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Guia do Novo Processo de Importação (NPI)

O Novo Processo de Importação (NPI) surgiu com o objetivo de mudar e revolucionar a maneira com que os produtos são importados no Brasil. Todas as empresas que participam desse processo estão envolvidas, independente do porte ou do setor.

A nossa estrutura da NPI fez surgir a DUIMP. Mas, como vai funcionar a DUIMP? Ela é a Declaração Única de Importação e vai usar a tecnologia da Era Digital para otimizar todo o fluxo de cadastros, evitando o retrabalho. O foco é otimizar as operações de importação.

As informações cadastradas estarão disponíveis para vários órgãos ao mesmo tempo, o que vai permitir mais agilidade em cada uma das etapas da importação e na liberação dos produtos.

O grande instrumento do NPI é a DUIMP. Essa declaração é um instrumento que vai vigorar no lugar de outra declaração, a DI (Declaração de Importação). Assim, o grande diferencial passa a ser o fato de ter potencial digital, trazendo as informações de modo eletrônico.

A DUIMP deverá constar: dados aduaneiros, comerciais, financeiros, cambiais e fiscais. Seja na importação direta ou indireta, a DUIMP passa a ser obrigatória.

O novo processo de importação fará com que o documento exista antes mesmo da chegada da mercadoria no Brasil, o que não acontece hoje em dia. Um dos resultados positivos é que a carga poderá ser liberada mais rapidamente.

A Duimp está ativa no sistema desde julho de 2021. No entanto, ela está ainda restrita a algumas operações e a comunicação com vários órgãos anuentes ainda está sendo estabelecida. 

Como funciona o processo de importação de um produto

A primeira coisa importante para saber como funciona o processo de importação de produtos é entender que ela pode acontecer de forma direta ou indireta. Cada uma tem as próprias vantagens e desvantagens.

Para entender todos os passos e realizar a importação de maneira segura e eficaz, leia um eBook que criamos trazendo todas as etapas. Ele pode ser baixado de graça no seu celular ou computador. Inclusive, a gente menciona cada um dos documentos para essa operação.

 Clique aqui para baixar o eBook gratuito sobre importação.

Agora, vamos a uma próxima parte deste texto: o que muda no novo processo de importação?

O Novo Processo de Importação de Produtos

O fluxo do Novo Processo de Importação, que foi divulgado pelo Governo Federal a fim de melhorar o comércio exterior, vai trazer padrões para as atividades de pessoas físicas e jurídicas.

Além da DUIMP, também vem outras etapas no NPI, como o Catálogo de Produtos, o Cadastro de Atributos, o Controle de Carga e Trânsito (CCT), o Pagamento Centralizado do Comércio Exterior (PCCE) e as Licenças (LPCO). Veja os detalhes.

A DUIMP

É a Declaração Única de Importação, sendo um documento eletrônico que traz todas as informações referentes à importação.

O Catálogo de Produtos

Ele está integrado à DUIMP, sendo que traz todo o cadastro dos produtos importados. A ideia é descrever o produto, a partir de atributos, imagens e tudo mais o que auxilie na fiscalização dos riscos. Acontece antes da DUIMP.

O Controle de Carga e Trânsito

Essa é uma nova ferramenta que será muito útil para a Receita Federal. Isso porque visa o cadastro das cargas aéreas e deve entrar no lugar do Mantra. O CCT tem o foco de controlar os dados aduaneiros, diminuir a burocracia e tornar os processos mais eficazes. Só que vale lembrar que o CCT aéreo ainda não está sendo usado e não há prazos definidos. 

O Pagamento Centralizado do Comércio Exterior

O PCCE é um projeto do Governo que quer facilitar as importações do comércio exterior, seja na importação ou na exportação. A ferramenta permite pagamentos dentro do próprio módulo.

As Licenças, Permissões, Certificados e Outros

Mais uma ferramenta é a LPCO, que permite às novas operações ou operações futuras sem a necessidade de novos registros dos mesmos dados. Esse cadastro, portanto, é único e permite acesso a todos os órgãos presentes na operação, agilizando os deferimentos.

Como registrar uma DUIMP

Essa nova declaração única de importação deve ser preenchida de modo eletrônico. Há campos como identificação da carga. Em um projeto piloto, o Governo permite apenas cargas marítimas para emissão da DUIMP, então, é preciso informar o CE Mercante.

Depois, automaticamente, outros dados são preenchidos, como o valor do seguro. Há ainda a inclusão de processos vinculados. E todo esse processo é muito parecido com o que já acontecia no Siscomex Importação.

Na hora de incluir os produtos, saiba que eles já devem estar cadastrados no catálogo. Depois, aparece uma tela com um resumo de toda a soma das informações da importação.

Quando o NPI começa a vigorar?

Ele já está ativo em todo processo de importação. Lembrando que ele vem sendo implementado desde 2018. Em 2019, a gente criou um conteúdo trazendo as principais novidades daquela época. Hoje, as mudanças são mais intensas, principalmente com a DUIMP.

O que não se sabe ainda é qual é a data definida para que o registro da DUIMP se torne obrigatório.

Para quem quiser saber mais sobre o Programa Portal Único de Comércio Exterior e o Projeto de Nova Importação, desde o começo, saiba que há um documento intitulado “Proposta de Novo Processo de Importação”, disponível no site do Siscomex.

A importância de integrar as áreas da empresa

Mesmo que todas as informações da importação estejam interligadas e otimizadas, considere que elas também atuam de maneira isolada. Por exemplo, não é incomum que empresas tenham setores para pedir materiais, o que faz a compra e outro ligado à importação.

A partir da leitura, fica muito claro que não existe mais espaço para os improvisos durante um processo de importação de produtos. Com o Novo Processo de Importação, a integração de todas as áreas da empresa se torna importantíssima para uma compra de sucesso.

Dessa forma, cada setor deve contribuir com a sua descrição para que todo o processo aconteça. Em alguns momentos, como no cadastro de produtos e na geração da DUIMP, o planejamento se faz imprescindível para que se cumpra as obrigatoriedades.

Depois, vem a classificação fiscal dos produtos e o enquadramento dos atributos. O assunto da importação de produtos é visivelmente estratégico para toda empresa. Até mesmo porque existe a Revisão Aduaneira, que permite que a Receita Federal volte processos de importação para novas análises.

Essa fiscalização intensa e mais transparente exige, portanto, ações cada vez mais focadas em resultados. Isso vale para a hora de Reduzir Custos com essa compra ou até mesmo quando for ter a Licença de Importação.

Na dúvida, A DC Logistics pode ajudar!

No mercado do comércio exterior desde 1994, a DC Logistics Brasil tem o foco no gerenciamento logístico de transportes. Conta com uma rede completa de parceiros, o que permite atender todas as necessidades do mercado.

Para quem está em dúvidas sobre a DUIMP, o Novo Processo de Importação e quer fazer todos os processos de maneira transparente, considere que a DC Logistics Brasil pode ajudar.

Confira os 10 produtos mais importados e exportados pelo Brasil em 2021

Uma pergunta muito comum que o mercado faz é: o que o Brasil mais exporta e importa? Para quem atua na logística, as respostas podem permanecer durante os anos. Mas, no último ano várias mudanças aconteceram entre os produtos mais importados e exportados pelo Brasil.

Nós atualizamos esse ranking a partir dos dados do Governo. Na primeira parte do artigo, confira sobre as exportações do país. Depois, veja sobre os produtos com os maiores valores de importação. E há muitas curiosidades, atente-se!

Os grupos mais exportados pelo Brasil

Os dados abaixo, que listam o ranking dos produtos mais exportados pelo Brasil em 2021, são do Siscomex e foram divulgados inicialmente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Complexo Soja (22,9%)

Representando quase ¼ de toda a exportação brasileira em 2021, o complexo soja teve uma alta de mais de 341% se comparado com o último ano. Nesse grupo, entram: soja em grão, farelo de soja e óleo de soja, por exemplo.

A razão, com base no que diz o próprio Ministério, vem da safra recorde no país: 137,3 milhões de toneladas de soja em grãos. Fora isso, o preço também foi recorde, já que havia baixa produção e estoque no mundo.

Carnes (16,9%)

O segundo grupo dos produtos mais exportados no Brasil vem das carnes, especialmente da bovina in natura. O principal comprador do Brasil são os Estados Unidos, além de União Europeia e China. Também há destaque para a exportação de carne de frango e carne suína.

Produtos Florestais (14,1%)

A celulose impulsiona a categoria de produtos florestais exportados do Brasil. Houve um recorde no volume neste ano de 2021 e preços que aumentaram mais de 30%. A China é o principal parceiro comercial do país neste grupo. 

Além da celulose, a madeira e o papel também foram levados para outros países.

Cereais, Farinhas e Preparações (10,6%)

O quarto grupo dos mais exportados é o de Cereais, Farinhas e Preparações. Aqui, o milho é o produto exportado do Brasil com maior destaque, mas que teve o resultado minimizado pelas fortes secas e geadas.

Complexo Sucroalcooleiro (8,7%)

Para fechar a lista dos produtos mais exportados, o Complexo Sucroalcooleiro. A safra da cana-de-açúcar no Brasil teve menor produtividade pelo clima seco. Assim, teve uma queda na sua representatividade do ranking.

Quais os produtos mais exportados pelo Brasil em 2021

A partir dessa apresentação, o Ministério diz que há uma lista de 10 produtos mais exportados no Brasil em 2021, confira:

  1. Soja em grãos (13,8%)
  2. Milho (8%)
  3. Café verde (7,3%)
  4. Farelo de soja (7,1%)
  5. Carne de frango in natura (6,9%)
  6. Celulose (6,8%)
  7. Carne bovina in natura (6,2%)
  8. Açúcar de cana em bruto (6,1%)
  9. Algodão não cardado nem penteado (4,9%)
  10. Papel (2,2%)

Esses 10 produtos foram responsáveis por 69,3% de todo valor exportado no país, conforme dados de dezembro de 2021. E outros produtos que não entraram na lista, mas tiveram destaque foram: óleo de soja, trigo, madeira perfilada, suco de laranja e arroz.

Isso quer dizer que alguns produtos entraram e outros saíram da última lista, que fizemos com os produtos mais exportados em 2020. Relembre.

Os produtos mais importados pelo Brasil no Agro

No mesmo documento do Ministério da Agricultura que vimos acima, eles também citam os produtos mais importados pelo Brasil ligados ao Agro. São eles:

  • Trigo
  • Milho
  • Óleo de palma
  • Malte
  • Papel
  • Salmões, frescos ou refrigerados
  • Álcool etílico
  • Vestuário e outros produtos têxteis de algodão
  • Borracha natural
  • Azeite de oliva

No entanto, com base em um estudo da Logcomex, que fez o Relatório da Importação Brasileira de 2021, vamos conferir agora todos os produtos mais importados do país.

Os produtos mais importados pelo Brasil

Nessa lista geral de importados, usamos um estudo que considera o valor FOB. Veja o ranking. 

  1. Máquinas e aparelhos elétricos, diversos, suas partes e peças (8,3%)
  2. Petróleo, produtos petrolíferos e materiais relacionados (8,3%)
  3. Adubos – exceto os do grupo 272 (6,9%)
  4. Veículos rodoviários – incluindo veículos de almofada de ar (6,5%)
  5. Produtos químicos orgânicos (5,8%)
  6. Produtos farmacêuticos e medicinais (5,5%)
  7. Máquinas em geral e equipamentos industriais, e peças de máquinas (5,3%)
  8. Máquinas e equipamentos de geração de energia (4,3%)
  9. Equipamentos de telecomunicações e de gravação de som e aparelhos de reprodução (3,7%)
  10. Materiais e produtos químicos (3,1%)

Já com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, saiba que o volume de produtos importados na Rússia deu um salto entre 2020 e 2021. Assim, mais do que dobrou (de US$ 2,7 bilhões para US$ 5,7 bilhões).

Com isso, logo após a França, a Rússia passou a competir com países como Índia, Coreia do Sul, Japão, Itália e México entre os maiores fornecedores do Brasil.

E essa lista também mudou bastante com base nos dados de 2020, quando a gente fez um ranking com os 10 produtos mais importados e tinha peças para veículos, conjuntos eletrônicos e inseticidas, por exemplo. Relembre aqui.

Para saber mais

Para saber mais sobre o mercado de logística, importação e exportação no Brasil, acesse o nosso blog. A gente faz publicações semanais com tendências, novidades e estatísticas sobre esse mercado. As últimas notícias foram:

Exportação de Móveis – saiba como exportar para os Estados Unidos

A exportação de móveis brasileiros é uma realidade para toda a indústria moveleira. No entanto, ainda existem empresas que não sabem como estabelecer essa operação completa (do envio das mercadorias até a venda final) com o foco nos Estados Unidos.

A ideia desse conteúdo é trazer as possibilidades e explicar como é possível exportar móveis de madeira, em um processo conhecido como cross-border (entre fronteiras). Até mesmo porque as últimas pesquisas são muito positivas, como a da Abimóvel.

O último dado que temos atualizado é do ano passado. E diz o seguinte: “as exportações do setor moveleiro avançaram 50% em 2021”. A informação foi publicada no Monitoramento das Exportações de Móveis da Abimóvel (Associação Brasileira das Indústrias Moveleiras).

O mercado de móveis nos Estados Unidos

Nos Estados Unidos, as estimativas do último ano foram positivas. Assim, estimou-se que os norte-americanos gastaram quase US$ 120 bilhões em móveis e roupas de cama.

Além disso, vale a pena trazermos outro cenário para quem tem o intuito de exportar para os Estados Unidos: móveis e decoração representam 12% das vendas geradas no e-commerce com foco para esse país americano.

Outro dado que indica o mercado de lá é: no ano de 2020, o percentual de moradores estadunidenses que compraram móveis ou itens domésticos pela internet foi de 18%.

Entre os maiores responsáveis pelas vendas de móveis para os Estados Unidos no nosso país, a gente tem um valor de quase US$ 200 de preço médio por transação.

Com tantos dados positivos sobre o mercado de móveis nos Estados Unidos e as chances de exportar móveis de madeira para lá, vem a pergunta: como tornar essa operação viável?

Como exportar móveis para o exterior?

Atualmente, com o advento da internet e a facilidade em encontrar informações, os empreendedores, varejistas e gestores conseguem ver com mais facilidade que os processos de exportação não são tão complicados como se achava.

Quando a gente avalia a exportação de móveis como uma oportunidade para as empresas brasileiras aumentarem o lucro, o interesse se torna ainda maior. Afinal, é uma alternativa interessante para quem quer expandir o negócio através da internet.

A partir disso, vamos trazer abaixo algumas dicas sobre como exportar móveis para os Estados Unidos, partindo de um projeto inicial, pensando em quem nunca fez isso antes.

A habilitação da empresa para exportar móveis

A exportação de móveis é um processo que vai além do vender online e entregar em outro país. Para fazer isso, a empresa precisa estar habilitada, o que envolve um Registro de Exportador, por exemplo.

Esse documento é emitido pela Delegacia da Receita Federal ou pela Secretaria do Comércio Exterior. E para conseguir ele é preciso apresentar informações como: contrato de câmbio, letra de câmbio, fatura proforma, carta de crédito, Registro de Exportadores, etc.

A avaliação da capacidade do negócio

Sem seguir um passo a passo cronológico, considere que durante esse processo de um plano de exportação, a empresa precisa validar a capacidade do negócio. Isso porque a exportação de móveis pode exigir novos investimentos ou, pelo menos, gerar novas despesas.

Logo, pensar na capacidade da empresa em termos produtivos é importante. Assim como a questão do estoque, do transporte, da comunicação com outros países, etc.

Os preços para exportar para os Estados Unidos

Outro ponto que merece a sua atenção tem relação com os preços praticados para esse tipo de venda de móveis. A boa notícia é que o Brasil permite alguns benefícios/incentivos fiscais nos impostos, como Cofins, ICMS e IOF. Logo, tem o “tarifa zero” para operações de câmbio.

Ao mesmo tempo, também é preciso colocar na balança que existem outros custos. Por exemplo, com embalagens, com cargas, com zonas portuárias, etc. Por isso, a escolha de uma empresa especialista em exportação faz sentido: auxilia na redução de custos de exportação.

O conhecimento sobre a cultura local

Mais uma dica, que inclusive é um erro muito comum de quem começa a estudar como exportar móveis para o exterior, é sobre a cultura local. O primeiro passo, nesse sentido, é jamais ignorar a legislação de lá.

Isso porque cada país, assim como os Estados Unidos, possui a sua legislação e cumprir as exigências fiscais e de fiscalização é imprescindível. Em caso contrário, esse simples erro pode gerar muitos prejuízos para a empresa.

O que fazer para exportar um produto?

Esse tópico também poderia entrar como dica sobre como exportar móveis para o exterior. Mas, optamos por ter um texto com mais destaque por um simples motivo: dá para exportar móveis de madeira de várias maneiras.

Após levar em conta o processo de exportação de móveis, vem a pergunta: como essa atividade acontece? A verdade é que pode ser pelo modal aéreo ou pelo modal marítimo. E então vem a próxima pergunta:

Qual é o melhor modal para exportar móveis para os Estados Unidos?

A verdade é que não existe uma resposta única para todas as fabricantes de móveis de madeira. Afinal, é preciso reconhecer as características e as necessidades de cada uma.

Um exemplo vem do container Standard, usado para cargas gerais. Assim, ele é totalmente fechado com as portas no fundo. Mas, os móveis também podem ir pelo High Cube, que comporta mais carga.

Na dúvida sobre qual modal logístico escolher para levar os seus produtos para outros países, não titubeie, converse com quem entende e tem experiência no assunto.

A DC Logistics Brasil tem 12 escritórios no país, 27 anos de mercado, mais de 40 prêmios nacionais e internacionais, além de contar com centenas de colaboradores especializados na logística para o exterior. Clique na imagem abaixo para entrar em contato com a DC.

Vale a pena fazer a exportação de móveis para os Estados Unidos?

Após todas essas dicas, o que a gente viu é que a partir de uma empresa com conhecimento em exportações, como é a DC Logistics Brasil, essa se torna uma possibilidade descomplicada para expandir a empresa moveleira, correto?

Além disso, também é importante notar que os móveis de madeira estão entre os principais produtos que o país exporta hoje. Depois deles é que vem os estofados, os colchões e os móveis de metais, nessa ordem.

Já com relação ao principal destino: os norte-americanos. Por isso, o assunto sobre exportar para os Estados Unidos é uma tendência na indústria de móveis. Em 2021, 35% das exportações nacionais de móveis foram para esse país.

E para fechar essa lista de motivos que se tem para exportar móveis para os Estados Unidos, temos mais um estudo a ser citado. É um relatório do Projeto Brazilian Furniture, que diz que as exportações de móveis e colchões para esse país podem crescer 30% no futuro.

A exportação de móveis para outros países

Além de exportar para os Estados Unidos, a empresa moveleira também poderá criar projeções futuras para chegar a outros países.

Um bom exemplo vem do Chile, que hoje ocupa a segunda posição dos países que mais recebem os nossos móveis de madeira. O crescimento acumulado ao longo de 2021 foi de mais de 160%. E o ritmo só deve crescer neste ano.

E mais tarde, também podemos considerar a exportação para outros continentes. O Reino Unido, por exemplo, tem um desfecho promissor, já que avançou 25% no acumulado de 2021 em relação ao ano de 2020 nas compras de móveis brasileiros.

Indo mais além, o Oriente Médio. A Arábia Saudita, por exemplo, teve acúmulo de 290% no ano de 2021. Enquanto que os Emirados Árabes ganharam espaço, sendo o segundo maior destino de móveis do Brasil na região, com crescimento de 84% naquele ano.