5%. 

O destaque entre todo o desempenho é para a Argentina, que teve um maior número de veículos fabricados no país entrando nos portos de Santa Catarina em relação a levantamentos anteriores!  

Agora que você já sabe como o cenário é positivo para as empresas que optam importar por Santa Catarina, confira no próximo item quais são os fatores que tornam as transações tão vantajosas no estado. 

Por que é vantajoso importar por Santa Catarina?

Além de contar com diversos incentivos tributários e fiscais, o estado desfruta de uma infraestrutura única, capaz de agilizar as importações, facilitar o desembaraço aduaneiro e tornar as transações mais baratas. 

Confira os principais fatores estruturais que destacam o território catarinense dentre os demais para receber importações: 

Aeroportos

Aeroportos

Santa Catarina conta com três terminais de cargas aéreas que merecem destaque:

  • Florianópolis, que movimentou mais de 5,8 mil processos de importação e R$ 476 milhões de reais em valores de mercadorias nacionalizadas em 2017
  • Navegantes, que operou mais de 5,3 mil toneladas de cargas em 2019
  • Joinville, que movimentou mais de 2,2 mil toneladas de cargas em 2017. 

Em Florianópolis, o Aeroporto Internacional Hercílio Luz conta com uma política de incentivo marcante na área, praticando preços competitivos para cargas aéreas e garantindo uma liberação aduaneira extremamente agilizada. 

Ferrovias

Para as operações logísticas que demandam transportes ferroviários, Santa Catarina também dispõe de uma infraestrutura significativa. 

Os serviços ferroviários são ligados à malha principal brasileira, com os portos de Rio Grande e Paranaguá, com as malhas Uruguaia e Argentina, com o Porto de São Francisco do Sul e com a região carbonífera até o Porto de Imbituba. 

Quem opera as movimentações são duas concessionárias, a Ferrovia Tereza Cristina (FTC) e a América Latina Logística (ALL). 

A primeira conta com 164 km e liga a região Sul ao Porto de Imbituba. A segunda, por sua vez, apesar de ser representada pelo maior operador logístico da América Latina, só tem acesso ao Porto de São Francisco do Sul. 

Apesar de importantes, as ferrovias carregam apenas 7% das cargas catarinenses, muito por conta da falta de ligação direta com os portos. 

Fronteiras secas

Para transportes rodoviários, as importações realizadas pela Argentina são as mais significativas, já que Santa Catarina tem divisa direta com o país. 

A fronteira seca em que os produtos entram e saem do território argentino é na cidade de Dionísio Cerqueira. 

O estado também pode ser acessado pelo extremo oeste, nas aduanas de São Miguel do Oeste. Também é comum que as movimentações sejam parcialmente feitas pelo estado vizinho, na cidade paranaense de Santo Antônio do Sudoeste. 

Portos

Além de ser o estado com mais portos ativos no país, Santa Catarina é o único estado com 3 representantes entre o ranking dos 20 principais portos brasileiros. 

Juntos, os serviços dos portos de Itajaí, São Francisco do Sul, Imbituba, Navegantes e Itapoá movimentam aproximadamente 14 milhões de toneladas todos os anos. 

A infraestrutura portuária catarinense permite que navios de até 45 mil toneladas acessem os portos. 

Por meio de uma série de investimentos públicos e privados para a adaptação de canais, eventualmente embarcações ainda maiores podem realizar operações de grande porte. 

As movimentações são feitas majoritariamente por contêineres, mas alguns portos também permitem cargas a granel. 

Os portos catarinenses merecem destaque especial, já que representam o ponto mais vantajoso para quem deseja importar por Santa Catarina em termos de infraestrutura. Saiba mais sobre eles no próximo item. 

Quais as principais características dos portos do estado?

Entre as características mais marcantes dos portos catarinenses, é possível destacar:

  • O Complexo Portuário de Itajaí, considerado um dos principais do Brasil, inclui o Porto Público de Itajaí, que é administrado pelo município, e diversos terminais portuários privados. O porto é a principal opção para os importadores catarinenses e ocupa a terceira posição no Ranking Nacional de Exportação de Contêineres. É próximo dos acessos rodoviários da BR 101 e BR 470, além de ser próximo do aeroporto de Navegantes; 
  • O porto de Itapoá também é privado. Considerado um dos terminais mais eficientes e ágeis de toda a América Latina, ele também é um dos mais relevantes para movimentações de cargas conteinerizadas. O seu acesso marítimo é pela Baía de Babitonga. Já os acessos rodoviários ocorrem pela SC 416, que é ligada à BR 101.
  • O porto de Navegantes é privado, possui área total de 400 mil m² e tem uma capacidade estática de armazenagem de 30 mil TEUs. Além de Navegantes contar com aeroporto, os seus acessos mais significativos são pelas rodovias BR 101 e BR 470;
  • O porto de São Francisco do Sul é administrado pelo governo do estado e operado junto com o terminal privado Babitonga. Ele recebe mais de 50% das movimentações do estado e é o principal porto graneleiro. Além do acesso rodoviário pela BR 280, ele tem ligação ferroviária com São Paulo, Porto Alegre e com o estado do Paraná. Ele também é próximo dos aeroportos de São Francisco do Sul, Joinville e Navegantes; 
  • O porto de Imbituba também é administrado pelo governo catarinense. Seu cais de 300 metros de extensão garante uma grande capacidade de armazenamento. Além do acesso rodoviário, via BR-101, ele também é próximo da Ferrovia Tereza Cristina, que o liga com a cidade de Criciúma.

E então?

Você viu que apresentamos alguns pontos muito relevantes principalmente relacionados à estrutura do estado para efetuar importações.

Nesse sentido, ele é extremamente importante, já que toda a questão logística acaba sendo favorecida pelos modais que podem ser trabalhados do início ao fim de um transporte.

Diante deste leque de opções, contar com um agente de carga é o melhor caminho, já que além da expertise de mercado, ele conta com parceiros e experiência para entender qual modal e trajeto será o mais adequado para a sua carga.

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